Total de visualizações de página

segunda-feira, 21 de dezembro de 2015

Roteiro: Colônia de Férias a Cavalo atrai público infanto-juvenil em Brasília

 Roteiro: Colônia de Férias a Cavalo atrai público infanto-juvenil em Brasília
 
 
Apostando nos benefícios da equitação e do contato com a natureza, o Centro Hípico Lago Sul realiza, no período de 4 a 22 de janeiro, a sua tradicional Colônia de Férias a Cavalo. Diversão garantida para crianças e adolescentes com idades entre 7 e 14 anos, a programação inclui aulas básicas de equitação, gincanas, trilha na mata, festival de sorvete e muito mais. As turmas são separadas por faixa-etária e possuem o acompanhamento de monitores e profissionais diversos, como psicólogo, veterinário, entre ourtos. Para a tranquilidade dos pais e segurança dos colonins, o Centro Hípico Lago Sul conta com o serviço permanente de emergência e UTI médica móvel.

Serviço:
Datas: semanas independentes de 04 a 08; de 11 a 15; e de 18 a 22 de janeiro de 2016
Horários: das 14h às 18h
Local: Centro Hípico Lago Sul - Rod. DF-001, Km 26. Jardim Botânico. (acesso pela Ponte JK, mesma entrada do condomínio Solar de Brasília II e III)
Classificação: de 7 a 14 anos (separadas por faixa-etária)
Valores: R$ 420,00 por semana. Inclui lanche e camiseta.
Inscrições/informações: 61 3339-0852 | 8159-1331
http://www.hipicalagosul.com.br/colonia-de-ferias
 

Crédito: OIKO Comunicação/TM Fotos e Vídeos

Assessoria de imprensa:
Oikos Comunicação

Miguel Alves 61 8175 7418
comunicacao@hipicalagosul.com.br
Crédito das Fotos – OIKO Comunicação/TM Fotos e Vídeos
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

terça-feira, 15 de dezembro de 2015

Livro atrai público diversificado ao desvendar histórias por detrás das paisagens


Livro atrai público diversificado ao desvendar histórias 
por detrás das paisagens

Aproximadamente 200 pessoas compareceram ao lançamento nacional da obra, 
em Brasília. Iniciativa faz parte do trabalho de popularização da Ciência 
da escritora e bióloga Nurit Bensusan




 Por Clarice Gulyas


Com ilustrações que conquistaram crianças e adultos, o livro 7 Histórias de Paisagens e Uma Biografia, da editora Mil Folhas e Três Joaninhas (ligada ao Instituto Internacional de Educação do Brasil - IEB) foi lançado na última quinta (10/12), em Brasília (DF). De autoria da bióloga brasiliense Nurit Bensusan, a obra faz uma contextualização histórica e cultural das principais paisagens pelo mundo, desconstruindo clichês e destacando a importância da conservação desses espaços, independente das áreas terem sido transformadas pelas atividades humanas. Na ocasião, foi comemorado o primeiro ano da editora Mil Folhas, especializada em temas socioambientais, e os 18 anos do IEB.

Autora de mais de 15 títulos técnicos sobre Ciência e meio ambiente, e seis livros infanto-juvenis, Nurit Bensusan se diz instigada com a grande repercussão de sua nova obra. O livro 7 Histórias de Paisagens e Uma Biografia destaca os principais processos de transformação das paisagens, passando pela savana africana, a Amazônia, os bosques de Minnesota, Tierra del Fuego (ilha localizada ao sul da Patagônia) e Madagascar.

"Mais do que atingir minhas expectativas, acho que elas foram até superadas. Acredito que o livro vendeu tanto porque essas ilustrações são sensacionais e também porque o texto realmente está espelhado nelas. Esse livro, talvez mais do que qualquer outro que eu tenha escrito na minha vida, conta com uma ilustração que está umbilicalmente ligada ao texto e como elas são muito legais, acho que desperta ainda mais o interesse das pessoas pelas histórias das paisagens", avalia a autora.

Diante dos bons resultados durante o lançamento, que reuniu pelo menos 200 pessoas em um café de Brasília, a autora não descarta a possibilidade de concorrer futuramente a premiações literárias. Em 2012, Bensusan lançou o livro-jogo Rio + 20, +21, +22, +23... na abertura da conferência internacional e com os títulos Quanto Dura Um Rinoceronte? (2012) e Labirintos - Parques Nacionais (2012), concorreu ao Prêmio MalbaTahan, da Fundação Nacional do Livro Infanto-juvenil (FNLIJ), conquistando o primeiro lugar na categoria Informativo para o Labirintos - Parques Nacionais, e o selo Altamente Recomendável para Quanto Dura Um Rinoceronte?. Em 2013, Nurit destacou-se nacionalmente como finalista do prêmio Jabuti, com Labirintos - Parques Nacionais. Sua última obra destinada ao público infanto-juvenil, Dividir Para Quê? - Biomas do Brasil, foi lançada em outubro de 2015.

"A gente vai se candidatar ao Prêmio da Fundação Nacional do Livro Infanto-Juvenil, com o Dividir Para Quê? - Biomas do Brasil; e vamos inscrever agora esse. Vamos aguardar o ano que vem, tem aí o prêmio Jabuti, tomara que tenhamos bons resultados. Também acho que esses livros têm grande chance de ganharem prêmios de Ilustração e Design.", comenta.

Sintonia em cores

Com cores fortes, formas geométricas e animais detalhados, a tão elogiada ilustração da obra, assinada pela artista plástica e ilustradora carioca Ana Cartaxo, tem chamado a atenção dos leitores. Durante o lançamento, ela expôs parte das 34 gravuras em aquarela que preenchem os espaços das 60 páginas do livro e comentou a sintonia com Nurit Bensusan e o escritório de design Grande Circular, responsável pelo projeto gráfico do livro.

"A gente (Ana e Nurit) já vem trabalhando juntas há alguns anos e a sintonia vai afinando a cada projeto que a gente faz. Nesse projeto pareceu que estávamos lendo o pensamento uma da outra. Também foi delicioso trabalhar com o pessoal do Grande Circular", afirma. "A expectativa agora é ganhar o mundo", brinca. "Quero continuar fazendo projetos desse tipo com ela", conclui.

Acompanhada da colega Judith Zuquim, a psicóloga Angela Jacklane Martins Cabral (foto) prestigiou o lançamento e elogiou autora e obra.

"Acho que a forma com que ela se propôs a fazer o livro e o trabalho artístico da Ana Cartaxo tornam ele um meio mais acessível para se tratar assuntos que são tão importantes e que são muito falados, mas que precisam despertar mais consciência. É preciso sair do discurso e ir para a prática. O trabalho dela é muito relevante, aprovei", diz.

Reconhecimento

Durante o evento foi comemorado o aniversário de 18 anos do Instituto Internacional de Educação do Brasil (IEB), que desenvolve e fortalece ações voltadas para a sustentabilidade e a conservação do meio ambiente. De acordo com Nurit Bensusan, que participou da trajetória da ONG entre 2006 e 2008, e atua como consultora até a atualidade, a criação da editora Mil Folhas (há um ano) e do selo Mil Folhas e Três Joaninhas (voltada publicações infanto-juvenis) têm contribuído cada vez mais para o avanço da sociedade na temática socioambiental.

"O IEB é uma instituição muito bacana porque ela trabalha com a ideia de fortalecer instituições e capacitar pessoas para que façam a diferença nessa área socioambiental. Não são muitas instituições que apostam nisso, que acabam sendo uma atividade 'meio' e não 'fim'.", avalia Bensusan.

Maria José Gontijo (foto), diretora executiva do IEB, faz um balanço positivo dos anos de trabalho desenvolvidos em Brasília, Belém e Sul do Amazonas, com projetos que gravitam em torno de três eixos temáticos: Apoio à pesquisa, formação e capacitação; Fortalecimento institucional; e Manejo de recursos naturais e gestão territorial.

"Estamos sempre aprendendo que não basta treinar e capacitar as comunidades e depois ir embora. É preciso estar lá acessível. O balanço é muito positivo, pois percebemos todos os dias que as gentes amazônicas são capazes de fazer a luta coletiva cada um e cada uma na briga pela terra, por políticas inclusivas. O IEB só ajuda se fazendo presente e dando voz. Os vetores da mudança são as próprias comunidades.", comenta.


Sobre a recente criação da editora Mil Folhas pelo IEB, Gontijo explica que, assim como os demais trabalhos desenvolvidos pela instituição, a intenção é colaborar com a construção de uma sociedade mais justa e orientada por valores humanos.

"É um caminho longo que, para ser consistente precisa ser trilhado coletivamente. A Editora Mil Folhas foi um sonho acalentado há bastante tempo e que se tornou realidade. Agora, a Mil Folhas e Três Joaninhas trouxe um desafio novo, mas muito gostoso: falar de meio ambiente, sustentabilidade, biodiversidade para quem vai ser adulto amanhã. Nossa pretensão é influenciar os corações e as mentes desses novos adultos para que eles façam pelo planeta o que nossa geração não fez.", afirma.

Sobre Nurit Bensusan:

Bióloga e engenheira florestal, pós-graduada em História e Filosofia da Ciência pela Universidade Hebraica de Jerusalém, mestre em Ecologia e doutora em Educação pela Universidade de Brasília (UnB). É criadora da Biolúdica (http://www.bioludica.com.br), oficina de jogos com temas biológicos voltada para crianças e adolescentes. Participa também do coletivo de ideias Biotrix (http://www.biotrix.com.br). Possui mais de 15 livros publicados, entre eles  Biodiversidade: é para comer, vestir ou passar no cabelo (IEB);  Meio Ambiente: e eu com isso? (Ed. Peirópolis); Quanto dura um rinoceronte? (Ed. Peirópolis) ;Seria melhor mandar ladrilhar? (Editora Universidade de Brasília e Peirópolis) e A diversidade cabe na unidade: áreas protegidas no Brasil (Ed. Mil Folhas). Seu livro Labirintos: parque nacionais (Ed. Peirópolis) ganhou o Prêmio MalbaTahan da Fundação Nacional do Livro Infanto-juvenil (FNLIJ) e foi finalista do prêmio Jabuti, em 2013. Foi responsável pela área de biodiversidade e coordenadora de políticas públicas do WWF Brasil, coordenadora de biodiversidade no Instituto Socioambiental e coordenadora do núcleo de gestão do conhecimento do Instituto Internacional de Educação do Brasil. Hoje é professora visitante da Universidade de Brasília.

Detalhes do livro:
Classificação: livre
Valor do livro: R$ 60,00
Pontos de vendas: Livraria da Editora Mil Folhas ( http://livraria.iieb.org.br/ )
Mais informações: http://www.iieb.org.br/


Fotos de divulgação:
Baixa resolução: http://tinyurl.com/nlajto7
Alta resolução: http://tinyurl.com/p2mruyq

Release 01 - Pré-divulgação: http://tinyurl.com/o6gvtyq



Assessoria de Imprensa
Clarice Gulyas
(61) 8177 3832 TIM/ Whatsapp
claricegulyas@gmail.com (Gtalk)
Registro profissional: 9520 - DRT/DF
FB: Clarice Gulyas / TT: @ClariceGulyas 
www.claricegulyas.blogspot.com





















terça-feira, 1 de dezembro de 2015

Livro desconstrói clichês sobre paisagens naturais pelo mundo

Livro desconstrói clichês sobre paisagens naturais
pelo mundo

A partir da contextualização histórica e cultural, bióloga brasiliense vai além da associação visual às paisagens e destaca a importância da conservação desses espaços, independente das áreas terem sido transformadas pelas atividades humanas




Por Clarice Gulyas

Como decisões políticas, processos biológicos e costumes locais podem influenciar a transformação de diferentes paisagens no mundo? Novo livro de autoria da bióloga brasiliense Nurit Bensusan reúne curiosidades históricas e culturais com o objetivo de desconstruir mitos e clichês sobre paisagens e faz um alerta sobre a importância da conservação desses espaços. A obra 7 Histórias de Paisagens e Uma Biografia, da editora Mil Folhas (ligada ao Instituto Internacional de Educação do Brasil - IEB), será lançada no dia 10 de dezembro, no Ernesto Cafés Especiais, em Brasília (DF). Na ocasião, será comemorado o aniversário de 18 anos da ONG, que desenvolve e fortalece ações voltadas para a sustentabilidade e a conservação do meio ambiente.

Com linguagem acessível para todas as idades, o livro aborda em suas 60 páginas e ilustrações diferenciadas, assinadas pela artista plástica Ana Cartaxo, os principais processos de transformação de paisagens pelo mundo, passando pela savana africana, a Amazônia, os bosques de Minnesota, Tierra del Fuego (ilha localizada ao sul da Patagônia) e Madagascar. O livro também desassocia o fogo com a destruição da natureza, citando exemplos da importância de queimadas estratégicas e até da caça de animais para a renovação ou reconstrução da fauna e da flora em alguns países e continentes. Considerada símbolo da "natureza intocada", Nurit Bensusan classifica a Amazônia como uma floresta cultural que é fruto de séculos de atividades humanas, que chegou a ser habitada por cerca de 8 milhões de pessoas durante a descoberta das Américas.

A autora, que lançou recentemente a obra Dividir Para Quê? - Biomas do Brasil, conta que a ideia para o tema do livro surgiu a partir do gosto pela coleção de histórias sobre as paisagens e também por notar a percepção errônea que as pessoas têm sobre esses espaços.

"Muitas vezes as pessoas enxergam as paisagens como uma foto ou cenário, ao invés de um processo em constante transformação. Achei importante mostrar que as paisagens têm muita história e este conteúdo influencia a cultura das pessoas, assim como as pessoas influenciam as paisagens. Esse é um livro de fácil compreensão para qualquer tipo de público e que tem uma ilustração muito bonita e que significa um gesto de amizade transgeracional, onde adolescentes e adultos podem ler e conversar sobre o assunto.", conta.

O que vale a pena ser conservado?

Em 7 Histórias de Paisagens e Uma Biografia, Nurit Bensusan propõe a reflexão sobre o conceito de paisagens naturais. Mas, afinal, “o que é natural? Algo que não tem influência humana? Mas os humanos não são seres naturais? Por que fazer essa distinção?”, questiona a bióloga e engenheira florestal.

"Essa categoria de paisagens naturais que não foram tocadas pelos humanos adquire muita importância para os movimentos de conservação da natureza, que acreditam que as paisagens que valem a pena ser conservadas são aquelas que não foram tocadas pelos humanos. No entanto, o que precisa ser conservado, quando falamos em conservação do meio ambiente e da biodiversidade, são os processos que geram essas paisagens e que mantém e transformam essas paisagens. Não interessa se foram tocadas ou não e, sim, que os processos ecológicos, evolutivos, biológicos, continuem acontecendo”, comenta.

Na biografia sobre o flamboyant, a autora revela como a planta proliferou-se pelo mundo por sua beleza, mas ao mesmo tempo está em extinção no seu habitat natural, em Madagascar. Para Bensusan, que também é doutora em Educação e mestre em Ecologia, é preocupante a existência de uma preferência maior da conservação de paisagens visualmente mais bonitas.

“Nos Estados Unidos, os primeiros ambientes a serem conservados foram os ambientes que as pessoas acreditavam que eram paisagens sublimes, maravilhosas. A ideia é que quando se tem uma paisagem bonita ela vale a pena ser conservada. Os pântanos da Flórida (EUA) só foram conservados quase cem anos depois que os primeiros parques nacionais americanos foram criados. No Brasil, os primeiros parques a serem criados foram o de Itatiaia e o Foz do Iguaçu, que são lindos. Então, quando se tem paisagens como os pântanos e os mangues, que são fundamentais em termos biológicos, mas como não são lindões, parecem que têm uma importância menor. Isso também vale para as espécies de animais.”, afirma.

Autora de mais de 15 títulos técnicos sobre Ciência e meio ambiente, Nurit Bensusan passou a investir no público infantil a partir de 2010 com a criação do kit livro + jogo O Mar em Verso. Na sequência, criou a Biolúdica, uma oficina de criação de jogos com temas biológicos, e lançou, em 2011, outro kit: o Biobrazuca e, mais tarde, os jogos de cartas conhecidos como "jogos biolúdicos", que deram origem ao Bioquê?, Tsunami, Protetores da Existência na Terra (PET) e Meta Morfus. Em 2012, Bensusan lançou o livro-jogo Rio + 20, +21, +22, +23... na abertura da conferência internacional e seguiu com os títulos Quanto Dura Um Rinoceronte? (2012) e Labirintos - Parques Nacionais (2012), conquistando o prêmio o Prêmio MalbaTahan da Fundação Nacional do Livro Infanto-juvenil (FNLIJ), destacando-se também como finalista do prêmio Jabuti, em 2013. Sua última obra destinada ao público infanto-juvenil, Dividir Para Quê? - Biomas do Brasil, foi lançada em outubro de 2015.

Serviço: 
Lançamento da obra 7 Histórias de Paisagens e Uma Biografia
Data: 10 de dezembro de 2015 (quinta-feira)
Hora: a partir das 18h30
Local: Ernesto Cafés Especiais - SCLS 115, bloco C, loja 14 (Asa Sul)
Classificação: livre
Valor do livro: R$ 60,00
Pontos de vendas: Ernesto Cafés Especiais e editora Mil Folhas ( http://livraria.iieb.org.br/ )

Sobre Nurit Bensusan:
Bióloga e engenheira florestal, pós-graduada em História e Filosofia da Ciência pela Universidade Hebraica de Jerusalém, mestre em Ecologia e doutora em Educação pela Universidade de Brasília (UnB). É criadora da Biolúdica (http://www.bioludica.com.br), oficina de jogos com temas biológicos voltada para crianças e adolescentes. Participa também do coletivo de ideias Biotrix (http://www.biotrix.com.br ). Possui mais de 15 livros publicados, entre eles  Biodiversidade: é para comer, vestir ou passar no cabelo (IEB); Meio Ambiente: e eu com isso? (Ed. Peirópolis); Quanto dura um rinoceronte? (Ed. Peirópolis) ;Seria melhor mandar ladrilhar? (Editora Universidade de Brasília e Peirópolis) e A diversidade cabe na unidade: áreas protegidas no Brasil (Ed. Mil Folhas). Seu livro Labirintos: parque nacionais (Ed. Peirópolis) ganhou o Prêmio MalbaTahan da Fundação Nacional do Livro Infanto-juvenil (FNLIJ) e foi finalista do prêmio Jabuti, em 2013. Foi responsável pela área de biodiversidade e coordenadora de políticas públicas do WWF Brasil, coordenadora de biodiversidade no Instituto Socioambiental e coordenadora do núcleo de gestão do conhecimento do Instituto Internacional de Educação do Brasil. Hoje é professora visitante da Universidade de Brasília.


Assessoria de imprensa:
Clarice Gulyas (61) 8177-3832 Tim/Whatsapp
claricegulyas@gmail.com