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sábado, 25 de julho de 2026

Dos bastidores da política à vida pública: Tiago Társis aposta em candidatura ao Senado pelo Agir no DF

Por Clarice Gulyas

Após mais de duas décadas atuando nos bastidores de campanhas eleitorais, o estrategista político Tiago Társis decidiu assumir o protagonismo na disputa por uma vaga no Senado Federal. Aos 39 anos, o gestor de Marketing, consultor politico, agricultor e microempresário representa o Partido Agir nas eleições do Distrito Federal, marcando sua estreia como candidato.

Em entrevista ao g1, Tiago Társis afirmou que sua intenção inicial era disputar um cargo eletivo apenas em 2030. No entanto, ele afirma que optou por antecipar a candidatura pela falta de discussões técnicas dentre os candidatos ao Senado. Ele defende uma atuação voltada à fiscalização e ao debate de temas quem têm recebido pouca atenção dos candidatos ao cargo.

Como exemplo, ele destaca a importante de temas como o aproveitamento das terras raras, a eletrificação da frota de veículos e o fortalecimento dos mecanismos de controle e fiscalização da administração pública. 

Cristao, casado e pai de primeira viagem, Társis afirma que não fará comícios e irá abrir mão dos recursos do fundo partidário, investindo nas redes sociais como principal canal de contato com os eleitores durante o período oficial de propaganda eleitoral. 

Caso seja eleito, ele devera dividir o mandato com o primeiro suplente da chapa, o policial militar Clayton Feliciano, permanecendo no Senado apenas por quatro anos. De acordo com o partido Agir, a legenda pretende participar da eleição sem formar coligações, de forma independente.


Foto: Tiago Tarsis / arquivo pessoal

segunda-feira, 13 de julho de 2026

Avança a regularização da Nova Jerusalém, em Samambaia


GDF prepara levantamento socioeconômico que vai mapear as famílias. Procedimento é fundamental para que a Justiça dê andamento no processo fundiário


Nos próximos dias a Comunidade de Nova Jerusalém, em Samambaia, recebe a selagem. O procedimento, a ser realizado pela Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes), serve para mapear socioeconomicamente as famílias que moram na região. A importância dessa ação se dá pelo fato de significar um passo fundamental para o processo de regularização fundiária do assentamento que, atualmente, abriga cerca de 800 famílias, em sua maioria, em situação de vulnerabilidade.

De acordo com o líder comunitário responsável pela interlocução com o poder público Fábio Mota Dias, a equipe da Sedes já entrou em contato para que a mobilização local comece e os moradores fiquem cientes de que profissionais do GDF vão bater à porta de cada um deles em breve. “Essa gestão acolheu nossa demanda e abraçou nossa causa. A secretária Giselle Ferreira e a governadora Celina Leão foram muito solícitas e sensíveis à necessidade de uma segurança jurídica para nossa comunidade. Gestores anteriores não tiveram a mesma sensibilidade, mas agora a nossa voz foi ouvida”, comemora.

De acordo com a liderança, foram poucos dias desde o encontro com a nova gestão do GDF até a esperada ligação da Sedes para início da selagem.

Além de acelerar o processo de regularização, esse procedimento evita a expansão da ocupação e freia a especulação imobiliária. “A Justiça também é sensível ao nosso pleito e com a realização da selagem vai encaminhar muito a questão judicial”, explica Fábio Mota.

Entenda

A ocupação do local conhecido por Nova Jerusalém, em Samambaia, começou em 2017. Em 2019, houve uma sentença de reintegração de posse de área particular, mas o assentamento já avançava para área pública. 

Em 2020, com a instalação global da pandemia da covid-19, todas as reintegrações foram prorrogadas. Com o controle da doença, em 2022, a Justiça aderiu à Portaria 828, que impede reintegrações de posse sem prévio levantamento das famílias estabelecidas no local e estabelece a necessidade de um acordo entre as partes, exatamente o caso das famílias de Nova Jerusalém.

“Já estamos cuidando dessa regularização dando o primeiro passo junto à Sedes, por meio da secretária Giselle, mas vamos continuar acompanhando de perto essa demanda”, enfatizou a governadora Celina Leão durante o Arraiá do Instituto Reciclando o Futuro, na semana passada.


Assessoria de imprensa

quarta-feira, 29 de abril de 2026

Projeto Criar transforma vidas com oficinas culturais gratuitas e fortalece comunidades no DF

 Cultura, inclusão e oportunidades: iniciativa aposta na formação artística como ferramenta de transformação social

Com oficinas gratuitas e foco no desenvolvimento humano, o Projeto Criar já transforma a vida de diversos participantes, impactando positivamente a comunidade e fortalecendo o sentimento de pertencimento nas regiões atendidas.

O acesso à cultura como instrumento de transformação social tem ganhado cada vez mais força no Distrito Federal. Um exemplo disso é o Projeto Criar, iniciativa que vem promovendo formação artística e inclusão por meio de oficinas culturais totalmente gratuitas.

Voltado para jovens e moradores das comunidades, o projeto oferece atividades como cenografia, percussão e produção cultural, proporcionando aprendizado prático e estimulando o desenvolvimento de habilidades criativas, técnicas e sociais.

Formação cultural e oportunidades

Mais do que ensinar técnicas, o Projeto Criar se consolida como um espaço de desenvolvimento pessoal e coletivo. As oficinas incentivam o trabalho em equipe, a valorização da cultura brasileira e o fortalecimento da identidade dos participantes.

A proposta também amplia horizontes, apresentando possibilidades de atuação no setor cultural e criativo, além de incentivar o protagonismo social.

Impacto nas comunidades

Com alcance crescente, o projeto já impacta diretamente centenas de participantes, promovendo acesso democrático à cultura e contribuindo para a formação de novos agentes culturais.

A presença do projeto nas regiões atendidas fortalece vínculos comunitários e cria oportunidades reais de desenvolvimento, especialmente para jovens em situação de vulnerabilidade social.

Voz da coordenação

De acordo com a coordenadora Geral Karla Vinhas do projeto, o impacto vai além da formação artística:

“Por meio do social, fortalecemos vínculos, ampliamos oportunidades e capacitamos pessoas para que se reconheçam como pertencentes aos seus territórios e contribuam ativamente para o desenvolvimento das suas comunidades.”

Cultura como ferramenta de transformação

Com apoio do Ministério da Cultura e do Governo Federal, o Projeto Criar reafirma a importância de políticas públicas voltadas ao acesso à cultura.

A iniciativa demonstra, na prática, como a arte pode ser uma poderosa ferramenta de transformação social, promovendo inclusão, conhecimento e novas perspectivas de futuro.

quarta-feira, 4 de março de 2026

Presas no Brasil nos anos 90, Gloria Trevi e Mary Boquitas dividem palco nos EUA após 30 anos

 

 

Caso envolvendo as cantoras mexicanas causou polemica sobre extradicao, estupro na Papuda e uso sem concentimento de placenta para teste de DNA


Após 30 anos afastadas, Gloria Trevi (58 anos) e Raquenel (ex-Mary Boquitas, 54 anos) voltaram a cantar juntas no ultimo dia 28 em um show realizado no BMO Stadium, em Los Angeles, nos Estados Unidos. O reencontro aconteceu durante a comemoração do aniversário de Gloria e surpreendeu o público, que não esperava ver as duas artistas dividindo o palco novamente.

As mexicanas cantaram juntas a música “En medio de la tempestad”, composta por Gloria Trevi quando esteve no Hospital Regional da Asa Norte (HRAN), quando se internou para dar a luz ao seu primeiro filho Angel Gabriel. No palco, elas trocaram abraços e agradeceram o apoio dos fãs, que reagiram com emoção. O momento rapidamente repercutiu nas redes sociais do mundo inteiro.

As duas fizeram parte do grupo “Boquitas Pintadas” e estiveram ligadas ao chamado “clã” de Sergio Andrade, com quem viveram um período polêmico nos anos 1990. Em 2000, elas foram presas no Brasil, no estado do Rio de Janeiro, acusadas de crimes como rapto e corrupção de menores. A prisao delas, junto com o ex-empresario Sergio Andrade, inclui passagem polemica por Brasília, envolvendo extradicao, estupro na Papuda e uso sem concentimento de placenta de Gloria Trevi para teste de DNA.

Em 2004, ambas foram absolvidas e reconhecidas pela Justiça como vítimas de Sergio Andrade. O reencontro marcou não apenas uma celebração de aniversário, mas também um capítulo simbólico na história das duas artistas, que retomaram suas vidas e suas carreiras com muito sucesso.

 

https://youtu.be/YXqUkDc7BPM?si=wfIvimtrMDJOM0At 

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Por Clarice Gulyas
Foto: Reproducao da internet 

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2026

Professora de Prática Jurídica da dicas valiosas para a 2ª fase da OAB

 

                                                         Foto: Professora Cris por Terrana

Advogada e autora do ebook "Prática Cível Fácil" afirma que "técnica e repetição inteligente" fazem a diferença para a tão sonhada aprovação do exame

Futuros advogados de todo o Brasil se preparam para a concorrida prova da Ordem dos Advogados. Maior responsável pelo número de reprovações, a segunda fase (Prático-Profissional) está prevista para o dia 22 de fevereiro. A advogada e professora Cristiane Gulyas Piquet, autora do ebook "Prática Cível Fácil" e do canal "Oficina de Petições", no Youtube, nos dá algumas dicas exclusivas para a elaboração de peças processuais e questões discursivas.

"Se você vai fazer a 2ª fase da OAB em Direito do Trabalho, você não precisa de mais teoria. Você precisa saber identificar, estruturar e escrever a peça prático-profissional com segurança", afirma a Professora Cris Gulyas, como é conhecida na internet.

O exame obrigatório para bacharéis em Direito que desejam exercer a advocacia é organizado pela Fundação Getulio Vargas (FGV).

1 -  Quais as principais dicas para quem vai prestar prova para a próxima fase da OAB?
As duas maiores chaves da 2ª fase são: identificar corretamente a peça e escrever com método.
Prof. Cris Gulyas: Minhas dicas práticas:
-Conheça a linha do tempo do processo — isso determina a peça.
-Domine a estrutura básica das peças: endereçamento, qualificação, fatos, fundamentação, pedidos e fechamento.
-Treine pelas peças que mais se repetem — FGV tem padrão.
-Use o Vade Mecum com estratégia: índices e marcações corretas economizam minutos preciosos.
-Escreva por silogismo jurídico (Ordenamento → caso concreto → conclusão): aumenta pontuação e clareza.
-Pratique no caderno de linhas — simular a prova faz toda diferença.

A 2ª fase não exige decorar. Exige técnica e repetição inteligente.

2 - Quais os principais erros cometidos pelos examinandos, na sua opinião?
Prof. Cris Gulyas: Os três erros que mais reprovam:
a) Errar a peça: Porque não identificou a fase processual correta. Alunos pulam essa etapa e vão direto escrever.
b) Fundamentar mal: Copiam artigos, não aplicam ao caso concreto, ou escrevem sem lógica. A banca avalia raciocínio jurídico, não memória.
c) Pedidos incompletos: Esquecem pedidos essenciais:
citação/intimação, tutela, condenação, produção de provas, honorários, confirmação da tutela, provimento/recurso etc.

Esquecem de incluir nos pedidos tudo o que foi posto no tópico da fundamentação jurídica, tem que ser um espelho, o que foi fundamentado deve ser requerido.
E detalhe: pedido errado ou faltando → pontos perdidos.

3 - Existem "pegadinhas" às quais devemos ficar atentos?
Prof. Cris Gulyas: Sim, algumas clássicas:
-Palavras-chave escondidas no final do enunciado e nas questões discursivas.
-Mudança sutil da fase processual: é onde muitos erram a peça.
-Peças híbridas (ex.: contestação + reconvenção).
-Erros no endereçamento em recursos (exemplo: na peça de Interposição o endereçamento é ao juízo x na peça Razões, o endereçamento vai para o Tribunal).
-Datas e prazos que parecem irrelevantes e mudam tudo.
Mas, na prática, não são pegadinhas — são detalhes processuais que a banca usa para testar a atenção.

4 - Quais peças podem cair na redação, na sua opinião? 
Prof. Cris Gulyas:  A FGV trabalha com recorrência, então o que já caiu tem grande chance de voltar. Para Civil, as peças mais prováveis são:
-Petição Inicial pelos Procedimentos Especiais
-Contestação com reconvenção;
-Agravo de instrumento;
-Apelação;
-Embargos de Terceiro;
-Embargos à Execução;
E dentro da fundamentação, surgem temas como:
responsabilidade civil, posse, contratos, execução, adimplemento/sub-rogação, direito do consumidor.

Em Direito do Trabalho, as peças mais cobradas são:
-Reclamação Trabalhista
-Contestação
-Recurso Ordinário
-Agravo de Petição
-Embargos de Terceiro

FGV dificilmente “inventa moda” — ela repete estruturas.

5 - O que é importante não esquecer no dia da prova?

Prof. Cris Gulyas: Organizar o material que vai levar para a prova na véspera (Vade Mecum, caneta preta ou azul, garrafa de água, lanchinho.)
-Sair cedo de casa e chegar cedo no local da prova, para evitar contratempos
-Ao receber a prova, folhear antes de começar a escrever, isso reduz a ansiedade e deixa o cérebro processar.
-Conferir o endereçamento (principal fonte de perda de ponto).
-Levar Vade Mecum atualizado
-Montar o rascunho da estrutura da peça antes de escrever.
-Revisar os pedidos — tudo que foi fundamentado precisa estar no final.
-Não copiar artigo da lei — reescreva com suas palavras.

E o mais importante:
Não existe peça impossível quando existe método e prática.

Prof. Cris Gulyas:
É professora de Prática Jurídica, advogada e administradora judicial, especialista em Processo Civil e Recuperação Judicial. Com ampla experiência na prática jurídica, é também idealizadora da Oficina de Petições OAB, projeto criado para auxiliar estudantes de Direito a se prepararem de forma segura, estratégica e objetiva para a 2ª fase da OAB.

Ebook: Prática Cível Fácil
https://profcrisgulyas.my.canva.site/ebook-civil

Curso: Mentoria Prática em Peças Cíveis 
https://profcrisgulyas.my.canva.site/mentoria-civil

Curso: Elaboração de Peças Trabalhistas
https://profcrisgulyas.my.canva.site/curso-pecas-trabalho

Redes sociais:
Instagram: @Prof.CrisGulyas
Youtube: https://www.youtube.com/@oficinadepeticoesoab