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quinta-feira, 21 de julho de 2011

Violência no comércio do Distrito Federal reduz 7% em um ano

Por Clarice Gulyas

Lojistas e população comemoram a redução da violência nos comércios. Entre janeiro e maio de 2010, o setor registrou 2.483 ocorrências de furtos e roubos. No mesmo período deste ano, esse número diminuiu 7,2% com o registro de 2.304 ocorrências, segundo a Secretaria de Segurança Pública do DF.


O especialista em segurança, Hilário Piola, explica que além de o sistema de segurança, composto por câmeras e alarmes, age como obstáculo que dificulta a ação dos bandidos e também facilita a investigação dos crimes a partir da identificação dos invasores das lojas.


"Além desses instrumentos de proteção, podem ser utilizados acionadores de pânico em situações de emergência que visam prevenir e informar sobre eventual ação à central de monitoramento 24h, que irá verificar imediatamente a possível situação de perigo e acionar os órgãos competentes de segurança", diz.


Segundo Hilário, que é representante de uma rede de empresas de segurança com atuação em 19 Estados, a prevenção por meio da tecnologia está cada vez mais avançada e acessível. De acordo com ele, as vendas de alarmes monitorados cresceram 10% e a instalação de câmeras 15% nos últimos seis meses.


"No comércio, especificamente, onde a grande preocupação gira em torno da proteção dos funcionários, dos consumidores, dos produtos comercializados e do patrimônio, fruto dessa relação, a eficácia do monitoramento pode ser ainda maior com a gravação de imagens pelo computador ou via internet que podem ser acessados pelo celular, ipod, iphone, etc. Os alarmes, sensores de presença, teclados de senhas e sirenes também ajudam a remover o bandido de eventual ação criminosa”, diz.


De acordo com o especialista, cuidados como reforçar fechaduras nas portas e janelas e afixar placas indicativas da proteção do local por sistema de segurança são alguns cuidados que podem ajudar a evitar surpresas desagradáveis.


No Brasil existem atualmente cerca de 710 mil imóveis monitorados por sistemas eletrônicos de alarmes. Só o DF representa aproximadamente 14 mil deste total com a instalação de pelo menos 250 mil câmeras. Enquanto o crescimento do mercado é de 13% no país, o DF supera a média nacional com taxas médias de 15%, de acordo com os dados do Sindicato das Empresas de Sistemas Eletrônicos de Segurança do Distrito Federal (SIESE-DF).


O comerciante Joares Ribeiro dos Santos já teve sua padaria assaltada duas vezes em quatro anos no Varjão. Apesar de ter sido vítima após instalar câmeras de segurança na loja, ele reforça que o investimento traz mais segurança e tranquilidade para trabalhar. “Eu me sinto mais seguro, mas nem tanto. Mas podemos entregar as imagens à polícia para que seja tomada alguma medida”, avalia.


De acordo com o presidente do Sindicato do Comércio Varejista do DF (Sindivarejista), Antônio Augusto Moraes, o reforço policial e o uso de cartões magnéticos pelos consumidores também ajudou a reduzir a violência nos comércios. Além da instalação de equipamentos eletrônicos de segurança, Antônio diz que os comerciantes evitam acumular valores nos caixas e são orientados para saberem reagir em situações perigosas.


"O lojista tem investido na segurança privada para se proteger com tecnologias que vão de câmeras a sinalizadores, para dificultar a ação de marginais. Essa é uma atitude que não só o setor tem tomado. O próprio consumidor tem contribuído ao utilizar cartões de crédito ou de débito. Temos de reconhecer que essa é uma boa notícia para os nossos parceiros. Eu gostaria de parabenizar a Secretaria de Fazenda, a Polícia Civil e a Militar", diz.


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terça-feira, 19 de julho de 2011

UnB investe em câmeras de segurança e vigilantes para reduzir violência
Sistema de monitoramento eletrônico começa a funcionar no campus nesta quarta-feira

Por Clarice Gulyas

Na tentativa de reduzir a violência, a Universidade de Brasília (UnB) instalará a partir dessa quarta-feira (20) um sistema de monitoramento eletrônico dentro do campus universitário. De janeiro a junho deste ano, foram registrados na universidade 42 furtos em interior de veículos e 13 ocorrências de roubo de automóveis. Especialista afirma que a eficiência da segurança no campus irá depender da cobertura em todas as áreas, principalmente nas zonas de risco, além da preparação dos vigilantes.


De acordo com o especialista em segurança, Agenor Netto, com o crescimento do mercado de segurança privada no Distrito Federal, é cada vez mais comum a substituição de porteiros ou vigilantes pelos "olhos" eletrônicos. A redução de gastos é um dos principais motivos para a mudança. No entanto, Agenor alerta que no caso da UnB, a atuação conjunta dos equipamentos eletrônicos com os vigilantes é essencial para evitar sequestros, assaltos, colisões de veículos, roubos e furtos. "A instalação de um posto de vigilância armada, por exemplo, custa em média de R$ 9 a 10 mil reais por mês e não é tão eficaz como um sistema de câmeras. Mas contar com alguém para monitorar o espaço e para intermediar a comunicação entre a polícia ou empresa de segurança, como por exemplo, no caso de um assalto, é extremamente importante", diz.


Atualmente a UnB conta com 120 vigilantes permanentes, 120 terceirizados e 400 porteiros trabalhando em diferentes escalas. Aproximadamente 150 agentes fazem rondas no campus a cada turno, segundo a prefeitura da UnB. Agenor afirma que o treinamento frequente desses profissionais também é um investimento importante para evitar a rotina e preparar os vigilantes parar agir em situações de emergência. "Se bem treinados, os vigilantes podem, por exemplo, acionar um botão de pânico em uma situação de risco que irá avisar a empresa de segurança e imediatamente irá deslocar uma viatura até o local e acionar a polícia. Usar a imagem das câmeras em uma situação de invasão pode ajudar na investigação da polícia, mas até descobrir quem foi o bandido, tudo já foi perdido, então se houver a conciliação dos dois recursos é ótimo", avalia.

De acordo com o prefeito da UnB, Paulo César Marques da Silva, a partir desta quarta-feira, o campus começará a operar com 15 câmeras fixas e outras 15 móveis que irão cobrir estacionamentos e os principais acessos da universidade. O investimento, em torno de R$ 1,35 milhões, incluirá monitoramento 24 horas e a montagem de uma sala técnica para controle das imagens. Além disso, os pontos de iluminação foram ampliados e algumas luminárias antigas foram substituídas.


“É preciso lembrar que o nível de segurança dentro do campus não é significativamente diferente do da Asa Norte. O sistema de monitoramento por Circuito Fechado de TV já será um grande avanço, considerando que manteremos um bom canal de comunicação com a polícia. A maior dificuldade ainda continua sendo a concepção arquitetônica e a cultura da UnB, ambas definindo o campus e seus prédios como áreas abertas, inseridos na cidade, com livre circulação de pessoas”, diz Paulo.

Para Thaís Freitas, estudante de Pedagogia da UnB, a criminalidade na universidade só será reduzida com o aumento do número de vigilantes e mais investimento na iluminação. "O campus é muito grande e as câmeras não vão conseguir monitorar as áreas de risco, que são os lugares mais desertos. Eu acho que a solução seria aumentar o número de vigilantes porque fora dos blocos nunca vi ninguém rondando para fazer a segurança. Ano passado uma menina foi estuprada ali por perto e teve outra que roubaram os pneus e as portas do carro em um estacionamento estreito em frente às salas de aula”, conta.


Agenor alerta que a intensificação da segurança na área externa é geralmente ignorada pelas faculdades ao adotarem um sistema de segurança privado. O foco apenas nas áreas de risco, segundo o especialista, é um dos principais erros cometidos em um projeto de segurança mal elaborado. “Essa seria uma falha de planejamento porque essas áreas são perigosas agora, mas daqui a pouco onde não tiver sistema de segurança, vai virar área perigosa. O projeto tem que ser completo e ao mesmo tempo pontual, com estudo da planta de todo o local, principalmente, as entradas e saídas. Se houver algum delito, as saídas devem ser fechadas e a própria circulação de criminosos pode ser evitada com câmeras para captar as placas dos carros que entram por ali”, diz.



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quarta-feira, 13 de julho de 2011

Acidentes aéreos podem gerar indenização ilimitada

Por Clarice Gulyas

Acidentes aéreos podem gerar indenização ilimitada sem comprovação da responsabilidade civil. Especialista defende aplicação do Código de Defesa do Consumidor na reparação do acidente aéreo que matou aproximadamente 16 passageiros na manhã desta quarta-feira (12) no bairro de Boa Viagem, em Recife. O avião de médio porte de uma companhia regional de aviação caiu e pegou fogo após decolar com destino ao município de Mossoró, Rio Grande do Norte. Segundo o Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (CENIPA), até julho deste ano 41 pessoas morreram em acidentes aeronáuticos no Brasil.

O especialista em Direito Aeronáutico, Sérgio Alonso, explica que a partir da jurisprudência atual do Judiciário e, principalmente, dos tribunais superiores, a empresa aérea pode ser responsabilizada independente do causador da falha cometida no acidente.

"O Código Brasileiro de Aeronáutica estabelece a responsabilidade civil e o pagamento limitado que varia entre 30 mil e 35 mil. Como esse é um valor baixo, a jurisprudência atual, inclusive o Supremo Tribunal Federal (STF) aplica na prática o Código de Defesa do Consumidor, que responsabiliza as transportadoras de forma objetiva e ilimitada", diz.

De acordo com o advogado, o Código de Defesa do Consumidor garante aos familiares das vítimas o recebimento de dois terços do salário de cada passageiro até a data em que a vítima completaria 72 anos, média da expectativa de vida do brasileiro.

"Essa indenização diz respeito aos prejuízos emergentes como pertences e bagagens perdidos, e os lucros cessantes causados pela interrupção das atividades das vítimas. Até cerca de 5 anos atrás essa reparação só seria possível após aguardar a perícia que determinava se a empresa aérea teve culpa grave ou não", explica Sérgio.

Os herdeiros e beneficiários das vítimas também devem ser indenizados por dano moral pelo sofrimento causado com a perda do familiar. Além disso, as empresas aéreas também são obrigadas a pagar o enterro dos passageiros e os gastos eventuais dos familiares durante o processo de reconhecimento das vítimas.

Esse tipo de indenização é pago com valor médio de 200 salários mínimos para cada dependente da vítima do acidente como esposa e filhos. E esse valor pode ser ainda maior quando se tratar de um caso mais grave como a carbonização dos passageiros como aconteceu em Recife, segundo Sérgio Alonso.

"A companhia aérea deve tomar todas as providências possíveis a partir de agora. Nesses casos, as empresas criam uma 'Sala de Crime', onde os familiares das vítimas são reunidos e informados de tudo. A partir do atestado de óbito, essas famílias devem procurar a Justiça para ingressar com a ação e pleitear os seus direitos", alerta.

Outras informações:
Assessoria de Comunicação
Riedel de Figueiredo Advogados Associados
(61) 3541-5200 / 8177 3832

quinta-feira, 7 de julho de 2011

Colônia de Férias a Cavalo é alternativa saudável para crianças e adolescentes


Por Clarice Gulyas

Na folga dos estudos, crianças e adolescentes de Brasília terão uma opção diferente e saudável para se divertir nessas férias. O Centro Hípico Lago Sul irá realizar na semana do dia 18 ao 29 a XVI Colônia de Férias a Cavalo. O objetivo é aproximar o contato de meninos e meninas entre 3 e 14 anos com a natureza e os animais a partir de brincadeiras e aulas de equitação. Além disso, a criançada poderá participar de atividades como acampamento, campeonato de futebol de sabão, trilha na mata e o concorrido festival de sorvete.

O horário de funcionamento será das 14h às 18h. O valor da inscrição é de R$ 260,00 com lanche e camiseta incluídos. Alunos do Cento Hípico terão desconto e as vagas são limitadas.

Serviço:
Centro Hípico Lago Sul
Endereço: Área de Condomínios Lago Sul - subida da Ponte JK em direção a São Sebastião
Contato: (61) 3367 5345 / 9223 1553

terça-feira, 5 de julho de 2011

Gustavo Borges:
Com tudo na piscina da Fit Park!

Método do medalhista olímpico trará acompanhamento individualizado



Por Clarice Gulyas
Foto de Gustavo Borges retirada do site fashiontourbrasil.net

Os pequenos nadadores da Fit Park contarão, a partir de agosto, com o incentivo de um medalhista olímpico da natação na hora de mergulhar. Gustavo Borges irá "cair" com tudo na piscina da Fit Park trazendo mais qualidade para o ensino do esporte com um método pedagógico totalmente diferenciado.

Para facilitar o treinamento e o aprendizado de bebês, crianças e adolescentes, o Método Gustavo Borges consiste na padronização e sistematização das aulas de natação por meio do nivelamento dos alunos, levando em consideração a idade e a habilidade dos baixinhos. O método foi criado em 2004 por profissionais experientes da natação, com base no conhecimento e diversas conquistas acumuladas por Gustavo Borges ao longo dos mais de 20 anos de carreira.

De acordo com César Jerusevicius, responsável pela implantação do método na Fit Park, uma das principais vantagens do novo ensino será o acompanhamento individualizado do aluno por meio de anotações em uma espécie de boletim, que irá destacar a evolução do aprendizado de cada criança, contribuindo para que o professor atenda de forma eficaz às necessidades de cada aluno.

"Essas avaliações servirão para que o professor possa acompanhar melhor a evolução individual da criança e, com isso, os professores poderão programar melhor as aulas e os pais terão um retorno do ensino. Assim como as faixas do judô, cada criança terá uma touca correspondente ao nível e conteúdo específico de acordo com a idade e habilidade no ensino dos quatro nados (borboleta, costas, peito e crawl)", explica.

Ao formar alunos mais bem preparados e profissionais atualizados periodicamente com cursos de reciclagem, a possibilidade de futuros campeões sairem da piscina da Fit Park será ainda maior. "Os talentos são naturais, mas podem ser facilitados porque aprender a nadar da maneira mais adequada poderá contribuir para que algumas crianças se destaquem", incentiva César.

Na mesma faixa etária em que Gustavo Borges deu as primeiras braçadas, os irmãos Beatriz e Bruno, de 10 e 12 anos respectivamente, estão aprendendo a nadar na Fit Park. A mãe, Marta Amat, aprova a iniciativa da academia e acredita que a nova metodologia de ensino irá contribuir para que Bruno melhore a coordenação motora, enquanto Beatriz possa se destacar com o seu estilo próprio de nadar.

“Minha filha tem um estilo para nadar e uma postura na piscina que me surpreende. Eu acho fenomenal vê-la nadar porque ela realmente tem potencial e é toda ‘classuda’. Quem sabe daqui a alguns anos a gente também não possa vê-la nas Olimpíadas, assim como representou, e muito bem, o Gustavo Borges?!”, brinca Marta.

Para a gerente da Fit Park, Angela Andrade, a reformulação da natação da academia é prova do constante investimento nos serviços prestados, além de contribuir com a valorização da equipe profissional. “Estamos sempre antenados no mercado para trabalhar com excelência para nossos clientes. Por isso, buscamos valorizar nossa equipe, mantendo os profissionais sempre motivamos e treinados para que, assim, isso seja refletido positivamente para nossos alunos”, diz.

Fit Park Academia (61) 3368-2001

Que cama que nada!

A prática de atividades físicas espanta a preguiça e garante bem-estar
para a indiana Kanta Sharma



Por Clarice Gulyas

Abrir mão do quentinho embaixo do cobertor para ir à academia ou mesmo sair de casa não é tarefa fácil nesse inverno. A preguiça pode até ter tirado o ânimo de alguns, mas para a aposentada Kanta Sharma é diferente. Com o hábito de praticar exercícios desde a infância, quando jogava tênis e integrava um grupo de escoteiros, ela não deixa de cumprir a rotina de malhação na Fit Park sequer por um dia.

Aos 62 anos de idade, Kanta faz musculação e caminhadas no parque Olhos d'Água. Antes mesmo do sol nascer, ela já está de pé para praticar o que mais gosta: meditação e ioga, filosofias de vida que ensina há pelo menos 45 anos e que contribuem para o tratamento de doenças como a depressão e o estresse.

"A academia para mim é vida, é oxigênio. Ela deveria ser frequentada pelas pessoas até a última respiração", incentiva.

Além de Kanta, o marido e o casal de filhos também marcam presença na academia. Segundo a indiana, que vive no Brasil há mais de 30 anos, a participação da família aliada às atividades de lazer é fundamental para motivar os treinos diários e proporcionar o bem-estar do corpo e da mente.

"Eu não conheço a palavra 'preguiça'. Meu cardiologista pergunta o que faço para ter tanta saúde e meu geriatra diz que vai expor meus exames na parede", brinca a vegetariana Kanta, livre do uso de qualquer tipo de remédio.

A coordenadora do Parque Aquático da Fit Park, Bruna Bacelar, explica que praticar exercícios físicos na terceira idade, principalmente nesta época do ano, traz benefícios indispensáveis para a saúde do idoso como o aumento da resistência imunológica, que contribui para a prevenção de gripes e resfriados. Outra vantagem da atividade física no inverno é a redução da sensação de dores nos músculos e nas articulações muito comuns nesta estação do ano.

“Principalmente por meio da hidroginástica, é possível diminuir a sensação dessas dores com a água morna. A piscina traz bem estar com menor percepção de esforço e ajuda o idoso a suportar o peso do corpo, contribuindo com a flexibilidade, sem falar nos benefícios da socialização desta atividade coletiva que conta com aulas dinâmicas com músicas e estímulos dos professores”, diz.

Fit Park Academia (61) 3368-2001

Não sinta na pele os efeitos da desidratação!



Por Clarice Gulyas
Foto retirada do blog "oblogdivas"

O clima frio e seco do inverno reforça a importância dos cuidados com a pele. Como a produção de suor diminui nessa época do ano, a pele perde a hidratação natural e, com isto, fica enrijecida, opaca, áspera e com descamação, ou até mesmo apresentar rachaduras e irritações.
A esteticista, Ana Maria Rodrigues, da clínica estética Ana Raja, recomenda o uso de cremes hidratantes e óleos a base de vegetais como a manteiga de carité ou de amêndoa. Banhos muito quentes e prolongados devem ser evitados, principalmente na região do rosto, que fica mais exposto ao frio.

Dependendo do tipo de pele, os efeitos da desidratação podem ser ainda maior. Por isso, o tratamento estético é essencial para manter e proteger a saúde e a beleza até a próxima estação. A clínica estética Ana Raja oferece tratamentos de hidratação facial e corporal, que além de cuidar da pele, reduz a sensação de dores musculares e articulares trazidas pelo frio.

De acordo com Ana Maria, a manutenção ideal para peles muito ressecadas é de pelo menos uma vez por semana, ou a cada quinze dias para as mais oleosas. Ela ressalta que a limpeza de pele antes de uma hidratação é essencial para um tratamento eficaz. "A máscara de colágeno, por exemplo, hidrata e também ameniza as rugas, que até mesmo as mais finas, ficam mais atenuadas nesta época do ano", diz.

Pensando na saúde e no bem-estar de seus clientes, a Ana Raja conta com uma equipe multiprofissional de qualidade e os mais avançados produtos do mercado para o tratamento diferenciado da pele. Com ambientes equipados e salas adaptadas com iluminação especial, músicas calmas e velas aromáticas, a Ana Raja também é o local ideal para descansar e relaxar.

Clínica Ana Raja: (61) 3347-8788

Natação reforça a imunidade e previne alergias, mesmo no inverno

As aulas de natação durante o inverno não só divertem as crianças como melhoram a resistência imunológica e evitam doenças como gripes e resfriados, rinite e asma



Por Clarice Gulyas

O aumento das doenças e alergias respiratórias nesta época do ano é motivo de preocupação para os pais. A mudança brusca de temperatura e a baixa umidade do clima contribuem para a contração de gripes e resfriados, e a proliferação de ácaros, vírus e fungos que agravam os sintomas da rinite e da asma. Com a intenção de proteger os baixinhos do frio, muitos pais suspendem as aulas de natação sem saber que a prática deste esporte é ideal para reforçar o sistema imunológico das crianças, além de prevenir o desencadeamento de crises das alergias.

A alergista e imunologista, Marly Marques da Rocha, da Associação Brasileira de Alergia e Imunopatologia (Asbai), destaca a importância da natação para a umidificação das vias aéreas superiores, no dreno das secreções e para garantir maior resistência imunológica a partir do condicionamento físico da criança e do adolescente.

"A criança que sofre com o processo alérgico tem a orientação médica para prevenir o desencadeamento de crises e isto irá depender se ela sofrer uma inflamação como a faringite e se tiver uma alimentação reforçada em casa. Não é a natação que vai provocar este desencadeamento. Deixar o filho em casa pode até ser pior porque a aglomeração de gente e o ambiente fechado são alguns fatores que contribuem para este desencadeamento", alerta.

A coordenadora do Park Aquático da Fit Park, Bruna Bacelar explica que os praticantes de natação têm mais capacidade de suportar as mudanças climáticas. De acordo com Bruna, o perigo está na má higienização e no uso de cloro nas piscinas. Bruna destaca ainda alguns cuidados que as crianças e, principalmente os bebês, devem ter ao sair da piscina como se secar, se agasalhar bem e evitar banhos quentes.

“A natação ajuda a lubrificar as vias aéreas, expandir os pulmões para melhorar a respiração e aumenta a capacidade de expelir as secreções. Temos um ambiente amplo, fechado e com água aquecida e salinizada que irão evitar que as mucosas fiquem mais irritadas e ressecadas, sem falar que a higienização acontece na pré-entrada com um banho de chuveiro e no lava-pés, que com uma pequena concentração de cloro serve para matar as bactérias”, explica.



Má higiene e poluição agravam alergias e aumento de fungos

As alergias respiratórias geralmente são confundidas com gripes e resfriados pela manifestação assemelhada de espirros, coriza e congestão nasal. Mas ao contrário destas doenças contagiosas e comuns no frio, as alergias são uma espécie de defesa exagerada do organismo contra fatores que geralmente não são agressivos ao ser humano como a poeira.

De acordo com a alergista, Marly Marques da Rocha, a má higiene e a poluição do ambiente também são fatores que agravam as alergias com a proliferação de ácaros e fungos, e favorecem a transmissão de bactérias e vírus, responsáveis pelas infecções respiratórias do nariz, garanta e ouvido.

A especialista recomenda o uso de soro fisiológico no nariz para combater o clima seco e alerta que usar umidificadores, bacias de água ou toalhas molhadas podem desencadear uma crise alérgica. "Os ácaros e os fungos sobrevivem por mais tempo nessas condições, principalmente à noite quando aumenta o frio", adverte.

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Kazulo traz peças diferenciadas para a estação mais fria do ano

Estilo e conforto para manter a temperatura neste inverno



Por Clarice Gulyas

Praticar atividades físicas no inverno pode ser tão prazeroso quanto em outras estações do ano. Os benefícios dos exercícios neste período são os mesmos, mas os cuidados com a saúde na hora de suar a camisa devem aumentar.

De acordo com o coordenador de musculação da Fit Park, Carlos Fernandes, o mesmo tipo de roupa usada fora do verão é indicado para o frio. Elas devem ser leves, confortáveis e manterem o corpo aquecido sem prejudicar os movimentos.

"É importante ter cuidados quanto ao aquecimento e a vestimenta, como ter sempre um casaco consigo. E o mais importante: a hidratação. É nessa época do ano que o clima está mais seco e a hidratação é ainda mais importante", alerta.

Caso o praticante sinta a diferença de temperatura durante a atividade física, o ideal é usar camisas de mangas longas e calças com tecidos especiais para a prática de exercícios. Aliando a moda a esses cuidados, a Kazulo traz para esse inverno peças diferenciadas em tecidos de apoliamida e elastano para que os atletas de plantão possam garantir a manutenção da saúde até a próxima estação, com estilo.



Chocolates, queijos e vinhos: os vilões dessa estação

No frio, a tendência é engordar. Chocolates, queijos, vinhos e massas são algumas das tentações gastronômicas desta época do ano. Com a queda da temperatura, o organismo precisa gastar mais energia para produzir calor e manter a temperatura do corpo adequada. E para repor essa energia, o metabolismo é acelerado, o que dá aquela vontade irresistível de ingerir alimentos mais quentes e calóricos.

O nutricionista Camilo Briceño alerta que a ingestão desses alimentos, aliada àquela preguiça para realizar os exercícios físicos no frio, pode trazer prejuízos para a saúde como alterações nos níveis de colesterol, triglicerídeos, glicemia, e até o aumento na pressão arterial. Sem falar no ganho dos quilinhos extras.

“Devemos ter mais atenção para não abusar no consumo dos alimentos mais gordurosos, com maior teor de açúcar e bebidas alcoólicas. Por isso, cuidado para não exagerar no consumo de queijos amarelos, chocolates quentes e vinhos, que são opções bastante procuradas nessa época”, recomenda.

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Tempo de frio e de gula

Sopas, legumes assados, frutas secas e chás são combinações perfeitas para aquecer este inverno e manter a forma



Por Clarice Gulyas
Foto retirda do blog boaspraticasfarmaceuticas.blogspot.com

Com o metabolismo em baixa, fica difícil resistir à gula nesse friozinho. Os alimentos típicos deste período, mais calóricos e quentes, acabam tirando de cena as saladas e as frutas, contribuindo com o desequilíbrio da balança no final do mês. E para que ninguém seja pego de surpresa após o consumo exagerado de brigadeiros e foundues, é preciso domar a fome e optar por alimentos lights ou substituir as guloseimas por comidas mais saudáveis, além de praticar os exercícios físicos na mesma rotina de sempre.

Apesar da atração por pratos mais pesados, com mais gordura e que enganam melhor a fome, o nutricionista, Camilo Briceño, diz que o inverno é um ótimo momento para variar o cardápio e explorar o consumo de algumas opções que a estação proporciona como sopas, legumes assados, grelhados ou a vapor, chás de ervas, frutas secas ou até mesmo assadas.

"Para cuidar bem da alimentação no inverno e não deixar de comer alimentos saudáveis, as verduras podem ser consumidas na forma de sopa, utilizando vegetais e legumes cozidos que, além de ser uma refeição pouco calórica, ainda aquece o corpo. Para substituir os doces, as frutas podem ser utilizadas secas e, para quem gosta, ainda podem ser utilizadas assadas com algum acompanhamento como, por exemplo, o iogurte light", diz Camilo.

Para que a dieta não caia no esquecimento nessas férias, o nutricionista também indica o fracionamento das refeições como a alimentação a cada três horas. Ele também sugere o consumo de alimentos ricos em fibras para aumentar a sensação de saciedade, contribuindo para que a alimentação exagerada não prejudique as medidas no inverno.


Mariana e Pedro:
Em nome do amor...

Com o objetivo de incentivar a união dos casais da academia, a Fit Park realiza todos os anos o concurso de declaração de amor no dia dos namorados. O casal Mariana e Pedro garantiu a primeira colocação em disputa com mais 15 pessoas no último mês. E os parceiros da Fit Park entraram em ação e presentearam os pombinhos apaixonados com um jantar especial no restaurante Cardinale, sem falar no trato do visual no salão de beleza Pablo Hurtado.

O músico e a assistente social, casados há dois anos, terão direito ainda a se livrarem do estresse da rotina com uma massagem na Fit Park, além de uma sessão de depilação a laser patrocinada pela D'Pil. "Fomos os primeiros a participar do concurso e os últimos a entregar a declaração. Enquanto vínhamos caminhando até a academia para entregar o papel, acrescentamos um parênteses que fala da Fit Park", conta Pedro.

O casal se conheceu há seis anos, quando a banda de reggae de Pedro foi contratada por Mariana para uma apresentação na Universidade de Brasília. "Eu gostei tanto da banda e do Pedro cantando que comecei a ir em todos os shows. Eu o admirava como músico, mas fomos nos conhecendo e um dia aconteceu um beijo", relembra Mariana.

Para a gerente da Fit Park, Angela Andrade, o concurso é uma espécie de brincadeira que tem a intenção de incentivar e valorizar a manifestação dos bons sentimentos. "Expressar nossa raiva é muito comum. Mas já viu a dificuldade para as pessoas expressarem o amor ou pedido de perdão?", diz.


Confira a declaração vencedora do casal:

"Comemorar esse dia com você é celebrar a cumplicidade renovada a cada manhã e revelada, com sutileza, no olhar que acalma, na voz que irradia ternura, no abraço que embala alegrias e tristezas...Te agradeço, meu bem, pela linda companhia na caminhada da vida (e nas esteiras da Fit Park)! Com amor, Mari”

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Clube de Corrida sofre alterações e prepara atletas para competições

Planejamento estratégico e acompanhamento das atividades
desenvolvidas integram as principais mudanças nos treinos da academia



Por Clarice Gulyas

Para manter o corpo e a saúde em dia nessas férias, a dica é não ficar parado. Em climas mais frios, o metabolismo diminui e o organismo precisa trabalhar mais para equilibrar a temperatura do corpo. Por isso, sentimos a necessidade de ingerir alimentos mais calóricos, tentadores nessa época do ano, sem falar naquela preguicinha para levantar da cama. Uma ótima forma de prevenir o ganho de peso é praticar a corrida.

A atividade ao ar livre ganhou uma atenção ainda maior da academia nos últimos meses. O Clube de Corrida da Fit Park foi totalmente reformulado com ensinos e exercícios educativos específicos da modalidade, com a intenção de melhorar o condicionamento físico dos atletas, aprimorando técnicas e auxiliando no preparo para competições.

De acordo com Carlos Fernandes, coordenador da Fit Park, as principais mudanças nos treinos de corrida são o planejamento estratégico e o acompanhamento das atividades desenvolvidas.

"Todos os dias teremos uma atividade planejada que iremos acompanhar de perto. Isso fará com que o atleta ganhe condicionamento físico e não fique acostumado ao mesmo estímulo. Exercícios como o dribling e os tiros em subida serão aplicados na corrida contribuindo para que o atleta tenha cada vez mais resistência com o fortalecimento da musculatura e articulações", explica Carlos.

A carioca Sandra Regina Fernandes, 40 anos, aprovou a iniciativa da Fit Park. Ela integrou a equipe de corrida da academia no início do ano e, após a reformulação do treinamento, participou, no último mês, de sua primeira competição no Circuito das Estações Adidas, concluindo o percurso de 5 km em 33 minutos e 16 segundos.

“Competir é muito gostoso, tem clima de festa e um astral legal”, conta animada. “As aulas do Clube de Corrida estão muito melhores agora. Antes a gente ia, recebia instrução, mas não tínhamos acompanhamento. Agora as aulas estão muito melhores e mais interessantes, sem contar que aumentou a integração da turma”, avalia.

Com a remodelagem do Clube de Corrida, a Fit Park passou ainda a oferecer duas vezes por semana uma agenda para que o corredor elabore a própria prescrição de treino de acordo com seus objetivos particulares, considerando o nível de condicionamento de cada um. Além disto, a equipe da Fit Park irá ministrar, uma vez por mês, treinos em diferentes locais e estimular a participação dos atletas da academia nas competições ao longo do ano, oferecendo a estrutura da Fit Park como apoio aos atletas da academia.

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Venda de férias pode gerar prejuízos ao empregador

Venda de férias pode gerar prejuízos ao empregador



Por Clarice Gulyas
Foto retirada do blog algarmidia

Empregador que comprar período integral de férias do trabalhador, mesmo a pedido do empregado, poderá pagar o valor em dobro. O direito às férias remuneradas foi uma das mais importantes conquistas dos brasileiros. No entanto, há quem prefira abrir mão do intervalo de descanso para aumentar a renda.

O advogado trabalhista, Carlos Henrique Matos Ferreira, explica que o trabalhador é proibido de renunciar as férias, já que o direito assegurado pelos artigos 129 e 130 da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) visa preservar a saúde do empregado.

"Trata-se de uma determinação legal e não mera opção. Caso haja a venda integral das férias, a empresa poderá ter que conceder novo período dentro de um ano, estando, ainda, sujeita ao pagamento em dobro e a sofrer penalidades administrativas", diz.

Apesar de a lei determinar a concessão das férias em um só período após o cumprimento de um ano de trabalho, Carlos Henrique diz que o empregado tem a opção de fracionar suas férias em até duas partes, sendo que uma delas não poderá ser inferior a 10 dias. Esse limite mínimo também é válido como opção única para a venda das férias. Além do pagamento do adicional de um terço das férias vendidas, o trabalhador terá direito a receber os dias trabalhados durante as férias.

A secretária Adriana Rodrigues tem o costume de vender as férias no meio do ano. Com viagem planejada para Minas Gerais esse mês e para o Rio de Janeiro em abril, ela conta que programa o período de descanso de acordo com sua própria necessidade. "Meu trabalho é tranquilo e não vejo necessidade de tirar o mês todo. Esse dinheiro é só um terço a mais, mas eu financiei um apartamento recentemente e todo dinheiro que vier é bem vindo", diz.

O especialista alerta que o tempo de descanso poderá ser reduzido somente em caso de faltas injustificadas. Os 30 dias corridos são garantidos em até 5 faltas e, caso esse número ultrapasse 32 dias, o empregado perde o direito a férias.

"De acordo com o 1º parágrafo do artigo 130 da CLT, é vedado descontar do período de férias as faltas do empregado ao serviço. No entanto, o período das férias será reduzido na proporção da ocorrência de faltas injustificadas, como não entregar o atestado médico, por exemplo", explica Carlos Henrique.

O período de férias é determinado pelo empregador, que deverá avisar, por escrito, ao trabalhador com pelo menos 30 dias de antecedência para que ele possa se programar. Já o pagamento deverá ser efetuado em até dois dias antes das férias. O trabalhador que não receber as férias ou cumprir o intervalo fora do período concessivo de um ano poderá reivindicar a fixação das férias, podendo ainda, em casos extremos, pleitear a rescisão indireta por meio de reclamação trabalhista.

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sexta-feira, 1 de julho de 2011

Assédio moral: a versão adulta do bullyng no emprego



Por Ellen Dejanni (psicóloga clínica)


Assim como o bullyng, empregados são constrangidos e humilhados todos os dias sem saber que podem desenvolver doenças a partir de uma simples brincadeira. As intimidações ou perseguições frequentes com o colega de trabalho são consideradas atos de violência e podem comprometer a integridade física e emocional do indivíduo agredido, geralmente, de forma silenciosa. Esta vítima pode sofrer, inclusive, o adoecimento psíquico com sequelas irreversíveis quando chega a atingir o biopsicossocial. Este adoecimento, físico e psíquico, desperta comportamentos como instabilidade emocional, ansiedade, frustração, medo, esquiva, agressividade e sentimento de inferioridade.

Nos casos mais graves, o assediado chega a desenvolver a síndrome do pânico, ocasionado por momentos de elevado estresse ou pelo convívio diário com situações difíceis ou de constante punição. Esses danos interferem diretamente na capacidade produtiva do trabalhador que, a partir do assédio, tem sua motivação inibida, prejudicando as relações tanto afetivas quanto sociais. Além disto, a vítima muitas vezes se afasta ou é afastada de suas atividades laborais ou sente-se excluída dos demais empregados por não resistir às pressões e humilhações. Esta é uma das intenções do assédio quando o agressor é o próprio empregador que, para evitar gastos com a demissão na folha de pagamento, pressiona a dispensa por justa causa.

O assediado deve ter consciência da importância de realizar tratamentos terapêuticos para recuperar sua própria identidade e equilíbrio emocional com a intenção de resgatar a autoestima ou buscar apoio jurídico. A prática do assédio moral, ao contrário do que se pensa, não ocorre somente por parte de um superior hierárquico, mas também de maneira coletiva. Por isso, a empresa deve propiciar um ambiente saudável, visando a qualidade de vida dos colaboradores. É importante que o empregador acate as denúncias e proponha reuniões periódicas, e realize pesquisas de clima organizacional como avaliações setoriais, além de palestras motivacionais e confraternizações para amenizar a indiferença entre os funcionários e assim para propiciar momentos de integração.

Já o empregado deve estar atento a uma série de fatores que podem ajudá-lo diante das agressões: buscar apoio psicológico para trabalhar as situações que agravam o assédio como os conflitos internos (nas suas relações), os conflitos pessoais, a resistência às mudanças, a readaptação, a falta de empatia com o chefe imediato ou colegas, ou até mesmo a falta de conhecimento na área de atuação. Também pode procurar ajuda na empresa através de uma comissão para buscar auxílio como o de uma equipe multidisciplinar envolvendo médico do trabalho, psicólogo, assistente social, administrador e a Comissão Interna de Prevenção de Acidentes (CIPA). O trabalhador deve ainda denunciar o comportamento abusivo ao sindicato da categoria e buscar apoio jurídico para reaver a indenização por dano moral e/ou material.

*Ellen Dejanni é psicóloga clínica graduada em 2009 pela Universidade Paulista (Unip). Atuou como instrutora do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT) e atualmente elabora projetos no desenvolvimento de pessoas no Serviço de Limpeza Urbana (SLU) e cursa Pós Gradução na Aréa da Saúde Mental Multidiciplinar.

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Assaltos a residências aumentam 25% no período de férias

Por: Clarice Gulyas
Foto: Divulgação

O período de férias está chegando e muitos já se preparam para viajar. Comum nessa época do ano o aumento na quantidade de furtos e assaltos em residências. Em janeiro, a elevação é em média de 25% em relação a outros meses. Por isso, a atenção com medidas básicas de segurança deve ser redobrada para coibir a ação dos bandidos. Segundo dados da Secretaria de Segurança Pública do DF, somente no primeiro trimestre deste ano, dos 22 mil crimes praticados contra o patrimônio, mais de 3 mil roubos e furtos ocorreram em comércios e residências do Distrito Federal. A maioria dos assaltos, cerca de 60%, são registrados em residências. Dados ainda revelam que o índice de assaltos e furtos em residências em janeiro, por exemplo, aumentou cerca de 5% em relação ao ano anterior.

O consultor em segurança, Agenor Netto, alerta que a prevenção ainda é a melhor maneira de evitar surpresas desagradáveis na volta para casa. Ele recomenda a instalação de equipamentos como alarmes e câmeras de seguranças para dificultar a invasão dos bandidos, que agem de preferência nos locais desprotegidos, pela facilitação do acesso. Com o investimento do monitoramento à distância, que custa em média R$ 150 mensais, é possível acompanhar em tempo real tudo o que acontece no local através da internet, via celular ou ipad, por exemplo.

“A maioria das pessoas decide investir em alarmes sonoros, câmeras ou sensores infravermelhos apenas quando o vizinho ou algum parente é assaltado. As férias são um prato cheio para os bandidos e hoje em dia é possível deixar a casa monitorada a baixo custo”, diz o Agenor.

De acordo com o especialista, além do investimento em equipamentos eletrônicos, a população deve ter ficar atenta a cuidados básicos que devem ser tomados antes de viajar, como reforçar portas e janelas com grades ou cadeados e bloquear o recebimento de jornais e revistas. Agenor também alerta que a elaboração de um projeto estratégico feito por um profissional é essencial para garantir a eficiência do sistema de segurança privado.

“Usar somente as câmeras mostrará quem efetuou o furto, mas depois do assalto. O ideal, portanto, é contar com um projeto específico para o local com alarme ou sensor que evitará que o ladrão permaneça dentro da sua casa ou loja porque, a partir daí, a central de segurança é acionada e a polícia vai até o local”, ressalta o Agenor.

A moradora do Park Way, Célia Romeiro, aposta na segurança de câmeras e alarmes de segurança há oito anos, desde que trocou o apartamento pela residência atual. Apesar de ter sido vítima de invasão em 2008, quando a empregada doméstica esqueceu de acionar o alarme, Célia garante que considera o investimento indispensável e relata:“Minha secretária deixou a janela aberta, foi rendida, mas conseguiu fugir e pediu a ajuda dos vizinhos. Se o alarme estivesse acionado, uma viatura teria ido até o local. Esse é um benefício que não tem preço e que garante um sono tranquilo”, avalia.

O tempo médio para a invasão de um patrimônio é de apenas um minuto. Por isso, tomar cuidados simples para dificultar a entrada do assaltante diminuem as chances de roubos, furtos e até mesmo sequestros. Confira algumas dicas de segurança :

- Evite deixar chaves ou objetos de valor como relógios e jóias expostos em veículos;
- Mantenha a residência bem iluminada, principalmente nas entradas. Procure utilizar timers ou sensores fotoelétricos para acender automaticamente as luzes ao anoitecer e apagá-las ao amanhecer;
- Nunca esconda chaves do lado de fora como embaixo do tapete ou vaso de flores. Prefira deixar uma chave extra com um amigo ou membro da família;
- Guarde escadas ou outros objetos que possam servir para o invasor acessar o segundo andar da casa;
- Nunca deixe uma mensagem em sua secretária eletrônica ou na porta de frente dizendo que você não está em casa;
- Programe horários de funcionamento para rádio ou televisão para dar a impressão de ocupação da residência.

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Acidentes de trabalho mostram descaso com trabalhador

A situação de descaso com o direito do trabalhador na construção civil vem aumentando nos últimos meses. Faltam políticas de prevenção de acidentes e equipamentos de segurança coletivos e individuais, expondo o trabalhador a situação de risco. Tragédia na vida de milhares de vítimas de acidentes de trabalho e prejuízo ao Estado. A quantidade de benefícios acidentários por invalidez, morte ou doença, concedidos pelo INSS, crescem e já custaram aos cofres públicos cerca de R$ 53 milhões nos primeiros dois meses deste ano.

Recentemente, o Supremo Tribunal Federal (STF) modificou o entendimento de artigo da Lei de Acidentes, de 1944, sobre indenização a trabalhadores. Na prática, os empregadores que tiveram intenção ou culpa grave em acidentes de trabalho poderão ser responsabilizados com ações diretas de reparação de danos, além da indenização paga pela Previdência Social, garantindo aos trabalhadores e seus familiares mais segurança.

Antes da Constituição de 1988, era assegurado aos trabalhadores, em caso de acidente de trabalho, somente a indenização acidentária, fundada na teoria do risco criado pela atividade empresarial. O empregador pagava um prêmio de seguro ao INSS, que atuava como segurador. Esta indenização era limitada, já que o operário precisava provar a causa entre sua atividade e o acidente e\ou doença profissional, para receber a indenização.

Com a edição da Súmula 229, o STF ampliou as hipóteses de indenização aos trabalhadores e admitiu ações diretas de reparação de danos contra os empregadores, nas hipóteses destes terem agido com dolo ou culpa grave. Até a edição da Emenda Constitucional nº 45, a competência para julgar ações de reparação de danos movida por empregados contra empregadores, na hipótese de dolo ou culpa, era da justiça comum. A partir de agora, a competência passa à Justiça do Trabalho.

Mas, apesar da Constituição Federal admitir ações contra os empregadores, é necessário que se prove a intenção ou culpa. No entanto, esse processo há de ser invertido, cabendo, assim, ao empregador demonstrar que não agiu com dolo ou culpa, que cumpre todas as normas e adota todos os princípios de segurança do trabalho e controle de qualidade de seus programas de prevenção de acidentes de trabalho.

Em caso de morte do trabalhador, seus beneficiários deverão receber o equivalente a dois terços de seu salário até a data em que este completaria a idade de 72,5 anos (expectativa de vida do brasileiro), mais danos morais e eventuais danos emergentes.

Esta indenização deverá ser paga independente de qualquer pensão ou indenização recebida por acidente de trabalho. Da indenização acima referida não poderá ser deduzida nenhuma outra indenização ou pensão recebida pelo empregado ou seus beneficiários, tendo em vista possuírem naturezas distintas. A relação entre empregado e empregador vai para além do direito. A segurança no ambiente de trabalho deve ser uma conquista do cidadão brasileiro e deve ser encarada como objeto de saúde pública.

*Sergio Roberto Alonso, advogado trabalhista do escritório Riedel de Figueiredo Advogados Associados, pós graduado em Direito Internacional pela Universidade de São Paulo (USP), com especialidade em Direito Aeronáutico. Graduado em Direito pela Faculdade Católica de Direito de Santos, tendo atuado nas ações decorrentes de acidentes aéreos ocorridos no Brasil. Membro da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-SP) e da Sociedade Brasileira de Direito Aeronáutico e Espacial.


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