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terça-feira, 27 de outubro de 2015

Por que a utilização do Relatório Final do Cenipa é Fundamental nos processos judiciais?

Por que a utilização do Relatório Final do Cenipa é Fundamental nos processos judiciais?
 
Por: Sergio Roberto Alonso, advogado especialista em Direito Aeronáutico, e Rita De Cássia B.L.Vivas, advogada especialista em Direito Processual Civil
 

 
A Lei nº 12.970, de 08 de maio de 2014, proíbe expressamente em seus artigos 88 - H e 88 - I § 2º, a utilização do Relatório Final editado pelo Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa), em processos judiciais decorrentes de acidentes aeronáuticos.

Esta proibição é inconstitucional, e viola o art. 5º, incisos XXXV e LV da Constituição Federal, pois na prática restringe o acesso das partes ao Judiciário, além de violar o princípio constitucional da ampla defesa.

Diante da alta complexidade da aviação e dos acidentes aeronáuticos, onde vários fatores estão envolvidos (erro humano, violação de normas, infraestrutura aeronáutica, erro de projeto, defeito de construção, etc.), somente um laudo feito por especialistas e com a qualidade técnica dos elaborados pelo Cenipa (observe-se a excelência dos relatórios finais do Acidente da GOL-907 e da TAM-354) poderão constituir prova suficiente para que as partes demonstrem a ocorrência de  dolo ou culpa grave como causa do sinistro, assim possibilitando as mesmas pleitearem indenizações ilimitadas.

A lei em comento, além de inconstitucional, é uma quimera jurídica, pois proíbe a utilização do laudo feito por expert e com excelência, ignorando a diversidade e desigualdade dos 27 Estados da Federação e mais de 5000 municípios ao remeter à policia civil, que não dispõe na maioria das vezes de meios sequer para realização de uma perícia de trânsito, a realização de uma perícia de acidente aéreo, onde toda a documentação, estudos e análises só são possíveis se feitos por quem entende de aviação e de aviões.

O Relatório Final do Cenipa disseca e mapeia as causas do acidente, como uma tomografia computadorizada, e sua proibição nas causas judiciais, equivale proibir o juiz de utilizar-se do laudo necroscópico, para determinar a causa mortis, determinando que o faça através de um laudo elaborado por um auxiliar de enfermagem.

Esta lei também contraria o princípio do livre convencimento do juiz, pois este não poderá utilizar-se do laudo para proferir a sentença, embora sabido que a função da prova pericial é tão somente a de emprestar ao processo relato técnico relevante.

Ademais, a Lei Processual Civil já determina, com veemência, que o juiz analisará livremente a prova de acordo com os elementos dos autos - art. 436 do Código de Processo Civil. Desse modo, a utilização do Relatório do Cenipa nas causas de acidente aéreo, visa apenas conferir ao juízo análise que o permita valorar o resultado da perícia. Nada mais!

O uso o Relatório do Cenipa não representa intromissão na hermenêutica dos autos, até mesmo porque ao perito não é dado imiscuir-se em questões jurídicas, estando limitado à análise técnica.

Esta lei é um retrocesso no nosso sistema jurídico, e na evolução do Direito Aeronáutico e, ainda, contraria a iterativa e pacífica jurisprudência dos nossos tribunais.

Todas as decisões que modernizaram o direito aeronáutico, em favor dos usuários do transporte aéreo, utilizaram-se do Relatório Final para comprovar a culpa grave das empresas aéreas, condenando-as ao pagamento de indenizações ilimitadas as vítimas e/ou parentes de acidentes aeronáuticos.

Entre outras são emblemáticas as decisões proferidas nos processos de Maria Cocato X VASP, ainda sob a égide do Código Brasileiro do Ar de 1966, no qual a 7ª Câmara do Primeiro Tribunal de Alçada Civil de São Paulo, utilizando-se do Relatório Final editado pelo Cenipa, equiparou a Culpa Grave ao Dolo para determinar o pagamento de indenização ilimitada, de acordo com a lei civil para a mãe da vítima (acidente ocorrido no Ceará - Serra de Pacatuba em 1982). O outro processo é o de Amizue Bezerra da Motta contra a Varig, que em sede de Recurso Especial firmou tese de que ocorrido o acidente aéreo no exterior, não flui o lapso prescricional enquanto se apuram as causas do acidente, de cujo conhecimento pelos interessados depende o ajuizamento da ação (acidente ocorrido em 1987 na Costa do Marfim). Isso, por si só, demonstra a relevância da utilização do Relatório Final do Cenipa em juízo.

O Egrégio Supremo Tribunal Federal em um de seus julgados firmou a tese de que, o Relatório Final do Cenipa equipara-se às decisões do Tribunal Marítimo, para estabelecer as causas de acidente aeronáutico, tendo a presunção de verdade.

Portanto, a lei supra referida além de ser inconstitucional, feriu corações e mentes de parentes de vítimas de acidente aéreo, que normalmente sofrem de impacto tardio em sua saúde mental (tese de Doutorado da Dr.ª Maria da Conceição Pereira Sougey, psicóloga especializada em aviação e pertencente aos quadros do Cenipa), e que com esta lei terão dificuldades de obter resposta à pergunta que as angustia, por que deixaram que isso pudesse acontecer?
 

segunda-feira, 12 de outubro de 2015

Obra cem por cento brasiliense conquista público infanto-juvenil



Obra cem por cento brasiliense conquista público infanto-juvenil


Evento de lançamento contou com programação gratuita e movimentou café
de Brasília nesse domingo


Por Clarice Gulyas
Fotos: Letícia Freire / IEB
 



A escritora e bióloga brasiliense Nurit Bensusan lançou nesse domingo (11/10), a obra Dividir Para Quê? - Biomas do Brasil, no Ernesto Cafés Especiais, em Brasília (DF). O título, voltado para o público de 10 a 14 anos, é o carro-chefe do selo infantil Mil folhas e três joaninhas, recém-criado pela editora brasiliense Mil Folhas, ligada ao Instituto Internacional de Educação do Brasil (IEB). A iniciativa tem como proposta incentivar o interesse de crianças e adolescentes por temas socioambientais.

Segundo a autora, o livro tende a suprir a carência de materiais interessantes sobre meio ambiente e ciência voltados para crianças no Brasil. Na ocasião, Nurit Bensusan elogiou a receptividade e o interesse do público durante o lançamento e destacou a importância de uma abordagem lúdica e criativa como atrativos para crianças e adolescentes. Para a bióloga e engenheira florestal, a parceria com a editora pode ser resumida em “cativar corações e mentes para as questões socioambientais”.

"A ideia é vincular o livro e o conteúdo sobre biomas a muitas outras informações culturais interessantes que eu acho, e espero, que possam instigar as crianças. Eu acho que essa é uma boa ideia para lidar com materiais didáticos e paradidáticos. Ou seja, mostrar que existe uma relação entre a conservação da natureza (e a própria natureza) e outros aspectos da cultura. A gente é o que é porque estamos inseridos nessa natureza. A cultura também é fruto dessa natureza e das paisagens onde a gente vive.", comenta Bensusan, mestre em Ecologia e doutora em Educação.

Além das informações específicas sobre a Amazônia, a Caatinga, o Cerrado, a Mata Atlântica, o Pantanal e o Pampa, a obra traz, em suas 56 páginas, curiosidades históricas e culturais, como a origem do nome dos biomas, a influência destes na cultura da região e até mesmo os dinossauros que já passaram por cada um desses lugares. Com um texto leve e descontraído, apoiado por ilustrações divertidas e um projeto gráfico diferenciado assinado pelo escritório de design brasiliense Grande Circular, a proposta do livro é ligar elementos culturais com as questões ambientais, como a necessidade da conservação. Dividir Para Quê? - Biomas do Brasil também destaca o grau de desmatamento de cada uma dessas áreas e propõe a reflexão da importância dessa classificação para a gestão sociopolítica, a conservação e, respectivamente, manutenção da vida. 

Mercado editorial 

Na avaliação de Maria José Gontijo (foto), diretora executiva do IEB, ao contrário dos títulos convencionais voltados para o público adulto, o mercado editorial infanto-juvenil está em expansão. No entanto, a abordagem desse tipo de tema ainda é pequena ou desinteressante. A entidade já produziu mais de 80 títulos com a temática socioambiental e lançou em 2014 a editora Mil Folhas. Segundo ela, o lançamento do selo infantil reflete o amadurecimento do trabalho desempenhado pela entidade do terceiro setor ao longo de 17 anos e veio a preencher uma lacuna que ainda existe no mercado editorial nacional.

“Eu acho que esse tema está em aberto. Não há muitas coisas realmente boas no mercado para preencher esse vazio e acho que podemos aproveitar dessa abertura. Nossa abordagem é uma abordagem cultural, social e ambiental, ou seja, trazendo essa diversidade que temos hoje no Brasil para influenciar as crianças.”, comenta Gontijo, que antecipa a possibilidade do lançamento de um livro sobre paisagens naturais ainda para esse ano.

Atraída pelo trabalho de popularização da ciência de Nurit Bensusan, a professora Fernanda Vasconcelos de Almeida (foto) acompanhou os filhos Artur e Daniel (de 10 e 6 anos) ao evento e aprovou não só a nova literatura infantil, mas também os jogos “biolúdicos” criados por Nurit. “Achei incrível a iniciativa e acho que as escolas deveriam adotar livros desse tipo, menos ‘quadradinhos’ e mais criativos. Acho que esse livro vai ser bem interessante justamente por trazer mais curiosidades que os livros didáticos não costumam falar muito”, elogia.

A procuradora federal Mariliane Dornelles concorda. Acompanhada da filha Cecília (8 anos), ela comenta que a iniciativa é fundamental para conscientizar a nova geração, visando adultos mais responsáveis e comprometidos com a sustentabilidade. “Vou levar esse livro para a escola dela para eles terem conhecimento e até sugerir para que adotem no ensino também”, afirma.

Autora de mais de 15 títulos técnicos sobre Ciência e meio ambiente, Nurit Bensusan passou a investir no público infantil a partir de 2010 com a criação do kit livro + jogo O Mar em Verso. Na sequência, criou a Biolúdica, uma oficina de criação de jogos com temas biológicos, e lançou, em 2011, outro kit: o Biobrazuca e, mais tarde, os jogos de cartas conhecidos como "jogos biolúdicos", que deram origem ao Bioquê?,  Tsunami, Protetores da Existência na Terra (PET) e Meta Morfus. Em 2012, Bensusan lançou o livro-jogo Rio + 20, +21, +22, +23... na abertura da conferência internacional e seguiu com os títulos Quanto Dura Um Rinoceronte? (2012) e Labirintos - Parques Nacionais (2012), conquistando o prêmio o Prêmio MalbaTahan da Fundação Nacional do Livro Infanto-juvenil (FNLIJ), destacando-se também como finalista do prêmio Jabuti, em 2013.

Sobre Nurit Bensusan:

Bióloga e engenheira florestal, pós-graduada em História e Filosofia da Ciência pela Universidade Hebraica de Jerusalém, mestre em Ecologia e doutora em Educação pela Universidade de Brasília (UnB). É autora do blog Nosso Planeta, do jornal O Globo (http://oglobo.globo.com/blogs/nossoplaneta ), uma de suas plataformas de popularização da ciência, e criadora da Biolúdica (http://www.bioludica.com.br), oficina de jogos com temas biológicos voltada para crianças e adolescentes. Participa também do coletivo de ideias Biotrix (http://www.biotrix.com.br ). Possui mais de 15 livros publicados, entre eles  Biodiversidade: é para comer, vestir ou passar no cabelo (IEB);  Meio Ambiente: e eu com isso? (Ed. Peirópolis); Quanto dura um rinoceronte? (Ed. Peirópolis) ;Seria melhor mandar ladrilhar? (Editora Universidade de Brasília e Peirópolis) e A diversidade cabe na unidade: áreas protegidas no Brasil (Ed. Mil Folhas). Seu livro Labirintos: parque nacionais (Ed. Peirópolis) ganhou o Prêmio MalbaTahan da Fundação Nacional do Livro Infanto-juvenil (FNLIJ) e foi finalista do prêmio Jabuti, em 2013. Foi responsável pela área de biodiversidade e coordenadora de políticas públicas do WWF Brasil, coordenadora de biodiversidade no Instituto Socioambiental e coordenadora do núcleo de gestão do conhecimento do Instituto Internacional de Educação do Brasil. Hoje é professora visitante da Universidade de Brasília.


Mais informações:
Valor do livro: R$ 45,00
Pontos de vendas: Ernesto Cafés Especiais, livrarias em geral e site da editora Mil Folhas 
( http://livraria.iieb.org.br/ )

Release de pré-divulgação:

Assessoria de imprensa:
Clarice Gulyas (61) 8177 3832 / claricegulyas@gmail.com


domingo, 4 de outubro de 2015

Dia das Crianças: Bióloga brasiliense lança livro infanto-juvenil sobre biomas do Brasil

Dia das Crianças: Bióloga brasiliense lança livro infanto-juvenil sobre biomas do Brasil

Após lançar livro-jogo na abertura da Rio + 20 e ganhar um dos maiores prêmios de literatura infantil do País com a obra Labirintos - Parques Nacionais, escritora e pesquisadora ambiental quer preencher lacuna deixada por materiais didáticos infantis


Por Clarice Gulyas

Com a proposta de popularizar a Ciência e estimular a reflexão de crianças e adolescentes para as questões socioambientais, a bióloga brasiliense Nurit Bensusan aposta em um novo livro infanto-juvenil que trata dos biomas brasileiros. A obra Dividir Para Quê? - Biomas do Brasil, da editora Mil Folhas, será lançada no próximo domingo (11/10), às vésperas do Dia das Crianças, no Ernesto Cafés Especiais, em Brasília (DF). O evento é gratuito e contará com brincadeiras e atividades lúdicas, como disputa de charadas, oficina de colorir e aula de yoga com posições de animais.

Além das informações específicas sobre a Amazônia, a Caatinga, o Cerrado, a Mata Atlântica, o Pantanal e o Pampa, a obra, voltada para o público de 10 a 14 anos, traz, em suas 56 páginas, curiosidades históricas e culturais, como a origem do nome dos biomas, a influência destes na cultura da região e até mesmo os dinossauros que já passaram por cada um desses lugares. No mês em que é também comemorado o Dia Nacional do Livro (29 de outubro), a mestre em Ecologia e doutora em Educação, Nurit Bensusan, explica que a inspiração para o tema do novo livro surgiu com a procura de distribuidoras de livros que sentiam necessidade de livros paradidáticos sobre o tema nas escolas. O convite, então, partiu da editora Mil Folhas, que acaba de criar o selo Mil Folhas e Três Joaninhas para se dedicar exclusivamente às publicações dirigidas a crianças e adolescentes.

“Dei uma olhada no livro didático do meu filho sobre o conteúdo de biomas, que estava no 6º ano, e fiquei alarmada quando vi que o livro, ao invés dos seis biomas terrestres que são consolidados pelo IBGE, apresentava nove. A partir daí comecei a achar que realmente faltava informação acessível para as crianças e os adolescentes. Então nasceu a ideia de fazer o livro, que não é um livro didático para escolas, mas que pode ser usado nas escolas.”, conta.

Dividir para quê?
Com um texto leve e descontraído, apoiado por ilustrações divertidas e um projeto gráfico diferenciado assinado pelo coletivo de designers Grande Circular, a proposta do livro é ligar elementos culturais com as questões ambientais, como a necessidade da conservação. Dividir Para Quê? - Biomas do Brasil também destaca o grau de desmatamento de cada uma dessas áreas e propõe a reflexão da importância dessa classificação para a gestão sociopolítica, a conservação e, respectivamente, manutenção da vida. Para Nurit Bensusan, que também é engenheira florestal e especialista em História e Filosofia da Ciência, toda classificação é arbitrária, mas necessária do ponto de vista estratégico de gestão e atuação.

“Os espaços protegidos nunca foram suficientes para proteger de fato a natureza porque eles não têm dimensão suficiente para comportar os processos naturais. Mas eles ajudam, como parte de uma estratégia de conservação da natureza, eles são fundamentais, mas agora eles estão completamente em ‘xeque’”, avalia a bióloga. “São muitas as iniciativas para limitar esses espaços, extinguir áreas protegidas que já existem e reduzir espaços que estão consolidados. Mas isso tem relação com a maneira como a gente vê a natureza: não a vemos como uma oportunidade, mas como uma maldição da qual precisamos nos livrar como se tivéssemos que ultrapassar essa natureza para chegar ao desenvolvimento, como se a possibilidade de ter um país mais justo e desenvolvido, no sentido mais humano da palavra, não fosse possível junto com a conservação. Como se tivéssemos que escolher uma coisa ou outra coisa”, critica.

Conscientização

Segundo a autora, a forma equivocada de encarar a conservação da natureza também parte da percepção visual dos biomas, com a tendência de se preservar somente regiões florestais. No entanto, aponta Nurit em sua obra, biomas de campo como o Pampa, onde foi registrado o primeiro dinossauro brasileiro, tem justamente como uma de suas principais ameaças o plantio de árvores.
“Isso é uma coisa muito interesse. Muitas vezes há a percepção de que um bioma florestal é um bioma que vale a pena ser conservado em detrimento de outros, como o Cerrado (que possui a savana com maior diversidade arbórea do planeta) e o Pampa, que não têm a mesma exuberância visual que a Mata Atlântica ou Amazônia têm. Mas os processos da natureza acontecem em todos esses biomas e todos eles precisam ser conservados para assegurar a manutenção desses processos que, em ultima instância, é o que garante a manutenção da vida na Terra e da qualidade da vida humana também.”, alerta Bensusan, que também destaca os ecossistemas marinhos e costeiros em seu sexto título infantil.
Autora de mais de 15 títulos técnicos sobre Ciência e meio ambiente, Nurit Bensusan passou a investir no público infantil a partir de 2010 com a criação do kit livro + jogo O Mar em Verso. Na sequência, criou a Biolúdica, uma oficina de criação de jogos com temas biológicos, e lançou, em 2011, outro kit: o Biobrazuca e, mais tarde, os jogos de cartas conhecidos como "jogos biolúdicos", que deram origem ao Bioquê?,  Tsunami, Protetores da Existência na Terra (PET) e Meta Morfus. Em 2012, Bensusan lançou o livro-jogo Rio + 20, +21, +22, +23... na abertura da conferência internacional e seguiu com os títulos Quanto Dura Um Rinoceronte? (2012) e Labirintos - Parques Nacionais (2012), conquistando o prêmio o Prêmio MalbaTahan da Fundação Nacional do Livro Infanto-juvenil (FNLIJ), destacando-se também como finalista do prêmio Jabuti, em 2013.
Novidade


A Mil Folhas é uma editora ligada ao Instituto Internacional de Educação do Brasil (IEB), cujo objetivo é tornar público e disponível para toda a sociedade o conhecimento gerado e acumulado pelas diversas instituições que se dedicam às questões socioambientais. Com esse livro, a Mil Follhas inaugura seu selo infanto-juvenil, o Mil Folhas e Três Joaninhas, destinado a contribuir com a formação de crianças e adolescentes, estimular sua reflexão e capturar seus corações e mentes para as questões socioambientais.

Serviço: Lançamento da obra Dividir Para Quê? - Biomas do Brasil
Data: 11 de outubro de 2015 (domingo)
Hora: a partir das 16h
Local: Ernesto Cafés Especiais - SCLS 115, bloco C, loja 14 (Asa Sul)
Classificação: a partir de 7 anos
Programação: jogo de charadas, oficina de colorir e aula de yoga com posições de animais
Valor do livro: R$ 45,00
Pontos de vendas: Ernesto Cafés Especiais, livrarias em geral e site da editora Mil Folhas
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Sobre Nurit Bensusan:
Bióloga e engenheira florestal, pós-graduada em História e Filosofia da Ciência pela Universidade Hebraica de Jerusalém, mestre em Ecologia e doutora em Educação pela Universidade de Brasília (UnB). É autora do blog Nosso Planeta, do jornal O Globo (
http://oglobo.globo.com/blogs/nossoplaneta), uma de suas plataformas de popularização da ciência, e criadora da Biolúdica (http://www.bioludica.com.br), oficina de jogos com temas biológicos voltada para crianças e adolescentes. Participa também do coletivo de ideias Biotrix (http://www.biotrix.com.br ). Possui mais de 15 livros publicados, entre eles  Biodiversidade: é para comer, vestir ou passar no cabelo (IEB);  Meio Ambiente: e eu com isso? (Ed. Peirópolis); Quanto dura um rinoceronte? (Ed. Peirópolis) ;Seria melhor mandar ladrilhar? (Editora Universidade de Brasília e Peirópolis) e A diversidade cabe na unidade: áreas protegidas no Brasil (Ed. Mil Folhas). Seu livro Labirintos: parque nacionais (Ed. Peirópolis) ganhou o Prêmio MalbaTahan da Fundação Nacional do Livro Infanto-juvenil (FNLIJ) e foi finalista do prêmio Jabuti, em 2013. Foi responsável pela área de biodiversidade e coordenadora de políticas públicas do WWF Brasil, coordenadora de biodiversidade no Instituto Socioambiental e coordenadora do núcleo de gestão do conhecimento do Instituto Internacional de Educação do Brasil. Hoje é professora visitante da Universidade de Brasília.

Assessoria de imprensa:
Clarice Gulyas (61) 8177 3832 /
claricegulyas@gmail.com