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quarta-feira, 22 de outubro de 2014

Atividades ao ar livre ajudam a quebrar rotina de atletas

Atividades ao ar livre ajudam a quebrar rotina de atletas

Professor de educação física destaca os benefícios de se aliar atividades ao ar livre e musculação, e alerta: orientação profissional é importante sempre



Combinar atividade física na academia com exercícios ao ar livre pode aumentar a performance física e ainda trazer benefícios como motivação, energia, combate ao estresse e depressão. Apesar do prazer diferenciado proporcionado por caminhadas, corrida e esportes em geral, a orientação profissional é importante sempre, segundo alerta o professor de educação física da academia Fit Park, Andrétt Costa.

 “Aliar atividades ao ar livre com a academia pode ser extremamente eficiente no combate ao estresse e depressão. Por não ser em ambiente fechado, é possível obter ótimos resultados no bem estar físico e mental, e, dependendo da atividade realizada, serve até como recuperação muscular de exercícios resistidos feitos na academia”, explica o coordenador da academia Fit Park, localizada em frente ao parque Olhos D'água, na Asa Norte.

Apesar de as atividades físicas ao ar livre parecerem inofensivas, Andrétt alerta que os cuidados não devem ser menores. “Quando se trata de atividade física, com certeza o indivíduo deve sempre passar por uma avaliação médica para ter, assim, uma iniciação segura. A orientação do profissional de Educação Física também é extremamente importante e necessária, pois é ele quem vai fazer a avaliação física e traçar o treinamento ideal para que os objetivos sejam alcançados, além de orientar  o individuo para que possa realizar, de forma segura, qualquer tipo de exercício”, previne.

Frequentador da Fit Park e do Parque Olhos D’água, Carlos César Ricken Vanderlinde, 49 anos, encontrou nas atividades ao ar livre uma maneira de fazer com que o exercício aeróbico fosse menos entediante. “Acho mais prazeroso fazer uma caminhada no parque do que meia hora de esteira”, comenta o servidor público que sempre intercala as caminhadas ao ar livre com a musculação na academia.

“Ter o parque ao lado da academia é uma ótima oportunidade para tirar o estresse e tornar a atividade física menos maçante”, afirma Carlos.

Atividades ao ar livre não garantem músculos

Andrétt Costa, que também é personal trainer, explica que as atividades ao ar livre, como caminhadas e corridas, são eficazes quando o objetivo a ser alcançado é emagrecer ou manter massa magra, mas não tão eficientes para quem quer ganhar músculos. “Por serem exercícios aeróbicos de maior duração e de baixa a média intensidade, essas duas atividades não garantem grandes resultados se o objetivo for ficar mais forte”, orienta. 


Assessoria de imprensa:
Gulyas Comunicação
Clarice Gulyas e Fernanda Fernandes
(61) 9955-3832 / 8177 3832
gulyascomunicacao@gmail.com
claricegulyas@gmail.com

terça-feira, 21 de outubro de 2014

Obra reúne autores de todo o Brasil e traz panorama sobre unidades de conservação espalhadas pelo país

Obra reúne autores de todo o Brasil e traz panorama sobre unidades de conservação espalhadas pelo país

Lançamento, através do selo editorial Mil Folhas do IEB, acontece nesta quarta-feira (22/10), em Brasília




Com foco na publicação de obras com temas socioambientais, o selo editorial Mil Folhas, inaugurado em setembro deste ano pelo Instituto Internacional de Educação do Brasil (IEB), lança, nesta quarta-feira (22/10), a segunda obra de seu acervo: A Diversidade Cabe na Unidade? Áreas Protegidas do Brasil. Idealizado e organizado através de parceria entre as ecólogas Nurit Bensusan e Ana Paula Prates, o livro reúne ideias de 37 autores e traz um panorama das unidades de conservação no Brasil, com 18 capítulos temáticos e 12 estudos de caso. “A ideia é fomentar uma reflexão sobre as áreas protegidas e as concepções e práticas ligadas à conservação e ao uso racional da biodiversidade”, explica Nurit.

O lançamento do livro, que estará disponível para venda no local e também na livraria virtual do IEB, acontece nesta quarta-feira (22), às 19h, no café Objeto Encontrado, localizado na 102 Norte, em Brasília, Distrito Federal.


Mil Folhas do IEB

Com uma trajetória que já somam 15 anos de existência focados na relação entre sociedade, meio ambiente e desenvolvimento do País, o Instituto Internacional de Educação no Brasil – IEB, entre outros trabalhos realizados, lançou, desde 2002, através do seu Fundo de Publicações, cerca de 50 obras voltadas à temática socioambiental. Para celebrar esse alcance e com o objetivo de publicar e difundir ainda mais análises e conteúdos voltados ao tema, foi lançado, em setembro deste ano, o selo editorial Mil Folhas do IEB, juntamente com sua primeira publicação: "Os Novos Desafios da Política Ambiental Brasileira", que reúne opiniões de 17 especialistas de diversos setores para discutir temas da atualidade e desafios para a Gestão Ambiental no Brasil.

De acordo com Maria José Gontijo, diretora executiva do IEB, o instituto vem, ao longo dos anos, realizando esforços para organizar e publicar títulos de relevância para a área socioambiental que dificilmente encontrariam outros canais de difusão. “O Mil Folhas é um marco da nossa história, que consolida uma das nossas principais vocações e que traz novas reflexões para o mercado editorial brasileiro. Com o selo, esperamos melhorar a capacidade operacional do Instituto neste setor, implementar um conselho editorial profissional capaz de analisar e selecionar as demandas de publicações que chegam ao IEB e estabelecer uma política de parceria para o co-financiamento das publicações”, explica Maria José, fundadora do Instituto.

Mais informações podem ser encontradas na página do IEB, através do endereço eletrônico www.iieb.org.br


Serviço
Lançamento do livro: A Diversidade Cabe na Unidade? Áreas Protegidas do Brasil
Data: 22 de outubro (quarta-feira)
Horário: 19h
Local: Objeto Encontrado – Galeria Café
102 norte, bloco B, loja 56
Brasília – DF

Assessoria de imprensa e informações:
Fernanda Fernandes
(61) 9151-3933 

terça-feira, 14 de outubro de 2014

Dia Mundial da Alimentação: Alimentação pode ter relação com dores nas costas

Dia Mundial da Alimentação: Alimentação pode ter relação com dores nas costas

Em visibilidade ao Dia Mundial da Alimentação (16/10), profissionais da saúde destacam a importância da alimentação no combate de dores crônicas e até doenças da coluna


Ao contrário do que muita gente acredita, doenças da coluna e quadros de dores nas costas não são desencadeados apenas por manutenção de má postura, carregamento de peso, genética ou ergonomia incorreta. A alimentação também pode estar relacionada ao aparecimento de degenerações e doenças na coluna, que podem gerar dores crônicas.

Segundo a fisioterapeuta Angela Lepesqueur, diretora do Instituto de Tratamento da Coluna Vertebral (ITC Vertebral) e da Associação Brasileira de Reabilitação da Coluna (ABR Coluna) em Brasília, a falta de equilíbrio na alimentação pode causar inflamações no organismo, gerando dores articulares e agravando quadros de dores já existentes.  “Alguns alimentos podem ser pouco tolerados por pessoas que desenvolvem sensibilidade ou alergia, gerando reações inflamatórias e aumento considerável de anticorpos que causam aumento dos processos degenerativos, levando ao aparecimento de dores articulares, podendo afetar a coluna vertebral”, esclarece a especialista em Coluna Vertebral.

De acordo com Angela Lepesqueur, nos casos de inflamações crônicas por longos períodos de tempo, a má alimentação pode desencadear doenças como artroses, artrites, osteofitoses, degenerações nas estruturas periarticulares, entre outras. “Há ainda uma  relação direta entre alimentos inflamatórios e diagnóstico de fibromialgia, síndromes miofasciais e mialgias”, alerta a fisioterapeuta, que destaca a preocupação para pessoas com artrite, especialmente do tipo reumatóide.

“De acordo com sites científicos, o fluido intestinal de pacientes com artrite reumatóide geralmente contém níveis mais elevados de anticorpos contra alérgenos alimentares comuns, como leite e cereais, e estes não estão presentes naqueles sem a doença. Estes anticorpos, em seguida, se acumulam nas articulações, onde causam dor e inflamação.”, explica Angela.

Alimentação e saúde

A nutricionista Angelina Grangeiro explica que ter uma alimentação saudável (com alimentos anti-inflamatórios) é fundamental para evitar dores nas costas. Além disso, ela destaca que a alimentação também é responsável pela formação de serotonina, neurotransmissor responsável pela sensação de prazer e bem estar, tão necessárias no controle da dor crônica. 

Nos casos de pacientes com artrite, a atenção com a alimentação deve ser redobrada. “Alimentos ricos em vitaminas C, A, E e em fibras, como a laranja, limão, folhas verdes escuras, cenoura, castanha do pará, nozes e linhaça são indicados. Peixes e gengibre também ajudam a diminuir o número de crises e sintomas da artrite”, esclarece.

Por outro lado, alguns alimentos são verdadeiros venenos para quem sente dores nas articulações e dores crônicas em geral, como frituras e industrializados. “Esses alimentos são ricos em gorduras trans e saturada, dois grandes causadores de inflamações”, alerta a nutricionista. 

Já pessoas que sofrem com a artrose, devem seguir uma alimentação balanceada para manutenção de um peso adequado, explica Angelina. ”O excesso de peso sobrecarrega as articulações, aumentando seu desgaste”, afirma.

Glúten e lactose

Angelina Grangeiro ainda alerta que pessoas com intolerância ao glúten e à lactose, também devem ficar atentas. “No caso da intolerância ao glúten, o seu consumo gera uma resposta inflamatória em várias partes do organismo, causando dores nas costas, osteoporose, artrite, dor nas articulações, diarreia, fadiga, náuseas, perda de peso, dor de cabeça, entre outros sintomas que variam de paciente para paciente. Já a intolerância à lactose causa um quadro de inchaço e dor abdominal, diarreia e flatulência”, explica.

De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), pelo menos 80% da população mundial já teve ou terá dores nas costas. Os dados também preocupam o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), já que o problema é um dos maiores causadores de afastamentos do trabalho atualmente. Segundo o INSS, o caso se torna mais agravante quando resulta em aposentadoria por invalidez. Somente em 2012, pouco mais de 116 mil pessoas tiveram que receber o auxílio-doença por motivos de dores nas costas e problemas na coluna.

Serviço:
ITC Vertebral
Lago Sul   (61) 3365-2555
Águas Claras   (61) 3568-2533

Fotos da fisioterapeuta:

Assessoria de imprensa
Gulyas Comunicação
Fernanda Fernandes (61) 9955 3832 Tim / 9151 3933 Vivo/Whatsapp
Clarice Gulyas (61) 8177 3832 Tim/Whatsapp
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