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terça-feira, 1 de setembro de 2026

Briga no TSE: Tiago Társis enfrenta Michelle e Bia Kicis na disputa pelo Senado

 


Candidato aponta divergências entre documentos partidários e solicita apuração sobre a composição da chapa que reúne Michelle Bolsonaro e Bia Kicis

O candidato ao Senado pelo Distrito Federal Tiago Társis apresentou à Justiça Eleitoral 03 (três) Notícia-Crime e Representação Criminal Eleitoral na qual pede investigação sobre possíveis irregularidades em atas do Partido Liberal (PL) relacionadas à formação da coligação majoritária para a disputa do Senado nas eleições de 2026.

A representação questiona principalmente informações registradas em atas atribuídas a uma reunião da Executiva Estadual do PL realizada em 5 de agosto, 12 de agosto e 14 de agosto de 2026 . Segundo o documento, haveria divergências entre as atas do PL e as deliberações de outros partidos apontados como integrantes da coligação.

Entre os partidos citados estão PRTB, Democratas e Democracia Cristã (DC).

Divergências entre atas

De acordo com a representação, uma das atas do PL registra o PRTB como integrante da coligação majoritária. O documento apresentado por Tiago, entretanto, mostra que a ata de convenção do próprio PRTB, realizada em 5 de agosto, registrou decisão de não integrar coligação majoritária para o Senado e de lançar candidatura própria.

A representação também questiona a inclusão do Democratas na coligação. Segundo Tiago, documentos do partido indicariam que a formalização de sua participação teria ocorrido posteriormente à data registrada nas atas do PL.

Situação semelhante é apontada em relação ao Democracia Cristã (DC). A representação afirma que uma ata do partido referente a reunião de 5 de agosto registrava posição de neutralidade em relação à disputa pelo Senado, enquanto documentos posteriores teriam formalizado apoio às candidaturas do PL.

Para Tiago, as divergências precisam ser esclarecidas para verificar se os documentos apresentados à Justiça Eleitoral correspondem às decisões efetivamente tomadas pelos partidos.

Quatro versões de ata são questionadas, todas as posteriores a convenção.

Outro ponto apresentado na representação é a existência de duas versões da ata executiva estadual do PL referente à reunião de 5 de agosto.

Segundo o documento, ambas registram a reunião como realizada em 5 de agosto, às 20h30, mas apresentam informações distintas nos registros eletrônicos relacionados ao envio e aos metadados dos arquivos.

A representação também questiona a ausência de assinaturas visíveis nas listas de presença e solicita a apuração da efetiva participação dos integrantes relacionados na ata.

Para verificar as circunstâncias, Tiago pede, entre outras diligências, a análise de imagens de câmeras de segurança da sede do PL, registros eletrônicos, investigação telefônica e telemática além de documentos da Câmara Legislativa do Distrito Federal e a preservação das publicações em redes sociais.

O candidato também solicita perícia técnica nos arquivos e registros relacionados ao sistema eleitoral e interrogatório dos supostos participantes das reuniões.

Pedido de investigação

A representação pede a abertura de procedimento investigatório ou a requisição de inquérito policial eleitoral para apurar se houve eventual inserção de informações falsas em documentos utilizados para fins eleitorais.

Entre as medidas solicitadas estão a tomada de depoimentos dos responsáveis pelas atas e das pessoas relacionadas como participantes da reunião, além da preservação de conteúdos digitais indicados como possíveis elementos de prova.

Tiago também solicita, em caráter de urgência, que sejam suspensos benefícios eleitorais decorrentes da coligação questionada, incluindo recursos do Fundo Especial de Financiamento de Campanha e tempo de propaganda, até que a regularidade dos atos seja esclarecida.

A representação pede ainda que, caso as irregularidades sejam comprovadas, sejam adotadas as medidas eleitorais e criminais previstas em lei.

Candidato diz fazer campanha sem recursos de grupos políticos, sem fundo eleitoral, sem tempo de rádio e TV, sem empresários apoiando ou qualquer tipo de grupo organizado.

A iniciativa ocorre em uma campanha que o jovem brasiliense se 39 anos se apresenta como uma candidatura de renovação política e independência em relação a estruturas tradicionais de poder.

Segundo o candidato, sua campanha é realizada sem investidores, sem financiamento de grupos políticos e sem apoio de políticos tradicionais, tendo como principal instrumento o contato direto com a população seja na rodoviária e em eventos de candidatos amigos pessoais.

Tiago afirma que sua candidatura está baseada na defesa de uma renovação política que exige coragem para enfrentar estruturas do sistema e disposição para responsabilizar quem comete irregularidades, independentemente de posição política.

Ao mesmo tempo, o candidato afirma que pretende manter uma campanha aberta ao diálogo, com disposição para conversar, ouvir demandas e compreender os problemas apresentados pela população para resolver os problemas seja com quais governantes sejam eleitos.

A estratégia combina, segundo ele, fiscalização das instituições e participação direta do eleitor no debate sobre os problemas do Distrito Federal e soberania do Brasil.

Denúncia ainda depende de apuração

A representação apresentada por Tiago Társis não comprova, por si só, a ocorrência de fraude ou falsidade ideológica. As irregularidades descritas são alegações submetidas à apreciação da Justiça Eleitoral e dependem de investigação e análise das provas.

O ponto central do pedido é esclarecer se as atas utilizadas no processo eleitoral correspondem às reuniões realizadas, se é que foram realizadas, às decisões efetivamente tomadas pelos partidos e à composição real da coligação nas datas e locais registrados nos documentos.

Caso a investigação confirme irregularidades, caberá à Justiça Eleitoral e às autoridades competentes definir as consequências jurídicas e eleitorais.

A representação, portanto, coloca sob questionamento a regularidade documental da coligação e pede que a Justiça Eleitoral esclareça os fatos antes que as alegações sejam tratadas como comprovadas.

Em caso de comprovação das denuncia as penalidades vão de indeferimento das candidaturas, cancelamento das candidaturas e atos das reuniões, cancelamento dos votos atribuídos as candidaturas, desarranjo da composição de coligação para candidatura isolada e até punições penais com condenação criminal dos envolvidos, além da não utilização do Fundo Especial de Financiamento de Campanha.

quinta-feira, 27 de agosto de 2026

Sem família, sem documentos e sem desistir: locutor Elisson Franklin é candidato a deputado distrital

 


Pastor evangélico, radialista e trabalhador autônomo. Locutor quer transformar demandas da população em projetos de lei em defesa dos mais pobres e necessitados


Antes de se tornar conhecido pelos ouvintes como "O Comunicador Alegria" da Rádio Brasília FM, Elisson Franklin de Lima enfrentou uma realidade marcada por desafios que começaram ainda na infância. Criado em abrigo para crianças e adolescentes até completar 18 anos, e enfrentando dificuldades até mesmo para comprovar sua própria identidade, ele agora pretende transformar a experiência de vida em atuação política.

Radialista, pastor evangélico, motorista e serralheiro nas horas vagas, Elisson é pela primeira vez candidato a deputado distrital nas eleições de 2026 pelo Democracia Cristã. Sua principal proposta é levar para a Câmara Legislativa as demandas que escuta diariamente da população.

A história que o levou até esse momento, porém, começou muito antes dos microfones. Nascido em Goiânia,  Franklin passou a infância em instituições de acolhimento, convivendo com crianças que, assim como ele, enfrentavam a ausência de uma estrutura familiar e a insegurança sobre o próprio futuro.

Já na vida adulta, precisou lidar com outro obstáculo incomum: problemas relacionados ao seu registro civil. Um erro envolvendo a identificação de outra pessoa com o mesmo nome na certidão de nascimento feita pelo orfanato gerou dificuldades burocráticas que o deixaram por anos sem documentação. E por isso, precisou, inclusive, trocar seu próprio nome.

A experiência, segundo ele, revelou na prática as dificuldades enfrentadas por milhares de brasileiros diante da burocracia e desamparo estatal.

"Quando a pessoa perde seus documentos ou enfrenta problemas no registro, ela percebe como fica vulnerável. Eu vivi isso e sei o quanto pode ser difícil conseguir resolver questões que deveriam ser simples", afirma.

Foi no rádio que Elisson encontrou espaço para construir uma relação próxima com a população. Com passagens por diversas rádios comunitárias e emissoras gospel do Distrito Federal, como Brasilia FM, Rádio Redentor AM e Rádio Sara Brasil FM, tornou-se conhecido por abrir espaço não só para orações e entretenimento, mas para denúncias, reclamações e reivindicações dos moradores das regiões administrativas.

O contato diário com essas demandas foi o que despertou o interesse pela vida pública.

"Durante anos ouvi pessoas falando sobre problemas na saúde, na educação, na assistência social e em serviços básicos. Chegou o momento de tentar ajudar de outra forma, levando essas demandas para dentro do Legislativo", diz.

Assistência social como prioridade

Entre as principais bandeiras defendidas pelo candidato está o fortalecimento da assistência social.

A proposta tem relação direta com sua própria trajetória. Elisson defende maior atenção a casas de acolhimento, orfanatos, creches e instituições que atendem crianças e famílias em situação de vulnerabilidade.

"Quem cresceu em abrigo conhece uma realidade que muitas vezes passa despercebida. Quero trabalhar para que essas crianças tenham mais oportunidades e mais apoio do poder público", afirma.

Conservador sem discurso de divisão

Embora se identifique como conservador e tenha forte atuação religiosa, Elisson afirma que sua atuação política não será direcionada apenas a um segmento específico da população.

Segundo ele, o compromisso é atender qualquer cidadão, independentemente de religião, partido político, origem ou posicionamento ideológico.

"Meu papel não é perguntar em quem a pessoa vota, qual igreja frequenta ou qual é sua opinião política. Meu papel é ajudar quem precisa e buscar soluções para os problemas da população", enfatiza.

Mandato participativo

Caso seja eleito, Elisson promete adotar um modelo de mandato participativo, com diálogo permanente com moradores do DF e com transparência da aplicação dos recursos públicos.

Dentre as prioridades também estão a melhoria dos serviços básicos de saúde e educação, e a ampliação de programas voltados para crianças, idosos e também proteção animal.

Para ele, a política precisa recuperar a confiança da população por meio da escuta e da presença constante nas comunidades.

"A minha história me ensinou que ninguém vence sozinho. Quero ser uma ponte entre as pessoas e o poder público. Escutar, trabalhar e buscar soluções será sempre o meu compromisso", conclui.


Conheca Elisson Franklin:
Instagram: @Elisson_Franklin

Regis Machado quer levar a fiscalização do TCU para a Câmara Legislativa

 


Candidato do Novo também possui experiência da Controladoria-Geral da União (CGU) e foi integrante do movimento Câmara Mais Barata, que reuniu mais de 25 mil assinaturas para ação popular em combate aos privilégios na CLDF

O auditor federal do Tribunal de Contas da União (TCU), Regis Machado é uma das apostas do Novo para a disputa de uma das 24 vagas de deputado distrital. Com mais de 20 anos de experiência profissional à frente do TCU, ele apresenta uma plataforma voltada principalmente à fiscalização dos gastos públicos, combate aos privilégios e redução de impostos.

Regis Machado ficou conhecido por participar ativamente de iniciativas de educação política e controle social, como os movimentos Câmara Mais Barata, Mude a Política, e Olho nas Emendas. Em 2018, ajudou a reunir mais de 25 mil assinaturas para um projeto de iniciativa popular que buscava aumentar a transparência e reduzir privilégios na Câmara Legislativa.

Dentre as principais propostas do candidato, estão também a simplificação de tributos, redução de alíquotas e revisão de benefícios fiscais; apoio ao pequeno negócio por meio da ampliação de incentivos tributários e acesso ao crédito. Regis promete ainda desburocratizar os serviços públicos com o uso da tecnologia, principalmente nas áreas de saúde, educação e segurança.

"Trabalho com a convicção de que a boa gestão é o melhor caminho para a justiça social. Defendo a liberdade para quem produz e a transparência absoluta no serviço público, para que os resultados cheguem de verdade à nossa comunidade.", afirma.

“Investir na juventude também é investir no futuro do Distrito Federal. Quero ampliar o acesso ao esporte, recuperar espaços públicos de lazer e garantir que crianças e jovens tenham oportunidades de ocupar seu tempo com atividades saudáveis, convivência e desenvolvimento. O esporte pode transformar vidas e também é uma ferramenta importante de prevenção à violência”, acrescenta.

Regis Machado ocupa o cargo de presidente da Associação dos Servidores do Tribunal de Contas da União (ASTCU) e é vice-presidente do Instituto de Fiscalização e Controle (IFC). Pai de Romeo, de 7 anos, e morador da Asa Sul, ele escolheu o Partido Novo por se posicionar contra o uso de recursos públicos para o financiamento de campanhas eleitorais e buscar uma atuação independente, sem compromissos com interesses políticos que possam interferir em suas decisões e propostas.

Saiba mais:
Instagram: @regismachado.df 

sábado, 25 de julho de 2026

Dos bastidores da política à vida pública: Tiago Társis aposta em candidatura ao Senado pelo Agir no DF

Por Clarice Gulyas

Após mais de duas décadas atuando nos bastidores de campanhas eleitorais, o estrategista político Tiago Társis decidiu assumir o protagonismo na disputa por uma vaga no Senado Federal. Aos 39 anos, o gestor de Marketing, consultor politico, agricultor e microempresário representa o Partido Agir nas eleições do Distrito Federal, marcando sua estreia como candidato.

Em entrevista ao g1, Tiago Társis afirmou que sua intenção inicial era disputar um cargo eletivo apenas em 2030. No entanto, ele afirma que optou por antecipar a candidatura pela falta de discussões técnicas dentre os candidatos ao Senado. Ele defende uma atuação voltada à fiscalização e ao debate de temas quem têm recebido pouca atenção dos candidatos ao cargo.

Como exemplo, ele destaca a importante de temas como o aproveitamento das terras raras, a eletrificação da frota de veículos e o fortalecimento dos mecanismos de controle e fiscalização da administração pública. 

Cristao, casado e pai de primeira viagem, Társis afirma que não fará comícios e irá abrir mão dos recursos do fundo partidário, investindo nas redes sociais como principal canal de contato com os eleitores durante o período oficial de propaganda eleitoral. 

Caso seja eleito, ele devera dividir o mandato com o primeiro suplente da chapa, o policial militar Clayton Feliciano, permanecendo no Senado apenas por quatro anos. De acordo com o partido Agir, a legenda pretende participar da eleição sem formar coligações, de forma independente.


Foto: Tiago Tarsis / arquivo pessoal

segunda-feira, 13 de julho de 2026

Avança a regularização da Nova Jerusalém, em Samambaia


GDF prepara levantamento socioeconômico que vai mapear as famílias. Procedimento é fundamental para que a Justiça dê andamento no processo fundiário


Nos próximos dias a Comunidade de Nova Jerusalém, em Samambaia, recebe a selagem. O procedimento, a ser realizado pela Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes), serve para mapear socioeconomicamente as famílias que moram na região. A importância dessa ação se dá pelo fato de significar um passo fundamental para o processo de regularização fundiária do assentamento que, atualmente, abriga cerca de 800 famílias, em sua maioria, em situação de vulnerabilidade.

De acordo com o líder comunitário responsável pela interlocução com o poder público Fábio Mota Dias, a equipe da Sedes já entrou em contato para que a mobilização local comece e os moradores fiquem cientes de que profissionais do GDF vão bater à porta de cada um deles em breve. “Essa gestão acolheu nossa demanda e abraçou nossa causa. A secretária Giselle Ferreira e a governadora Celina Leão foram muito solícitas e sensíveis à necessidade de uma segurança jurídica para nossa comunidade. Gestores anteriores não tiveram a mesma sensibilidade, mas agora a nossa voz foi ouvida”, comemora.

De acordo com a liderança, foram poucos dias desde o encontro com a nova gestão do GDF até a esperada ligação da Sedes para início da selagem.

Além de acelerar o processo de regularização, esse procedimento evita a expansão da ocupação e freia a especulação imobiliária. “A Justiça também é sensível ao nosso pleito e com a realização da selagem vai encaminhar muito a questão judicial”, explica Fábio Mota.

Entenda

A ocupação do local conhecido por Nova Jerusalém, em Samambaia, começou em 2017. Em 2019, houve uma sentença de reintegração de posse de área particular, mas o assentamento já avançava para área pública. 

Em 2020, com a instalação global da pandemia da covid-19, todas as reintegrações foram prorrogadas. Com o controle da doença, em 2022, a Justiça aderiu à Portaria 828, que impede reintegrações de posse sem prévio levantamento das famílias estabelecidas no local e estabelece a necessidade de um acordo entre as partes, exatamente o caso das famílias de Nova Jerusalém.

“Já estamos cuidando dessa regularização dando o primeiro passo junto à Sedes, por meio da secretária Giselle, mas vamos continuar acompanhando de perto essa demanda”, enfatizou a governadora Celina Leão durante o Arraiá do Instituto Reciclando o Futuro, na semana passada.


Assessoria de imprensa

quarta-feira, 29 de abril de 2026

Projeto Criar transforma vidas com oficinas culturais gratuitas e fortalece comunidades no DF

 Cultura, inclusão e oportunidades: iniciativa aposta na formação artística como ferramenta de transformação social

Com oficinas gratuitas e foco no desenvolvimento humano, o Projeto Criar já transforma a vida de diversos participantes, impactando positivamente a comunidade e fortalecendo o sentimento de pertencimento nas regiões atendidas.

O acesso à cultura como instrumento de transformação social tem ganhado cada vez mais força no Distrito Federal. Um exemplo disso é o Projeto Criar, iniciativa que vem promovendo formação artística e inclusão por meio de oficinas culturais totalmente gratuitas.

Voltado para jovens e moradores das comunidades, o projeto oferece atividades como cenografia, percussão e produção cultural, proporcionando aprendizado prático e estimulando o desenvolvimento de habilidades criativas, técnicas e sociais.

Formação cultural e oportunidades

Mais do que ensinar técnicas, o Projeto Criar se consolida como um espaço de desenvolvimento pessoal e coletivo. As oficinas incentivam o trabalho em equipe, a valorização da cultura brasileira e o fortalecimento da identidade dos participantes.

A proposta também amplia horizontes, apresentando possibilidades de atuação no setor cultural e criativo, além de incentivar o protagonismo social.

Impacto nas comunidades

Com alcance crescente, o projeto já impacta diretamente centenas de participantes, promovendo acesso democrático à cultura e contribuindo para a formação de novos agentes culturais.

A presença do projeto nas regiões atendidas fortalece vínculos comunitários e cria oportunidades reais de desenvolvimento, especialmente para jovens em situação de vulnerabilidade social.

Voz da coordenação

De acordo com a coordenadora Geral Karla Vinhas do projeto, o impacto vai além da formação artística:

“Por meio do social, fortalecemos vínculos, ampliamos oportunidades e capacitamos pessoas para que se reconheçam como pertencentes aos seus territórios e contribuam ativamente para o desenvolvimento das suas comunidades.”

Cultura como ferramenta de transformação

Com apoio do Ministério da Cultura e do Governo Federal, o Projeto Criar reafirma a importância de políticas públicas voltadas ao acesso à cultura.

A iniciativa demonstra, na prática, como a arte pode ser uma poderosa ferramenta de transformação social, promovendo inclusão, conhecimento e novas perspectivas de futuro.

quarta-feira, 4 de março de 2026

Presas no Brasil nos anos 90, Gloria Trevi e Mary Boquitas dividem palco nos EUA após 30 anos

 

 

Caso envolvendo as cantoras mexicanas causou polemica sobre extradicao, estupro na Papuda e uso sem concentimento de placenta para teste de DNA


Após 30 anos afastadas, Gloria Trevi (58 anos) e Raquenel (ex-Mary Boquitas, 54 anos) voltaram a cantar juntas no ultimo dia 28 em um show realizado no BMO Stadium, em Los Angeles, nos Estados Unidos. O reencontro aconteceu durante a comemoração do aniversário de Gloria e surpreendeu o público, que não esperava ver as duas artistas dividindo o palco novamente.

As mexicanas cantaram juntas a música “En medio de la tempestad”, composta por Gloria Trevi quando esteve no Hospital Regional da Asa Norte (HRAN), quando se internou para dar a luz ao seu primeiro filho Angel Gabriel. No palco, elas trocaram abraços e agradeceram o apoio dos fãs, que reagiram com emoção. O momento rapidamente repercutiu nas redes sociais do mundo inteiro.

As duas fizeram parte do grupo “Boquitas Pintadas” e estiveram ligadas ao chamado “clã” de Sergio Andrade, com quem viveram um período polêmico nos anos 1990. Em 2000, elas foram presas no Brasil, no estado do Rio de Janeiro, acusadas de crimes como rapto e corrupção de menores. A prisao delas, junto com o ex-empresario Sergio Andrade, inclui passagem polemica por Brasília, envolvendo extradicao, estupro na Papuda e uso sem concentimento de placenta de Gloria Trevi para teste de DNA.

Em 2004, ambas foram absolvidas e reconhecidas pela Justiça como vítimas de Sergio Andrade. O reencontro marcou não apenas uma celebração de aniversário, mas também um capítulo simbólico na história das duas artistas, que retomaram suas vidas e suas carreiras com muito sucesso.

 

https://youtu.be/YXqUkDc7BPM?si=wfIvimtrMDJOM0At 

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Por Clarice Gulyas
Foto: Reproducao da internet