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segunda-feira, 26 de dezembro de 2011





Saiba como se refrescar e manter a saúde durante o verão

(61) 8177 3832
Clarice Gulyas
Serviço:
Fit Park Academia
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Evite a gula durante as festas de fim de ano

quarta-feira, 21 de dezembro de 2011
terça-feira, 20 de dezembro de 2011
1º Festival Internacional de Artes de Brasília inaugura novo ano

Os quatro cantos do Distrito Federal serão invadidos por música, dança, teatro, mostras de cinema, exposições e oficinas de arte no início de 2012. Ação conjunta das secretarias de Cultura e de Educação do DF irá realizar, entre os dias 4 de janeiro e 10 de fevereiro, o 1º Festival Internacional de Artes de Brasília, que receberá ainda grandes atrações como Ney Matogrosso, Gilberto Gil, Vanessa da Mata, o mexicano Jorge Fernández e o espetáculo Circo da China.
O objetivo é ampliar as opções de cultura, lazer e conhecimento, de forma gratuita, com a ocupação de locais como o Teatro Nacional, Museu Nacional, Biblioteca Nacional, Cine Brasília, centros culturais e Regiões Administrativas do DF que irá abranger o Gama, São Sebastião, Taguatinga e Sobradinho. O projeto deverá acontecer anualmente com a intenção de estimular o mercado cultural da cidade, além de incentivar o turismo e o intercâmbio cultural entre outras cidades e países, sobretudo, durante a Copa de 2014.
Na coletiva de imprensa da cerimônia de lançamento do Festival, ocorrida na manhã desta terça (20/12), no Teatro Nacional, o secretário de Cultura do DF, Hamilton Pereira, disse ao site Brasíliagenda que o critério escolhido para a seleção dos aproximadamente 15 artistas convidados, foi buscar artistas que contribuam com o enriquecimento e desenvolvimento sócio-cultural.
“O critério básico é associar cultura com educação. É fazer com que aquilo que de manifestação cultural nos chega, fecunda o suficiente para poder se reproduzir como valor, para que não se esgote como um evento qualquer”, afirma.
Sobre a preparação para o Festival, a subsecretária de Políticas e Promoções Culturais do DF, Fátima de Deus, afirmou ao Brasíliagenda que uma das preocupações do órgão é disponibilizar uma infraestrutura coberta para o público, já que a cidade sofre constante período de chuvas. Na ocasião, ela também falou da intenção de consolidar o evento como o primeiro exemplo internacional da Secretaria de Cultura no calendário oficial, e fez planos para 2014.
"Nós queremos que a cada ano ele (o festival) possa crescer e quando estivermos no ano da Copa do Mundo, a gente possa abrir com uma constelação nacional, internacional e daqui de Brasília. Por isso, optamos por fazê-lo agora, mesmo como uma pequena e grande semente”, disse.
Inscrições abertas na Escola de Música de Brasília
Presente na cerimônia de lançamento do 1º Festival Internacional de Artes de Brasília, o diretor do Centro de Educação Profissional Escola de Música de Brasília, Ataíde de Mattos, inaugurou o 34º Curso Internacional de Verão de Brasília, que acontecerá no período de 4 a 21 de janeiro.
Professores, instrumentistas, regentes e cantores brasileiros e estrangeiros estarão entre os cerca de 50 profissionais que irão fazer apresentações musicais populares e eruditas para o público brasiliense. As inscrições para os cursos de atualização e o aprimoramento artístico na Escola de Música irão ocorrer a partir dessa quarta (21), pelo site www.se.gov.br/emb, com encerramento no dia 3 de janeiro.
Esteve também presente na cerimônia de lançamento do 1º Festival Internacional de Arte de Brasília o diretor de Educação Profissional da Secretaria de Educação do DF, Antônio Alves de Siqueira Júnior. Além da iniciativa conjunta das secretarias de Cultura e Educação do DF, o evento conta com o apoio da Secretaria de Turismo do DF, Embaixadas da China e da Espanha, e instituições culturais como o Instituto Cervantes, o Centro Cultural Banco do Brasil e a Escola de Música de Brasília.
Confira a cobertura do Brasíliagenda na coletiva de imprensa da cerimônia de abertura:
serviço:
1º Festival Internacional de Artes de Brasília
data: de 4 de janeiro a 10 de fevereiro
informações: 3325 6218 ou 3325 6220
Banco Central expõe raridades do Modernismo
Liberdade e estilo estampam telas brasileiras na Galeria de Artes do Banco Central do Brasil. A mostra Vanguarda Modernista reúne obras de dez artistas entre os principais modernistas do país com homenagem especial ao carioca Di Cavalcanti. O evento faz parte do programa de exposições da Coleção Banco Central, com visitação gratuita até o mês de julho de 2012.
A trajetória da arte moderna do Brasil, a exemplo do Cubismo e do Surrealismo europeus, é contada através de cores, linhas, planos, luzes, pontos e formas originais responsáveis pela renovação da arte e da cultura do país no século 20. Esse período tem seus dois marcos históricos retratados na exposição: a Semana da Arte Moderna de 1922, que ocupou o Teatro Municipal de São Paulo, e o Salão de 1931, também chamado de Salão Revolucionário.
O acervo da exposição, iniciada no dia 26 de outubro, conta com 86 obras entre pinturas, gravuras e desenhos de artistas que contribuíram para a afirmação do Modernismo brasileiro. Dos vanguardistas de 1922, comparecem Vicente do Rêgo Monteiro, acompanhado dos presentes no Salão de 1931, Tarsila do Amaral, Candido Portinari, Ismael Nery, Cícero Dias, Orlando Teruz, Alberto da Veiga Guignard, Antônio Gomide, Aldo Bonadei e Emiliano Di Cavalcanti, que participou de ambas as ocasiões, que celebram 90 e 80 anos em fevereiro e setembro de 2012, respectivamente.
herança e história
Na tentativa de definir a própria cultura do país e romper com a influência europeia, principalmente francesa, no campo da literatura, das artes plásticas e da música, os artistas brasileiros inovaram em estilos próprios em vanguardas que descreviam costumes e valores de negros e indígenas. A Semana da Arte Moderna de 1922 e o Salão de 1931 reuniram artistas e intelectuais para manifestar a rejeição ao passado e a exaltação do Brasil diante do futuro. O primeiro encontro teve como idealizador o escritor e diplomata Graça Aranha, enquanto o segundo ocorreu sob a guarida do urbanista Lucio Costa.
o destaque - Di Cavalcanti
Emiliano Augusto Cavalcanti de Albuquerque e Melo, mais conhecido como Di Cavalcanti, nasceu no Rio de Janeiro em 1897. O pintor, ilustrador, caricaturista, gravador, muralista e cenógrafo, é reconhecido como um dos maiores modernistas brasileiros por deixar a estética e o padrão europeus de lado para retratar de forma ousada e criativa a realidade brasileira, sobretudo as mulheres e o universo do samba e dos morros cariocas com técnicas diversas como xilogravuras, óleo sobre tela, serigrafia, e desenhos feitos à caneta e grafite.

O carioca iniciou sua carreira fazendo ilustrações para revistas, expondo, mais tarde, suas pinturas de forma itinerante em países como Inglaterra, Alemanha, Bélgica, Holanda e França. Já nos anos 30, o então comunista brasileiro Di Cavalcanti é preso durante a Revolução Paulista, o que gerou a publicação do álbum A Realidade Brasileira, série de doze desenhos satirizando o militarismo da época. Em 1936, o artista é preso novamente, desta vez com a esposa e também pintora Noêmia Mourão, sendo que após a libertação, passaram a viver em Paris até 1940. O artista faleceu no dia 26 de outubro de 1976. Em uma de suas principais obras, Carnaval, de 1972, Di Cavalcanti expressa marcas cubistas, geometrização nas formas e nas feições dos personagens, abusando nas cores e criando uma atmosfera de suspense e sensualidade.
Confira vídeo da mostra:
serviço:
Vanguarda Modernista
local: Galeria de Arte do Banco Central (SBS, quadra 3, bloco B, 8º andar)
hora: de terça a sexta, entre 10h e 17h30; e sábados e domingos, das 14h às 18h
data: de 25 de outubro a julho de 2012
ingresso: entrada franca
informações: 3414 2099 ou www.bcb.gov.br
sexta-feira, 25 de novembro de 2011
Tiê lança A Coruja e o Coração em Brasília neste sábado
Amadurecimento musical gera CD menos melancólico
Por Clarice Gulyas com informações da assessoria de imprensa
A cantora paulistana Tiê irá se apresentar neste sábado (26) no restaurante Feitiço Mineiro a partir das 21h. O show faz parte do lançamento de A Coruja e o Coração, projeto que traz homenagem à filha da cantora e regravações de artistas da mesma geração.
Depois de passar pelo Rock in Rio 2011, pelo festival SXSW, no Texas, e fazer uma turnê em Nova York, Tiê desembarca em Brasília com um amadurecimento musical que promete dar novos ares à MPB.
Parcerias e regrações
O segundo disco da cantora, dona de voz doce e composições autobiográficas que retratam o amor e o cotidiano, conta com a participação de Ka, do Nouvelle Vague, e de Thievery Corporation, além de regravações de talentos da mesma geração como os sucessos Só Sei Dançar Com Você, de Tulipa Ruiz, e Mapa-Múndi, de Thiago Pethit. Marcelo Jeneci também deixa sua marca como instrumentista.
O novo álbum ganhou versões com arranjos mais encorpados que o trabalho de estreia de Tiê, Sweet Jardim (2009), ao mesclar bateria e percussão. O astral ensolarado da obra é notado em seu primeiro clipe de trabalho Na varanda da Liz, música feita em homenagem à Lizé, filha da cantora.
serviço:
Tiê
data: sábado, 26 de novembro,
hora: 21h
local: Feitiço Mineiro (306 Norte, bloco B, loja45)
informações: 3272 3032
entrada: R$ 30 (sujeito a lotação da casa)
sexta-feira, 7 de outubro de 2011
Saiba como lidar com a depressão!

O ritmo acelerado da vida moderna e o acúmulo de estresse são alguns dos principais fatores que contribuem para o desenvolvimento passageiro ou crônico da doença podendo afetar qualquer pessoa, idade, raça, sexo e nível sócio – econômico. As causas são supostamente uma combinação de fatores genético, biológico e emocional.
Diante disso, há pessoas que ficam caladas, chorosas ou que preferem desabafar. No entanto, também há a somatização desses sentimentos, manifestado por dores físicas ou por comportamento agressivo. Isto traz grandes prejuízos para a qualidade de vida do ser humano, causando a perda de interesse nas atividades de rotina. O depressivo também apresenta cansaço físico e mental, dificuldade de organização e concentração, desgaste físico e emocional, dificuldade ou esquiva na tomada de decisões, isolamento afetivo, pensamento negativos, comportamento e pensamentos de inferioridade.
Nesses casos, o tratamento é realizado com base em medicações e a fundamental participação do depressivo em psicoterapias. O primeiro passo importante a ser tomado é reconhecer o problema. A psicoterapia é um recurso importante para auxiliar a pessoa e a família a aprender novos comportamentos e estratégias. A psicoterapia pode também ajudar a reduzir e tratar os sintomas emergentes. O programa de tratamento varia de pessoa para pessoa e cada caso deve ser avaliado individualmente. Por vezes, a combinação de tratamentos resulta numa melhora consistente a curto e longo prazo.
Segue algumas dicas na busca de uma melhor qualidade de vida, longe da depressão:
• Aprender a dizer NÃO;
• Faça atividade física, caminhada é uma boa pedida!
• Reserve momentos agradáveis;
• Ouça música;
• Ocupe a mente;
• Evite o isolamento;
• Mude sua maneira de encarar a vida;
• Vigie seus pensamentos, seja otimista;
• Aprenda a analisar e reconhecer seus problemas, dificuldades e resistências;
• Alimentação saudável e moderada;
• Identifique as causas dos seus problemas;
• Pense em si mesmo;
• Equilíbrio espiritual;
Ellen Dejanni
Psicóloga Clínica
domingo, 7 de agosto de 2011
de 3 mil pessoas em encontro de estudantes
Por Clarice Gulyas
O maestro João Carlos Martins emocionou cerca de 3 mil jovens durante encontro de estudantes do Centro Educacional Leonardo da Vinci, realizado no último sábado (6), no Centro de Convenções Ulysses Guimarães. O pianista compartilhou com crianças e adolescentes a trajetória de vida que o consagrou como símbolo de superação. O evento fez parte das comemorações dos 42 anos da escola. A programação contou ainda com palestras motivacionais e apresentações culturais como a participação do coach Homero Reis, do grupo perfomático Laugi e da banda cover dos Beatles All You Need Is Love.
Aos 71 anos de idade e 110 concertos realizados só este ano no Brasil e no exterior, João Carlos Martins subiu ao palco para dizer aos jovens que o sonho não tem prazo de validade. E que a persistência é capaz de mudar o futuro. “A minha mensagem para vocês é que a pessoa nunca pode desistir. Quando a gente nasce, é como ser uma flecha: cada um tem o seu destino, o seu caminho e que cada um tem que cumprir sua missão”, diz.
Com o movimento de apenas três dedos das duas mãos, Martins arrancou aplausos e lágrimas ao interpretar o compositor alemão Bach para o público. O maestro foi um dos maiores intérpretes de Bach no mundo. Crianças de todas as idades se aglomeraram em frente ao palco comovidas com o talento e a simpatia do maestro. A aluna do 7º ano do Ensino Fundamental, Milena Monte, 12 anos, conseguiu um autógrafo de João Carlos. “Achei muito interessante a história dele e como toca o piano. Foi emocionante ver como ele superou a perda dos movimentos das mãos”, elogia.
Fã do maestro, Mariela Monte, mãe de Milena, conta que o momento foi de renovação espiritual. “Eu já gostava do João Carlos porque temos CDs dele em casa. Achei a palestra muito emocionante e o evento foi além das minhas expectativas. E me mostrou que quando você quer, você consegue”, avalia.
Ao final da apresentação de Martins, cantores profissionais e amadores do grupo perfomático Laugi homenagearam de forma irreverente o maestro com a canção Beatriz, de Chico Buarque e Edu Lobo. Em resposta, João Carlos Martins, de forma inusitada, regeu o grupo por alguns instantes. “Ser regido pelo maestro Martins, alguém que é exemplo como pessoa e referência mundial como músico, é com certeza uma honra e oportunidade única para nós. Naquele momento nos sentimos mais inspirados ainda a viver de música”, diz Cinthya Baccile, integrante do Laugi.
Com um diálogo descontraído, o coach Homero Reis também conquistou a atenção dos jovens na palestra “Feitos para vencer”, que abordou como os estudantes podem superar os limites nos estudos com a conciliação adequada de responsabilidade e lazer. “O desafio de ser vencedor é ser alguém que tenha prazer no simples fato de estar vivo”, disse.
Para Lucas Silva, 13 anos, a partir de agora as escolhas do futuro terão maior atenção. O estudante do 8º ano do Ensino Fundamental pretende passar menos horas na frente do computador e se dedicar mais aos estudos. “Eu gosto muito desse tipo de palestra e me fez pensar em algumas coisas como não ficar muito tempo nas redes sociais e fazer inglês”, diz.
A aluna do 8º ano do Ensino Médio, Júlia Franco, 13 anos, participou da primeira edição do encontro, em 2009. De acordo com ela, o evento realizado esse ano superou as expectativas. “Esse foi muito melhor e bem mais organizado. Achei as palestras bem legais e interessantes e que tiveram a ver com a gente. Agora a gente vai pensar mais no tempo gastamos na vida brigando por besteira e como agir com as pessoas ao nosso redor”, diz.
O evento foi encerrado com a apresentação da banda cover dos Beatles All You Need Is Love, que interpretou diversas músicas do quarteto inglês com direito a figurino especial e diálogos no idioma do grupo, que proporcionou ao público a sensação de viver os anos 60.
“Achei o encontro excelente. É uma ótima opção de troca de experiências. Quero parabenizar o colégio por essa iniciativa e espero que promovam outros eventos como este”, elogiou Nelson Lopes Sousa, pai de Matheus Henrique, aluno do 6º ano do Ensino Fundamental.
O diretor do Centro Educacional Leonardo da Vinci, Jorge Manzur, comemora o sucesso da segunda edição do encontro. E diz que a finalidade do evento foi atingida de acordo com os princípios e propostas pedagógicas da escola. “Acho que a escola não pode só ser conteúdo e esses eventos culturais ajudam na formação dos alunos como cidadãos com valores humanos e histórias de solidariedade e superação”, avalia.
Superação. Essa é a lição que o maestro João Carlos Martins passa em cada som dedilhado no piano. A trajetória de um dos maiores pianistas do país se tornou exemplo internacional e encanta crianças e adolescentes em Brasília. Palestrante em encontro para jovens do Centro Educacional Leonardo da Vinci, que será realizado neste sábado (6), o maestro espera mostrar aos estudantes que a música é capaz de aproximar as pessoas e transformar atitudes.
O estudante Alexandre de Oliveira, 17 anos, segue o exemplo de superação e se apega a cultura para enfrentar os obstáculos como portador de deficiência auditiva. Assim como o maestro, não faltam sonhos e criatividade para seguir adiante. Formado em inglês, o aluno do 2º ano do Ensino Médio gosta de passar o tempo estudando a cultura e o idioma russo e praticando sua maior paixão: o piano. “Eu não estou nem aí se sou surdo, eu gosto do que é diferente. A surdez não é problema nenhum. O problema é o preconceito da sociedade”, diz.
Ex-praticante de judô, Alexandre também frequenta aulas de natação e vai iniciar um curso de francês. Mas o que ele realmente quer é estudar engenharia na Rússia, por acreditar que lá existem os maiores profissionais da área. Alexandre também relembra filósofos e cientistas históricos que foram exemplo nos estudos e na vida pessoal, influenciando e incentivando toda uma geração. Dentre eles, Alexandre destaca Albert Einstein, Leonardo da Vinci e o químico russo Dimitri Mendeleev. “Também gosto do Napoleão porque passou de pobre para imperador”, diz.
Para a mãe, Alessandra de Oliveira, a facilidade de adaptação e o constante interesse de Alexandre pelo conhecimento são motivo de orgulho para toda a família. Mas assim como o ídolo Leonardo da Vinci, que se constrangia por desenhar com a mão esquerda, Alexandre passou por problemas de comportamento e de agressividade na infância por não aceitar a limitação física. Na pré-adolescência, teve dificuldades em aceitar a rotina de frequentar especialistas como fonoaudiólogo para melhorar a fala e se adaptar aos sons ambientes, intensificados com o uso de aparelho auditivo.
Para o maestro João Carlos Martins, que por duas vezes teve de abandonar a carreira de pianista quando perdeu os movimentos das mãos, a música não só o ajudou a superar limites como também fez com que “os caminhos para o abismo se tornassem uma plataforma para o futuro”. “A frustração é tão grande que você tenta deletar a música da sua vida, mas eu não consegui porque ela faz parte do meu ser. Eu sempre fui um leão no palco e continuo sendo na regência”, conta.
Aos 71 anos e com um repertório de 110 concertos realizados no Brasil e no exterior só este ano, João Carlos Martins afirma que a música é capaz de aproximar as pessoas e ajudar a superar desafios. “Hoje em dia nos países asiáticos a música já ultrapassa até o esporte para a inclusão social. No esporte existe a palavra disputa e na música existe a palavra amor”, diz.
A diretora pedagógica Solange Foizer avalia que a escola tem o papel fundamental de estimular o aluno com um acompanhamento individualizado para fortalecer a autoestima no sentido de perceber os pontos fortes e os aspectos a serem alavancados. Atitudes básicas de relacionamento como dar bom dia e a participação em atividades culturais contribuem para que o aluno seja respeitado e motivado a se destacar cada vez mais.
“Quando percebemos a baixa autoestima, procuramos conversar. Temos dinâmicas e jogos cooperativos que ajudam no trabalho individual e faz a diferença para eles se desenvolverem porque somos indivíduos e não coletivos. Essas atividades geram harmonia, respeito, empatia, solidariedade e o carinho pelo o outro”, diz.
Por Clarice Gulyas
Pela primeira vez em Brasília, a banda All You Need is Love irá reunir aproximadamente 3 mil pessoas durante encontro de jovens do Centro Educacional Leonardo da Vinci no próximo sábado (6). Reconhecido internacionalmente, o cover brasileiro dos Beatles promete inspirar o talento de crianças e adolescentes através de músicas dos anos 60.
Com a canção I Want to Hold Your Hand na ponta da língua, Ana Flávia Rubenich, 15 anos, não vê a hora de conferir de perto o espetáculo mais famoso da América Latina. “Eu quero muito ir a esse show porque já ouvi falar bastante dessa banda. Eu ouço Beatles desde quando estava na barriga da minha mãe”, conta. “Essa é uma banda que revolucionou a música mundial, influenciou costumes e valores da sociedade”, completa.
Inspirada por músicas clássicas e estilos diferenciados como o reggae e o surf music, Ana Flávia manifesta a paixão pela música internacional desde os primeiros acordes de violão, aos 10 anos, quando aprendeu a tocar o instrumento por conta própria. No ano passado, a estudante do 1º ano do Ensino Médio chegou a integrar uma banda com o repertório de algumas músicas do quarteto inglês. Apesar da experiência não ter dado certo, Ana Flávia tem planos para o futuro. “Estou pensando em montar outra banda e tocar músicas que eu gosto e com pessoas que fazem um som legal. Tocar sozinha é bom, mas em conjunto é muito melhor”, diz.
Com um gosto musical incomum ao de meninas de sua idade, Arthalídes Coelho Pisco, 14 anos, tem orgulho de exibir os dedos marcados pelos fios do violino. O interesse pela música erudita surgiu aos 9 anos por influência do pai, maestro, e da mãe, ex-saxofonista. “Eu toco violino porque gosto e não simplesmente porque quero. Para tocar esse instrumento é preciso muita técnica e a prática deixa marcas nas mãos e no pescoço. Às vezes doi, mas é bom”, conta.
Apesar de já reproduzir o Concerto nº 3 de Mozart e sempre participar de festivais nacionais, Arthalídes quer chegar mais longe. Assim como os dois irmãos mais velhos, ela procura se dedicar cada vez mais à música para poder realizar o sonho de se apresentar internacionalmente. “Eu não sei se quero ser violinista, mas quero continuar a tocar porque gosto de participar das orquestras. Costumo praticar na Escola de Música três vezes por semana e não há nada que me faça não querer ir”, diz.
Na escola onde as alunas estudam, a presença da música é incentivada por aulas teóricas e atividades culturais. Além disso, projetos e tarefas interdisciplinares como encontros culturais dão a oportunidade dos jovens compartilharem conhecimentos e experiências.
A orientadora educacional Magally Borges avalia que a música é um meio eficaz de facilitar o processo ensino-aprendizagem. De acordo com ela, esse tipo de contato é importante para estimular os alunos tanto nos estudos como na vida pessoal. De acordo com Magally, a música contribui com a superação de obstáculos, com o cumprimento de responsabilidades diárias e na redução de conflitos na escola. "A música estimula o desenvolvimento intelectual por desenvolver no aluno a capacidade de observar, analisar e compreender o mundo de forma descontraída. Além de aguçar a sensibilidade e emoção, ajuda no alívio das tensões evitando o estresse, o que pode proporcionar no ambiente escolar uma maior integração e interação entre os alunos”, avalia.
Por Clarice Gulyas
Atividades interdisciplinares e aulas complementares são estratégias para reduzir o bullying nas escolas. Enquanto o projeto de lei (PLS 228/10) tramita em análise na Câmara dos Deputados para garantir o combate a ação nas salas de aula, colégios particulares adotam iniciativas próprias de conscientização. Para reverter a baixa autoestima de crianças e adolescentes hostilizados de forma constante e evitar o isolamento das vítimas e a queda do rendimento escolar, especialistas em educação afirmam que a diversificação das aulas podem contribuir para a socialização e convivência pacífica no ambiente escolar.
No Distrito Federal, estado com maior número de ocorrências de bullying do país segundo pesquisa recente do IBGE, o projeto de lei 156/2011 também tramita em análise na Câmara Legislativa. Leis estaduais e municipais contra a prática foram sancionadas no Rio Grande do Sul, Rio de janeiro, Belo Horizonte e São Paulo. Cerca de 35% dos jovens brasilienses, de escolas públicas e privadas, admitiram já ter sofrido ridicularizações no ambiente escolar. Esse número se agrava quando a instituição é privada, com 35,9% das ocorrências, contra 29,5% nas escolas públicas.
Para a educadora Maria do Carmo Soares da Costa, coordenadora disciplinar do Centro Educacional Leonardo da Vinci, o relacionamento dos alunos pode ser fortalecido com o incentivo de gincanas e aulas complementares. Na escola em que trabalha há eventos constantes de confraternização entre os alunos e uma espécie de desafio cultural que concilia a avaliação de trabalho escrito com a apresentação obrigatória de toda a turma em forma de teatro, dança ou música.
“Essas dinâmicas favorecem muito a interação dos alunos. Ele é acolhido porque tem que participar para receber a nota em grupo e individual. Quando esse aluno é envolvido, ele começa a ser aceito. Temos percebido que isso tem dado certo porque é uma oportunidade de inclusão”, diz.
A prevenção do bullying também pode ser feita com a discussão do tema de forma interdisciplinar. No Centro Educacional Leonardo da Vinci, por exemplo, a prevenção ao bullying conta com um circuito de palestras com a participação de pais de alunos que são profissionais da área da saúde e do Direito. A orientadora educacional, Jane Mara Castelo Branco, também da mesma escola, acredita que o envolvimento dos pais com a comunidade escolar é essencial para construir um ambiente saudável para a instituição de ensino. Além disso, todos os funcionários devem ser orientados a perceber e comunicar o isolamento de alunos.
“A gente nota que esses parceiros fazem bem para os alunos e a família tem uma participação importante para ajudar no processo de conscientização. Muitas vezes o bullying começa na própria família, por exemplo, com aquela brincadeira de chamar o filho de baixinho”, diz.
A palestrante e promotora de Justiça Adriana Menezes aborda em suas apresentações a importância da denúncia de agressões com o ato de solidariedade e coragem. Também fala das penalidades as quais quem pratica o bullying está sujeito como medidas protetivas às crianças e medidas socioeducativas aos adolescentes. A promotora reforça que a sociedade como um todo tem o dever de zelar pelo bem estar dos jovens.
"Quando a escola não realiza tarefas como essa, que trabalham no desenvolvimento de prevenção e informação, a responsabilidade do bullying é transferida para os pais que podem responder civilmente pelo dano moral ou material", diz.
As amigas Jéssica Tsai, 15 anos, e Luiza Ribeiro, 14 anos, alunas do 1º ano do Ensino Médio, contam que um dos colegas de classe já sofreu bullying por fazer interrupções freqüentes nas aulas. Mas o problema foi corrigido com o diálogo entre a orientadora educacional e a turma. “A nossa turma é bastante unida e quase isso não acontece. Às vezes a gente faz brincadeira uma com a outra, mas a pessoa que faz bullying, o faz freqüentemente com a intenção de incomodar a pessoa”, explica Luiza.
A psicóloga Ellen Dejanni explica que a participação da escola é fundamental para o acompanhamento do desenvolvimento dos jovens. Ela diz que na maioria das vezes o agressor sofre problemas pessoais e reproduz a violência doméstica por não saber lidar com impulsos e sentimentos que podem gerar a psicopatia.
“Os identificados como alvos e/ou autores apresentam maior probabilidade de desenvolverem doenças mentais e comportamentais, devendo ser considerados como um grupo de maior risco podendo manifestar um diagnóstico como um sujeito com hiperatividade, déficit de atenção, desordem de conduta, depressão, dificuldades de aprendizado, agressividade. Além de todas as demais já citadas, podem no futuro torna-se um psicopata”, explica.
Por Clarice Gulyas
Na tentativa de reduzir os impactos do estresse e da desmotivação nos estudos, escolas investem na arte para estimular o aprendizado e a criatividade dos alunos. Orientadores educacionais e psicólogos afirmam que dinâmicas em grupo e atividades culturais melhoram a autoestima e humanizam o ambiente escolar.
Esse é o caso do jovem Leonardo Soares, 14 anos. Aluno do 9º ano do Ensino Fundamental do Centro Educacional Leonardo da Vinci, ele resolveu investir na música para melhorar o desempenho em sala de aula. Autodidata, ele tocou as primeiras notas de violão com o apoio de vídeos do Youtube e pesquisas na internet. Na escola, teve a oportunidade de conhecer um pouco mais sobre a história da música e conhecer os aspectos teóricos da nova paixão.
“Acho muito interessante ter aulas de música na escola. Além de acalmar, traz boas sensações. Eu adoro. Agora que entrei para uma escola de música quero aprofundar o que aprendo no colégio e aprender técnicas de som”, diz.
O incentivo e a persistência valeram a pena. Hoje, ele já ensaia os acordes do sucesso “Pra Você”, da cantora sertaneja Paula Fernandes. Para Leonardo, o estudo da arte como um todo influencia no modo em que leva a vida. E quando está aborrecido ou sozinho, é o violão quem comanda a situação. “Esse é um estudo que você leva para a vida toda. Quando estou triste ou sozinho pego meu violão e toco. Às vezes com a pressão do colégio e das provas, somente a música me deixa calmo”, desabafa.
A partir da conciliação dos estudos no ensino regular com as aulas de música, Leonardo planeja se apresentar em um dos projetos culturais de sua escola, de forma a integrar com outros alunos e compartilhar experiências. “Eu costumo ir nesses encontros para ver as apresentações, mas quero melhorar o meu máximo antes de me apresentar. E se no futuro eu ficar muito bom, eu entraria para uma banda por prestígio”, diz.
A psicóloga Ellen Dejanni explica que aulas de dança, música e teatro contribuem para despertar a autoconfiança dos alunos, além de proporcionar um ambiente escolar sadio por meio da socialização. Segundo ela, este tipo de interação previne comportamentos ansiosos, depressivos e agressivos como o bullying.
“Nas atividades lúdicas, o que importa não é apenas a atividade em si, mas os momentos de percepção, de conhecimentos, da afetividade para saber lidar com seus sentimentos e o sentimento do outro, noções de limites, regras, das paixões, espírito de liderança e equipe, companheirismo, das emoções, ou seja, por onde transitam medos, sofrimentos, interesses e alegrias”, diz.
A orientadora educacional, Sandra Couto, avalia que a distração do aluno em momentos de lazer e o descanso longe dos livros são essenciais para um estudo eficaz. Além das atividades culturais, o aluno também deve ser motivado por palestras, torneio de esportes, feiras culturais, celebração de datas comemorativas, e oficinas de jogos e literatura.
“Isto aliado a uma boa alimentação e uma boa noite de sono faz com que eles se sintam mais bem preparados psicologicamente e fisicamente para enfrentar o período de provas na escola, o que irá refletir positivamente nos resultados”, diz.
Com espetáculo criativo e diversificado, o grupo performático Laugi, sucesso no Distrito Federal, promete animar cerca de 3 mil jovens do Centro Educacional Leonardo da Vinci em encontro no próximo sábado (6). O objetivo do grupo é influenciar o aprendizado de crianças e adolescentes por meio da música, da dança e da interpretação, com uma proposta musical diferenciada, que vai do soul-funk à MPB, do Axé ao Rock’n Roll.
A psicóloga alerta que haja uma programação saudável para que o excesso de atividades não prejudique os momentos de lazer. “Essas atividades são essenciais para o crescimento e formação de um ser humano, porém não quando em excesso. O exagero ocasiona cansaços fisico e mental que podem gerar o estresse e até mesmo a depressão”, reforça Ellen.
Para o coach Homero Reis, que realiza palestra no próximo sábado (6) para alunos do Centro Educacional Leonardo da Vinci, o excesso de estudo não é o principal vilão que interfere no desempenho escolar do aluno, mas a maneira como o jovem lida com as responsabilidades. O professor universitário afirma que a adaptação do estudante na sociedade moderna é tão importante quanto a interação da educação com as novas tendências de mercado.
“O coaching ajuda a descobrir competências e habilidades no sentido de cada um desenvolver suas próprias atividades. Ele permite e ensina como as pessoas podem sistematizar e desenvolver técnicas próprias a partir da interação do coach com o cliente. O processo de aprendizado é tão distinto como as próprias pessoas. Não existe uma maneira ideal de estudar, assim como não existem pessoas ideais”, diz.
A orientadora educacional, Sandra Couto, ressalta que para o aluno descobrir a forma mais eficiente de estudar é preciso desenvolver primeiro o hábito do estudo. “A partir daí, ele aprende a distribuir as atividades, inclusive, as pessoais. Essa programação é importante para que ele possa traçar metas e prioridades de forma que ele alcance objetivos e se sinta motivado porque com os objetivos atingidos ele passa a estudar com prazer”, diz.
De acordo com Sandra, atitudes como revisar o conteúdo diariamente e priorizar o estudo de temas de maior dificuldade ajudam o aluno a melhorar o rendimento escolar. A educadora também destaca que pausas de pelo menos 15 minutos a cada duas horas são importantes para que o aluno descanse, se alimente ou se distraia com o que gosta. Além disso, as redes sociais devem ser totalmente desconectadas para evitar a interrupção dos estudos.
“Hoje em dia tudo o que é trabalhado ou estudado está na internet, mas o aluno deve se desconectar das redes sociais e cumprir o objetivo com disciplina. Mesmo que eles não estejam acessando nada, eles podem ser interrompidos quando algum contato se comunicar pelo MSN ou pelo Skype, por exemplo”, diz.
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Motivação e liderança
A preocupação com a organização dos estudos é cada vez mais comum com o surgimento das novas tecnologias e constante transformação cultural. Para manter a motivação e a autoestima de crianças e adolescentes, o coach também contribui com técnicas de relacionamento interpessoal que podem ajudar o aluno a superar expectativas e conquistar lideranças. De acordo com Homero, pessoas com maior nível de aprendizagem tendem a reparar melhor as demandas e a se destacarem por isso.
No terceiro ano do Ensino Médio, Ítalo Santos Martins, 17 anos, está confiante para o vestibular. Líder de turma desde o 6º ano do Ensino Fundamental, ele conta que o segredo para encarar novos desafios é fazer aquilo que mais gosta. “Não tenho uma rotina frequente de estudo, mas sempre me esforço para estar acima da média. Quando você gosta de determinada coisa, você aprende a se organizar e acho que isso existe em tudo na vida. Desde pequeno gostei muito de construção e arquitetura e no Ensino Médio acabei gostando mais de química e matemática e acho que juntei tudo e tive interesse pela engenharia”, conta.
Para o vestibulando, a responsabilidade de manter o bom relacionamento entre professores e colegas de classe também contribui para motivar os estudos. “Sempre tem aqueles que têm mais desenvoltura e aqueles que têm mais dificuldade. O líder deve incentivar os que têm mais dificuldade e continuar apoiando os que têm facilidade nos estudos. Também tenho o papel de falar com os alunos que têm problema em casa e fazer uma ponte com a coordenação”, diz.
quinta-feira, 21 de julho de 2011
Violência no comércio do Distrito Federal reduz 7% em um ano
Lojistas e população comemoram a redução da violência nos comércios. Entre janeiro e maio de 2010, o setor registrou 2.483 ocorrências de furtos e roubos. No mesmo período deste ano, esse número diminuiu 7,2% com o registro de 2.304 ocorrências, segundo a Secretaria de Segurança Pública do DF.
O especialista em segurança, Hilário Piola, explica que além de o sistema de segurança, composto por câmeras e alarmes, age como obstáculo que dificulta a ação dos bandidos e também facilita a investigação dos crimes a partir da identificação dos invasores das lojas.
"Além desses instrumentos de proteção, podem ser utilizados acionadores de pânico em situações de emergência que visam prevenir e informar sobre eventual ação à central de monitoramento 24h, que irá verificar imediatamente a possível situação de perigo e acionar os órgãos competentes de segurança", diz.
Segundo Hilário, que é representante de uma rede de empresas de segurança com atuação em 19 Estados, a prevenção por meio da tecnologia está cada vez mais avançada e acessível. De acordo com ele, as vendas de alarmes monitorados cresceram 10% e a instalação de câmeras 15% nos últimos seis meses.
"No comércio, especificamente, onde a grande preocupação gira em torno da proteção dos funcionários, dos consumidores, dos produtos comercializados e do patrimônio, fruto dessa relação, a eficácia do monitoramento pode ser ainda maior com a gravação de imagens pelo computador ou via internet que podem ser acessados pelo celular, ipod, iphone, etc. Os alarmes, sensores de presença, teclados de senhas e sirenes também ajudam a remover o bandido de eventual ação criminosa”, diz.
De acordo com o especialista, cuidados como reforçar fechaduras nas portas e janelas e afixar placas indicativas da proteção do local por sistema de segurança são alguns cuidados que podem ajudar a evitar surpresas desagradáveis.
No Brasil existem atualmente cerca de 710 mil imóveis monitorados por sistemas eletrônicos de alarmes. Só o DF representa aproximadamente 14 mil deste total com a instalação de pelo menos 250 mil câmeras. Enquanto o crescimento do mercado é de 13% no país, o DF supera a média nacional com taxas médias de 15%, de acordo com os dados do Sindicato das Empresas de Sistemas Eletrônicos de Segurança do Distrito Federal (SIESE-DF).
O comerciante Joares Ribeiro dos Santos já teve sua padaria assaltada duas vezes em quatro anos no Varjão. Apesar de ter sido vítima após instalar câmeras de segurança na loja, ele reforça que o investimento traz mais segurança e tranquilidade para trabalhar. “Eu me sinto mais seguro, mas nem tanto. Mas podemos entregar as imagens à polícia para que seja tomada alguma medida”, avalia.
De acordo com o presidente do Sindicato do Comércio Varejista do DF (Sindivarejista), Antônio Augusto Moraes, o reforço policial e o uso de cartões magnéticos pelos consumidores também ajudou a reduzir a violência nos comércios. Além da instalação de equipamentos eletrônicos de segurança, Antônio diz que os comerciantes evitam acumular valores nos caixas e são orientados para saberem reagir em situações perigosas.
"O lojista tem investido na segurança privada para se proteger com tecnologias que vão de câmeras a sinalizadores, para dificultar a ação de marginais. Essa é uma atitude que não só o setor tem tomado. O próprio consumidor tem contribuído ao utilizar cartões de crédito ou de débito. Temos de reconhecer que essa é uma boa notícia para os nossos parceiros. Eu gostaria de parabenizar a Secretaria de Fazenda, a Polícia Civil e a Militar", diz.
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terça-feira, 19 de julho de 2011
Sistema de monitoramento eletrônico começa a funcionar no campus nesta quarta-feira
Por Clarice Gulyas
Na tentativa de reduzir a violência, a Universidade de Brasília (UnB) instalará a partir dessa quarta-feira (20) um sistema de monitoramento eletrônico dentro do campus universitário. De janeiro a junho deste ano, foram registrados na universidade 42 furtos em interior de veículos e 13 ocorrências de roubo de automóveis. Especialista afirma que a eficiência da segurança no campus irá depender da cobertura em todas as áreas, principalmente nas zonas de risco, além da preparação dos vigilantes.
Atualmente a UnB conta com 120 vigilantes permanentes, 120 terceirizados e 400 porteiros trabalhando em diferentes escalas. Aproximadamente 150 agentes fazem rondas no campus a cada turno, segundo a prefeitura da UnB. Agenor afirma que o treinamento frequente desses profissionais também é um investimento importante para evitar a rotina e preparar os vigilantes parar agir em situações de emergência. "Se bem treinados, os vigilantes podem, por exemplo, acionar um botão de pânico em uma situação de risco que irá avisar a empresa de segurança e imediatamente irá deslocar uma viatura até o local e acionar a polícia. Usar a imagem das câmeras em uma situação de invasão pode ajudar na investigação da polícia, mas até descobrir quem foi o bandido, tudo já foi perdido, então se houver a conciliação dos dois recursos é ótimo", avalia.
De acordo com o prefeito da UnB, Paulo César Marques da Silva, a partir desta quarta-feira, o campus começará a operar com 15 câmeras fixas e outras 15 móveis que irão cobrir estacionamentos e os principais acessos da universidade. O investimento, em torno de R$ 1,35 milhões, incluirá monitoramento 24 horas e a montagem de uma sala técnica para controle das imagens. Além disso, os pontos de iluminação foram ampliados e algumas luminárias antigas foram substituídas.
“É preciso lembrar que o nível de segurança dentro do campus não é significativamente diferente do da Asa Norte. O sistema de monitoramento por Circuito Fechado de TV já será um grande avanço, considerando que manteremos um bom canal de comunicação com a polícia. A maior dificuldade ainda continua sendo a concepção arquitetônica e a cultura da UnB, ambas definindo o campus e seus prédios como áreas abertas, inseridos na cidade, com livre circulação de pessoas”, diz Paulo.
Para Thaís Freitas, estudante de Pedagogia da UnB, a criminalidade na universidade só será reduzida com o aumento do número de vigilantes e mais investimento na iluminação. "O campus é muito grande e as câmeras não vão conseguir monitorar as áreas de risco, que são os lugares mais desertos. Eu acho que a solução seria aumentar o número de vigilantes porque fora dos blocos nunca vi ninguém rondando para fazer a segurança. Ano passado uma menina foi estuprada ali por perto e teve outra que roubaram os pneus e as portas do carro em um estacionamento estreito em frente às salas de aula”, conta.
Agenor alerta que a intensificação da segurança na área externa é geralmente ignorada pelas faculdades ao adotarem um sistema de segurança privado. O foco apenas nas áreas de risco, segundo o especialista, é um dos principais erros cometidos em um projeto de segurança mal elaborado. “Essa seria uma falha de planejamento porque essas áreas são perigosas agora, mas daqui a pouco onde não tiver sistema de segurança, vai virar área perigosa. O projeto tem que ser completo e ao mesmo tempo pontual, com estudo da planta de todo o local, principalmente, as entradas e saídas. Se houver algum delito, as saídas devem ser fechadas e a própria circulação de criminosos pode ser evitada com câmeras para captar as placas dos carros que entram por ali”, diz.
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quarta-feira, 13 de julho de 2011
Por Clarice Gulyas
Acidentes aéreos podem gerar indenização ilimitada sem comprovação da responsabilidade civil. Especialista defende aplicação do Código de Defesa do Consumidor na reparação do acidente aéreo que matou aproximadamente 16 passageiros na manhã desta quarta-feira (12) no bairro de Boa Viagem, em Recife. O avião de médio porte de uma companhia regional de aviação caiu e pegou fogo após decolar com destino ao município de Mossoró, Rio Grande do Norte. Segundo o Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (CENIPA), até julho deste ano 41 pessoas morreram em acidentes aeronáuticos no Brasil.
O especialista em Direito Aeronáutico, Sérgio Alonso, explica que a partir da jurisprudência atual do Judiciário e, principalmente, dos tribunais superiores, a empresa aérea pode ser responsabilizada independente do causador da falha cometida no acidente.
"O Código Brasileiro de Aeronáutica estabelece a responsabilidade civil e o pagamento limitado que varia entre 30 mil e 35 mil. Como esse é um valor baixo, a jurisprudência atual, inclusive o Supremo Tribunal Federal (STF) aplica na prática o Código de Defesa do Consumidor, que responsabiliza as transportadoras de forma objetiva e ilimitada", diz.
De acordo com o advogado, o Código de Defesa do Consumidor garante aos familiares das vítimas o recebimento de dois terços do salário de cada passageiro até a data em que a vítima completaria 72 anos, média da expectativa de vida do brasileiro.
"Essa indenização diz respeito aos prejuízos emergentes como pertences e bagagens perdidos, e os lucros cessantes causados pela interrupção das atividades das vítimas. Até cerca de 5 anos atrás essa reparação só seria possível após aguardar a perícia que determinava se a empresa aérea teve culpa grave ou não", explica Sérgio.
Os herdeiros e beneficiários das vítimas também devem ser indenizados por dano moral pelo sofrimento causado com a perda do familiar. Além disso, as empresas aéreas também são obrigadas a pagar o enterro dos passageiros e os gastos eventuais dos familiares durante o processo de reconhecimento das vítimas.
Esse tipo de indenização é pago com valor médio de 200 salários mínimos para cada dependente da vítima do acidente como esposa e filhos. E esse valor pode ser ainda maior quando se tratar de um caso mais grave como a carbonização dos passageiros como aconteceu em Recife, segundo Sérgio Alonso.
"A companhia aérea deve tomar todas as providências possíveis a partir de agora. Nesses casos, as empresas criam uma 'Sala de Crime', onde os familiares das vítimas são reunidos e informados de tudo. A partir do atestado de óbito, essas famílias devem procurar a Justiça para ingressar com a ação e pleitear os seus direitos", alerta.
Outras informações:
Assessoria de Comunicação
Riedel de Figueiredo Advogados Associados
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quinta-feira, 7 de julho de 2011
Colônia de Férias a Cavalo é alternativa saudável para crianças e adolescentes
Por Clarice Gulyas
Na folga dos estudos, crianças e adolescentes de Brasília terão uma opção diferente e saudável para se divertir nessas férias. O Centro Hípico Lago Sul irá realizar na semana do dia 18 ao 29 a XVI Colônia de Férias a Cavalo. O objetivo é aproximar o contato de meninos e meninas entre 3 e 14 anos com a natureza e os animais a partir de brincadeiras e aulas de equitação. Além disso, a criançada poderá participar de atividades como acampamento, campeonato de futebol de sabão, trilha na mata e o concorrido festival de sorvete.
O horário de funcionamento será das 14h às 18h. O valor da inscrição é de R$ 260,00 com lanche e camiseta incluídos. Alunos do Cento Hípico terão desconto e as vagas são limitadas.
Serviço:
Centro Hípico Lago Sul
Endereço: Área de Condomínios Lago Sul - subida da Ponte JK em direção a São Sebastião
Contato: (61) 3367 5345 / 9223 1553
terça-feira, 5 de julho de 2011
Com tudo na piscina da Fit Park!
Método do medalhista olímpico trará acompanhamento individualizado
Por Clarice Gulyas
Foto de Gustavo Borges retirada do site fashiontourbrasil.net
Os pequenos nadadores da Fit Park contarão, a partir de agosto, com o incentivo de um medalhista olímpico da natação na hora de mergulhar. Gustavo Borges irá "cair" com tudo na piscina da Fit Park trazendo mais qualidade para o ensino do esporte com um método pedagógico totalmente diferenciado.
Para facilitar o treinamento e o aprendizado de bebês, crianças e adolescentes, o Método Gustavo Borges consiste na padronização e sistematização das aulas de natação por meio do nivelamento dos alunos, levando em consideração a idade e a habilidade dos baixinhos. O método foi criado em 2004 por profissionais experientes da natação, com base no conhecimento e diversas conquistas acumuladas por Gustavo Borges ao longo dos mais de 20 anos de carreira.
De acordo com César Jerusevicius, responsável pela implantação do método na Fit Park, uma das principais vantagens do novo ensino será o acompanhamento individualizado do aluno por meio de anotações em uma espécie de boletim, que irá destacar a evolução do aprendizado de cada criança, contribuindo para que o professor atenda de forma eficaz às necessidades de cada aluno.
"Essas avaliações servirão para que o professor possa acompanhar melhor a evolução individual da criança e, com isso, os professores poderão programar melhor as aulas e os pais terão um retorno do ensino. Assim como as faixas do judô, cada criança terá uma touca correspondente ao nível e conteúdo específico de acordo com a idade e habilidade no ensino dos quatro nados (borboleta, costas, peito e crawl)", explica.
Ao formar alunos mais bem preparados e profissionais atualizados periodicamente com cursos de reciclagem, a possibilidade de futuros campeões sairem da piscina da Fit Park será ainda maior. "Os talentos são naturais, mas podem ser facilitados porque aprender a nadar da maneira mais adequada poderá contribuir para que algumas crianças se destaquem", incentiva César.
Na mesma faixa etária em que Gustavo Borges deu as primeiras braçadas, os irmãos Beatriz e Bruno, de 10 e 12 anos respectivamente, estão aprendendo a nadar na Fit Park. A mãe, Marta Amat, aprova a iniciativa da academia e acredita que a nova metodologia de ensino irá contribuir para que Bruno melhore a coordenação motora, enquanto Beatriz possa se destacar com o seu estilo próprio de nadar.
“Minha filha tem um estilo para nadar e uma postura na piscina que me surpreende. Eu acho fenomenal vê-la nadar porque ela realmente tem potencial e é toda ‘classuda’. Quem sabe daqui a alguns anos a gente também não possa vê-la nas Olimpíadas, assim como representou, e muito bem, o Gustavo Borges?!”, brinca Marta.
Para a gerente da Fit Park, Angela Andrade, a reformulação da natação da academia é prova do constante investimento nos serviços prestados, além de contribuir com a valorização da equipe profissional. “Estamos sempre antenados no mercado para trabalhar com excelência para nossos clientes. Por isso, buscamos valorizar nossa equipe, mantendo os profissionais sempre motivamos e treinados para que, assim, isso seja refletido positivamente para nossos alunos”, diz.
Fit Park Academia (61) 3368-2001
A prática de atividades físicas espanta a preguiça e garante bem-estar
para a indiana Kanta Sharma
Por Clarice Gulyas
Abrir mão do quentinho embaixo do cobertor para ir à academia ou mesmo sair de casa não é tarefa fácil nesse inverno. A preguiça pode até ter tirado o ânimo de alguns, mas para a aposentada Kanta Sharma é diferente. Com o hábito de praticar exercícios desde a infância, quando jogava tênis e integrava um grupo de escoteiros, ela não deixa de cumprir a rotina de malhação na Fit Park sequer por um dia.
Aos 62 anos de idade, Kanta faz musculação e caminhadas no parque Olhos d'Água. Antes mesmo do sol nascer, ela já está de pé para praticar o que mais gosta: meditação e ioga, filosofias de vida que ensina há pelo menos 45 anos e que contribuem para o tratamento de doenças como a depressão e o estresse.
"A academia para mim é vida, é oxigênio. Ela deveria ser frequentada pelas pessoas até a última respiração", incentiva.
Além de Kanta, o marido e o casal de filhos também marcam presença na academia. Segundo a indiana, que vive no Brasil há mais de 30 anos, a participação da família aliada às atividades de lazer é fundamental para motivar os treinos diários e proporcionar o bem-estar do corpo e da mente.
"Eu não conheço a palavra 'preguiça'. Meu cardiologista pergunta o que faço para ter tanta saúde e meu geriatra diz que vai expor meus exames na parede", brinca a vegetariana Kanta, livre do uso de qualquer tipo de remédio.
A coordenadora do Parque Aquático da Fit Park, Bruna Bacelar, explica que praticar exercícios físicos na terceira idade, principalmente nesta época do ano, traz benefícios indispensáveis para a saúde do idoso como o aumento da resistência imunológica, que contribui para a prevenção de gripes e resfriados. Outra vantagem da atividade física no inverno é a redução da sensação de dores nos músculos e nas articulações muito comuns nesta estação do ano.
“Principalmente por meio da hidroginástica, é possível diminuir a sensação dessas dores com a água morna. A piscina traz bem estar com menor percepção de esforço e ajuda o idoso a suportar o peso do corpo, contribuindo com a flexibilidade, sem falar nos benefícios da socialização desta atividade coletiva que conta com aulas dinâmicas com músicas e estímulos dos professores”, diz.
Fit Park Academia (61) 3368-2001
Por Clarice Gulyas
Foto retirada do blog "oblogdivas"
O clima frio e seco do inverno reforça a importância dos cuidados com a pele. Como a produção de suor diminui nessa época do ano, a pele perde a hidratação natural e, com isto, fica enrijecida, opaca, áspera e com descamação, ou até mesmo apresentar rachaduras e irritações.
A esteticista, Ana Maria Rodrigues, da clínica estética Ana Raja, recomenda o uso de cremes hidratantes e óleos a base de vegetais como a manteiga de carité ou de amêndoa. Banhos muito quentes e prolongados devem ser evitados, principalmente na região do rosto, que fica mais exposto ao frio.
Dependendo do tipo de pele, os efeitos da desidratação podem ser ainda maior. Por isso, o tratamento estético é essencial para manter e proteger a saúde e a beleza até a próxima estação. A clínica estética Ana Raja oferece tratamentos de hidratação facial e corporal, que além de cuidar da pele, reduz a sensação de dores musculares e articulares trazidas pelo frio.
De acordo com Ana Maria, a manutenção ideal para peles muito ressecadas é de pelo menos uma vez por semana, ou a cada quinze dias para as mais oleosas. Ela ressalta que a limpeza de pele antes de uma hidratação é essencial para um tratamento eficaz. "A máscara de colágeno, por exemplo, hidrata e também ameniza as rugas, que até mesmo as mais finas, ficam mais atenuadas nesta época do ano", diz.
Pensando na saúde e no bem-estar de seus clientes, a Ana Raja conta com uma equipe multiprofissional de qualidade e os mais avançados produtos do mercado para o tratamento diferenciado da pele. Com ambientes equipados e salas adaptadas com iluminação especial, músicas calmas e velas aromáticas, a Ana Raja também é o local ideal para descansar e relaxar.
Clínica Ana Raja: (61) 3347-8788
As aulas de natação durante o inverno não só divertem as crianças como melhoram a resistência imunológica e evitam doenças como gripes e resfriados, rinite e asma
Por Clarice Gulyas
O aumento das doenças e alergias respiratórias nesta época do ano é motivo de preocupação para os pais. A mudança brusca de temperatura e a baixa umidade do clima contribuem para a contração de gripes e resfriados, e a proliferação de ácaros, vírus e fungos que agravam os sintomas da rinite e da asma. Com a intenção de proteger os baixinhos do frio, muitos pais suspendem as aulas de natação sem saber que a prática deste esporte é ideal para reforçar o sistema imunológico das crianças, além de prevenir o desencadeamento de crises das alergias.
A alergista e imunologista, Marly Marques da Rocha, da Associação Brasileira de Alergia e Imunopatologia (Asbai), destaca a importância da natação para a umidificação das vias aéreas superiores, no dreno das secreções e para garantir maior resistência imunológica a partir do condicionamento físico da criança e do adolescente.
"A criança que sofre com o processo alérgico tem a orientação médica para prevenir o desencadeamento de crises e isto irá depender se ela sofrer uma inflamação como a faringite e se tiver uma alimentação reforçada em casa. Não é a natação que vai provocar este desencadeamento. Deixar o filho em casa pode até ser pior porque a aglomeração de gente e o ambiente fechado são alguns fatores que contribuem para este desencadeamento", alerta.
A coordenadora do Park Aquático da Fit Park, Bruna Bacelar explica que os praticantes de natação têm mais capacidade de suportar as mudanças climáticas. De acordo com Bruna, o perigo está na má higienização e no uso de cloro nas piscinas. Bruna destaca ainda alguns cuidados que as crianças e, principalmente os bebês, devem ter ao sair da piscina como se secar, se agasalhar bem e evitar banhos quentes.
“A natação ajuda a lubrificar as vias aéreas, expandir os pulmões para melhorar a respiração e aumenta a capacidade de expelir as secreções. Temos um ambiente amplo, fechado e com água aquecida e salinizada que irão evitar que as mucosas fiquem mais irritadas e ressecadas, sem falar que a higienização acontece na pré-entrada com um banho de chuveiro e no lava-pés, que com uma pequena concentração de cloro serve para matar as bactérias”, explica.
Má higiene e poluição agravam alergias e aumento de fungos
As alergias respiratórias geralmente são confundidas com gripes e resfriados pela manifestação assemelhada de espirros, coriza e congestão nasal. Mas ao contrário destas doenças contagiosas e comuns no frio, as alergias são uma espécie de defesa exagerada do organismo contra fatores que geralmente não são agressivos ao ser humano como a poeira.
De acordo com a alergista, Marly Marques da Rocha, a má higiene e a poluição do ambiente também são fatores que agravam as alergias com a proliferação de ácaros e fungos, e favorecem a transmissão de bactérias e vírus, responsáveis pelas infecções respiratórias do nariz, garanta e ouvido.
A especialista recomenda o uso de soro fisiológico no nariz para combater o clima seco e alerta que usar umidificadores, bacias de água ou toalhas molhadas podem desencadear uma crise alérgica. "Os ácaros e os fungos sobrevivem por mais tempo nessas condições, principalmente à noite quando aumenta o frio", adverte.
Fit Park Academia (61) 3368-2001