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quarta-feira, 31 de outubro de 2012

Ajuda financeira do Criança Esperança vai para Ong de Brasília

Por Clarice Gulyas

Com o projeto Irmão Mais Velho, a Ong Aconchego (DF) foi selecionada pela segunda vez para receber o apoio financeiro do programa Criança Esperança, uma iniciativa da Rede Globo em parceria com a UNESCO.  O valor, ainda não divulgado, deverá ser usado no próximo ano exclusivamente para financiar atividades previstas do projeto brasiliense. No dia 4 de dezembro a entidade também irá ser prestigiada no Rio de Janeiro junto com representantes de projetos selecionados anteriormente, como forma de reconhecimento público pelos trabalhos desenvolvidos em prol da luta por melhores condições de vida para crianças, adolescentes e jovens em situação de vulnerabilidade no Brasil.

Ainda emocionada com a notícia recebida nessa terça (30/10), a presidente do Aconchego, Soraya Pereira, afirma que a vitória significa reconhecimento da seriedade e comprometimento do projeto, que funciona em Brasília, com parceria do colégio Leonardo da Vinci. Em 2010, a ong também foi eleita pelo Criança Esperança por meio do projeto Caminhos Para a Adoção, que prepara crianças institucionalizadas e candidatos a pais adotivos para a adoção, além de realizar o acompanhamento assistencial às famílias que participam da adoção tardia (com adoção de crianças maiores de 3 anos de idade). “Isso mostra o quão sério é o trabalho que a gente desenvolve pensando em cumprir o Estatuto da Criança e do Adolescente, que afirma que toda criança tem, sim, o direito ao convívio familiar e comunitário. E pela segunda vez, a gente ganha com um projeto sério, que mostra nossa preocupação em dar uma qualidade de vida e respeito a tantos meninos que hoje estão em uma instituição de acolhimento.”, diz.

Sobre os investimentos para o projeto, Soraya confessa ter muito que fazer, como ampliar a qualidade dos serviços e da equipe técnica da Ong. “Esse é um projeto muito importante porque envolve adolescentes de uma escola de classe média de Brasília, cuidando para que esses meninos tenham um olhar para o futuro. Então, é um projeto que visa uma transformação e visão empreendedora, e trabalhar a importância desses alunos nesse contexto social. Vamos usar esse projeto com foco de trabalhar em cima de capacitar esses meninos para dar e estimular esse afeto e esse respeito para essas crianças, melhorando nossa qualidade e profissionalismo. Queremos uma equipe muito boa e que entenda esse contexto.”, afirma.


Programa  Irmão Mais Velho

O Programa Irmão Mais Velho foi criado em 2008 pelo Grupo de Apoio à Convivência Familiar e Comunitária, o Aconchego, e desenvolve um conjunto de ações direcionadas às crianças e adolescentes em situação de acolhimento institucional no Distrito Federal.

Por meio da participação voluntária de 150 estudantes do ensino médio do Colégio Leonardo da Vinci que realizam atividades previamente planejadas com a equipe técnica da Aconchego em três instituições de acolhimento do DF a cada 15 dias, o projeto visa a convivência comunitária destas crianças e adolescentes através das experiências cotidianas, atividades lúdicas e culturais, suporte educacional e, sobretudo, a troca de afeto entre pessoas de universos sociais e culturais diferenciados, promovendo assim o desenvolvimento mútuo do binômio autonomia– responsabilidade comunitária.


Mais informações: http://www.aconchegodf.org.br/ 


Assessoria de Imprensa (Ong Aconchego)
Clarice Gulyas (61) 8428 0719 / 8177 3832
gulyascomunicacao@gmail.com / claricegulyas@gmail.com 

terça-feira, 30 de outubro de 2012

Oficina de Jogos Biolúdicos nesse SÁBADO (3/11)

Oficina de Jogos Biolúdicos nesse SÁBADO (3/11)


Dando continuidade ao trabalho de popularização da Ciência entre o público infantil, a bióloga brasiliense Nurit Bensusan realiza nesse sábado (3/11) mais uma Oficina de Jogos Biolúdicos. Desta vez, crianças e adolescentes poderão se divertir com a linha de jogos de cartas da Biolúdica (empresa lançada por Nurit em 2010) a partir das 16h, na livraria Cultura do shopping CasaPark. O evento é gratuito e contará ainda com aulas de yoga ministrada por Dayse Rose. Mais informações: www.bioludica.com.br -
Foto: Vivi & Luiz Fotografia 


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Em visibilidade ao Dia Nacional do Livro (29/10), a Biolúdica dá início a promoção “Leia Mais!”. Basta curtir e compartilhar nossa promoção no facebook para concorrer a um exemplar do recém lançado livro-jogo Labirintos – Parques Nacionais! O resultado será divulgado nessa quinta (1°/11), às 14h, na página oficial da Biolúdica. O evento tem como objetivo incentivar a leitura entre o público jovem e ainda despertar a conscientização de crianças e adolescentes para a importância da sustentabilidade.

Assessoria de imprensa:
Clarice Gulyas (61) 8177 3832
claricegulyas@gmail.com

terça-feira, 23 de outubro de 2012

Espelhos nas academias têm função indispensável


Espelhos nas academias têm função indispensável
Ficar de olho no próprio reflexo deixou de ser mera vaidade. Os espelhos nas academias servem para que os atletas de plantão evitem lesões com a prática errada de exercícios


Por Clarice Gulyas

Um dos principais erros cometidos nas academias, principalmente nessa época do ano em que começa a correria pelo corpo perfeito até o verão, é o descuido com a postura. E para evitar lesões com a prática errada de exercícios, o especialista em Musculação e Treinamento de Força, Carlos Fernandes, avisa: "os espelhos não servem apenas para ver se o cabelo está penteado, se a maquiagem está borrada ou se a roupa está combinando".

Além da importância de realizar atividades físicas sob orientação de um profissional, os frequentadores de academias têm a ajuda extra dos espelhos para checar se os movimentos e a postura estão corretos. "Outro fator importante é com a respiração. Muitas pessoas tendem a prender a respiração durante o exercício, voltando a respirar só quando ele executa a série. Para alguns essa apneia, conhecida como manobra de Valsalva, pode gerar um aumento exagerado da pressão interna, o que pode ser perigoso para hipertensos.", adverte Carlos Fernandes.


Sem pressa com os resultados 

Outro erro muito comum praticado dentro e fora das academias, segundo Carlos Fernandes, é em relação à intensidade e o volume dos treinos. De acordo com o professor de educação física, não adianta ultrapassar os limites físicos para atingir resultados de forma rápida. "O volume e a intensidade devem estar inversamente relacionados. Se o treino for muito volumoso, ou seja, com muitos exercícios ou séries, a intensidade, mais representada pela carga, deve ser moderada. Assim, o contrário é verdadeiro: se a carga é alta, o volume deve ser baixo. Muitos iniciantes desrespeitam essa regra, o que pode causar futuras lesões ao invés de alcançar o objetivo desejado com mais rapidez.", afirma Carlos, que destaca que os resultados serão mais fisiológicos do que estéticos neste contexto.


Assessoria de imprensa da Fit Park Academia
Clarice Gulyas (61)  8428 0719 / 8177 3832 
gulyascomunicacao@gmail.com 

segunda-feira, 22 de outubro de 2012

Temas ambientais invadem histórias infantis

Temas ambientais invadem histórias infantis
 
No Dia Nacional do Livro (29/10), bióloga brasiliense Nurit Bensusan é exemplo de sucesso na inclusão de temáticas ambientais nas páginas infanto-juvenis. Além do último livro Labirintos – Parques Nacionais, a autora assinou as obras Rio +20, +21, +22, +23 e Quanto dura um rinoceronte?
 
Por Clarice Gulyas

Com mais de 12 obras que tratam sobre a biodiversidade assinadas, Nurit Bensusan resolveu investir no público infantil para dar continuidade ao seu trabalho de popularização da Ciência. Só esse ano, a mestre em Ecologia e doutora em Educação, lançou três obras infanto-juvenis: Quanto dura um rinoceronte?, Rio +20, +21, +22, +23 (lançado na abertura da Rio +20) e o novíssimo Labirintos – Parques Nacionais. Apostar nas novas gerações significa mudar mentalidades e corações, acredita a especialista.

Em Labirintos – Parques Nacionais, a história de 12 dos principais parques nacionais brasileiros é contada de forma divertida e curiosa em uma espécie de livro-jogo que traz labirintos que estimulam uma viagem inesquecível a paisagens com territórios aquáticos e terrestres, como o Corcovado e a Água Mineral.  Já em Rio +20, +21, +22, +23, a obra alerta a importância de se preservar o meio ambiente não só para as próximas gerações, mas ter desde já uma conscientização diária que garanta essa sustentabilidade. E por falar em preservação, Quanto dura um rinoceronte? levanta questões sobre o desmatamento e a extinção dos animais em uma “resposta biológica” ao poema de Pablo Neruda que traz em seus versos a pergunta “Quanto dura um rinoceronte depois de ser enternecido?”.
 
Segundo Nurit, o discurso ambiental atualmente é onipresente, mas a prática não. Por isso, além de escrever para o público infantil, Bensusan também se dedica a criação de jogos infantis que costuma chamar de "biolúdicos". Nas cartas de Bioquê? (charadas),Tsunami (ameaças ao ambiente marinho), Biobrazuca (conservação dos biomas), e os recém lançados Metamorfus (metamorfose dos animais) e PET, o desafio (trunfo com animais super heróis), as figuras coloridas de animais junto com as ameaças naturais e humanas abordadas nos jogos (como a clonagem, a pesca predatória e a poluição), se tornam fonte de grande quantidade de informações biológicas que são absorvidas de forma natural a cada partida.
 
“A maioria dos livros ou jogos que estão no mercado hoje em dia são chatos ou falhos no sentido de fazer uma reflexão mais profunda sobre o tema. Por exemplo, as crianças têm vários livrinhos que afirmam que desperdiçar água é um problema, só que o que falta é mostrar para elas que muitas das outras coisas têm a ver com o consumo de água, às vezes, até maior, como a produção de produtos eletrônicos (com a lavagem de chips) ou desperdício de manteiga (com gasto de até 17 mil litros de água para 1 quilo do produto)”, afirma a também engenheira florestal que trabalha também com a conservação de áreas protegidas.
 
“A criança aprende que o desperdício está na torneira pingando e não dentro do produto que ela consome e isso faz com que tudo fique mais complicado. Ou seja, a criança não faz a ligação entre as questões ambientais e o consumo, não é levada a refletir sobre as cadeias de produção do que ela deseja e consome. E essa é uma questão que precisa ser atacada, pois só assim haverá possibilidade de mudança.”, explica Nurit.
 

Assista ao video de Nurit Bensusan, onde a escritora conta como começou a se dedicar às obras infantis:http://www.youtube.com/watch?v=tUXFLGCSpA8
 
Assessoria de imprensa da bióloga Nurit Bensusan
Clarice Gulyas (61) 8428 0719 / 8177 3832

domingo, 21 de outubro de 2012

Bazar e brechó com artigos da Índia propõe renovação espiritual

Bazar e brechó com artigos da Índia propõe renovação espiritual

Além de roupas e acessórios da cultura hindu, evento realizado pela juíza que criou o primeiro projeto para a implementação de infraestrutura para o acompanhamento das Penas Alternativas no Brasil conta com dicas de meditação baseadas nos treinamentos do Resort Internacional de Meditação do Osho (localizado em Puna, na Índia)
 

 
Por Clarice Gulyas
 
A inspiração para elaborar a primeira infraestrutura para o acompanhamento das penas alternativas, em especial a prestação de serviços à comunidade, para crimes de menor gravidade, em 1987, contou com forte influência do Oriente para a juíza gaúcha Vera Regina Muller. No próximo sábado e domingo (dias 27 e 28 de outubro), das 10h às 19h, a magistrada irá realizar um bazar no Setor de Mansões do Lago Norte, com artigos trazidos de suas visitas frequentes à Índia, país que mudou sua filosofia de vida e ajudou a propor uma cultura de paz nos ordenamentos jurídicos brasileiros. Roupas seminovas com tamanhos especiais e objetos de decoração também fazem parte do evento, além de muita música e um bate papo descontraído com Vera Muller sobre técnicas de meditação e relaxamento. A entrada é franca, com classificação livre.

Entre saias, batas, bijuterias e saris, roupas marcantes da trajetória da juíza aposentada, ao longo de mais de 20 anos no Judiciário, também fazem parte de um brechó que inclui trajes informais e de cores variadas.  "Desde que conheci o trabalho do Osho (o guru indiano), em 1971, quando as traduções de seus livros chegaram ao Brasil, comecei a interessar-me por meditação, usando-a no dia a dia estressante e também em situações transformadoras,” comenta Vera, que vive desde 2000 em Brasília e atualmente trabalha como professora, advogada e consultora de Projetos para Alternativas Penais e Resolução Pacífica de Conflitos, além de Mediação de Conflitos.
 
 
As roupas e suas histórias

De acordo com Vera, parte das histórias das roupas disponíveis no brechó será contada por ela durante o evento que promete ser ainda uma alternativa de descontração para o final de semana. Sapatos, bolsas, bijuterias, chapéus, saias, vestidos e blusas são outros itens que poderão ser encontrados na ocasião, incluindo objetos de decoração e de coleção, como pratos chineses e vasos de porcelana.

"Tenho desde blusas 'sérias' até as mais extravagantes. Sempre gostei de roupas com cores intensas ou tranqüilas, dependendo da oportunidade, com a textura brasileira de vibração natural e colorida. Precisei aprender a harmonizar a manifestação deste 'personagem' (juíza) e a conviver com ele, no momento certo, num meio contido, mantendo minha integridade. Equilíbrio difícil", conta.
 
 
Celebrando a vida
 
Para Vera Muller, ou Prem Rashnu (que significa senhora do amor verdadeiro), além de economizar no bolso, o encontro significará uma oportunidade de transformação também com a possibilidade de troca de experiências e boas energias.   "No momento desejo transformar o tempo vivido, com a reinvenção de mim mesma, colocando em circulação os terninhos executivos, calças compridas, vestidos de seda, e blusinhas que ainda faziam parte de minha história. Lembro de um terninho cereja que usei no dia da criação da Central Nacional de Acompanhamento das Penas e Medidas Alternativas (Cenapa), no Ministério da Justiça, onde, depois de aposentada, exerci a função de gerente de projetos.", afirma Vera

Também merece destaque a roupa que vestiu quando conheceu pessoalmente o Dalai Lama, em 2009, na Índia, após um Congresso Internacional do Consumidor, onde apresentou um Projeto Brasileiro, de colegas gaúchas sobre o Superendividamento dos Consumidores.  Espaço para o novo é o que interessa, afirma Vera.
 

Serviço:
Bazar e brechó com ítens da Índia, artigos de decoração e antiguidades

Data: 27 e 28 de outubro (sábado e domingo)
Hora: das 10h às 19h
Local: Setor de Mansões do Lago Norte, MI 13. Condomínio Porto Seguro, Rua 3, Lote 8, Casa 2. (próximo à barragem do Paranoá)
Ingresso: entrada franca
Atrações: brechó com roupas semi-novas, objetos de decoração e itens indianos exclusivos; dicas de meditação e bate papo com a juíza Vera Muller.
Mais informações: (61) 9126-1113, 061/33694895 / 9184-8020

Assessoria de imprensa
Clarice Gulyas
(61) 8177 3832 / 8428 0719
gulyascomunicacao@gmail.com e claricegulyas@gmail.com

quinta-feira, 18 de outubro de 2012

Infraero e Centurion Cargo podem ser responsabilizadas pelos prejuízos causados em Viracopos (SP)


Até mesmo a destruição da aeronave que interditou a única pista de pouso e decolagem do aeroporto por 46 horas poderia ser considerada para diminuir as despesas com ações judiciais, diz especialista em Direito Aeronáutico


Por Clarice Gulyas

Após os transtornos causados com a interdição da única pista de pouso e decolagem do Aeroporto Internacional de Viracopos, em Campinas (SP), até esta segunda (16), especialista em Direito Aeronáutico alerta que tanto a empresa aérea quanto a operadora do aeroporto podem ser responsabilizadas judicialmente. O valor das indenizações, segundo Sérgio Alonso, será definido de acordo com os prejuízos sofridos por passageiros, companhias aéreas e embarcadores de cargas. Só a Azul teve quase 500 voos cancelados e mais de 25 mil passageiros afetados por causa do cargueiro MD-11 da Centurion Cargo, que interditou a pista após problema no trem de pouso durante aterrissagem na noite de sábado (13).

De acordo com o Código Brasileiro de Aeronáutica, cabe à empresa aérea retirar o avião de sua companhia que, por consequência de defeito ou acidente, bloquear a pista. No entanto, sem a obrigatoriedade de portar equipamentos como o recovery kit, adequado para a remoção de aviões de grande porte, é a operadora do aeroporto que deve assumir esta responsabilidade. Falha da Infraero também diz respeito à falta de fiscalização da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), critica Sérgio Alonso.

"As empresas são responsáveis diretas pelo incidente, mas como não são obrigadas a ter o equipamento de remoção, quem também deve responder pelos prejuízos causados, principalmente após 10 horas de interdição, é a operadora do aeroporto, que é a Infraero neste caso. Ela (Infraero) não tinha sequer um plano de contingência, ou tinha um plano muito deficiente, já que em outros países, como nos Estados Unidos, isto não duraria mais do que 10 horas para ser resolvido. Ficou clara a incompetência e negligência da estatal, que está às vésperas de atender um público muito maior com a chegada da Copa e das Olimpíadas", avalia.

Com a experiência de ajuizar ações indenizatórias decorrentes de acidentes aéreos ocorridos no Brasil, como o caso da Gol e da TAM, Sérgio Alonso adverte que as companhia aéreas e os demais exploradores de aeronaves que deixaram de usar o aeroporto em função da interdição, poderão acionar tanto a Infraero quanto a Centurion Cargo pelos lucros cessantes provocados e pelos danos emergentes, como gastos de combustíveis extras e pagamento de taxas extras para pouso, decolagem e permanência em outros aeroportos.

"Quem se sentiu prejudicado de alguma forma, deve reivindicar seus direitos na Justiça, tanto com ações contra a empresa aérea quanto da própria Infraero. É preciso que estas pessoas reúnam documentos que comprovem esses prejuízos, como decolagens e pousos não realizados, sem contar os problemas que podem ter havido com cargas vivas e de alto valor agregado que são muito comuns nesse aeroporto.", explica.

Por ser um órgão fiscalizador, Sérgio Alonso critica ainda a Anac pela falta de exigência de um plano de emergência em casos como esse. Segundo ele, até mesmo a destruição da aeronave que interditou a pista do aeroporto de Campinas poderia ser considerada em um plano de contingência eficaz, o que também poderia reduzir as despesas com ações judiciais.

"Cabe à Anac fiscalizar se a Infraero tem esse plano de contingência, ou pelo menos exigir um plano eficaz, porque ter um plano ruim é a mesma coisa do que não ter. Se o equipamento não é obrigatório, as operadoras de aeroportos deveriam apresentar alternativas. Até mesmo a retirada do avião com danificações na aeronave poderia sair mais barato do que o que ela corre de risco ao poder ser acionada judicialmente agora. Até essa hipótese de negociação entre a operadora do aeroporto e a companhia aérea é estudada num plano como esse", afirma Sérgio.


Entrevistas disponíveis por telefone ou pessoalmente, em Brasília, a partir do dia 22 (às 18h) até o dia é o 31

Assessoria de imprensa:
(61) 8177 3832 Clarice Gulyas

quarta-feira, 10 de outubro de 2012

Jogos que combinam meio ambiente e ciência são alternativa para o Dia das Crianças


Jogos que combinam meio ambiente e ciência são alternativa para o Dia das Crianças

Além de tratar da sustentabilidade, os jogos de cartas criados pela bióloga brasiliense Nurit Bensusan educam crianças e adolescentes para o futuro, com base em conhecimentos do cotidiano


Por Clarice Gulyas

Com dois novos jogos lançados nesse último sábado (6/10), a bióloga brasiliense Nurit Bensusan dá continuidade ao trabalho de popularização da ciência por meio da Biolúdica, empresa de jogos criada no final de 2010. Carência de produtos infantis com abordagens profundas em torno da conscientização ambiental inspirou a também autora do livro-jogo Rio +20, +21, +22, +23... , lançado na abertura da Rio + 20, esse ano. Os jogos podem ser encontrados nas livrarias Cultura e no Café Ernesto (115 sul) ou pelo site www.bioludica.com.br

Voltados para crianças a partir dos 7 anos de idade, a linha de jogos da Biolúdica reúne cinco baralhos com diferentes temáticas com um único objetivo: propor interação social entre o público infantil por meio de partidas ou charadas divertidas que exigem conhecimento biológico, raciocínio lógico e estratégia. Além disto, a doutora em Educação e mestre em Ecologia, Nurit Bensusan, tem aproveitado sua experiência como autora de mais de 12 obras com temáticas ambientais para também lançar os livros infantis Quanto dura um rinoceronte? e o novíssimo Labirintos – Parques Nacionais.

Segundo Nurit, o discurso ambiental atualmente é onipresente, mas a prática não. Apostar na nova geração, avalia a especialista, significa mudar mentalidades e corações. Por isso, nas cartas de Bioquê? (charadas),Tsunami (ameaças ao ambiente marinho), Biobrazuca (conservação dos biomas), Metamorfus (metamorfose dos animais), e PET, o desafio (trunfo com animais super heróis), além de figuras coloridas de animais, os jogos trazem ameaças naturais e humanas (como a clonagem, a pesca predatória e a poluição), com grande quantidade de informações biológicas que são absorvidas de forma natural a cada partida.

“A maioria dos jogos que estão no mercado hoje em dia são chatos ou falhos no sentido de fazer uma reflexão mais profunda sobre o tema. Por exemplo, as crianças têm vários livrinhos que afirmam que desperdiçar água é um problema, só que o que falta é mostrar para elas que muitas das outras coisas têm a ver com o consumo de água, às vezes, até maior, como a produção de produtos eletrônicos (com a lavagem de chips) ou desperdício de manteiga (com gasto de até 17 mil litros de água para 1 quilo do produto)”, afirma a também engenheira florestal que trabalha atualmente com a conservação de áreas protegidas.

“A criança aprende que o desperdício está na torneira pingando e não dentro do produto que ela consome e isso faz com que tudo fique mais complicado. Ou seja, a criança não faz a ligação entre as questões ambientais e o consumo, não é levada a refletir sobre as cadeias de produção do que ela deseja e consome. E essa é uma questão que precisa ser atacada, pois só assim haverá possibilidade de mudança.”, explica Nurit.

Para aprender brincando

A especialista em psicopedagogia e coordenadora pedagógica do Colégio Itatiaia, em São Paulo, Giseli Pegoraro, aprova a iniciativa e afirma que o investimento na aquisição de jogos lúdicos tem se tornado cada vez mais frequente nas escolas.

“Há ainda um pouco de resistência por parte dos pais, que acham que as crianças estão indo à escola para brincar, então temos que trabalhar esse conceito e mostrar que elas também estão se desenvolvendo. Um jogo lúdico é muito mais interessante, ainda mais hoje em dia que a acriançada desde pequena utiliza um tablet e um computador. É de pequeno que a gente consegue introduzir os conflitos nas crianças, e percebemos que elas estão bem preocupadas com o meio ambiente“, avalia Giseli, que destaca jogos da memória, dança de bambolês, identificação de formas geométricas, recontação de histórias, e brincadeiras com números como alguns outros exemplos que estimulam o aprendizado.


CONFIRA VIDEO DE LANÇAMENTO DOS ULTIMOS JOGOS DA BIOLUDICA!
http://www.youtube.com/watch?v=FkVlSAZWq_Q




 

Assessoria de imprensa da Biolúdica
Clarice Gulyas (61) 8428 0719 / 8177 3832
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Assessoria de imprensa do Colégio Itatiaia
Lucky Assessoria com Mariana Mascarenhas - Tel.:
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Mais informações do Colégio Itatiaia: (11) 3885-1165 / www.colegioitatiaia.com.br

segunda-feira, 1 de outubro de 2012

Bióloga brasiliense lança jogos infantis sobre os seres vivos


Bióloga brasiliense lança jogos infantis sobre os seres vivos

Próximo do Dia das Crianças, Nurit Bensusan aposta em jogos de cartas com temáticas ambientais para atrair público infantil e contribuir com a popularização da Ciência 


Por Clarice Gulyas

Com a proposta de popularizar a Ciência entre o público infantil, a bióloga brasiliense Nurit Bensusan lança os jogos Metamorfus e PET, o desafio, nesse sábado (6/10), às 16h, no Café Ernesto (115 sul, bloco C).  Com partidas que exigem raciocínio lógico e estratégia, as cartas coloridas com figuras e curiosidades sobre os animais tem um único objetivo:  defender o meio ambiente de ameaças naturais e humanas. A programação conta com aulas de yoga e oficina de jogos, gratuitas, para a criançada. 

A pedido do filho Ariê, 9 anos, que aprende sobre metamorfose dos animais na escola, Nurit Bensusan resolveu criar o Metamorfus. O jogo consiste na construção de diferentes sequências de vida dos animais sob o perigo de intervenções de cartas curingas que, além de divertir, trazem referências culturais, como os trunfos Ambulante (da música Metamorfose Ambulante, de Raul Seixas) e Mutante Samsa (personagem Gregor Samsa, da obra de Kafka). 

"Essa ideia me pareceu super legal porque eu mesma tive experiência de estar com pessoas que não sabem que os bichos fazem metamorfose, ou simplesmente nunca se deram conta que aquela lagarta vira borboleta, ou que a formiga, a mosca e a abelha também fazem metamorfose, além da barata, por exemplo. No jogo, é possível que um ovo de bacalhau, depois de uma metamorfose, dê origem a um bolinho de bacalhau. Ou também pode se transformar em um bicho qualquer, no caso da carta Mutante Samsa, inspirada no personagem de Kafka que se transforma em um inseto gigante", comenta a também escritora Nurit Bensusan, mestre em Ecologia e doutora em Educação.

Animais superpoderosos

Já em PET, o desafio (Protetores da Existência na Terra), os personagens das histórias em quadrinhos do ilustrador Nestablo Ramos ganham vida num combate contra ameaças ambientais e biotecnológicas. “A Biolúdica (empresa de jogos de Nurit Bensusan) foi apresentada ao Nestablo, daí nasceu a oportunidade de fazer um jogo sobre animais super herois  que tem super poderes de defesa e de ataque, com escalas de força assim como as do super trunfo servem para combater ameaças como as clonagens”, explica Nurit.

Segundo a bióloga, que lançou recentemente o livro-jogo Labirintos – Parques Nacionais, a ideia de começar a comercializar jogos com temas ambientais partiu da necessidade de encontrar esse tipo do produto no mercado que, de acordo com ela, são muitas vezes chatos ou falhos ao propor uma reflexão sobre a conscientização ambiental.

“Nas cartas desses jogos, principalmente nas das ameaças, as crianças tem acesso a uma quantidade grande informações biológicas e acabam aprendendo sem se dar conta disso. Por exemplo, temos um conjunto de ameaças ligadas ao tubarão. Como a criança tem que ler a ameaça para saber se ganha ou perde aquela rodada, essas ameaças acabam se tornando fontes de informação”, afirma.


Sobre Nurit Bensusan

Bióloga e engenheira florestal, pós-graduada em História e Filosofia da Ciência pela Universidade Hebraica de Jerusalém, mestre em Ecologia e doutora em Educação pela Universidade de Brasília. É autora do blog Nosso Planeta, do jornal O Globo ( http://oglobo.globo.com/blogs/nossoplaneta ), uma de suas plataformas de popularização da ciência, e criadora da Biolúdica ( http://www.bioludica.com.br ), oficina de jogos com temas biológicos voltada para crianças e adolescentes. Participa também do coletivo de ideias Biotrix ( www.biotrix.com.br ). Com mais de 12 livros publicados, entre eles Biodiversidade: é para comer, vestir ou passar no cabelo; Meio Ambiente: e eu com isso?; Quanto dura um rinoceronte?, e Rio + 20, +21, +22, +23 (editora Peirópolis), foi responsável pela área de biodiversidade e coordenadora de políticas públicas do WWF Brasil, coordenadora de biodiversidade no Instituto Socioambiental e coordenadora do núcleo de gestão do conhecimento do Instituto Internacional de Educação do Brasil.



Serviço:
Lançamento dos jogos Metamorfus e PET, o desafio
Data:  6 de outubro (sábado)
Hora: 16h
Local: Café Ernesto (115 sul, bloco C, loja 14)
Ingresso: entrada franca
Atrações: sessão de autógrafos, aulas de yoga e oficina de jogos de cartas sobre os seres vivos da Biolúdica, empresa lançada por Nurit Bensusan como iniciativa de popularizar a ciência 
Mais informações: www.bioludica.com.br


Assessoria de imprensa da Biolúdica
Clarice Gulyas (61) 8428 0719 / 8177 3832
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