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quarta-feira, 27 de junho de 2012

Reclamar nas mídias sociais VALE À PENA! MTE no alvo da imprensa


Por Clarice Gulyas

Dor de cabeça TODA VEZ que preciso de dados do Ministério do Trabalho e Emprego !!! Desde terça (26/6) eu aguardava retorno de dados estatísticos, especificando meu dead line para a manhã desta quarta (27/6). Em todas as 5 vezes que liguei, os assessores "não puderam ajudar" sem o atendimento direto de um dos assessores, que nunca está. É LAMENTÁVEL!

Felizmente, nem todo órgão público é assim. No
INSS sou sempre MUITO bem atendida com rapidez, edução e proatividade, principalmente pela Nathália.

Hoje (27/6), às 16h10, após ter fechado minha matéria e ter postado reclamação no Facebook, a assessoria de imprensa do Ministério do Trabalho e Emprego me enviou os dados solicitados por mim na terça, às 10h27 (e não na segunda como eu afirmei), e também me ligou PARA PEDIR QUE APAGASSE A POSTAGEM NO FACEBOOK. Explicou que não sabiam o meu dead line (mesmo escrito e informado por... telefone) e que eu poderia ter ligado no CELULAR do assessor que não encontrei hoje das 13h às 16h no órgão. OBS: alegaram problema no sistema de e-mails também. Mas a mesma informação foi passada por telefone, então... 

Já na ouvidoria do MTE, simplesmente não puderam "me ouvir", por incrível que pareça. E me indicaram enviar a reclamação pelo site ou de forma presencial.

ESSE É O NOSSO GOVERNO AGNELO, NOSSO PAÍS QUE QUER SEDIAR COPA, FAZER OLIMPIADAS, ETC, ETC.... Reclamem!








terça-feira, 26 de junho de 2012

Denúncia: Alunos deixam escola mais cedo por falta de merenda


Denúncia:
Alunos deixam escola mais cedo por falta de merenda


Por Clarice Gulyas

Foto: Joana Regina

A denúncia é de pais e mães que têm filhos matriculados na Escola Classe Varjão. Nesta terça (26/6) os professores tiveram de tirar dos próprios bolsos o dinheiro para manter a merenda das crianças, mais de mil alunos de 4 a 14 anos de idade. Sem previsão de quando o problema será solucionado, a direção da escola não vê alternativa além de liberar as crianças mais cedo para casa sem, muitas vezes, fazerem a primeira refeição do dia, principalmente, quando se refere às famílias da Área de Transição do Varjão (que aguardam moradia do GDF).

Segue, abaixo, denúncia recebida por mim nesse momento com telefones para contato:
"A nossa a comunidade do varjão, esta precisado de ajuda, pois a nossa Escola Classe varjão esta sem lanche pra as criança, a vários dias, as prof estão fazendo vaquinha pra compra o lanche da tarde de hj, que venha alguém pra mostra a situação, pois a nossa Diretora da escola disse que não tem previsão e muitas criança faz o primeiro lanche na escola, pedimos sua força, qualquer informação 91118889, favor nós ajude, varias mãe da área transição que fala do assunto, estão querendo mandar as crianças embora mais cedo pra casa por falta de Lanche, escola com mais de 1108 alunos 20 sala de manha e 20 a tarde com crianças de 04 a 14 anos., Obrigado desde já"

Escola Classe Varjão
39017543

Ajude!

terça-feira, 19 de junho de 2012

Livro-jogo da Rio + 20 é atração na conferência internacional

Livro-jogo da Rio + 20 é atração na conferência internacional

Bióloga brasiliense lança criação em parceria com a SBPC como forma de popularizar a ciência e despertar a conscientização socioambiental


Por Clarice Gulyas e colaboração

Parte integrante do trabalho de popularização da ciência da bióloga e engenheira florestal brasiliense Nurit Bensusan, o livro-jogo Rio+20 será lançado nessa quinta (21/6) durante a abertura da conferência ambiental internacional, às 10h45, no Armazém 4 do Pier Mauá, portão 1ªA, no Rio de Janeiro. Na ocasião, a especialista em Ecologia e doutora em Educação fará uma palestra para crianças e adolescentes sobre a importância da conservação do meio ambiente.  “A ideia é falar sobre como o ambiente, mesmo que não percebamos, está ligado a tudo que fazemos e mostrar por que os temas da Rio+20 estão relacionados com nosso cotidiano e nossa vida”, explica a ex ativista do WWF Brasil. O livro será distribuído gratuitamente para o público.
O material foi elaborado em parceria com a Sociedade Brasileira Para o Progresso da Ciência  (SBPC) e tem como título Rio+20, +21, +22, +23... "O livro explica o porquê do evento, fala sobre sustentabilidade, questões relativas aos oceanos, à preservação de espécies ameaçadas de extinção, entre outros temas relevantes. Nele, ressalta-se a importância de pensar além da conferência. Esse trabalho não se exaure na Rio+20, é preciso pensar à frente, nos outros anos e décadas", explica Nurit Bensusan.

"É mais fácil respeitar o que conhecemos"

O livro possui três jogos encartados: o primeiro fala sobre espécies ameaçadas, o segundo sobre o futuro da humanidade, relacionado à preservação ambiental, e o último ganhou nome de Polislândia e trata de temas relacionados à vida nas grandes cidades, a convivência do homem com a natureza. Pesquisa divulgada recentemente, por encomenda do governo federal, apontou que 78% dos brasileiros desconhecem a Rio+20. Foram entrevistadas 2,201 mil pessoas acima dos 16 anos, nas cinco regiões do país. O livro-jogo é uma maneira lúdica de tornar a conferência e os temas abordados por ela mais próximos da população, em especial das crianças e adolescentes. "É mais fácil respeitar o que conhecemos", afirmou Nurit. A especialista é autora de outros seis jogos (um deles em fase de teste). Todos são de cartas ou livros. Nurit prefere esse tipo de técnica a jogos digitais, pois, de acordo com ela, cartas e livros favorecem a interação social das crianças, além de ensinar.

 
Impactos da biotecnologia

Na última segunda (11/6), a Nurit Bensusan falou sobre parte de sua tese de doutorado concluída na Universidade de Brasília (UnB), com o tema Museus de Ciência uma ferramenta de construção ou em construção?, no Jardim Botânico do Rio de Janeiro, a convite do Ministério do Meio Ambiente, que promove uma série de debates anteriores à conferência Rio+20. O conjunto de debates precede a Rio+20 e tem como objetivo fomentar a discussão de temas como conservação de áreas protegidas e biodiversidade, além de propor soluções para os problemas ambientais. 

Parte da tese de doutorado de Nurit Bensusan fala sobre biotecnologia e sobre as concepções e estratégias de conservação da natureza. É essa parte da tese que será abordada no debate de hoje. "Tem-se a visão de que a extinção é para sempre. Com a biotecnologia isso começa a mudar. É possível clonar, por exemplo, pandas, que são ameaçados de desaparecer. Sendo assim, a extinção deixa de ser permanente. A intenção é debater os impactos dessa tecnologia no conceito de conservação", afirmou a bióloga. A tese defendida por Nurit Bensusan em seu trabalho é que os museus de ciência e tecnologia devem ajudar a promover o pensamento crítico sobre Ciência e Tecnologia, assim como os jogos que produz.

 

Assessoria de imprensa (Nurit Bensusan)
(61) 8177 3832 / 8428 0719
Clarice Gulyas
claricegulyas@gmail.com



REPORTAGENS RECENTES
Bióloga cria jogos de cartas com temas ecológicos - Bom Dia DF (Globo)
http://www.youtube.com/watch?v=rmn4f60Rp3I
Para aprender e se divertir: jogos da Bioludica ganham reportagem especial na Tv Justiça!
Confira:
http://vimeo.com/42360411
Jogos infantis incentivam preservação do meio ambiente - Biolúdica na TV RBS! 16/4/2012
http://www.youtube.com/watch?v=rfhBOgmHDT8
Programa EcoSenado revela jogos com temas biológicos em Brasília
http://www.youtube.com/watch?v=CKwrZ605QXs
Nurit Bensusan fala ao vivo à Radio Nacional 24-05-2012
http://www.youtube.com/watch?v=LKx0V-U60fs&feature=youtu.be

Sobre Nurit Bensusan
Bióloga e engenheira florestal, é pós-graduada em História e Filosofia da Ciência pela Universidade Hebraica de Jerusalém, mestre em Ecologia e doutora em Educação pela Universidade de Brasília. É autora do blog Nosso Planeta, do jornal O Globo ( http://oglobo.globo.com/blogs/nossoplaneta ), uma de suas plataformas de popularização da ciência, e criadora da Biolúdica ( http://www.bioludica.com.br ), oficina de jogos com temas biológicos voltada para crianças e adolescentes. Participa também do coletivo de ideias Biotrix ( www.biotrix.com.br ). Com diversos livros publicados, entre eles Biodiversidade: é para comer, vestir ou passar no cabelo; Meio Ambiente: e eu com isso?, e Quanto dura um rinoceronte? (editora Peirópolis), foi responsável pela área de biodiversidade e coordenadora de políticas públicas do WWF Brasil, coordenadora de biodiversidade no Instituto Socioambiental e coordenadora do núcleo de gestão do conhecimento do Instituto Internacional de Educação do Brasil.

domingo, 10 de junho de 2012


Bióloga brasiliense cria jogo sobre a Rio+20

Nessa segunda (11/6), Nurit Bensusan também participa de debate do Ministério do Meio Ambiente, no Rio de Janeiro




Quem circular pela abertura da Rio+20, conferência ambiental que ocorrerá na capital carioca entre os dias 20 e 22, receberá um livro-jogo distribuído pela Sociedade Brasileira Para o Progresso da Ciência  (SBPC). O material foi elaborado pela bióloga brasiliense Nurit Bensusan a pedido da entidade. Especialista em ecologia e doutora em educação pela Universidade de Brasília (UnB), Nurit apresentará seu trabalho durante o evento, com intuito de conscientizar crianças e jovens a respeito das questões ambientais debatidas na Rio+20. O livro tem o título de Rio+20, +21, +22, +23... "O livro explica o porquê do evento, fala sobre sustentabilidade, questões relativas aos oceanos, à preservação de espécies ameaçadas de extinção, entre outros temas relevantes. Nele, ressalta-se a importância de pensar além da conferência. Esse trabalho não se exaure na Rio+20, é preciso pensar à frente, nos outros anos e décadas", explicou a bióloga.

O livro possui três jogos encartados: o primeiro fala sobre espécies ameaçadas, o segundo sobre o futuro da humanidade, relacionado à preservação ambiental, e o último ganhou nome de Polislândia e trata de temas relacionados à vida nas grandes cidades, a convivência do homem com a natureza. Pesquisa divulgada recentemente, por encomenda do governo federal, apontou que 78% dos brasileiros desconhecem a Rio+20. Foram entrevistadas 2,201 mil pessoas acima dos 16 anos, nas cinco regiões do país. O livro-jogo é uma maneira lúdica de tornar a conferência e os temas abordados por ela mais próximos da população, em especial das crianças e adolescentes. "É mais fácil respeitar o que conhecemos", afirmou Nurit. A especialista é autora de outros seis jogos (um deles em fase de teste). Todos são de cartas ou livros. Nurit prefere esse tipo de técnica a jogos digitais, pois, de acordo com ela, cartas e livros favorecem a interação social das crianças, além de ensinar.

Impactos da tecnologia na preservação ambiental

Hoje (segunda, 11), às 9h, a bióloga brasiliense Nurit Bensusan falara sobre parte de sua tese de doutorado concluída na Universidade de Brasília (UnB), com o tema Museus de Ciência uma ferramenta de construção ou em construção?, no Jardim Botânico do Rio de Janeiro, a convite do Ministério do Meio Ambiente, que promove uma série de debates anteriores à conferência Rio+20. O conjunto de debates precede a Rio+20 e tem como objetivo fomentar a discussão de temas como conservação de áreas protegidas e biodiversidade, além de propor soluções para os problemas ambientais. 

Parte da tese de doutorado de Nurit Bensusan fala sobre biotecnologia e sobre as concepções e estratégias de conservação da natureza. É essa parte da tese que será abordada no debate de hoje. "Tem-se a visão de que a extinção é para sempre. Com a biotecnologia isso começa a mudar. É possível clonar, por exemplo, pandas, que são ameaçados de desaparecer. Sendo assim, a extinção deixa de ser permanente. A intenção é debater os impactos dessa tecnologia no conceito de conservação", afirmou a bióloga. A tese defendida por Nurit Bensusan em seu trabalho é que os museus de ciência e tecnologia devem ajudar a promover o pensamento crítico sobre Ciência e Tecnologia, assim como os jogos que produz.

Assessoria de imprensa (Nurit Bensusan)
(61) 8313 4019 / 9977 4807 / 8177 3832 / 8428 0719 Janaína Castro ou Clarice Gulyasgulyascomunicacao@gmail.com / claricegulyas@gmail.com

sábado, 9 de junho de 2012

Encerramento do 17 Encontro Nacional de Apoio à Adoção propõe pacto social Unir Para Cuidar


Encerramento do 17º Encontro Nacional de Apoio à Adoção 
 propõe pacto social Unir Para Cuidar

Pela primeira vez, Brasília sedia o evento

 Aplausos para a equipe que fez tudo acontecer nesse 17º Enapa!
Psicóloga Maria da Penha, Eu (Clarice Gulyas / assessora de imprensa da ong Aconchego) e Maria Helena Martinho, jornalista e mestre de cerimônia voluntária


Por Clarice Gulyas

Texto final da Carta Unir Para Cuidar, do 17º Encontro Nacional da Apoio à Adoção (Enapa) reivindica mais atenção às crianças e aos adolescente em acolhimento institucional como a implantação e monitoramento do Plano Decenal de Direitos Humanos de Crianças e Adolescentes nos estados, no distrito federal e nos municípios. O documento será entregue aos poderes Executivo, Legislativo e Judiciário, e foi elaborado durante as discussões dos três dias de evento, encerrado neste sábado (9/6), ás 18h, no Hotel Nacional, em Brasília. 

Na ocasião, a ong Aconchego (DF), realizadora do encontro, recebeu uma homenagem especial, via vídeo, da cantora Elba Ramalho. Mãe adotiva de três meninas, a cantora tornou-se madrinha do grupo de apoio à adoção em março desse ano durante visita a sede da Aconchego, na Asa Norte.

Confira: 
  
(autorizamos publicação e divulgação do material)

A iniciativa faz parte do projeto Fortalecimento da Rede Nacional de Apoio à Adoção e Convivência Familiar e Comunitária e contou com o apoio da Secretaria de Direitos Humanos daPresidência da República (SDH/PR) e do Conselho Nacional dos Direitos daCriança e do Adolescente (Conanda). 

A abertura contou comparticipação do ministro-chefe da Presidência da República Gilberto Carvalho (pai adotivo), da Secretária Nacional de Promoção dos Direitos da Criançae do Adolescente Carmen Silveira de Oliveira; da presidenta da Associação Nacional de Apoio à Adoção (Angaad), Maria Bárbara Toleto Andrade e Silva; o ministro do Supremo Tribunal Federal, Ayres Britto; a Secretária Adjunta da Secretaria da Criança do DF, Catarina Araújo, a presidenta da ong Aconchego Soraya Pereira e o professor de Teologia Leonardo Boff. Durante a solenidade, o ministro Gilberto Carvalho entregou uma carta da presidenta Dilma Rousseff à comissão organizadora do evento.

Confira o vídeo e as entrevistas comasprincipais personalidades da abertura 
(produzido pela ong Aconchego / autorizamos apublicação e veiculação do material)



 CARTA UNIR PARA CUIDAR (exclusivo)

Durante o 17º Encontro Nacional de Associações e Grupos de Apoio à Adoção (ENAPA), na capital federal, de 07 a 09 de junho de 2012, as entidades participantes assumem, com esta carta de compromisso, o envolvimento efetivo para a implementação de ações e medidas visando contribuir para o fortalecimento do Movimento Nacional de Apoio à Adoção e ao direito à convivência familiar e comunitária de crianças e adolescentes.

Nós, os participantes do 17º ENAPA, que reúne grupos e associações de estudos e apoio à adoção, representantes do Poder Judiciário, do Ministério Público, do Sistema de Garantia de Direitos, de profissionais ligados à área e diversos segmentos da sociedade brasileira, buscamos construir um pacto social que satisfaça o direito à convivência e fortalecimento dos vínculos familiares e comunitários, na defesa dos direitos socio-assistenciais e da cidadania de crianças e adolescentes institucionalizados no país, por meio de propostas técnicas para as mais variadas hipóteses de abandono e possibilidades de reintegração familiar.

Neste sentido, submetemos este texto à consulta pública e sistematizamos as ideias recebidas no período de janeiro a maio de 2012.

Visamos, com esta carta de compromisso, defender intervenções qualificadas e condizentes com os pressupostos legais e o superior interesse da criança e do adolescente. 

Conscientes da necessidade de se resgatar as responsabilidades para implementar os direitos previstos nos normativos legais em vigor – a Convenção dos Direitos da Criança, da Assembléia Geral das Nações Unidas, ratificada no Brasil em 20 de setembro de 1990, a Constituição Federal em seu artigo 227 e o Estatuto da Criança e do Adolescente e a Lei n 12.010/2009, tendo ainda como parâmetro o Plano Nacional de Convivência Familiar e Comunitária, Programa Nacional de Direitos Humanos (PNDH III) – resolvemos: 

AMPLIAR uma discussão de alcance nacional entre o poder público e a sociedade civil para construção de políticas púbicas eficientes de convivência familiar e comunitária, propondo um pacto social sistêmico, visando à capacitação e a formulação de estratégias e ações pelo período de um ano que tenham como resultado:

A diminuição dos crimes de abandono, devolução e do tempo de institucionalização de crianças e adolescentes;  
O cumprimento dos prazos previstos na Lei 12.010/2009 visando a definição jurídica das crianças e adolescentes institucionalizados, conferindo-lhes o direito a viver em família;
O aprimoramento das técnicas utilizadas para a conscientização de gestantes e famílias no ato da eventual entrega em adoção e dos postulantes;
Amadurecimento do perfil adotivo dos postulantes e aumento do número de adoções necessárias (tardia, especial, soropositivas, grupo de irmãos, inter-raciais)
Humanização e capacitação dos técnicos judiciários sobre a necessidade de celeridade e objetividade dos trâmites processuais;
Instrução dos técnicos do poder executivo sobre as peculiaridades do tema para implementação de políticas públicas locais e acolhimento social dos envolvidos;

DEFENDER a implementação de políticas públicas de direitos humanos da infância e juventude previstas no Programa Nacional de Direitos Humanos III, principalmente no atendimento da Diretriz 1 (Interação democrática entre Estado e sociedade civil como instrumento de fortalecimento da democracia Participativa) e da Diretriz 8 (Promoção dos direitos de crianças e adolescentes para o seu desenvolvimento integral, de forma não discriminatória, assegurando seu direito de opinião e participação e seus objetivos estratégicos).

ZELAR pela implantação, acompanhamento, monitoramento e avaliação de ações de políticas públicas destinadas a tratar toda situação de afastamento familiar como excepcional e provisória, e investir  na prevenção ao abandono e no retorno das crianças e adolescentes ao convívio com a família de origem e, se esgotada esta possibilidade, o encaminhamento para família substituta.

PROMOVER mobilização e articulação institucional, elaboração e alinhamento de planos de ações e alocação de recursos orçamentários e com isso garantir o cuidado e referência afetiva das crianças e adolescentes acolhidos até que possa ser assegurado o pleno exercício de seus direitos e cidadania.

REALIZAR um diagnóstico nacional, com base em indicadores estaduais e municipais, sobre a questão do abrigamento institucional, identificando de maneira objetiva problemas e dificuldades que impedem a reintegração familiar e adoção, possibilitando o levantamento das demandas, necessidades e prioridades de cada Unidade da Federação e das denúncias do disque 100, em tempo real, para sistematizar propostas eficazes.

GARANTIR a instrumentalização do Sistema de Garantia de Direitos com tecnologia social adequada à especificidade do tema e que garanta o interesse superior da criança.
ZELAR para que os técnicos que lidam com a temática diariamente sejam devidamente preparados, assim como os interessados em adotar.

REIVINDICAR o respeito e a garantia dos direitos humanos de crianças e adolescentes no âmbito da família, da sociedade e do Estado, considerada as condições de pessoas com deficiência e as diversidades de gênero, orientação sexual, cultural, étnico-racial, religiosa, geracional, territorial, de nacionalidade e de opção política.

PROMOVER o respeito aos direitos da criança e do adolescente na sociedade, de modo a consolidar uma cultura de paz e cidadania.

ESTIMULAR o fortalecimento das competências familiares em relação à proteção integral e educação em direitos humanos de crianças e adolescentes no espaço de convivência familiar e comunitária.

AMPLIAR E ARTICULAR políticas, programas, ações e serviços para a promoção, proteção e defesa do direito de crianças e adolescentes à convivência familiar e comunitária, com base na revisão e implementação do Plano Nacional Temático.

DEFINIR diretrizes e IMPLEMENTAR políticas sociais articuladas que assegurem a proteção integral e o direito à convivência familiar e comunitária de crianças e adolescentes em situação de rua.

EXIGIR proteção especial a crianças e adolescentes com seus direitos ameaçados ou violados, consideradas as condições de pessoas com deficiência e as diversidades de gênero, orientação sexual, cultural, étnicoracial, religiosa, geracional, territorial, de nacionalidade e de opção política.

FORMULAR diretrizes e parâmetros para estruturação e integração de redes de atenção a crianças e adolescentes em acolhimento cuja oferta de serviços considere as diversas fases de atendimento e desligamento institucional, com ações de reinserção familiar e comunitária

ZELAR pela universalização do acesso a políticas públicas de qualidade que garantam os direitos humanos de crianças, adolescentes e suas famílias e contemplem a superação das desigualdades, afirmação da diversidade com promoção da equidade e inclusão social.

RECOMENDAR implantação e monitoramento do Plano Decenal de Direitos Humanos de Crianças e Adolescentes nos estados, no distrito federal e nos municípios.

PROPOR estratégias nacionais para técnicos judiciais e do poder executivo municipal, estadual e federal para diminuir o tempo de institucionalização de crianças e adolescentes afastados do convívio familiar.

ELABORAR, juntamente com juízes e promotores de justiça, um plano para execução real dos prazos legais previstos na Lei 12.010/2009, visando operacionalizar a atuação do judiciário no contexto da adoção e da reintegração familiar.

ENFATIZAR a necessidade de que seja estabelecido o papel do poder executivo local (municípios, Estados e Distrito Federal) na execução e apoio aos cursos preparatórios para adoção, exigência da Lei 12010/2011.

DEFINIR a atuação dos grupos de apoio à adoção no contexto técnico e jurídico da execução de políticas públicas de convivência familiar e comunitária.

REGULAMENTAR programas de convivência comunitária alternativos à adoção para beneficiar 4900 crianças distantes do perfil clássico de adoção.

PROMOVER a implementação das propostas em Pacto Social de colaboração mútua entre poderes executivo de 27 unidades federativas, legislativo federal e estadual, judiciário e sociedade civil na busca de uma família para cada criança/adolescente.

MONITORAR a execução das políticas públicas aqui definidas como de máximo interesse de crianças e adolescentes e do direito em viver em família.
Efetivar a ampliação da estrutura dos juizados da infância e adolescência;

Criar mecanismos que produzam a ação das redes locais na proteção e defesa dos direitos das crianças e adolescentes;

Estimular aos filhos do estado que aos 18 anos saírem das instituições de acolhimento e que, para os quais, os atores do sistema de garantia de direito tenham falhado, que entrem com ações de responsabilidade civil.

Assegurar um assento para os Grupos de Apoio à adoção (ANGAAD) no CONANDA.
Para que essas resoluções tenham êxito, é necessário conscientizar a sociedade e o poder público de que a formulação, implantação, implementação e monitoramento das políticas públicas visando a inclusão e cidadania é emergencial, e passa pelo reconhecimento em aceitar que o abandono da criança e do adolescente, e de sua família, é uma responsabilidade de todos nós. 

Assim, todos assinamos.
Brasília, 09 de junho de 2012.

Participantes do 17º ENAPA



Assessoria de imprensa (ong Aconchego)
(61) 8177 3832 / 8428 0719
Clarice Gulyas  
claricegulyas@gmail.com / gulyascomunicacao@gmail.com

sexta-feira, 8 de junho de 2012


17º Encontro Nacional de Apoio à Adoção termina nesse sábado

Pela primeira vez Brasília é sede do evento



O encerramento do 17º Encontro Nacional de Apoio à Adoção (Enapa) aborda devoluções de crianças, impasses judiciais, adoção internacional, entre outros temas nesse sábado (9/6), das 8h30 às 18h, no Hotel Nacional, em Brasília. Na ocasião, será formulada uma carta de compromisso com os principais pontos discutidos ao longo dos três dias de evento que será entregue aos poderes Executivo, Legislativo e Judiciário. A iniciativa faz parte do projeto Fortalecimento da Rede de Apoio à Adoção e Convivência Familiar e Comunitária e conta com o apoio da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República (SDH/PR) e do Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente (Conanda). Os seminários podem ser acompanhados, ao vivo, pelo site: www.aconchegodf.org.br/unirparacuidar (evitar acessar por aparelhos móveis como ipads e iphones).


Entre as autoridades confirmadas para participar do debate interativo, das 14h às 18h, estão Sérgio Eduardo Marques da Rocha, coordenador Geral da Política do Direito e Convivência Familiar e Comunitária da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República, e Carmen Silveira de Oliveira, Secretária Nacional de Promoção dos Direitos da Criança e do Adolescente, com mediação de Sávio Sergio Bittencourt, promotor da Justiça do Ministério Público do Rio de Janeiro. Entre os especialistas convidados marcam presença a psicóloga e professora da Faculdade de Educação da UNB, Viviane Neves Legnani, e o fundador da Angaad e da ong Acalanto (SP), Paulo Sérgio Pereira dos Santos. O debate tem como tema "O que posso fazer para cuidar? Por uma nova cultura de adoção". As perguntas podem ser enviadas pelo Facebook da ong Aconchego (Aconchego Brasília).

Também participam do último dia do Enapa a presidenta da Associação Nacional de Apoio à Adoção (Angaad), Maria Bárbara Toleto Andrade e Silva, e a especialista em Devolução de Crianças e Adolescentes Adotados, Maria Luiza Ghirardi.


Confira a programação:


A abertura contou com participação do ministro-chefe da Presidência da República Gilberto Carvalho (pai adotivo), da Secretária Nacional de Promoção dos Direitos da Criança e do Adolescente Carmen Silveira de Oliveira; da presidenta da Associação Nacional de Apoio à Adoção (Angaad), Maria Bárbara Toleto Andrade e Silva; o ministro do Supremo Tribunal Federal, Ayres Britto; a Secretária Adjunta da Secretaria da Criança do DF, Catarina Araújo, e a presidenta da ong Aconchego Soraya Pereira. Durante a solenidade, o ministro Gilberto Carvalho entregou uma carta da presidenta Dilma Rousseff à comissão organizadora do evento (ong Aconchego-DF), e o professor de Teologia Leonardo Boff.
Confira o vídeo e as entrevistas com as principais personalidades da abertura (Gilberto Carvalho, Maria Bárbara, Leonardo Boff e Soraya Pereira): http://www.youtube.com/watch?v=dqvEntq32b4&feature=youtu.be  (produzido pela ong Aconchego / autorizamos a publicação e veiculação do material)


Em anexo, dados do Conselho Nacional de Justiça e carta da presidenta Dilma Rousseff.

Mais informações:
Assessoria de imprensa (ong Aconchego)
(61) 8177 3832 / 8428 0719 / 8313 4019 / 9977 4807
Clarice Gulyas  e  Janaína Castro
gulyascomunicacao@gmail.com

quinta-feira, 7 de junho de 2012

Abertura - 17º Encontro Nacional de Apoio à Adoção (Enapa) - realização: ong Aconchego (DF)



Por Clarice Gulyas (assessora de imprensa voluntária da ong Aconchego)
contato: (61) 8177 3832 /
claricegulyas@gmail.com

Presidenta Dilma Houseff envia uma carta especial para a ong Aconchego, organizadora do 17º Encontro Nacional de Apoio à Adoção.
O evento acontece nos dias 7, 8 e 9 de junho de 2012, no Hotel Nacional, Brasília.

Ministro Gilberto Carvalho e o teólogo Leonardo Boff jantam com comissão organizadora do 17º Enapa


Nesta quarta (6/6), às 21h, o ministro chefe da Secretaria Geral da Presidência da Republica, Gilberto Carvalho,  e o filósofo e professor de Teologia Leonardo Boff participam de um jantar com a comissão organizadora do 17º Encontro Nacional de Apoio à Adoção (a ser realizado nos próximos dias 7, 8 e 9 de junho).

Legenda da foto: (esquerda para direita) Gilberto Carvalho, Fabiana Gadêlha, Leonardo Boff e Soraya Pereira
Local: restaurante Corrientes 348, na 411 sul

Convidados:
Gilberto Carvalho e a esposa Flor dos Santos
Ministro Chefe da Secretária Geral da Presidência da Republica


Fabiana Gadêlha e o esposo Leandro Gadêlha
Diretora jurídica da Aconchego


Soraya Pereira e o esposo Sebastião Pereira
Presidente da Ong Aconchego


Leonardo Boff e a esposa Márcia Miranda
É autor de mais de 60 livros nas áreas de Teologia, Ecologia, Espiritualidade, Filosofia, Antropologia e Mística. A maioria de sua obra está traduzida nos principais idiomas modernos.


Em 1992, sendo de novo ameaçado com uma segunda punição pelas autoridades de Roma, renunciou às suas atividades de padre e se auto-promoveu ao estado leigo. "Mudou de trincheira para continuar a mesma luta": continua como teólogo da libertação, escritor, professor e conferencista nos mais diferentes auditórios do Brasil e do estrangeiros, assessor de movimentos sociais de cunho popular libertador, como o Movimento dos Sem Terra e as comunidades eclesiais de base (CEB's), entre outros.

Mais informações sobre o 17º Enapa / programação:  http://www.aconchegodf.org.br/unirparacuidar/enapa/conteudo-programatico/ 


Pontos de Credenciamento Local: 7 de junho – Hotel Nacional - Salão Azul – 10h às 20h
8 de junho – Hotel Nacional - Salão Azul – 8h às 10h
*necessária apresentação do CPF e inscrição no site
http://www.aconchegodf.org.br/unirparacuidar

Serviço:Dia 7, das 14h às 17h:
Hotel Nacional –(Setor Hoteleiro Sul, Qd 1, Bloco A)

Dia 8, das 9h às 18h (intervalo das 12h30 às 14h):
Hotel Nacional –(Setor Hoteleiro Sul, Qd 1, Bloco A)

Dia 9, das 8h30 às 18h (intervalo das 12h30 às 14h):
Hotel Nacional – (Setor Hoteleiro Sul, Qd 1, Bloco A)

Assessoria de imprensa (ong Aconchego - realizadora do Enapa)(61) 8313 4019 / 9977 4807 / 8177 3832 / 8428 0719 /
Janaína Castro ou Clarice Gulyas

quarta-feira, 6 de junho de 2012

Jogos sobre os seres vivos atrai público infantil no shopping Iguatemi



Jogos sobre os seres vivos atrai público infantil no shopping Iguatemi

Bióloga brasiliense irá testar pela primeira vez novo jogo de cartas que trata da metamorfose dos animais


Por Clarice Gulyas
Como forma de popularizar a ciência e despertar a conscientização ambiental de crianças e adolescentes por meio da diversão, a bióloga brasiliense Nurit Bensusan aposta na criação de jogos infantis que trazem curiosidades sobre os seres vivos. Desta vez, o público infantil terá a oportunidade de testar o baralho Metamorfus, além de por em prática os desafios das cartas dos sucessos Bioquê? e Tsunami.  O evento será realizado nesse sábado (9/6), às 15h como parte da Semana da Sustentabilidade da Livraria Cultura do shopping Iguatemi. A programação inclui aulas de yoga e leitura do livro Quanto dura um rinoceronte?, também de autoria da bióloga. A entrada é franca.

Doutora em Educação e mestre em Ecologia, Nurit Bensusan resolveu aliar a experiência profissional, inclusive como ex-coordenadora de políticas públicas do WWF Brasil, com a preocupação de mãe: encontrar no mercado jogos infantis que estimulem o aprendizado de forma lúdica. O protótipo já integra a quarta criação da Biolúdica, empresa lançada por Nurit no final de 2011. "Você sabe se a formiga faz metamorfose? E a aranha? O Metamorfus é um jogo de cartas que aborda o ciclo de vida dos animais que fazem metamorfose ou não", explica Nurit, que prevê o lançamento para outubro.


Bioquê? e Tsunami

Além de oferecer um entretenimento inteligente, os jogos da Biolúdica contribuem com a interação social em plena era digital. O jogo Bioquê? é um dos preferidos pelas crianças por exigir conhecimento e ao mesmo tempo agilidade para responder às charadas das cartas com as divertidas figuras de animais customizados. Já em Tsunami, a brincadeira fica mais séria com o jogo que propõe estratégias de preservação da natureza com a formação de ambientes marinhos em meio às ameaças como os tsunamis e a pesca predatória.

Entre as próximas novidades, a pesquisadora e também engenheira florestal adianta um jogo com desafios específicos para o Cerrado e um livro que mescla labirintos e informações em torno dos principais parques nacionais. “O objetivo é sempre apresentarmos jogos muito instigantes onde a diversão é garantida, mas que ofereça aprendizado também. Eu costumo dizer que a ideia é um pouco a do jogo War. Ninguém jogou o War para aprender geografia, mas todos nós sabemos onde fica Dudinka, Omsk e Vladivostok graças a ele”, brinca.


Sobre Nurit Bensusan

Bióloga e engenheira florestal, é pós-graduada em História e Filosofia da Ciência pela Universidade Hebraica de Jerusalém, mestre em Ecologia e doutora em Educação pela Universidade de Brasília. É autora do blog Nosso Planeta, do jornal O Globo ( http://oglobo.globo.com/blogs/nossoplaneta ), uma de suas plataformas de popularização da ciência, e criadora da Biolúdica ( http://www.bioludica.com.br ), oficina de jogos com temas biológicos voltada para crianças e adolescentes.. Participa também do coletivo de ideias Biotrix ( www.biotrix.com.br ). Com diversos livros publicados, entre eles Biodiversidade: é para comer, vestir ou passar no cabelo; Meio Ambiente: e eu com isso?, e Quanto dura um rinoceronte? (editora Peirópolis), foi responsável pela área de biodiversidade e coordenadora de políticas públicas do WWF Brasil, coordenadora de biodiversidade no Instituto Socioambiental e coordenadora do núcleo de gestão do conhecimento do Instituto Internacional de Educação do Brasil.



Serviço:
Oficina de criação de jogos Biolúdica
Data: 9 de junho de 2012
Hora: 15h
Local: Livraria Cultura  do shopping Iguatemi (SHIN CA 4, lote A - Lago Norte)
Informações: 3577 5000
Pontos de venda: Livraria Cultura do CasaPark (tirar isso, vende em todas a s Culturas de Brasília) e 102 Norte, bloco B, loja 56 (Brasília/DF)



Assessoria de imprensa (Biolúdica)
Clarice Gulyas
(61) 8177 3832 / 8428 0719 / 8313 4019 / 9977 4807

segunda-feira, 4 de junho de 2012

Brasília será sede do 17º Encontro Nacional de Apoio à Adoção


Brasília será sede do 17º Encontro Nacional de Apoio à Adoção

Apesar de contar com 28 mil pretendentes inscritos no Cadastro Nacional, pelo menos 5 mil crianças ainda aguardam por adoção no Brasil


Por Clarice Gulyas

Para desconstruir preconceitos e propor políticas públicas que estimulem o convívio familiar e comunitário de crianças e adolescentes em todo o país, a Ong Aconchego realiza nos dias 7, 8 e 9 de junho o 17º Encontro Nacional de Apoio à Adoção (Enapa), no Hotel Nacional, em Brasília. A iniciativa faz parte do projeto Fortalecimento da Rede de Apoio à Adoção e Convivência Familiar e Comunitária e conta com o apoio da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República (SDH/PR) e do Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente (Conanda).  A programação inclui palestras, oficinas e debates, com destaque para a abertura com a participação do filósofo e professor de Teologia Leonardo Boff. As inscrições são gratuitas e vão até essa segunda (4/6), e podem ser feitas pelo site http://www.aconchegodf.org.br/unirparacuidar

Autoridades do governo como a presidenta do Conanda Miriam dos Santos, e a Secretária Nacional de Promoção dos Direitos da Criança e do Adolescente Carmen Oliveira também devem marcar presença no evento. Participam ainda os secretários Rejane Pitanga e Daniel Seidel, das Pastas da Criança, e de Desenvolvimento Social e Transferência de Renda do Distrito Federal, respectivamente, e representantes da sociedade civil organizada e do Judiciário como o coordenador do Cadastro Nacional de Adoção do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) Nicolau Lupinhaes Neto, além de famílias adotivas, psicólogos, assistentes sociais e estudantes de Direito.

Com a intenção de promover um contato ainda maior com os palestrantes após as apresentações, o público terá a oportunidade de interagir com os convidados no Café da Adoção, um local reservado que poderá ser usado  de acordo com a disponibilidade de tempo dos participantes.

Segundo a presidente da Aconchego, Soraya Pereira, o objetivo do encontro é implementar ações e medidas eficazes que atendam às necessidades das mais de 2 mil entidades de abrigo espalhadas pelo Brasil. “O 17º Enapa traz para Brasília, sede do grupo Aconchego e das decisões políticas do país, a formalização de um pacto nacional denominado Unir para Cuidar, onde lançará o desafio para que todos possam assumir o compromisso único de que todas as crianças e adolescentes possam ser chamados de filhos e filhas”, diz.



Panorama da adoção no Brasil
De acordo com dados de maio do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), o Brasil possui 5 mil crianças e adolescentes disponíveis para adoção. Apesar de esse número representar menos da metade do total de pretendentes cadastrados no país, de 28 mil pais e/ou mães, a procura por recém-nascidos saudáveis, do sexo feminino e de cor branca ainda é um dos principais fatores que distanciam cada vez mais as crianças do convívio familiar, já que este perfil não faz parte da realidade das mais de 2 mil entidades de acolhimentos do Brasil. Enquanto quase 10 mil pretendentes aguardam por crianças brancas, apenas 597 adotariam apenas uma criança negra. Esse número é ainda menor quando diz respeito às de cor amarela, com 347, ou indígenas, com 334 interessados.

Panorama da adoção no DF

Apesar da redução de processos nos últimos dois anos, as adoções legais atingiram 53% em 2011. De acordo com a 1ª Vara da Infância e da Juventude do DF, antes da Lei 12.010/2009, Nova Lei de Adoção, entrar em vigor, em média 80% das adoções realizadas no DF ocorriam sem a mediação prévia da Justiça. A partir da alteração do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA),
o órgão registrou diminuições no recebimento de novos processos de adoção.

No ano em que a Nova Lei da Adoção foi sancionada, 298 foram distribuídos, enquanto em 2010 esse número caiu para 158, seguido por 143 em 2011. Já quanto às sentenças realizadas, a 1ª Vara da Infância e Juventude registrou 87 adoções em 2009, com o aumento de 195 em 2010 e queda para 167 em 2011. No entanto, mais da metade das adoções efetuadas em 2011 foram mediadas pela Justiça, com 53%.  Nos anos anteriores esses números representavam 28% e 18%, em 2010 e 2009, respectivamente.

As informações são do supervisor da Seção de Colocação em Família Substituta da 1ª Vara da Infância e da Juventude do DF, Walter Gomes, que afirma que a busca por crianças com características específicas ainda são a grande barreira enfrentada por mais de 5 mil crianças em todo o Brasil que aguardam pela adoção. De acordo com Walter, das 410 famílias habilitadas para adotar no DF, 380 procura por uma criança com menos de 2 anos de idade, que seja branca, saudável e sem irmãos. Em contra partida, o DF possui 19 instituições de acolhimento onde vivem cerca de 450 crianças e adolescentes, sendo 148 aptas para adoção.



Mais informações / programação: 

Pontos de Credenciamento Local: 
7 de junho – Hotel Nacional - Salão Azul – 10h às 20h
8 de junho – Hotel Nacional - Salão Azul – 8h às 10h
*necessária apresentação do CPF e inscrição prévia no site http://www.aconchegodf.org.br/unirparacuidar

Serviço:
Dia 7, das 14h às 17h:
Hotel Nacional –(Setor Hoteleiro Sul, Qd 1, Bloco A)

Dia 8, das 9h às 18h (intervalo das 12h30 às 14h):
Hotel Nacional –(Setor Hoteleiro Sul, Qd 1, Bloco A)

Dia 9, das 8h30 às 18h (intervalo das 12h30 às 14h):
Hotel Nacional – (Setor Hoteleiro Sul, Qd 1, Bloco A)



Assessoria de imprensa (Aconchego)
(61) 8313 4019 / 8177 3832 / 8428 0719
Janaína Castro e Clarice Gulyas

(61) 3963 5049 / 3964.5048 / 8262.5758