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quinta-feira, 8 de junho de 2017

Clara Arreguy lança dois novos títulos na 33ª Feira do Livro de Brasília

Clara Arreguy lança dois novos títulos na 33ª Feira do Livro de Brasília

Com sensibilidade perspicaz, autora apresenta romance adolescente na ditadura e a demência pela ótica de uma criança. Noite de autógrafos será no dia 17, às 18h, no Pátio Brasil





Jornalista, escritora e editora de Brasília, Clara Arreguy lançará, no dia 17 de junho, as obras "1974" e "A Vovó Fala Tudo Errado", da Outubro Edições, na 33ª Feira do Livro de Brasília. Autora também participará de contação de história para o público infantil no dia 19 e de debate sobre a literatura juvenil no dia 20. O evento é promovido pela Câmara do Livro do Distrito Federal e ocorrerá na área externa do shopping Pátio Brasil entre os dias 16 e 25 de junho, das 10h às 22h, com entrada franca.

O romance "1974" destina-se a jovens e adultos e conta a história de uma menina de 14 anos que, durante a ditadura militar no Brasil, vive os dramas e as alegrias típicos da idade, enquanto acompanha os acontecimentos políticos, esportivos e sociais daquele ano marcante. 

"A Kakala, personagem principal deste livro, tem muito a ver com certa juventude que está efervescendo no Brasil de hoje porque, novamente, vemos os jovens se interessando pela política e pela vida do país. Por estar passando por tantas mudanças como as daquele tempo, a juventude de hoje, de certa forma, dialoga com aquela de 40 anos atrás", comenta a mineira.

Já o título "A Vovó Fala Tudo Errado", segundo livro infantil de Clara Arreguy, trata do delicado tema do esquecimento na velhice. A obra conta com ilustrações em aquarela do premiado artista plástico Walter Lara, finalista por duas vezes no Prêmio Jabuti. O ilustrador mineiro destaca o carinho especial por obras infantis e fala do respeito e admiração em trabalhar pela primeira vez com Clara Arreguy.

"Eu gosto muito de livro infantil por acreditar que ele dá mais possibilidades de ilustração e também por despertar as primeiras emoções da criança. Esse convite foi muito bom porque, além de a Clara ser uma grande amiga, o texto dela é muito interessante. Nessa obra, ela fala do esquecimento com uma sutileza muito grande e bonita. E eu, da forma que entendi o texto, procurei fazer uma ilustração descontraída e leve", comenta o artista, que costuma envolver animais em suas ilustrações infantis como forma de aproximar a criança do universo natural.

Clara Arreguy

Clara Arreguy atuou como repórter, crítica, cronista e editora em 30 anos de jornalismo. Trabalhou nos jornais Estado de Minas, de Belo Horizonte, e Correio Braziliense, de Brasília, além da Veja Brasília, onde assinou crônicas nos dois anos em que a revista circulou. Foi também editora e redatora em assessorias de comunicação de empresas e governos, até criar a Outubro Edições, que publica livros de sua autoria e de outros escritores de Brasília, Minas e São Paulo. Em menos de dois anos de atuação, a editora independente já produziu 19 títulos em vários gêneros, como romances, contos, crônicas, reportagens e literatura infanto-juvenil.

Com "1974" e "A Vovó Fala Tudo Errado", Clara Arreguy chega a 13 livros publicados, numa carreira iniciada em 2005 com "Segunda divisão" (Editora Lamparina) e "Fafich" (Conceito Comunicação). Vieram depois os romances "Tempo seco" (Geração Editorial), "Rádio Beatles" e "Siga as setas amarelas", os volumes de crônicas "Catraca inoperante" e "O planeta das flores amarelas" e o infantil "Oit Labina" (todos pela Outubro), o livro de contos "Sonhos olímpicos" (Editora Franco) e o romance "Dia de Sol em Tempo de Chuva" (Chiado Editora). 

Desde 2012, Clara Arreguy integra o Instituto Cultural Casa de Autores, de Brasília, do qual agora é vice-presidente.

Serviço
Lançamento de 1974 e A Vovó Fala Tudo Errado, de Clara Arreguy / Outubro Edições
Data: dia 17 de junho (sábado)
Hora: 18h
Local: estande da distribuidora de livros Arco-Íris / área externa do Pátio Brasil (W3 Sul)
Preço: R$ 35 cada título, R$ 60 os dois
Informações: (61) 99115-8485 / clarreguy59@gmail.com
Funcionamento da Feira do Livro: de 16 a 25 de junho, das 10h às 22h

Participações na Feira do Livro:
Dia 19, às 11h, contação de história com Clara Arreguy e seu livro infantil "Oit Labina"
Dia 20, às 19h, mesa-redonda com Clara Arreguy sobre literatura juvenil


Fotos da autora e capas dos livros (alta e baixa resolução) / via Wetransfer
Crédito das fotos da autora: Paulo de Araújo


Vídeos:

A Vovó Fala Tudo Errado - por Clara Arreguy
https://youtu.be/L7nhZM5R4SM



1974 - por Clara Arreguy
https://youtu.be/iFL4jF95FVk



Clara Arreguy convida para a 33ª Feira do Livro de Brasília
https://www.youtube.com/watch?v=wTg-kbxw3us






Assessoria de Imprensa:
Clarice Gulyas

(61) 98177-3832 TIM/ Whatsapp
claricegulyas@gmail.com (Gtalk)
Registro profissional: 9520 - DRT/DF





sexta-feira, 12 de maio de 2017

CNTA irá denunciar BRF a entidades internacionais

CNTA irá denunciar BRF a entidades internacionais

Indústria alimentícia alvo da operação Carne Fraca, da Polícia Federal, se recusa a pagar PLR aos trabalhadores e ameaça categoria usando o Judiciário, através de interditos proibitórios para impedir manifestações





A Confederação Nacional dos Trabalhadores nas Indústrias de Alimentação e Afins (CNTA Afins) se coloca a disposição da categoria para, conjuntamente com os sindicatos filiados, ingressar na Justiça contra a BRF pelo pagamento da Participação nos Lucros e Resultados (PLR) aos trabalhadores que cumpriram as metas de trabalho em 2016. Ao alegar crise econômica, a empresa distribuiu ações "fraudulentas" para frear manifestações e será denunciada pela CNTA a entidades internacionais, como Organização Internacional do Trabalho (OIT) e Organização Mundial do Comércio (OMC). Decisão foi tomada durante encontro jurídico nacional da categoria nessa terça (9/5), em Brasília (DF).

Os trabalhadores da BRF aguardam desde março pelo recebimento da PLR referente ao ano de 2016. O comunicado da empresa, de que não irá pagar o benefício sob alegação de prejuízo e "não obrigação" revoltou a categoria, que chegou a fazer duas manifestações em protestos contra a BRF em São Paulo (SP) no mês de março.

A advogada da CNTA, Sueli Yoko Taira, afirma que este argumento é desconstruído a partir de levantamentos do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (DIEESE), que apontam que apesar dos lucros inferiores em 2016, a receita líquida da empresa totalizou 4,8% a mais do que em 2015. Segundo ela, a promessa do pagamento da PLR e o cumprimento das metas pelos trabalhadores configuram a obrigação da execução do acordo feito.

"Como a BRF é uma empresa de capital aberto, ela é obrigada a publicar sua movimentação financeira que, inclusive, foi avaliada pela nossa subseção do DIEESE. E o que nós vemos é que não houve prejuízo e, ainda que tivesse, a empresa é quem assume o risco do negócio e não o trabalhador. E o que houve foi um lucro menor do que o esperado por eles, com direito a uma participação astronômica para os acionistas.", explica Yoko Taira, que critica a falta de diálogo da BRF com as entidades sindicais.

Denúncia internacional

De acordo com a CNTA, a BRF tem adotado práticas antissindicais, tanto pela unilateralidade de suas decisões, quanto por meio de ações judiciais de proteção preventiva de posse (interditos proibitórios) contra a entidade. A CNTA classifica estas medidas judiciais como “inadequadas”, uma vez que tanto a confederação, como sindicatos e federações exercem direitos e deveres constitucionalmente garantidos na defesa dos interesses dos trabalhadores que representam.

"Com essas ações, a BRF alega que os sindicatos querem invadir a empresa para tentar receber uma coisa que não seria devida. Essa é uma atitude totalmente antissindical e que, de uma empresa desse porte, não podemos admitir. Esta postura viola não só a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), como a Constituição Federal, os Acordos Coletivos de Trabalho (ACT), e Convenções da OIT ratificadas pelo Brasil. Isto significa que a BRF está indo a juízo buscar um amparo judicial para uma fraude de lei e uma fraude de direitos sociais em beneficio de lucro próprio.", avalia a advogada.

O presidente da CNTA, Artur Bueno de Camargo, afirma que as manifestações irão continuar, sem descartar a possibilidade de paralisações das principais unidades da empresa no País. Segundo ele, a CNTA irá recorrer à OIT e à OMC nos próximos dias para denunciar as práticas antissindicais da BRF, que deverão ser combatidas a nível global com o apoio da União Internacional dos Trabalhadores nas Indústrias de Alimentação (UITA).

O evento jurídico da CNTA reuniu aproximadamente 70 pessoas, entre advogados e lideranças sindicais, e também votou pelo ingresso de Ações Diretas de Inconstitucionalidade, em momento a definir, contra a terceirização e as reformas trabalhista e previdenciária, caso estas sejam aprovadas. Também ficou decidido que qualquer ponto das reformas que venha a ser aplicado pelas empresas, os sindicatos deverão ingressar na Vara do Trabalho e alegar prejuízo aos trabalhadores e inconstitucionalidade das leis.

“Evidentemente que iremos continuar nossa luta para que estas reformas sejam rejeitadas no Senado, mas caso sejam aprovadas, estamos preparados para ingressar na Justiça. Esse evento trouxe, além de conhecimentos jurídicos, um norte para que as entidades sindicais possam atuar dentro de seus Estados e municípios”, comenta.



Fotos: evento da CNTA / Brasília

Pesquisa do DIEESE sobre lucro da BRF:

CEO da BRF diz que não vai pagar PLR:

CNTA rebate vídeo de CEO da BRF sobre PLR:



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quinta-feira, 20 de abril de 2017

Curso: aprenda a preparar alimentos veganos e sem lactose para bebês

Curso: aprenda a preparar alimentos veganos e sem lactose para bebês

Evento no Pátio Brasil Shopping oferece dicas, orientação profissional e receitas saborosas, saudáveis e práticas com nutricionista e chef de cozinha 



Alergia alimentar mais comum na infância, a Alergia à Proteína do Leite de Vaca (APLV) pode causar danos ao intestino, à pele e ao sistema respiratório dos bebês. Para estimular a prevenção às reações à proteína presente em diversos alimentos, a pediatra Fabiana Mendes promove no dia 4 de maio, o curso Introdução Alimentar Para Bebês Que Têm APLV, em parceria com o restaurante Tempero Meu, no Pátio Brasil Shopping. O investimento é de R$ 300,00, com desconto especial para grupos de inscritos. As inscrições vão até o dia 2 de maio, com vagas limitadas.

Opções alimentares, práticas e saudáveis, como papinhas, iogurte caseiro sem leite e bolinho de mandioca com queijo vegano são algumas das receitas que prometem diversificar o cardápio infantil. Tudo isto com a participação da nutricionista Joana Lucyk e da chef de cozinha Flavia Gois. Segundo a médica pediatra Fabiana Mendes, que está à frente do projeto Bem Pediátrico nas mídias sociais, "o diferencial do curso é apresentar receitas e orientações específicas sobre a alergia, como a diferença entre a APLV e a intolerância à lactose, por exemplo, além de dicas práticas para uma alimentação melhor e sem riscos". 

Serviço:
Data: 04/05/2017
Horário: 8h30 às 12h30
Local: Espaço Tempero Meu / Pátio Brasil Shopping
Inscrições: contato@temperomeu.com.br
Investimento: R$ 300,00 (com descontos especiais para grupos de inscritos)
Informações: (61) 99933-2034 / (61) 3244-2034

O que são os alimentos APLV?



Conheça mais o projeto Bem Pediátrico:
Youtube: Bem Pediátrico


Assessoria de Imprensa
Camila Almeida
Dreams Comunicações
(21) 3579-9650 / (21) 97950-5868
camila.dreamscomunicacoes@gmail.com

Trabalhadores da BRF recorrerão à Justiça por PLR

Trabalhadores da BRF recorrerão à Justiça por PLR

Indústria alvo da operação Carne Fraca da Polícia Federal se nega a pagar PLR referente 
às metas cumpridas em 2016 e se recusa a negociar com a categoria



Advogados das entidades sindicais representantes dos 110 mil trabalhadores da BRF no Brasil irão se reunir no dia 9 de maio, em Brasília (DF), para discutir estratégias jurídicas em busca do pagamento da Participação nos Lucros e Resultados (PLR). O evento será realizado pela Confederação Nacional dos Trabalhadores nas Indústrias de Alimentação e Afins (CNTA Afins), que protagonizou duas manifestações contra a indústria de alimentos em São Paulo no mês de março. Os impactos da terceirização e das reformas trabalhista e previdenciária também serão abordados no encontro, assim como o custeio das entidades sindicais e conflitos de representações.

Dona das marcas Sadia, Perdigão e Qualy, a BRF comunicou, no início de março, que não irá pagar a PLR aos trabalhadores sob a alegação de prejuízos causados por falhas de gestão e “cenário (econômico) difícil” no ano de 2016. Em vídeo, o CEO da empresa, Pedro Faria, afirmou que a "PLR não é uma obrigação da companhia para com seus funcionários", e assumiu "integralmente a responsabilidade por esses resultados, como o líder maior da organização".

No entanto, um levantamento recente do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (DIEESE), aponta que a receita líquida da BRF, em 2016, totalizou R$ 33,7 bilhões, 4,8% a mais do que em 2015.  O presidente da CNTA, Artur Bueno de Camargo, critica a resistência da empresa, que ingressou recentemente com quatro ações de proteção preventiva de posse (interditos proibitórios) na Justiça contra a CNTA.

“Temos exemplos de sobra sobre a falta de diálogo, como quando a BRF também se recusou a dialogar com representantes sindicais mesmo durante uma greve de trabalhadores do Paraná, no ano passado. Lamentamos termos de enfrentar tamanha resistência, até porque, principalmente, na atual circunstância, nós entendemos que é através do diálogo que podemos construir alternativas que possam atender as necessidades dos trabalhadores.”, comenta.

Serviço:
Data: 9 de maio de 2017
Horário: 15h
Local: Hotel Nacional / Brasília (DF)
Endereço: Setor Hoteleiro Sul, quadra 01, bloco A
Mais informações: (61) 3242-6171

Assista ao vídeo de pronunciamento da CNTA:
https://youtu.be/1UgH4QGwJt0

Confira o levantamento do DIEESE:
http://tinyurl.com/hdmjkd7

Entenda o caso:

http://tinyurl.com/js5vmhl

Assessora de imprensa da CNTA Afins
Clarice Gulyas
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quarta-feira, 5 de abril de 2017

CNTA cobra fiscalização das condições de trabalho nos frigoríficos e garantia de emprego


CNTA cobra fiscalização das condições de trabalho nos frigoríficos
e garantia de emprego
 
Para a entidade, crédito de mais de R$ 1 bilhão concedido pelo governo aos frigoríficos
deve ser condicionado à manutenção dos empregos e práticas de responsabilidade social. Setor lidera ranking de acidentes de trabalho na categoria da Alimentação
 

 
 
A Confederação Nacional dos Trabalhadores nas Indústrias de Alimentação e Afins (CNTA Afins) acaba de oficializar a reivindicação da categoria pela garantia dos empregos dos trabalhadores do setor frigorífico por pelo menos seis meses. Os documentos foram protocolados nessa terça e quarta (4 e 5 de abril) no Ministério do Trabalho e na Confederação Nacional da Indústria. Representante de cerca de 400 mil trabalhadores nas indústrias frigoríficas do País (110 mil da BRF e 130 mil da JBS), a CNTA também cobra o empenho do governo para a fiscalização das condições de trabalho em todas as unidades, principalmente, nas empresas dos grupos investigados pela operação Carne Fraca, da Polícia Federal.
 
O presidente da CNTA, Artur Bueno de Camargo, avalia com desconfiança o esforço do governo na defesa do setor, após escândalos de corrupção e fraudes de alimentos. Segundo ele, a disposição do governo chega a impressionar, principalmente, quando o assunto envolve produtos de exportação, que gerou, inclusive, a tentativa de desqualificação da Polícia Federal.
 
Para a entidade, a concessão de aproximadamente R$ 1,4 bilhão aos frigoríficos deveria envolver compromissos do setor com a categoria profissional. Por outro lado, apesar de anunciar uma possível perda de R$ 1,5 bilhão (quando a estimativa para o ano era de 15 bilhões), associações das empresas do setor apontam que os prejuízos são menores, em torno de 136 milhões de dólares, incluindo os impactos externo e interno, com uma queda de 19%, segundo o Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços.
 
“Não somos contra a intervenção do governo na defesa dos produtos brasileiros, mas gostaríamos que houvesse essa mesma disposição na defesa do emprego, segurança e saúde dos trabalhadores, especialmente, dos que trabalham em frigoríficos, que são submetidos diariamente a ritmos acelerados de trabalho e esforços repetitivos, expostos a ambientes mórbidos, com baixíssimas temperaturas e muitas vezes tóxicos, com vazamentos de amônia, por exemplo.”, comenta.
 
“Acreditamos ser pertinente o governo, depois de tanta proteção ao setor, exigir uma garantia de emprego a todos os trabalhadores em frigoríficos, principalmente, os que tiveram de entrar em férias coletivas, seja por motivo da unidade ter sofrido intervenção ou queda de produção, mesmo porque o governo também tem ações nos dois maiores grupos de frigoríficos investigados. Portanto, todos precisam arcar com os seus deveres de responsabilidade social. Cobramos também fiscalização e o cumprimento de fato da Norma Regulamentadora nº 36 do Ministério do Trabalho, que ainda é desrespeitada em grande parte das empresas”, defende Bueno, que destaca a aplicação de R$ 14,3 bilhões do BNDES no setor entre 2005 e 2014.
 
Em audiência pública do Senado Federal sobre os impactos da operação Carne Fraca, realizada no último dia 28, a confederação cobrou punição de "corruptos e corruptores" e alertou sobre a possibilidade do aumento de acidentes de trabalho em meio às ameaças de demissões. Na categoria da Alimentação, o setor que lidera o número de acidentes de trabalho é o de frigoríficos. Segundo levantamento do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (DIEESE), entre 2012 e 2014, o número de acidentes de trabalho cresceu de 18.226 em 2012 para 19.821 em 2014 (alta de 8,7%).
 
Ofícios e fotos do presidente da CNTA:
 
 
 
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quarta-feira, 29 de março de 2017

Carne Fraca: CNTA propõe plano de manutenção de empregos para trabalhadores do setor frigorífico

Carne Fraca: CNTA propõe plano de manutenção de empregos
para trabalhadores do setor frigorífico
 
Em audiência pública do Senado Federal, confederação cobrou punição de "corruptos e corruptores" e alertou sobre a possibilidade do aumento de acidentes de trabalho
em meio às ameaças de demissões
 
 
 
A Confederação Nacional dos Trabalhadores nas Indústrias de Alimentação e Afins (CNTA Afins) participou nessa terça (28/3) de audiência pública sobre os impactos da operação Carne Fraca, realizada pela Comissão de Direitos Humanos no Senado Federal. Na ocasião, a entidade que representa 400 mil trabalhadores do setor no País, sendo 110 mil da BRF (Sadia e Perdigão) e 130 mil da JBS (Seara e Friboi), apoiou as investigações da polícia federal e propôs a criação de uma parceria público-privada para a manutenção dos empregos. Segundo o Ministério da Agricultura, aproximadamente 6 milhões de empregos estão ameaçados atualmente em toda a cadeia produtiva do setor.
 
Diretor da CNTA, Darci Pires da Rocha, afirmou que é preciso punir "corruptos e corruptores" e denunciou as más condições de trabalho em grande parte das empresas, mesmo após a criação de uma norma regulamentadora específica para o setor, que estabeleceu exigências mais rigorosas sobre a saúde e a segurança em frigoríficos. A NR 36 do Ministério do Trabalho está em vigor desde 2013 e, no entanto, irregularidades, como ritmo excessivo de trabalho e descumprimento de pausas para descanso e recuperação térmica ainda são praticadas por alguns frigoríficos, sobretudo, os grandes grupos.
 
"As empresas desse setor são altamente beneficiadas por incentivos e isenções fiscais, principalmente, apoiadas pelo BNDES, que tem sido parceiro dessas empresas e, inclusive, sócio de algumas. E ainda há os incentivos estaduais, como o programa Agregar RS, que também beneficia esse setor e ajuda os empresários.", ressalta Darci, ao cobrar maior compromisso com as condições de trabalho.
 
"As demissões estão na cabeça dos trabalhadores. E a pressão  é muito grande nesse momento. Esses mesmos trabalhadores são submetidos a extensas jornadas de trabalho, ritmos elevados de trabalho, pressões de chefias, e exposições a ambientes frios, mórbidos e de muitos acidentes de trabalho. Com essa apreensão, é evidente que isto pode aumentar dentro das empresas por conta da insegurança que os trabalhadores passam nesse momento.", alerta.
 
O sindicalista foi um dos grandes incentivadores e participantes de uma força-tarefa inédita de adequação das condições de trabalho nos frigoríficos do Rio Grande do Sul, em prática desde 2014 pelo Ministério Público do Trabalho, Ministério do Trabalho, sindicatos locais e CNTA. Na categoria da Alimentação, o setor que lidera o número de acidentes de trabalho é o de frigoríficos. Entre 2012 e 2014, o número de acidentes de trabalho cresceu de 18.226 em 2012 para 19.821 em 2014 (alta de 8,7%).
 
“Viemos propor que seja garantido, no mínimo, seis meses de emprego para os trabalhadores do setor durante essa travessia atual, já que os trabalhadores não têm nenhuma responsabilidade com esta crise. São eles que produzem e fazem a riqueza desse setor. Se algum trabalhador, em algum momento, teve de cumprir tarefas que desabonam a conduta de um cidadão brasileiro, destaco que eles são subordinados à empresa” , defende a CNTA.

Confira, na íntegra, pronunciamento da CNTA
 

 
 
 
 

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Férias coletivas da JBS e audiência pública Carne Fraca

NOTA OFICIAL DA CNTA SOBRE AS FÉRIAS COLETIVAS NA JBS
 

  
A Confederação Nacional dos Trabalhadores nas Indústrias de Alimentação e Afins (CNTA), representante dos 130 mil trabalhadores da JBS, vem a público manifestar sua preocupação com o grande número de férias coletivas concedidas por esta empresa aos seus trabalhadores sem a garantia da manutenção do emprego quanto ao retorno às atividades.
 
A CNTA, enquanto participante da audiência pública sobre os impactos da operação Carne Fraca, realizada nessa terça (28/3), na Comissão de Direitos Humanos do Senado Federal, apresentou uma proposta de criação de um compromisso público-privado pela manutenção dos empregos no setor, com pelo menos seis meses de duração.
 
Entendemos que o trabalhador não pode pagar pelas consequências de atos que não foram cometidos por eles e que o governo deve intervir junto aos frigoríficos, principalmente, aqueles ligados aos grupos JBS, que foram financiados com verba pública e, inclusive, contam com participação acionária do BNDES. Portanto, cobramos o compromisso e o cumprimento da responsabilidade social pelo governo e pelas chamadas "campeãs nacionais".
 

Estamos atentos a qualquer tentativa de ameaça de demissões e preparados para contestar e cobrar, por meio de manifestações, ações judiciais e denúncias internacionais, as responsabilidades das empresas e do governo.
 
 
 
 
 
 
Carne Fraca: CNTA propõe plano de manutenção de empregos
para trabalhadores do setor frigorífico
 
Em audiência pública do Senado Federal, confederação cobrou punição de "corruptos e corruptores" e alertou sobre a possibilidade do aumento de acidentes de trabalho
em meio às ameaças de demissões
 
 
A Confederação Nacional dos Trabalhadores nas Indústrias de Alimentação e Afins (CNTA Afins) participou nessa terça (28/3) de audiência pública sobre os impactos da operação Carne Fraca, realizada pela Comissão de Direitos Humanos no Senado Federal. Na ocasião, a entidade que representa 400 mil trabalhadores do setor no País, sendo 110 mil da BRF (Sadia e Perdigão) e 130 mil da JBS (Seara e Friboi), apoiou as investigações da polícia federal e propôs a criação de uma parceria público-privada para a manutenção dos empregos. Segundo o Ministério da Agricultura, aproximadamente 6 milhões de empregos estão ameaçados atualmente em toda a cadeia produtiva do setor.
 
Diretor da CNTA, Darci Pires da Rocha, afirmou que é preciso punir "corruptos e corruptores" e denunciou as más condições de trabalho em grande parte das empresas, mesmo após a criação de uma norma regulamentadora específica para o setor, que estabeleceu exigências mais rigorosas sobre a saúde e a segurança em frigoríficos. A NR 36 do Ministério do Trabalho está em vigor desde 2013 e, no entanto, irregularidades, como ritmo excessivo de trabalho e descumprimento de pausas para descanso e recuperação térmica ainda são praticadas por alguns frigoríficos, sobretudo, os grandes grupos.
 
"As empresas desse setor são altamente beneficiadas por incentivos e isenções fiscais, principalmente, apoiadas pelo BNDES, que tem sido parceiro dessas empresas e, inclusive, sócio de algumas. E ainda há os incentivos estaduais, como o programa Agregar RS, que também beneficia esse setor e ajuda os empresários.", ressalta Darci, ao cobrar maior compromisso com as condições de trabalho.
 
"As demissões estão na cabeça dos trabalhadores. E a pressão  é muito grande nesse momento. Esses mesmos trabalhadores são submetidos a extensas jornadas de trabalho, ritmos elevados de trabalho, pressões de chefias, e exposições a ambientes frios, mórbidos e de muitos acidentes de trabalho. Com essa apreensão, é evidente que isto pode aumentar dentro das empresas por conta da insegurança que os trabalhadores passam nesse momento.", alerta.
 
O sindicalista foi um dos grandes incentivadores e participantes de uma força-tarefa inédita de adequação das condições de trabalho nos frigoríficos do Rio Grande do Sul, em prática desde 2014 pelo Ministério Público do Trabalho, Ministério do Trabalho, sindicatos locais e CNTA. Na categoria da Alimentação, o setor que lidera o número de acidentes de trabalho é o de frigoríficos. Entre 2012 e 2014, o número de acidentes de trabalho cresceu de 18.226 em 2012 para 19.821 em 2014 (alta de 8,7%).
 
“Viemos propor que seja garantido, no mínimo, seis meses de emprego para os trabalhadores do setor durante essa travessia atual, já que os trabalhadores não têm nenhuma responsabilidade com esta crise. São eles que produzem e fazem a riqueza desse setor. Se algum trabalhador, em algum momento, teve de cumprir tarefas que desabonam a conduta de um cidadão brasileiro, destaco que eles são subordinados à empresa” , defende a CNTA.
 
 
Confira, na íntegra, pronunciamento da CNTA
 

 




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