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domingo, 24 de fevereiro de 2013

Artigo: Seriam os leões homofóbicos ou homossexuais?

Seriam os leões homofóbicos ou homossexuais?

Muitos concordariam que o mundo ficaria bem menos interessante e divertido sem sexo, mas poucos percebem a extensão dessa afirmação... não se trata apenas do óbvio... sem sexo, não haveria flores, os pássaros não cantariam, os veados não teriam galhadas, os pavões não exibiriam suas famosas caudas... Enfim, seria um mundo com bem menos graça e beleza...

Mas será que sexo é a mesma coisa para todas as criaturas? Para os seres humanos e outras espécies parece ser a cópula. Para os peixes, um esguicho conjunto de ova e esperma. Para escorpiões e centopeias, sexo resume-se a um pacote de esperma depositado no chão para que a fêmea sente em cima e os faça explodir em seu trato reprodutivo. Para as plantas com flores, sexo é confiança depositada no vento ou em um inseto que traga o pólen para uma flor fêmea pronta para recebê-lo. A lista é grande e há muitas formas diferentes de sexo e de "relacionamentos" na natureza, desde espécies monogâmicas, passando por aquelas onde a promiscuidade é garantia de sobrevivência dos filhotes, até aquelas onde o macho é jantado ao final do evento sexual.

Essa situação macho e fêmea, como uma dicotomia básica, opostos que se completam, é apenas uma das muitas alternativas existentes na natureza. Há espécies que mudam de sexo por conta do equilíbrio populacional; há aquelas que atravessam diferentes fases em diferentes gêneros; há uma profusão delas que mantêm relações com indivíduos do mesmo sexo, inclusive parte dos primatas e felinos... Tradução: incesto, promiscuidade, troca de casais e de gênero, homossexualidade, cópulas que duram dias e meses e muitas outras coisas mais que soam estranhas para alguns, são absolutamente comuns entre as espécies que habitam esse planetinha perdido...

Ou seja, o que parece "natural", "normal", ou algo assim é apenas o que estamos culturalmente acostumados. Mas, ainda assim, muitos seres da espécie humana ainda apresentam uma grande dificuldade em lidar com modelos de sexo e de "relacionamento" diferentes do que eles consideram normal. O resultado disso é uma tremenda homofobia e um enorme preconceito contra pessoas que vivem situações diferentes da básica - e em geral, limitada e monótona - relação de casal.

Para tais seres, recomendo muito um livro, já indicado outras vezes aqui nesse blog: "Consultório sexual da dra. Tatiana para toda a criação", de Olívia Judson. Trata-se de um guia de biologia evolucionária do sexo, onde é possível ter uma boa ideia da diversidade que existe na natureza. O livro é super divertido e a autora é uma grande especialista no tema, além de excelente escritora.

E... se esses seres, que compartilham com vocês o pertencimento à humanidade (comigo não, pois sou uma ex-humana), não tiverem nem tempo, nem vontade de ler o guia da Olivia Judson, poderiam, pelo menos, respeitar a diversidade e evitar a violência contra quem faz diferente.

Em tempo, leões exibem comportamentos homossexuais sim... já homofóbicos, não...

Por Nurit Bensusan
Bióloga e engenheira florestal, pós-graduada em História e Filosofia da Ciência pela Universidade Hebraica de Jerusalém, mestre em Ecologia e doutora em Educação pela Universidade de Brasília (UnB). É autora do blog Nosso Planeta, do jornal O Globo (
http://oglobo.globo.com/blogs/nossoplaneta ), uma de suas plataformas de popularização da ciência, e criadora da Biolúdica ( http://www.bioludica.com.br/ ), oficina de jogos com temas biológicos voltada para crianças e adolescentes. Participa também do coletivo de ideias Biotrix ( www.biotrix.com.br ) e é autora de mais de 12 livros, entre eles Biodiversidade: é para comer, vestir ou passar no cabelo; Meio Ambiente: e eu com isso?; Quanto dura um rinoceronte?, Rio + 20, +21, +22, +23 e Labirintos – Parques Nacionais (editora Peirópolis). Foi responsável pela área de biodiversidade e coordenadora de políticas públicas do WWF Brasil, coordenadora de biodiversidade no Instituto Socioambiental e coordenadora do núcleo de gestão do conhecimento do Instituto Internacional de Educação do Brasil.
 
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Quer ser repórter? Então faça o curso da Aliene Coutinho!

Quer ser repórter? Então faça o curso da Aliene Coutinho!


Quase todo jornalista sonha em um dia poder seguir uma carreira na TV. Mesmo aqueles mais tímidos, a ideia agrada nem que seja para realizar o sonho da mamãe coruja! Ainda que não seja do gosto de alguns, como eu, a experiência em Telejornalismo faz grande diferença no currículo profissional, por isso, indico o curso da jornalista e editora do programa DFTV, da Rede Globo, ALIENE COUTINHO. São duas semanas riquíssimas de técnicas, dicas profissionais, curiosidades, práticas e muita, muita criatividade!
 
Quando fui produtora do programa Tendências e Negócios, da TV Brasília, no ano passado, por algumas vezes tive oportunidade de encarar as câmeras. Mas logo vi que tv realmente não é para mim, mas mesmo assim, fiz grandes avanços com o Curso Prático de Telejornalismo da Aliene, inclusive com mudança de visual!! Justamente por me sentir segura após fazer o curso, cheguei a substituir a apresentadora Liana Alagemovits em uma entrevista especial com o ex-governador Rogério Rosso!
 
Segue um Antes e Depois da minha incrível experiência na TV!
 
 Antes:




Depois:



VÍDEOS DE ALGUNS TREINAMENTOS FEITOS DURANTE O CURSO!
Nos colocamos em diversas situações como noticiar ao vivo, improvisar notícia, etc.






VAMOS AO QUE INTERESSA!

As incrições começam nesta segunda-feira, dia 25/02. Ministrado desde junho de 2002, o curso já capacitou mais de 500 estudantes e jornalistas profissionais na área de televisão. Com 24 anos de experiência, desse total 22 anos na TV Globo, Aliene ensina aos alunos como fazer um texto e produção para tv, postura diante das câmeras, entonação e interpretação, com gravações de stand-ups, notas cobertas e matérias externas. Além de dicas de roupas e maquiagem para o vídeo. As aulas são de segunda a sexta, das 19:00 às 22 horas. 27 horas/aula, utilizando equipamentos profissionais. As turmas têm vagas limitadas e são abertas a estudantes de comunicação e jornalistas. Ao final, os alunos recebem certificado e Pen Drive  com  as gravações individuais.

IMPORTANTE:
Faça sua pré-matrícula preenchendo a ficha em anexo e reenviando ao e-mail
alienebsb@gmail.com até o dia 1º de março de 2013
Investimento: R$850,00 em duas vezes ou R$800,00 à vista
Datas do curso: de 4 a 14 de março de  2013   ( vagas limitadas- 15 alunos por turma)
De segunda a sexta
Horário: das 19 às 22 horas
Local: Casa do Ceará, SGAN 910, no Espaço de Cultural García Lorca, fone: 3347-0560/9973-3497

FICHA DE INSCRIÇÃO

Nome Completo:
Endereço e telefone:
Como soube do curso?
e-mail

RG e CPF
Nível de Instrução:
Forma de pagamento:

ATENÇÃO:
A ficha de Inscrição deve ser devidamente preenchida e reenviada para o e-mail alienebsb@gmail.com até o dia 01 de março de 2013 para garantir sua vaga. A turma está limitada a 15 alunos. No primeiro dia do curso a matrícula será efetivada mediante pagamento.

MINHAS FOTOS COM A TURMA!





sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013

Trabalhador não pode mais ajuizar ações de previdência complementar privada sem advogado



Decisão do STF determina que processos do gênero são de competência da Justiça Comum e não mais trabalhista

Após 30 anos sendo julgados na Justiça do Trabalho, os processos decorrentes de contrato de previdência complementar privada deverão ser julgados, agora, pela Justiça Comum, conforme decidido no último dia 20, pelo Supremo Tribunal Federal (STF). A tese relatada, em 2010, por Ellen Gracie, até então ministra do STF, entende que não cabe ao Tribunal Superior do Trabalho (TST) analisar matérias dessa natureza, uma vez que não existe relação trabalhista entre o beneficiário e a entidade fechada de previdência complementar.

A advogada trabalhista, Rita de Cássia Vivas, avalia que a decisão foi recebida com surpresa e trará diversas mudanças para a classe trabalhadora. “Modificou-se jurisprudência de mais de trinta anos. Agora, o trabalhador moverá uma ação na justiça trabalhista para cobrar verbas e consectários decorrentes do contrato de trabalho, e outra na Justiça Comum para a questão da previdência complementar”, explica Vivas. Ex-conselheira de Recursos da Previdência Social (CRPS), Rita destaca que, “antes dessa decisão, o trabalhador entrava com uma única ação e podia inclusive se valer do jus postulandi, que é a capacidade de ajuizar ação independente de advogado, o que na Justiça Comum não pode ser feito”.

Apesar de o STF entender que processos do gênero devam ser julgados separadamente, Rita entende que, uma vez que a previdência complementar privada tem características e nuances inerentes ao contrato de trabalho, poderá haver dificuldade em desvincular um processo do outro. “A origem desse plano de previdência privada nasce com o contrato trabalhista, por haver adesão concomitante à assinatura do contrato de trabalho. Ela surgiu em razão do contrato de trabalho e do vinculo empregatício entre as partes. Agora, teremos que recorrer à Justiça Comum para tratar de questões intimamente relacionadas ao contrato de trabalho”, afirma.

Segundo dados do TST, 6.600 processos que ainda não tiveram a sentença de mérito, devem ser encaminhados à Justiça Comum para julgamento. 

Rita de Cássia Barbosa Lopes Vivas 
Pós-graduada em Direito Processual Civil pelo UniCEUB. Graduada em Direto pela Associação de Ensino Unificado do Distrito Federal (AEUDF). Coordenadora e Tutora do Curso de Pós-graduação à Distância da Posead e WDireito em Direito e Processo do Trabalho. Membro da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Seção do Distrito Federal. Ex-conselheira do Conselho de Previdência do Ministério da Previdência Social. Exercício da advocacia nos Tribunais Superiores e Justiça Federal, do Trabalho e Comum. Consultoria  às entidades sindicais.

Serviço:
Riedel de Figueiredo & Advogados Associados
(61) 3322.4677 / 3225.5988 / 3225.7573
http://www.riedelfigueiredo.com.br/

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quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013

Lady Gaga sem crise e Ivete "desabando"

Que a cantora Lady Gaga também tem como referência o trabalho de sua mega assessoria de comunicação, não é novidade. Mas, recentemente, por causa do cancelamento de alguns shows por problemas de saúde, além de se desculpar com os fãs diretamente pelas mídias sociais, Gaga se adiantou e exibiu um mega telão com a exibição gratuita do show de sua atual turnê Born This Way Ball nos países onde houveram cancelamentos. 


Já aqui no Brasil, os maiores artistas ainda andam para trás, como o caso da Ivete Sangalo, que recebeu milhões para inaugurar um hospital, no Ceará, que teve estrutura desabada em tão pouco tempo!

Aqui vai uma super crítica que está bombando nas mídias sociais: 



Desperte o chef que há em você com a reinvenção de receitas!



Desperte o chef que há em você com a reinvenção de receitas!

Trocando um ingrediente aqui, outro ali, é possível dar cara nova e originalidade
aos pratos tradicionais



Quem nunca passou pela situação de, na hora de cozinhar seguindo à risca uma receita, faltar aquele ingrediente especial? Nessa hora, só restam duas opções: sair para comprar o tal ingrediente ou desistir do prato, certo? Errado. A chef brasiliense Cristina Barros ensina que, na cozinha, não é preciso ter limites e nem seguir roteiros, e conta que, desde a adolescência, nunca conseguiu fazer uma receita exatamente igual à que estava no “script”.

“Sempre que faltava um ingrediente em casa eu substituía por outro. Ou seja, no começo eu incrementava por necessidade, mas, hoje em dia, gosto de brincar com as receitas, usando a criatividade e fazendo uma releitura dos pratos, principalmente com inspiração nos filmes que mais gosto”, comenta Cristina, enquanto antecipa uma das suas mais famosas “brincadeiras culinárias”, a Mousse no Palito.

Aos 39 anos, a pâtissier, hoje especializada em criar sobremesas, tortas e doces baseados em títulos de filmes, afirma que para se tornar um cozinheiro de mão cheia é importante não se tornar escravo das receitas e nem se achar incapaz de criar algo original. “Gosto de colocar sobre a mesa tudo que tenho na despensa e tentar usar de forma mais criativa possível”, conta.

Entretanto, para ter sucesso na hora de incrementar na cozinha, é preciso seguir uma lógica entre os ingredientes, alerta a chef gourmet. “É importante sempre respeitar as proporções e as texturas. Se você tem que usar um suco de laranja em um bolo, mas não tem as laranjas, por exemplo, você usa o maracujá, abacaxi ou outra fruta que tem em casa para fazer esse suco. Se a receita pede um biscoito de maisena, mas você não tem em casa ou quer usar outro biscoito, também pode. Você faz essa substituição com outro ingrediente semelhante. Não dá pra substituir, por exemplo, a farinha de trigo de uma receita, por água”, esclarece.

Outra vantagem de quem arrisca na cozinha é o reaproveitamento de receitas que não deram certo, economizando no bolso e propondo novos sabores, conforme explica Cristina: “Vamos supor que você fez um pudim que desandou e não ficou com a consistência desejada. Ao invés de jogar ele fora, você o usa como recheio em um bolo, em um pavê, e por aí vai”.

“É errando que se aprende”. Lição adquirida desde cedo por Cristina, especialista em doces e chocolates. Ela explica que o segredo para atingir a excelência na cozinha é a persistência. “O importante, quando uma ideia na cozinha dá errado, é não desistir de tentar. Já errei tanta comida, já fiz tanta coisa ruim, mas cozinha é assim mesmo. Tem que persistir. Exercício e repetição são os segredos para acertar. Nem todo mundo vai ser um chef profissional, mas é possível que a pessoa consiga atingir o melhor dentro dos seus próprios limites”, incentiva.

 
O ingrediente mais especial de todos: o amor

Dona de uma Patissêrie recém-inaugurada no setor Sudoeste, em Brasília, Cristina Barros confirma um dos conceitos mais antigos no universo gastronômico: o ingrediente mais especial de todos e que não pode faltar em uma receita é o amor. “Costumo de dizer que quando você coloca um ingrediente da sua escolha em uma receita, você está acrescentando amor àquele prato. É como se você estivesse personalizando aquela receita para oferecer para as outras pessoas algo único e especial”, afirma. O emocional também conta bastante. “Quando você tá bem, parece que você passa uma boa energia para a comida e tudo acaba saindo como o desejado”, ressalta Cristina.



Cristina Barros brinca com sabores e texturas na hora de fazer a Mousse no Palito.

Serviço
Cristina Barros Pâtisserie
(61) 3343-3209
encomendas.cristinabarros@gmail.com
SCLSW 103, bloco A, loja 23 – Ed. Rhodes II - galeria  / Sudoeste, Brasília (DF)
http://www.cristinabarrospatisserie.com.br/

Assessoria de imprensa
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segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

Artigo: Doçura nunca é demais...

Doçura nunca é demais...



Por Cristina Barros

Todas as vezes que crio uma nova torta ou prato doce, meu objetivo é provocar todos os sentidos de quem irá prová-lo. Desejo que o momento da primeira colherada se perpetue por vários minutos, seja de muito prazer e contemplação inigualável. Para isso, considero durante a criação das minhas tortas e doces cinco etapas essenciais. São elas:

Visão – É o primeiro sentido a ser provocado. A estética é a primeira coisa que é percebida em um prato (“oh, como é lindo esse doce...”). Nesse aspecto, me preocupo com tamanho, cor, decoração e apresentação como um todo. Não se deve menosprezar a importância de nenhum desses elementos, pois cada um é fundamental para um bom resultado estético.

Audição - A primeira colherada deve proporcionar ruídos agradáveis, como o crocante das castanhas ou o efeito de um recheio surpresa no interior de uma trufa, que somados à visão, causam prazer em quem saboreia o doce.

Tato - É o que mais me rouba tempo na confecção do doce. Fico horas imaginando como deveriam se comportar as minhas criações. Brinco com aerado, cremoso, crocante, liquido, gelado x quente... Sabe aquele crocante no meio do bolo fofinho? Enfim, gosto de contrastar texturas, misturar elementos e sair do “comum”.

Gosto – Doce, amargo, ácido e salgado. O reconhecimento do sabor é o mais importante e complexo fator na confecção de pratos doces. É aí que ganhamos o paladar do outro, ativamos sua memória gustativa e até nos arriscamos a dizer que queremos criar uma memória diferenciada por meio de misturas antes ainda não experimentadas. Já provou um brigadeiro amargo com expresso, sem adicionar açúcar? A sensação de amargo e doce que os dois produtos têm é deliciosa. É a combinação mais que perfeita: chocolate e café.

Olfato - Os alimentos servidos quentes são os que mais desprendem cheiro. Na confeitaria, a grande maioria dos produtos é gelada, e é aí que me preocupo em utilizar aromas que, ao consumo do doce, convide os narizes a adivinharem: Que ingrediente é esse? De onde o conheço?
.
Costumo dizer que doçura nunca é demais, pois acredito que, não é somente o simples fato de se comer o doce, mas os momentos vivenciados durante a sua degustação. A troca que muitos casais fazem, quando os garfos se cruzam, um levando à boca do outro um pedacinho do que escolheu. A mãe que passa na loja e leva uma caixa de brigadeiros para filha que está triste. O momento de prosa entre um café e brigadeiro com um amigo que resolve abrir seu coração e, de alguma forma, aquele momento faz ele se sentir feliz. E em diversas outras situações em que o doce proporciona o encontro, não só com o paladar, mas consigo mesmo. Entre cada colherada de um saboroso manjar dos deuses é possível entender o passado, projetar o futuro e agradecer o presente, tornando o mundo um lugar mais doce de se viver.



Cristina Barros
Cristina Barros, 39 anos de idade, formou-se em Sevilla, na Espanha. Tem como experiência trabalhos realizados em cafeterias de Madri e, principalmente, na cidade de Sevilla, onde descobriu sua paixão pela Confeitaria. Alguns dos destaques profissionais de Cristina são voltados para a chocolateria, com o diferencial de aprendizados específicos na Espai Sucre, em Barcelona, uma das mais conceituadas escolas de Gastronomia do mundo especializadas em chocolate.

Além de atender encomendas, a chef gourmet inaugurou, no ano passado, a Cristina Barros Pâtisserie, torteria e cafeteria, localizada no setor Sudoeste, em Brasília. Com ambiente aconchegante e decoração inspirada em estilos europeus, a Pâtisserie trabalha com produtos personalizados e sofisticados feitos, principalmente, com chocolates importados da Bélgica.

Serviço:
Cristina Barros Pâtisseri
Tortas, doces e chocolates artesanais.
Local: CLSW 103, Bloco A, Loja 23, Galeria do Edifício Rhodes II – Sudoeste – Brasília - DF
Horário de funcionamento: 9h às 18h (de segunda a sábado)
Telefone/encomendas:  61 3343-3209 /  61 8210-3635 / encomendas.cristinabarros@gmail.com
Mais informações: http://www.cristinabarrospatisserie.com.br

Assessoria de impresa:
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 (61) 8428 0719 / 8177 3832
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Livro ilustrativo busca despertar curiosidade sobre parques


Em Foz, a obra pode ser adquirida nas lojasde lembranças do Parque Nacional do Iguaçu

Os 12 principais parques nacionais do Brasil ganharam uma publicação infanto-juvenil que retrata de forma ilustrada as curiosidades e características das unidades de conservação. A obra intitulada Labirintos – Parques Nacionais é de autoria da bióloga Nurit Bensusan com a arte de Eloar Guazzelli. O objetivo central do livro é despertar o conhecimento das crianças e adolescentes para a preservação do meio ambiente.

A autora tem a preocupação de introduzir aos leitores o que são os parques nacionais, quando foram criados e suas missões com a natureza e a sociedade. Para Nurit, os parques são unidades de conservação que têm como objetivo, além da proteção ao meio ambiente, a visitação. “Muitas vezes sua criação acaba criando conflito com populações que residem em áreas destinadas à proteção ambiental. Os parques precisam ser conservados e acessíveis às pessoas.”

As unidades listadas na publicação aparecem com informações de localização, data de criação, área, ilustração simbólica e textos descritivos. Os 12 parques selecionados no livro são: Iguaçu, Marinho Fernando de Noronha, Tijuca, Abrolhos, Anavilhanas, Brasília, Aparados da Serra, Serra da Capivara, Lençóis Maranhenses, Pantanal Mato-Grossense, Grande Sertão Veredas e Pico da Neblina.

Confira abaixo a entrevista com Nurit Bensusan.

Cataratas do Iguaçu S/A – Como surgiu a ideia de criar o livro Labirintos?

Nurit - A ideia era apresentar os parques nacionais para as crianças e para os adultos que as circundam (pais, professores, familiares e amigos) e mostrar que, além de proteger a natureza, os parques asseguram a integridade das mais emblemáticas paisagens desse país, que constituem elementos importantes da identidade nacional. A forma de apresentar, criando um labirinto para cada um dos 12 parques que fazem parte do livro, tem a intenção de dar ao livro um componente lúdico, para além das informações.

Cataratas do Iguaçu S/A - Por que produzir um livro voltado ao público infantil?

Nurit - Eu venho trabalhando com esse público há dois anos e acho que há um enorme potencial… As crianças, em geral, possuem uma empatia com a natureza que os adultos já perderam. Os adultos querem saber para que servem as coisas, são mais utilitaristas; as crianças não, elas acham que conservar plantas e animais é bacana por si só. Preservar essa empatia, para além da infância, é um dos meus objetivos quando escrevo e produzo jogos para esse público.

Cataratas do Iguaçu S/A - Por que o nome Labirintos?

Nurit - Como o livro traz 12 labirintos, esse é o nome mais natural, mas também há essa ideia de se perder nos parques, na natureza, e achar boas razões para conservá-los…

Cataratas do Iguaçu S/A - A publicação tem o objetivo de colaborar na popularização do conhecimento sobre os parques nacionais e suas realidades?

Nurit - Claro, esse é um dos maiores objetivos do livro. É mais fácil gostar do que se conhece, é mais fácil se preocupar e tentar resolver os problemas de uma questão que nos diz algo… Assim, as crianças aprendem sobre os parques, ficam querendo visitar essas incríveis paisagens, e os pais, professores e amigos se envolvem, ainda que indiretamente, com os parques e sua situação.

Cataratas Iguaçu S/A – A concessionária foi criada para incentivar o turismo em unidades de conservação no Brasil e ajudar a preservar suas belezas naturais. É uma empresa 100% brasileira, com tecnologia única na administração de serviços turísticos no Parque Nacional do Iguaçu (PR), no Parque Nacional Marinho Fernando de Noronha (PE) e no Parque Nacional da Tijuca (RJ). Já são 12 anos de experiência em gestão ambientalmente correta. A Cataratas do Iguaçu S/A é um modelo para o país.

Cataratas do Iguaçu S.A
www.cataratasdoiguacu.com.br
  (45) 3521-4400

Interaja com a Cataratas do Iguaçu S/A:
www.facebook.com/concessionaria.cataratas.sa
@cataratas_sa

(Cataratas do Iguaçu S.A)



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quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

[Verão] NOVIDADE NA CRISTINA BARROS PÂTISSERIE!

[Verão] NOVIDADE NA CRISTINA BARROS PÂTISSERIE!
 
Ao invés do tradicional picolé de fruta, que tal experimentar a Mousse no Palito? Com sabores de  chocolate branco com crocante, chocolate amargo e nozes, três chocolates (amargo, ao leite, e branco), chocolate branco e morango, chocolate branco e limão, e uma cobertura especial para "mergulhar" o doce, com combinações que ficam por conta do cliente: chocolate amargo, nozes, entre outros.
 
As combinações ficam por conta do cliente. Já a parte final, que vai por cima da cobertura, tem várias opções: nozes, crocante, frutas secas, amendoim, cacau em pó, chocolate ralado, chocolate granulado, etc.
 
Valor R$ 8,00 unidade / encomendas.cristinabarros@gmail.com

SCLSW 103 BLOCO A LOJA 23 ED RHODES II - GALERIA







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BBB e os cofres da Globo

Que me perdoem os ávidos telespectadores do Big Brother Brasil (BBB), produzido e organizado pela nossa distinta Rede Globo, mas conseguimos chegar ao fundo do poço. A nova edição do BBB é uma síntese do que há de pior na TV brasileira. Chega a ser difícil encontrar as palavras adequadas para qualificar tamanho atentado à nossa modesta inteligência.

Dizem que Roma, um dos maiores impérios que o mundo conheceu, teve seu fim marcado pela depravação dos valores morais do seu povo, principalmente pela banalização do sexo. O BBB é a pura e suprema banalização do sexo.

 Impossível assistir ver este programa ao lado dos filhos. Gays, lésbicas, heteros… todos na mesma casa, a casa dos “heróis”, como são chamados por Pedro Bial. Não tenho nada contra gays, acho que cada um faz da vida o que quer, mas sou contra safadeza ao vivo na TV, seja entre homossexuais ou heterossexuais. O BBB é a realidade em busca do IBOPE.

 Veja como Pedro Bial tratou os participantes do BBB. Ele prometeu um “zoológico humano divertido”. Não sei se será divertido, mas parece bem variado na sua mistura de clichês e figuras típicas.

 Pergunto-me, por exemplo, como um jornalista, documentarista e escritor como Pedro Bial que, faça-se justiça, cobriu a Queda do Muro de Berlim, se submete a ser apresentador de um programa desse nível. Em um e-mail que recebi há pouco tempo, Bial escreve maravilhosamente bem sobre a perda do humorista Bussunda referindo-se à pena de se morrer tão cedo. Eu gostaria de perguntar se ele não pensa que esse programa é a morte da cultura, de valores e princípios, da moral, da ética e da dignidade.

 Outro dia, durante o intervalo de uma programação da Globo, um outro repórter acéfalo do BBB disse que, para ganhar o prêmio de um milhão e meio de reais, um Big Brother tem um caminho árduo pela frente, chamando-os de heróis. Caminho árduo? Heróis? São esses nossos exemplos de heróis? Caminho árduo para mim é aquele percorrido por milhões de brasileiros, profissionais da saúde, professores da rede pública (aliás, todos os professores) , carteiros, lixeiros e tantos outros trabalhadores incansáveis que, diariamente, passam horas exercendo suas funções com dedicação, competência e amor e quase sempre são mal remunerados.

Heróis são milhares de brasileiros que sequer tem um prato de comida por dia e um colchão decente para dormir, e conseguem sobreviver a isso todo dia.

Heróis são crianças e adultos que lutam contra doenças complicadíssimas porque não tiveram chance de ter uma vida mais saudável e digna. Heróis são inúmeras pessoas, entidades sociais e beneficentes, Ongs, voluntários, igrejas e hospitais que se dedicam ao cuidado de carentes, doentes e necessitados (vamos lembrar de nossa eterna heroína Zilda Arns).

 Heróis são aqueles que, apesar de ganharem um salário mínimo, pagam suas contas, restando apenas dezesseis reais para alimentação, como mostrado em outra reportagem apresentada meses atrás pela própria Rede Globo.

 O Big Brother Brasil não é um programa cultural, nem educativo, não acrescenta informações e conhecimentos intelectuais aos telespectadores, nem aos participantes, e não há qualquer outro estímulo como, por exemplo, o incentivo ao esporte, à música, à criatividade ou ao ensino de conceitos como valor, ética, trabalho e moral. São apenas pessoas que se prestam a comer, beber, tomar sol, fofocar, dormir e agir estupidamente para que, ao final do programa, o “escolhido” receba um milhão e meio de reais. E ai vem algum psicólogo de vanguarda e me diz que o BBB ajuda a “entender o comportamento humano”. Ah, tenha dó!!!

 Veja o que está por de tra$$$$$$$$$ $$$$$$$ do BBB: José Neumani da Rádio Jovem Pan, fez um cálculo de que se vinte e nove milhões de pessoas ligarem a cada paredão, com o custo da ligação a trinta centavos, a Rede Globo e a Telefônica arrecadam oito milhões e setecentos mil reais. Eu vou repetir: oito milhões e setecentos mil reais a cada paredão.

 Já imaginaram quanto poderia ser feito com essa quantia se fosse dedicada a programas de inclusão social, moradia, alimentação, ensino e saúde de muitos brasileiros? (Poderia ser feito mais de 520 casas populares; ou comprar mais de 5.000 computadores).

 Essas palavras não são de revolta ou protesto, mas de vergonha e indignação, por ver tamanha aberração ter milhões de telespectadores. Em vez de assistir ao BBB, que tal ler um livro, um poema de Mário Quintana ou de Neruda ou qualquer outra coisa…, ir ao cinema…. , estudar… , ouvir boa música…, cuidar das flores e jardins… , telefonar para um amigo… ,·visitar os avós… , pescar…, brincar com as crianças… , namorar… ou simplesmente dormir. Assistir ao BBB é ajudar a Globo a ganhar rios de dinheiro e destruir o que ainda resta dos valores sobre os quais foi construída nossa sociedade.

 Por Luis Fernando Veríssimo

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

Revista Direcional Educador publica artigo de Nurit Bensusan


Revista Direcional Educador publica artigo de Nurit Bensusan

A revista Direcional Educador publica neste mês artigo exclusivo da bióloga Nurit Bensusan, diretora da Biolúdica. Especialista em Ecologia e doutora em Educação, Nurit Bensusan abordou a importância de se trabalhar o lúdico por meio de jogos durante o processo de aprendizagem infantil.

A revista tem como objetivo principal a formação continuada do professor, primando pela qualidade editorial e gráfica. Em 12 edições anuais, nosso leitor tem acesso a artigos assinados por especialistas, reportagens e entrevistas, abordando temas como: Berçário, Educação Infantil, Ensino Fundamental, Inclusão, Leitura, Psicopedagogia, Gestão, Psicologia, Arte educação, entre outros. Saiba mais: http://www.direcionaleducador.com.br/

Conheça a Biolúdica!

www.bioludica.com.br


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Para evitar demissão, trabalhadores alcoolicos são obrigados a se tratar

Para evitar demissão, trabalhadores alcoolicos são obrigados a se tratar


Projeto de lei trabalhista que assegura direitos de dependentes de álcool continua em trâmite no Senado Federal. Enquanto isso, vício não caracteriza demissão por justa causa, segundo jurisprudências do TST




Episódios de demissão por justa envolvendo o alcoolismo têm sido analisados pelo Tribunal Superior do Trabalho (TST). A exemplo de caso ocorrido em novembro passado, quando um funcionário da Empresa de Correios e Telégrafos (ECT) foi demitido por ofender colegas de trabalho após ingerir remédios controlados e álcool, a jurisprudência voltou a reconhecer o alcoolismo como doença crônica. A advogada trabalhista Rita de Cássia Vivas alerta que nesses casos, o dependente alcoolico é obrigado a se tratar para evitar a demissão, além de realizar o tratamento durante a vigência do contrato de trabalho.

Atualmente, tramita no Senado Federal o Projeto de Lei nº 83, de 2012, que visa “disciplinar a demissão e estabelecer garantia provisória de emprego ao alcoolista”. A intenção do PL é distinguir o dependente alcoolico do usuário ocasional ou do consumidor regular que não apresenta padrão de dependência. Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), o alcoolismo crônico é uma doença classificada sob o titulo de Síndrome de Dependência do Álcool, cuja patologia gera compulsão e incita o alcoólico a consumir descontroladamente a substância psicoativa, incapacitando-o de avaliar seus atos.

No entanto, a advogada Rita de Cássia Vivas avalia que, pelo projeto, apenas em casos onde o empregado se recusar a fazer o tratamento, a demissão torna-se legal. “O objetivo deste projeto é o tratamento do dependente químico, que deve ser, sempre que possível, submetido a tratamento e jamais penalizado e é assim que vem se consolidando a jurisprudência do TST”, diz.

Segundo Vivas, também ex-conselheira de Recursos da Previdência Social (CRPS), nos casos em que o trabalhador for demitido sem que lhe seja dada a oportunidade de tratamento, ele pode requerer em juízo sua reintegração, com o recebimento de todas as verbas (salários e demais benefícios) desde o afastamento, ou o pagamento da verbas rescisórias com a multa de 40% do FGTS.

Embora o projeto não contemple o trabalhador sem carteira assinada, Rita frisa que, se a OMS e o PL reconhecem o alcoolismo como doença, “é possível que o trabalhador autônomo e avulso possam pleitear, por analogia, os mesmos benefícios, junto ao INSS, desde que sejam segurados”.


Já quanto aos bebedores sociais, a advogada alerta: “Quando o trabalhador tem plena consciência do ato ilícito e ainda assim, por livre e espontânea vontade recorre ao álcool no período de trabalho, ele age com dolo e, portanto pode ser demitido por justa causa, já que não é dependente químico.”, afirma.
 
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Jogos que tratam da biodiversidade estimulam aprendizado nas escolas

Jogos que tratam da biodiversidade estimulam aprendizado nas escolas
 
Colégios particulares do DF inserem na lista de material escolar jogos produzidos por bióloga brasiliense. A partir do trabalho de popularização da ciência, autora quer estender diversão às escolas públicas
 

Foto: Emília Silberstein / UNB Agência

 

A volta às aulas sempre desperta curiosidade e expectativa, tanto nos baixinhos, quanto em seus pais a cerca dos livros e materiais escolares que serão usados no ano letivo. Para fugir dos métodos convencionais de ensino e despertar ainda mais o interesse dos alunos pelos estudos, alguns colégios particulares do Distrito Federal têm apostado na inserção dos jogos "biolúdicos". As cartas de baralho com figuras de animais, charadas e livros repletos de curiosidades e passatempos são de autoria da bióloga Nurit Bensusan, que trabalha com a popularização da ciência e conservação de áreas protegidas. Autora busca apoio para estender diversão às escolas públicas.

O acesso aos jogos e livros infantis que abordam de maneira divertida e instigante temas e curiosidades sobre os seres vivos e a sustentabilidade, hoje, tornou-se acessível no mercado, por meio da Biolúdica, marca lançada por Nurit Bensusan em 2010. Referências culturais como Franz Kafka e Pablo Neruda são alguns dos exemplos que permeiam o imaginário de crianças e adolescentes entre os cinco baralhos de cartas e três livros infanto-juvenis que trazem ainda personagens da mitologia grega. Entre as novidades assinadas pela também doutora em Educação e mestre em Ecologia, está o livro-jogo Labirintos – Parques Nacionais e os jogos Metamorfuts (que trata da sequência de vida dos animais) e PET, o desafio (super heróis animais que combatem ameaças ambientais e tecnológicas).

De acordo com a bióloga, divertir as crianças e ensinar simultaneamente é um desafio. “Os jogos são uma maneira de as crianças aprenderem sem se darem conta”, explica ela, que encontrou no filho, Ariê, inspiração para a ideia. “Comecei a procurar jogos interessantes para ele, e notei que no Brasil existe uma carência de jogos atraentes e que ao mesmo tempo promovam o conhecimento. Como eu já trabalhava com divulgação científica para adultos, pensei em desenvolver jogos instigantes e divertidos com temas biológicos”, conta Nurit, que sonha em estender a diversão às escolas públicas.


Facilitador do conhecimento

Instigar e divertir os alunos foram justamente os motivos que levaram o colégio INEI a incorporar o jogo Tsunami (que trata das ameaças ao meio ambiente) e Bioquê? (com charadas sobre os animais) à sua lista de materiais paradidáticos. Segundo avaliação da diretora pedagógica da instituição, Gicelene Rodrigues, além de exercitar a imaginação e a criatividade dos alunos, o jogos despertam o interesse das crianças pelo conhecimento e fazem com que conceitos sejam aprendidos e aplicados de maneira natural. “Por terem sido concebidos sem a intenção didática, eles possuem aspectos lúdicos que encantam e despertam a atenção do aluno de maneira prazerosa, por isso a utilização desses materiais é fundamental para uma aprendizagem significativa”, afirma a psicopedagoga e especialista em alfabetização e letramento.

Gicelene ressalta que a atual facilidade de acesso à informação exige que os professores desenvolvam em seus alunos a capacidade de gerenciar e filtrar tanta informação, e é nesse aspecto que os jogos se tornam grandes aliados. “O uso de materiais paralelos só ajuda na construção do conhecimento, às vezes o que parece perda de tempo é o momento mais significativo do dia. As brincadeiras desenvolvem o raciocínio, a busca de estratégias, a imaginação e outras habilidades”, conta.

Outro colégio que resolveu apostar no trabalho da Biolúdica esse ano foi o colégio Objetivo, incluindo o livro-jogo Labirintos – Parques Nacionais em sua lista de materiais para a turma do 7º ano, em toda sua rede de ensino. Os materiais podem ser encontrados na Livraria Cultura, no Café Ernesto (115 sul), no Café Objeto Encontrado (102 norte) ou encomendados pelo sitewww.bioludica.com.br.
 


 


Foto: Emília Silberstein / UNB Agência
Mais foto em:
http://www.flickr.com/photos/unb_agencia/7469282826/in/photostream/
 
 
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Para a criançada se divertir em tempos de chuva!

Jogos da Biolúdica são indicados como alternativas de passatempo para a criançada na Revista do Correio deste domingo (3/2). Para conhecer os livros e jogos infantis da Biolúdica, basta acessar: www.bioludica.com.br 

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Doces com nomes de filmes da torteria Cristina Barros Pâtisserie (Sudoeste) são indicados como alternativas de passatempo para a criançada na Revista do Correio deste domingo (3/2). Para encomendar: encomendas.cristinabarros@gmail.com

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sábado, 2 de fevereiro de 2013

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Sem conversa fiada e com RESULTADOS de fato!




Campanha Nacional de Prevenção de Dor na Coluna movimenta Parque da Cidade

Campanha Nacional de Prevenção de Dor na Coluna movimenta Parque da Cidade

Por Clarice Gulyas

A Associação Brasileira de Reabilitação de Coluna (ABRC) realizou na manhã deste sábado (2/2) a Campanha Nacional de Prevenção de Dor na Coluna, no Parque da Cidade (Brasília). A programação contou com a distribuição de 500 cartilhas explicativas, além de consultas e orientações gratuitas com uma equipe de dez fisioterapeutas. Outras 30 cidades participaram da campanha, que conta com parceria do Instituto de Tratamento da Coluna Vertebral (ITC Vertebral) e do Instituto New Pilates. O objetivo é tornar a prevenção acessível ao público de todas as idades e camadas sociais. As cartilhas também podem ser acessadas pelo site: http://tratamento.herniadedisco.com.br/cartilha/

Diagnosticada com hérnica de disco há dois anos, a engenheira Juliana Mol, 35 anos, afirma que a iniciativa é importante para estimular a prática de exercícios e dar mais visibilidade aos problemas relacionados às dores nas costas. "Quando fui diagnosticada com hérnia de disco, sentia dores horríveis e fui encaminhada para a cirurgia por um médico. Mas optei por um tratamento conservador com fisioterapia, que foi tão positivo que até hoje sigo as dicas que constam na cartilha. Os exercícios são fundamentais para se ter qualidade de vida", conta.

Na avaliação da diretora da ABRC em Brasília, Angela Lepesquer, o evento superou as expectativas e atingiu o objetivo de conscientizar um público diversificado. “A campanha foi um sucesso, e conseguimos atingir um ótimo público na questão de despertar a conscientização sobre a importância de reparar o próprio corpo para a prevenção de dores  na coluna”, comenta a fisioterapeuta, especialista em Coluna Vertebral.

Segundo Angela Lepesquer, os principais problemas de dores na coluna, como lombalgia e hérnia de disco, são causados por maus hábitos posturais, além de sedentarismo e fatores secundários como tabagismo, obesidade e hereditariedade. “Para prevenir esses problemas, tão comuns, é preciso fortalecer a musculatura da coluna a partir de exercícios e correção de hábitos ruins de saúde, como não se acomodar ao se sentar, não manter o corpo na mesma posição durante longos períodos, além de adaptações ergonômicas”, explica.

Segundo dados do IBGE, no Brasil a dor nas costas é a terceira causa de aposentadoria e a segunda de licença ao trabalho. Estatísticas também indicam que 13% das consultas médicas são provenientes de queixas de dor na coluna vertebral e, em nosso país, já são mais de 5,3 milhões de pessoas com hérnia de disco. A Organização Mundial da Saúde afirma que 80% da população mundial terá, pelo menos, um episódio de dor na coluna durante a vida.

Mais informações: http://tratamento.herniadedisco.com.br/cartilha/


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