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segunda-feira, 21 de dezembro de 2015

Roteiro: Colônia de Férias a Cavalo atrai público infanto-juvenil em Brasília

 Roteiro: Colônia de Férias a Cavalo atrai público infanto-juvenil em Brasília
 
 
Apostando nos benefícios da equitação e do contato com a natureza, o Centro Hípico Lago Sul realiza, no período de 4 a 22 de janeiro, a sua tradicional Colônia de Férias a Cavalo. Diversão garantida para crianças e adolescentes com idades entre 7 e 14 anos, a programação inclui aulas básicas de equitação, gincanas, trilha na mata, festival de sorvete e muito mais. As turmas são separadas por faixa-etária e possuem o acompanhamento de monitores e profissionais diversos, como psicólogo, veterinário, entre ourtos. Para a tranquilidade dos pais e segurança dos colonins, o Centro Hípico Lago Sul conta com o serviço permanente de emergência e UTI médica móvel.

Serviço:
Datas: semanas independentes de 04 a 08; de 11 a 15; e de 18 a 22 de janeiro de 2016
Horários: das 14h às 18h
Local: Centro Hípico Lago Sul - Rod. DF-001, Km 26. Jardim Botânico. (acesso pela Ponte JK, mesma entrada do condomínio Solar de Brasília II e III)
Classificação: de 7 a 14 anos (separadas por faixa-etária)
Valores: R$ 420,00 por semana. Inclui lanche e camiseta.
Inscrições/informações: 61 3339-0852 | 8159-1331
http://www.hipicalagosul.com.br/colonia-de-ferias
 

Crédito: OIKO Comunicação/TM Fotos e Vídeos

Assessoria de imprensa:
Oikos Comunicação

Miguel Alves 61 8175 7418
comunicacao@hipicalagosul.com.br
Crédito das Fotos – OIKO Comunicação/TM Fotos e Vídeos
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

terça-feira, 15 de dezembro de 2015

Livro atrai público diversificado ao desvendar histórias por detrás das paisagens


Livro atrai público diversificado ao desvendar histórias 
por detrás das paisagens

Aproximadamente 200 pessoas compareceram ao lançamento nacional da obra, 
em Brasília. Iniciativa faz parte do trabalho de popularização da Ciência 
da escritora e bióloga Nurit Bensusan




 Por Clarice Gulyas


Com ilustrações que conquistaram crianças e adultos, o livro 7 Histórias de Paisagens e Uma Biografia, da editora Mil Folhas e Três Joaninhas (ligada ao Instituto Internacional de Educação do Brasil - IEB) foi lançado na última quinta (10/12), em Brasília (DF). De autoria da bióloga brasiliense Nurit Bensusan, a obra faz uma contextualização histórica e cultural das principais paisagens pelo mundo, desconstruindo clichês e destacando a importância da conservação desses espaços, independente das áreas terem sido transformadas pelas atividades humanas. Na ocasião, foi comemorado o primeiro ano da editora Mil Folhas, especializada em temas socioambientais, e os 18 anos do IEB.

Autora de mais de 15 títulos técnicos sobre Ciência e meio ambiente, e seis livros infanto-juvenis, Nurit Bensusan se diz instigada com a grande repercussão de sua nova obra. O livro 7 Histórias de Paisagens e Uma Biografia destaca os principais processos de transformação das paisagens, passando pela savana africana, a Amazônia, os bosques de Minnesota, Tierra del Fuego (ilha localizada ao sul da Patagônia) e Madagascar.

"Mais do que atingir minhas expectativas, acho que elas foram até superadas. Acredito que o livro vendeu tanto porque essas ilustrações são sensacionais e também porque o texto realmente está espelhado nelas. Esse livro, talvez mais do que qualquer outro que eu tenha escrito na minha vida, conta com uma ilustração que está umbilicalmente ligada ao texto e como elas são muito legais, acho que desperta ainda mais o interesse das pessoas pelas histórias das paisagens", avalia a autora.

Diante dos bons resultados durante o lançamento, que reuniu pelo menos 200 pessoas em um café de Brasília, a autora não descarta a possibilidade de concorrer futuramente a premiações literárias. Em 2012, Bensusan lançou o livro-jogo Rio + 20, +21, +22, +23... na abertura da conferência internacional e com os títulos Quanto Dura Um Rinoceronte? (2012) e Labirintos - Parques Nacionais (2012), concorreu ao Prêmio MalbaTahan, da Fundação Nacional do Livro Infanto-juvenil (FNLIJ), conquistando o primeiro lugar na categoria Informativo para o Labirintos - Parques Nacionais, e o selo Altamente Recomendável para Quanto Dura Um Rinoceronte?. Em 2013, Nurit destacou-se nacionalmente como finalista do prêmio Jabuti, com Labirintos - Parques Nacionais. Sua última obra destinada ao público infanto-juvenil, Dividir Para Quê? - Biomas do Brasil, foi lançada em outubro de 2015.

"A gente vai se candidatar ao Prêmio da Fundação Nacional do Livro Infanto-Juvenil, com o Dividir Para Quê? - Biomas do Brasil; e vamos inscrever agora esse. Vamos aguardar o ano que vem, tem aí o prêmio Jabuti, tomara que tenhamos bons resultados. Também acho que esses livros têm grande chance de ganharem prêmios de Ilustração e Design.", comenta.

Sintonia em cores

Com cores fortes, formas geométricas e animais detalhados, a tão elogiada ilustração da obra, assinada pela artista plástica e ilustradora carioca Ana Cartaxo, tem chamado a atenção dos leitores. Durante o lançamento, ela expôs parte das 34 gravuras em aquarela que preenchem os espaços das 60 páginas do livro e comentou a sintonia com Nurit Bensusan e o escritório de design Grande Circular, responsável pelo projeto gráfico do livro.

"A gente (Ana e Nurit) já vem trabalhando juntas há alguns anos e a sintonia vai afinando a cada projeto que a gente faz. Nesse projeto pareceu que estávamos lendo o pensamento uma da outra. Também foi delicioso trabalhar com o pessoal do Grande Circular", afirma. "A expectativa agora é ganhar o mundo", brinca. "Quero continuar fazendo projetos desse tipo com ela", conclui.

Acompanhada da colega Judith Zuquim, a psicóloga Angela Jacklane Martins Cabral (foto) prestigiou o lançamento e elogiou autora e obra.

"Acho que a forma com que ela se propôs a fazer o livro e o trabalho artístico da Ana Cartaxo tornam ele um meio mais acessível para se tratar assuntos que são tão importantes e que são muito falados, mas que precisam despertar mais consciência. É preciso sair do discurso e ir para a prática. O trabalho dela é muito relevante, aprovei", diz.

Reconhecimento

Durante o evento foi comemorado o aniversário de 18 anos do Instituto Internacional de Educação do Brasil (IEB), que desenvolve e fortalece ações voltadas para a sustentabilidade e a conservação do meio ambiente. De acordo com Nurit Bensusan, que participou da trajetória da ONG entre 2006 e 2008, e atua como consultora até a atualidade, a criação da editora Mil Folhas (há um ano) e do selo Mil Folhas e Três Joaninhas (voltada publicações infanto-juvenis) têm contribuído cada vez mais para o avanço da sociedade na temática socioambiental.

"O IEB é uma instituição muito bacana porque ela trabalha com a ideia de fortalecer instituições e capacitar pessoas para que façam a diferença nessa área socioambiental. Não são muitas instituições que apostam nisso, que acabam sendo uma atividade 'meio' e não 'fim'.", avalia Bensusan.

Maria José Gontijo (foto), diretora executiva do IEB, faz um balanço positivo dos anos de trabalho desenvolvidos em Brasília, Belém e Sul do Amazonas, com projetos que gravitam em torno de três eixos temáticos: Apoio à pesquisa, formação e capacitação; Fortalecimento institucional; e Manejo de recursos naturais e gestão territorial.

"Estamos sempre aprendendo que não basta treinar e capacitar as comunidades e depois ir embora. É preciso estar lá acessível. O balanço é muito positivo, pois percebemos todos os dias que as gentes amazônicas são capazes de fazer a luta coletiva cada um e cada uma na briga pela terra, por políticas inclusivas. O IEB só ajuda se fazendo presente e dando voz. Os vetores da mudança são as próprias comunidades.", comenta.


Sobre a recente criação da editora Mil Folhas pelo IEB, Gontijo explica que, assim como os demais trabalhos desenvolvidos pela instituição, a intenção é colaborar com a construção de uma sociedade mais justa e orientada por valores humanos.

"É um caminho longo que, para ser consistente precisa ser trilhado coletivamente. A Editora Mil Folhas foi um sonho acalentado há bastante tempo e que se tornou realidade. Agora, a Mil Folhas e Três Joaninhas trouxe um desafio novo, mas muito gostoso: falar de meio ambiente, sustentabilidade, biodiversidade para quem vai ser adulto amanhã. Nossa pretensão é influenciar os corações e as mentes desses novos adultos para que eles façam pelo planeta o que nossa geração não fez.", afirma.

Sobre Nurit Bensusan:

Bióloga e engenheira florestal, pós-graduada em História e Filosofia da Ciência pela Universidade Hebraica de Jerusalém, mestre em Ecologia e doutora em Educação pela Universidade de Brasília (UnB). É criadora da Biolúdica (http://www.bioludica.com.br), oficina de jogos com temas biológicos voltada para crianças e adolescentes. Participa também do coletivo de ideias Biotrix (http://www.biotrix.com.br). Possui mais de 15 livros publicados, entre eles  Biodiversidade: é para comer, vestir ou passar no cabelo (IEB);  Meio Ambiente: e eu com isso? (Ed. Peirópolis); Quanto dura um rinoceronte? (Ed. Peirópolis) ;Seria melhor mandar ladrilhar? (Editora Universidade de Brasília e Peirópolis) e A diversidade cabe na unidade: áreas protegidas no Brasil (Ed. Mil Folhas). Seu livro Labirintos: parque nacionais (Ed. Peirópolis) ganhou o Prêmio MalbaTahan da Fundação Nacional do Livro Infanto-juvenil (FNLIJ) e foi finalista do prêmio Jabuti, em 2013. Foi responsável pela área de biodiversidade e coordenadora de políticas públicas do WWF Brasil, coordenadora de biodiversidade no Instituto Socioambiental e coordenadora do núcleo de gestão do conhecimento do Instituto Internacional de Educação do Brasil. Hoje é professora visitante da Universidade de Brasília.

Detalhes do livro:
Classificação: livre
Valor do livro: R$ 60,00
Pontos de vendas: Livraria da Editora Mil Folhas ( http://livraria.iieb.org.br/ )
Mais informações: http://www.iieb.org.br/


Fotos de divulgação:
Baixa resolução: http://tinyurl.com/nlajto7
Alta resolução: http://tinyurl.com/p2mruyq

Release 01 - Pré-divulgação: http://tinyurl.com/o6gvtyq



Assessoria de Imprensa
Clarice Gulyas
(61) 8177 3832 TIM/ Whatsapp
claricegulyas@gmail.com (Gtalk)
Registro profissional: 9520 - DRT/DF
FB: Clarice Gulyas / TT: @ClariceGulyas 
www.claricegulyas.blogspot.com





















terça-feira, 1 de dezembro de 2015

Livro desconstrói clichês sobre paisagens naturais pelo mundo

Livro desconstrói clichês sobre paisagens naturais
pelo mundo

A partir da contextualização histórica e cultural, bióloga brasiliense vai além da associação visual às paisagens e destaca a importância da conservação desses espaços, independente das áreas terem sido transformadas pelas atividades humanas




Por Clarice Gulyas

Como decisões políticas, processos biológicos e costumes locais podem influenciar a transformação de diferentes paisagens no mundo? Novo livro de autoria da bióloga brasiliense Nurit Bensusan reúne curiosidades históricas e culturais com o objetivo de desconstruir mitos e clichês sobre paisagens e faz um alerta sobre a importância da conservação desses espaços. A obra 7 Histórias de Paisagens e Uma Biografia, da editora Mil Folhas (ligada ao Instituto Internacional de Educação do Brasil - IEB), será lançada no dia 10 de dezembro, no Ernesto Cafés Especiais, em Brasília (DF). Na ocasião, será comemorado o aniversário de 18 anos da ONG, que desenvolve e fortalece ações voltadas para a sustentabilidade e a conservação do meio ambiente.

Com linguagem acessível para todas as idades, o livro aborda em suas 60 páginas e ilustrações diferenciadas, assinadas pela artista plástica Ana Cartaxo, os principais processos de transformação de paisagens pelo mundo, passando pela savana africana, a Amazônia, os bosques de Minnesota, Tierra del Fuego (ilha localizada ao sul da Patagônia) e Madagascar. O livro também desassocia o fogo com a destruição da natureza, citando exemplos da importância de queimadas estratégicas e até da caça de animais para a renovação ou reconstrução da fauna e da flora em alguns países e continentes. Considerada símbolo da "natureza intocada", Nurit Bensusan classifica a Amazônia como uma floresta cultural que é fruto de séculos de atividades humanas, que chegou a ser habitada por cerca de 8 milhões de pessoas durante a descoberta das Américas.

A autora, que lançou recentemente a obra Dividir Para Quê? - Biomas do Brasil, conta que a ideia para o tema do livro surgiu a partir do gosto pela coleção de histórias sobre as paisagens e também por notar a percepção errônea que as pessoas têm sobre esses espaços.

"Muitas vezes as pessoas enxergam as paisagens como uma foto ou cenário, ao invés de um processo em constante transformação. Achei importante mostrar que as paisagens têm muita história e este conteúdo influencia a cultura das pessoas, assim como as pessoas influenciam as paisagens. Esse é um livro de fácil compreensão para qualquer tipo de público e que tem uma ilustração muito bonita e que significa um gesto de amizade transgeracional, onde adolescentes e adultos podem ler e conversar sobre o assunto.", conta.

O que vale a pena ser conservado?

Em 7 Histórias de Paisagens e Uma Biografia, Nurit Bensusan propõe a reflexão sobre o conceito de paisagens naturais. Mas, afinal, “o que é natural? Algo que não tem influência humana? Mas os humanos não são seres naturais? Por que fazer essa distinção?”, questiona a bióloga e engenheira florestal.

"Essa categoria de paisagens naturais que não foram tocadas pelos humanos adquire muita importância para os movimentos de conservação da natureza, que acreditam que as paisagens que valem a pena ser conservadas são aquelas que não foram tocadas pelos humanos. No entanto, o que precisa ser conservado, quando falamos em conservação do meio ambiente e da biodiversidade, são os processos que geram essas paisagens e que mantém e transformam essas paisagens. Não interessa se foram tocadas ou não e, sim, que os processos ecológicos, evolutivos, biológicos, continuem acontecendo”, comenta.

Na biografia sobre o flamboyant, a autora revela como a planta proliferou-se pelo mundo por sua beleza, mas ao mesmo tempo está em extinção no seu habitat natural, em Madagascar. Para Bensusan, que também é doutora em Educação e mestre em Ecologia, é preocupante a existência de uma preferência maior da conservação de paisagens visualmente mais bonitas.

“Nos Estados Unidos, os primeiros ambientes a serem conservados foram os ambientes que as pessoas acreditavam que eram paisagens sublimes, maravilhosas. A ideia é que quando se tem uma paisagem bonita ela vale a pena ser conservada. Os pântanos da Flórida (EUA) só foram conservados quase cem anos depois que os primeiros parques nacionais americanos foram criados. No Brasil, os primeiros parques a serem criados foram o de Itatiaia e o Foz do Iguaçu, que são lindos. Então, quando se tem paisagens como os pântanos e os mangues, que são fundamentais em termos biológicos, mas como não são lindões, parecem que têm uma importância menor. Isso também vale para as espécies de animais.”, afirma.

Autora de mais de 15 títulos técnicos sobre Ciência e meio ambiente, Nurit Bensusan passou a investir no público infantil a partir de 2010 com a criação do kit livro + jogo O Mar em Verso. Na sequência, criou a Biolúdica, uma oficina de criação de jogos com temas biológicos, e lançou, em 2011, outro kit: o Biobrazuca e, mais tarde, os jogos de cartas conhecidos como "jogos biolúdicos", que deram origem ao Bioquê?, Tsunami, Protetores da Existência na Terra (PET) e Meta Morfus. Em 2012, Bensusan lançou o livro-jogo Rio + 20, +21, +22, +23... na abertura da conferência internacional e seguiu com os títulos Quanto Dura Um Rinoceronte? (2012) e Labirintos - Parques Nacionais (2012), conquistando o prêmio o Prêmio MalbaTahan da Fundação Nacional do Livro Infanto-juvenil (FNLIJ), destacando-se também como finalista do prêmio Jabuti, em 2013. Sua última obra destinada ao público infanto-juvenil, Dividir Para Quê? - Biomas do Brasil, foi lançada em outubro de 2015.

Serviço: 
Lançamento da obra 7 Histórias de Paisagens e Uma Biografia
Data: 10 de dezembro de 2015 (quinta-feira)
Hora: a partir das 18h30
Local: Ernesto Cafés Especiais - SCLS 115, bloco C, loja 14 (Asa Sul)
Classificação: livre
Valor do livro: R$ 60,00
Pontos de vendas: Ernesto Cafés Especiais e editora Mil Folhas ( http://livraria.iieb.org.br/ )

Sobre Nurit Bensusan:
Bióloga e engenheira florestal, pós-graduada em História e Filosofia da Ciência pela Universidade Hebraica de Jerusalém, mestre em Ecologia e doutora em Educação pela Universidade de Brasília (UnB). É criadora da Biolúdica (http://www.bioludica.com.br), oficina de jogos com temas biológicos voltada para crianças e adolescentes. Participa também do coletivo de ideias Biotrix (http://www.biotrix.com.br ). Possui mais de 15 livros publicados, entre eles  Biodiversidade: é para comer, vestir ou passar no cabelo (IEB); Meio Ambiente: e eu com isso? (Ed. Peirópolis); Quanto dura um rinoceronte? (Ed. Peirópolis) ;Seria melhor mandar ladrilhar? (Editora Universidade de Brasília e Peirópolis) e A diversidade cabe na unidade: áreas protegidas no Brasil (Ed. Mil Folhas). Seu livro Labirintos: parque nacionais (Ed. Peirópolis) ganhou o Prêmio MalbaTahan da Fundação Nacional do Livro Infanto-juvenil (FNLIJ) e foi finalista do prêmio Jabuti, em 2013. Foi responsável pela área de biodiversidade e coordenadora de políticas públicas do WWF Brasil, coordenadora de biodiversidade no Instituto Socioambiental e coordenadora do núcleo de gestão do conhecimento do Instituto Internacional de Educação do Brasil. Hoje é professora visitante da Universidade de Brasília.


Assessoria de imprensa:
Clarice Gulyas (61) 8177-3832 Tim/Whatsapp
claricegulyas@gmail.com

terça-feira, 27 de outubro de 2015

Por que a utilização do Relatório Final do Cenipa é Fundamental nos processos judiciais?

Por que a utilização do Relatório Final do Cenipa é Fundamental nos processos judiciais?
 
Por: Sergio Roberto Alonso, advogado especialista em Direito Aeronáutico, e Rita De Cássia B.L.Vivas, advogada especialista em Direito Processual Civil
 

 
A Lei nº 12.970, de 08 de maio de 2014, proíbe expressamente em seus artigos 88 - H e 88 - I § 2º, a utilização do Relatório Final editado pelo Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa), em processos judiciais decorrentes de acidentes aeronáuticos.

Esta proibição é inconstitucional, e viola o art. 5º, incisos XXXV e LV da Constituição Federal, pois na prática restringe o acesso das partes ao Judiciário, além de violar o princípio constitucional da ampla defesa.

Diante da alta complexidade da aviação e dos acidentes aeronáuticos, onde vários fatores estão envolvidos (erro humano, violação de normas, infraestrutura aeronáutica, erro de projeto, defeito de construção, etc.), somente um laudo feito por especialistas e com a qualidade técnica dos elaborados pelo Cenipa (observe-se a excelência dos relatórios finais do Acidente da GOL-907 e da TAM-354) poderão constituir prova suficiente para que as partes demonstrem a ocorrência de  dolo ou culpa grave como causa do sinistro, assim possibilitando as mesmas pleitearem indenizações ilimitadas.

A lei em comento, além de inconstitucional, é uma quimera jurídica, pois proíbe a utilização do laudo feito por expert e com excelência, ignorando a diversidade e desigualdade dos 27 Estados da Federação e mais de 5000 municípios ao remeter à policia civil, que não dispõe na maioria das vezes de meios sequer para realização de uma perícia de trânsito, a realização de uma perícia de acidente aéreo, onde toda a documentação, estudos e análises só são possíveis se feitos por quem entende de aviação e de aviões.

O Relatório Final do Cenipa disseca e mapeia as causas do acidente, como uma tomografia computadorizada, e sua proibição nas causas judiciais, equivale proibir o juiz de utilizar-se do laudo necroscópico, para determinar a causa mortis, determinando que o faça através de um laudo elaborado por um auxiliar de enfermagem.

Esta lei também contraria o princípio do livre convencimento do juiz, pois este não poderá utilizar-se do laudo para proferir a sentença, embora sabido que a função da prova pericial é tão somente a de emprestar ao processo relato técnico relevante.

Ademais, a Lei Processual Civil já determina, com veemência, que o juiz analisará livremente a prova de acordo com os elementos dos autos - art. 436 do Código de Processo Civil. Desse modo, a utilização do Relatório do Cenipa nas causas de acidente aéreo, visa apenas conferir ao juízo análise que o permita valorar o resultado da perícia. Nada mais!

O uso o Relatório do Cenipa não representa intromissão na hermenêutica dos autos, até mesmo porque ao perito não é dado imiscuir-se em questões jurídicas, estando limitado à análise técnica.

Esta lei é um retrocesso no nosso sistema jurídico, e na evolução do Direito Aeronáutico e, ainda, contraria a iterativa e pacífica jurisprudência dos nossos tribunais.

Todas as decisões que modernizaram o direito aeronáutico, em favor dos usuários do transporte aéreo, utilizaram-se do Relatório Final para comprovar a culpa grave das empresas aéreas, condenando-as ao pagamento de indenizações ilimitadas as vítimas e/ou parentes de acidentes aeronáuticos.

Entre outras são emblemáticas as decisões proferidas nos processos de Maria Cocato X VASP, ainda sob a égide do Código Brasileiro do Ar de 1966, no qual a 7ª Câmara do Primeiro Tribunal de Alçada Civil de São Paulo, utilizando-se do Relatório Final editado pelo Cenipa, equiparou a Culpa Grave ao Dolo para determinar o pagamento de indenização ilimitada, de acordo com a lei civil para a mãe da vítima (acidente ocorrido no Ceará - Serra de Pacatuba em 1982). O outro processo é o de Amizue Bezerra da Motta contra a Varig, que em sede de Recurso Especial firmou tese de que ocorrido o acidente aéreo no exterior, não flui o lapso prescricional enquanto se apuram as causas do acidente, de cujo conhecimento pelos interessados depende o ajuizamento da ação (acidente ocorrido em 1987 na Costa do Marfim). Isso, por si só, demonstra a relevância da utilização do Relatório Final do Cenipa em juízo.

O Egrégio Supremo Tribunal Federal em um de seus julgados firmou a tese de que, o Relatório Final do Cenipa equipara-se às decisões do Tribunal Marítimo, para estabelecer as causas de acidente aeronáutico, tendo a presunção de verdade.

Portanto, a lei supra referida além de ser inconstitucional, feriu corações e mentes de parentes de vítimas de acidente aéreo, que normalmente sofrem de impacto tardio em sua saúde mental (tese de Doutorado da Dr.ª Maria da Conceição Pereira Sougey, psicóloga especializada em aviação e pertencente aos quadros do Cenipa), e que com esta lei terão dificuldades de obter resposta à pergunta que as angustia, por que deixaram que isso pudesse acontecer?
 

segunda-feira, 12 de outubro de 2015

Obra cem por cento brasiliense conquista público infanto-juvenil



Obra cem por cento brasiliense conquista público infanto-juvenil


Evento de lançamento contou com programação gratuita e movimentou café
de Brasília nesse domingo


Por Clarice Gulyas
Fotos: Letícia Freire / IEB
 



A escritora e bióloga brasiliense Nurit Bensusan lançou nesse domingo (11/10), a obra Dividir Para Quê? - Biomas do Brasil, no Ernesto Cafés Especiais, em Brasília (DF). O título, voltado para o público de 10 a 14 anos, é o carro-chefe do selo infantil Mil folhas e três joaninhas, recém-criado pela editora brasiliense Mil Folhas, ligada ao Instituto Internacional de Educação do Brasil (IEB). A iniciativa tem como proposta incentivar o interesse de crianças e adolescentes por temas socioambientais.

Segundo a autora, o livro tende a suprir a carência de materiais interessantes sobre meio ambiente e ciência voltados para crianças no Brasil. Na ocasião, Nurit Bensusan elogiou a receptividade e o interesse do público durante o lançamento e destacou a importância de uma abordagem lúdica e criativa como atrativos para crianças e adolescentes. Para a bióloga e engenheira florestal, a parceria com a editora pode ser resumida em “cativar corações e mentes para as questões socioambientais”.

"A ideia é vincular o livro e o conteúdo sobre biomas a muitas outras informações culturais interessantes que eu acho, e espero, que possam instigar as crianças. Eu acho que essa é uma boa ideia para lidar com materiais didáticos e paradidáticos. Ou seja, mostrar que existe uma relação entre a conservação da natureza (e a própria natureza) e outros aspectos da cultura. A gente é o que é porque estamos inseridos nessa natureza. A cultura também é fruto dessa natureza e das paisagens onde a gente vive.", comenta Bensusan, mestre em Ecologia e doutora em Educação.

Além das informações específicas sobre a Amazônia, a Caatinga, o Cerrado, a Mata Atlântica, o Pantanal e o Pampa, a obra traz, em suas 56 páginas, curiosidades históricas e culturais, como a origem do nome dos biomas, a influência destes na cultura da região e até mesmo os dinossauros que já passaram por cada um desses lugares. Com um texto leve e descontraído, apoiado por ilustrações divertidas e um projeto gráfico diferenciado assinado pelo escritório de design brasiliense Grande Circular, a proposta do livro é ligar elementos culturais com as questões ambientais, como a necessidade da conservação. Dividir Para Quê? - Biomas do Brasil também destaca o grau de desmatamento de cada uma dessas áreas e propõe a reflexão da importância dessa classificação para a gestão sociopolítica, a conservação e, respectivamente, manutenção da vida. 

Mercado editorial 

Na avaliação de Maria José Gontijo (foto), diretora executiva do IEB, ao contrário dos títulos convencionais voltados para o público adulto, o mercado editorial infanto-juvenil está em expansão. No entanto, a abordagem desse tipo de tema ainda é pequena ou desinteressante. A entidade já produziu mais de 80 títulos com a temática socioambiental e lançou em 2014 a editora Mil Folhas. Segundo ela, o lançamento do selo infantil reflete o amadurecimento do trabalho desempenhado pela entidade do terceiro setor ao longo de 17 anos e veio a preencher uma lacuna que ainda existe no mercado editorial nacional.

“Eu acho que esse tema está em aberto. Não há muitas coisas realmente boas no mercado para preencher esse vazio e acho que podemos aproveitar dessa abertura. Nossa abordagem é uma abordagem cultural, social e ambiental, ou seja, trazendo essa diversidade que temos hoje no Brasil para influenciar as crianças.”, comenta Gontijo, que antecipa a possibilidade do lançamento de um livro sobre paisagens naturais ainda para esse ano.

Atraída pelo trabalho de popularização da ciência de Nurit Bensusan, a professora Fernanda Vasconcelos de Almeida (foto) acompanhou os filhos Artur e Daniel (de 10 e 6 anos) ao evento e aprovou não só a nova literatura infantil, mas também os jogos “biolúdicos” criados por Nurit. “Achei incrível a iniciativa e acho que as escolas deveriam adotar livros desse tipo, menos ‘quadradinhos’ e mais criativos. Acho que esse livro vai ser bem interessante justamente por trazer mais curiosidades que os livros didáticos não costumam falar muito”, elogia.

A procuradora federal Mariliane Dornelles concorda. Acompanhada da filha Cecília (8 anos), ela comenta que a iniciativa é fundamental para conscientizar a nova geração, visando adultos mais responsáveis e comprometidos com a sustentabilidade. “Vou levar esse livro para a escola dela para eles terem conhecimento e até sugerir para que adotem no ensino também”, afirma.

Autora de mais de 15 títulos técnicos sobre Ciência e meio ambiente, Nurit Bensusan passou a investir no público infantil a partir de 2010 com a criação do kit livro + jogo O Mar em Verso. Na sequência, criou a Biolúdica, uma oficina de criação de jogos com temas biológicos, e lançou, em 2011, outro kit: o Biobrazuca e, mais tarde, os jogos de cartas conhecidos como "jogos biolúdicos", que deram origem ao Bioquê?,  Tsunami, Protetores da Existência na Terra (PET) e Meta Morfus. Em 2012, Bensusan lançou o livro-jogo Rio + 20, +21, +22, +23... na abertura da conferência internacional e seguiu com os títulos Quanto Dura Um Rinoceronte? (2012) e Labirintos - Parques Nacionais (2012), conquistando o prêmio o Prêmio MalbaTahan da Fundação Nacional do Livro Infanto-juvenil (FNLIJ), destacando-se também como finalista do prêmio Jabuti, em 2013.

Sobre Nurit Bensusan:

Bióloga e engenheira florestal, pós-graduada em História e Filosofia da Ciência pela Universidade Hebraica de Jerusalém, mestre em Ecologia e doutora em Educação pela Universidade de Brasília (UnB). É autora do blog Nosso Planeta, do jornal O Globo (http://oglobo.globo.com/blogs/nossoplaneta ), uma de suas plataformas de popularização da ciência, e criadora da Biolúdica (http://www.bioludica.com.br), oficina de jogos com temas biológicos voltada para crianças e adolescentes. Participa também do coletivo de ideias Biotrix (http://www.biotrix.com.br ). Possui mais de 15 livros publicados, entre eles  Biodiversidade: é para comer, vestir ou passar no cabelo (IEB);  Meio Ambiente: e eu com isso? (Ed. Peirópolis); Quanto dura um rinoceronte? (Ed. Peirópolis) ;Seria melhor mandar ladrilhar? (Editora Universidade de Brasília e Peirópolis) e A diversidade cabe na unidade: áreas protegidas no Brasil (Ed. Mil Folhas). Seu livro Labirintos: parque nacionais (Ed. Peirópolis) ganhou o Prêmio MalbaTahan da Fundação Nacional do Livro Infanto-juvenil (FNLIJ) e foi finalista do prêmio Jabuti, em 2013. Foi responsável pela área de biodiversidade e coordenadora de políticas públicas do WWF Brasil, coordenadora de biodiversidade no Instituto Socioambiental e coordenadora do núcleo de gestão do conhecimento do Instituto Internacional de Educação do Brasil. Hoje é professora visitante da Universidade de Brasília.


Mais informações:
Valor do livro: R$ 45,00
Pontos de vendas: Ernesto Cafés Especiais, livrarias em geral e site da editora Mil Folhas 
( http://livraria.iieb.org.br/ )

Release de pré-divulgação:

Assessoria de imprensa:
Clarice Gulyas (61) 8177 3832 / claricegulyas@gmail.com


domingo, 4 de outubro de 2015

Dia das Crianças: Bióloga brasiliense lança livro infanto-juvenil sobre biomas do Brasil

Dia das Crianças: Bióloga brasiliense lança livro infanto-juvenil sobre biomas do Brasil

Após lançar livro-jogo na abertura da Rio + 20 e ganhar um dos maiores prêmios de literatura infantil do País com a obra Labirintos - Parques Nacionais, escritora e pesquisadora ambiental quer preencher lacuna deixada por materiais didáticos infantis


Por Clarice Gulyas

Com a proposta de popularizar a Ciência e estimular a reflexão de crianças e adolescentes para as questões socioambientais, a bióloga brasiliense Nurit Bensusan aposta em um novo livro infanto-juvenil que trata dos biomas brasileiros. A obra Dividir Para Quê? - Biomas do Brasil, da editora Mil Folhas, será lançada no próximo domingo (11/10), às vésperas do Dia das Crianças, no Ernesto Cafés Especiais, em Brasília (DF). O evento é gratuito e contará com brincadeiras e atividades lúdicas, como disputa de charadas, oficina de colorir e aula de yoga com posições de animais.

Além das informações específicas sobre a Amazônia, a Caatinga, o Cerrado, a Mata Atlântica, o Pantanal e o Pampa, a obra, voltada para o público de 10 a 14 anos, traz, em suas 56 páginas, curiosidades históricas e culturais, como a origem do nome dos biomas, a influência destes na cultura da região e até mesmo os dinossauros que já passaram por cada um desses lugares. No mês em que é também comemorado o Dia Nacional do Livro (29 de outubro), a mestre em Ecologia e doutora em Educação, Nurit Bensusan, explica que a inspiração para o tema do novo livro surgiu com a procura de distribuidoras de livros que sentiam necessidade de livros paradidáticos sobre o tema nas escolas. O convite, então, partiu da editora Mil Folhas, que acaba de criar o selo Mil Folhas e Três Joaninhas para se dedicar exclusivamente às publicações dirigidas a crianças e adolescentes.

“Dei uma olhada no livro didático do meu filho sobre o conteúdo de biomas, que estava no 6º ano, e fiquei alarmada quando vi que o livro, ao invés dos seis biomas terrestres que são consolidados pelo IBGE, apresentava nove. A partir daí comecei a achar que realmente faltava informação acessível para as crianças e os adolescentes. Então nasceu a ideia de fazer o livro, que não é um livro didático para escolas, mas que pode ser usado nas escolas.”, conta.

Dividir para quê?
Com um texto leve e descontraído, apoiado por ilustrações divertidas e um projeto gráfico diferenciado assinado pelo coletivo de designers Grande Circular, a proposta do livro é ligar elementos culturais com as questões ambientais, como a necessidade da conservação. Dividir Para Quê? - Biomas do Brasil também destaca o grau de desmatamento de cada uma dessas áreas e propõe a reflexão da importância dessa classificação para a gestão sociopolítica, a conservação e, respectivamente, manutenção da vida. Para Nurit Bensusan, que também é engenheira florestal e especialista em História e Filosofia da Ciência, toda classificação é arbitrária, mas necessária do ponto de vista estratégico de gestão e atuação.

“Os espaços protegidos nunca foram suficientes para proteger de fato a natureza porque eles não têm dimensão suficiente para comportar os processos naturais. Mas eles ajudam, como parte de uma estratégia de conservação da natureza, eles são fundamentais, mas agora eles estão completamente em ‘xeque’”, avalia a bióloga. “São muitas as iniciativas para limitar esses espaços, extinguir áreas protegidas que já existem e reduzir espaços que estão consolidados. Mas isso tem relação com a maneira como a gente vê a natureza: não a vemos como uma oportunidade, mas como uma maldição da qual precisamos nos livrar como se tivéssemos que ultrapassar essa natureza para chegar ao desenvolvimento, como se a possibilidade de ter um país mais justo e desenvolvido, no sentido mais humano da palavra, não fosse possível junto com a conservação. Como se tivéssemos que escolher uma coisa ou outra coisa”, critica.

Conscientização

Segundo a autora, a forma equivocada de encarar a conservação da natureza também parte da percepção visual dos biomas, com a tendência de se preservar somente regiões florestais. No entanto, aponta Nurit em sua obra, biomas de campo como o Pampa, onde foi registrado o primeiro dinossauro brasileiro, tem justamente como uma de suas principais ameaças o plantio de árvores.
“Isso é uma coisa muito interesse. Muitas vezes há a percepção de que um bioma florestal é um bioma que vale a pena ser conservado em detrimento de outros, como o Cerrado (que possui a savana com maior diversidade arbórea do planeta) e o Pampa, que não têm a mesma exuberância visual que a Mata Atlântica ou Amazônia têm. Mas os processos da natureza acontecem em todos esses biomas e todos eles precisam ser conservados para assegurar a manutenção desses processos que, em ultima instância, é o que garante a manutenção da vida na Terra e da qualidade da vida humana também.”, alerta Bensusan, que também destaca os ecossistemas marinhos e costeiros em seu sexto título infantil.
Autora de mais de 15 títulos técnicos sobre Ciência e meio ambiente, Nurit Bensusan passou a investir no público infantil a partir de 2010 com a criação do kit livro + jogo O Mar em Verso. Na sequência, criou a Biolúdica, uma oficina de criação de jogos com temas biológicos, e lançou, em 2011, outro kit: o Biobrazuca e, mais tarde, os jogos de cartas conhecidos como "jogos biolúdicos", que deram origem ao Bioquê?,  Tsunami, Protetores da Existência na Terra (PET) e Meta Morfus. Em 2012, Bensusan lançou o livro-jogo Rio + 20, +21, +22, +23... na abertura da conferência internacional e seguiu com os títulos Quanto Dura Um Rinoceronte? (2012) e Labirintos - Parques Nacionais (2012), conquistando o prêmio o Prêmio MalbaTahan da Fundação Nacional do Livro Infanto-juvenil (FNLIJ), destacando-se também como finalista do prêmio Jabuti, em 2013.
Novidade


A Mil Folhas é uma editora ligada ao Instituto Internacional de Educação do Brasil (IEB), cujo objetivo é tornar público e disponível para toda a sociedade o conhecimento gerado e acumulado pelas diversas instituições que se dedicam às questões socioambientais. Com esse livro, a Mil Follhas inaugura seu selo infanto-juvenil, o Mil Folhas e Três Joaninhas, destinado a contribuir com a formação de crianças e adolescentes, estimular sua reflexão e capturar seus corações e mentes para as questões socioambientais.

Serviço: Lançamento da obra Dividir Para Quê? - Biomas do Brasil
Data: 11 de outubro de 2015 (domingo)
Hora: a partir das 16h
Local: Ernesto Cafés Especiais - SCLS 115, bloco C, loja 14 (Asa Sul)
Classificação: a partir de 7 anos
Programação: jogo de charadas, oficina de colorir e aula de yoga com posições de animais
Valor do livro: R$ 45,00
Pontos de vendas: Ernesto Cafés Especiais, livrarias em geral e site da editora Mil Folhas
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Sobre Nurit Bensusan:
Bióloga e engenheira florestal, pós-graduada em História e Filosofia da Ciência pela Universidade Hebraica de Jerusalém, mestre em Ecologia e doutora em Educação pela Universidade de Brasília (UnB). É autora do blog Nosso Planeta, do jornal O Globo (
http://oglobo.globo.com/blogs/nossoplaneta), uma de suas plataformas de popularização da ciência, e criadora da Biolúdica (http://www.bioludica.com.br), oficina de jogos com temas biológicos voltada para crianças e adolescentes. Participa também do coletivo de ideias Biotrix (http://www.biotrix.com.br ). Possui mais de 15 livros publicados, entre eles  Biodiversidade: é para comer, vestir ou passar no cabelo (IEB);  Meio Ambiente: e eu com isso? (Ed. Peirópolis); Quanto dura um rinoceronte? (Ed. Peirópolis) ;Seria melhor mandar ladrilhar? (Editora Universidade de Brasília e Peirópolis) e A diversidade cabe na unidade: áreas protegidas no Brasil (Ed. Mil Folhas). Seu livro Labirintos: parque nacionais (Ed. Peirópolis) ganhou o Prêmio MalbaTahan da Fundação Nacional do Livro Infanto-juvenil (FNLIJ) e foi finalista do prêmio Jabuti, em 2013. Foi responsável pela área de biodiversidade e coordenadora de políticas públicas do WWF Brasil, coordenadora de biodiversidade no Instituto Socioambiental e coordenadora do núcleo de gestão do conhecimento do Instituto Internacional de Educação do Brasil. Hoje é professora visitante da Universidade de Brasília.

Assessoria de imprensa:
Clarice Gulyas (61) 8177 3832 /
claricegulyas@gmail.com

domingo, 12 de julho de 2015

Roteiro: 24ª Colônia de Férias a Cavalo

Roteiro: 24ª Colônia de Férias a Cavalo





O Centro Hípico Lago Sul realiza, no período de 13 a 24 de julho, sua tradicional Colônia de Férias a Cavalo. Além de promover brincadeiras, oficinas e atividades lúdicas, crianças e adolescentes entre 3 e 17 anos poderão contar com aulas básicas de equitação. Atração principal da colônia de férias, a vivência com cavalos vai desde a alimentação dos animais até a escovação de pêlos e preparação para montaria. É também em cima dos cavalos que as crianças participam de brincadeiras e praticam exercícios, sempre com animais mansos, dóceis e experientes na convivência com crianças. E o melhor: tudo isso ao ar livre e em contato constante com a natureza!

Atração Especial
Nesta edição, em parceria com o Festival Medieval de Brasília, os “colonins” terão um dia com diversas atrações medievais especialmente preparadas para que eles possam fazer uma verdadeira viagem no tempo até à época.

Investimento
R$ 390,00 (trezentos e noventa reais) por semana.
Grupos familiares terão descontos especiais.

Serviço:
24ª Colônia de Férias a Cavalo
Data: dias 06 a 10; 13 a 17 e 20 a 24 de julho de 2015
Hora: das 14h às 18h
Local: Centro Hípico Lago Sul / Rod. DF-001, Km 26. Jardim Botânico.
(acesso pela mesma rua do condomínio Solar de Brasília)
Classificação: 3 a 17 anos
Inscrições/informações: +55 61 3339-0852 | 8159-1331




quarta-feira, 1 de julho de 2015

Inscrições abertas: 6ª Colônia de Férias da Fit Park Academia

Inscrições abertas: 6ª Colônia de Férias da Fit Park Academia



Localizada em frente ao parque Olhos D’Água, iniciativa aposta em programação diversificada para atrair a criançada


A Fit Park Academia abre as inscrições de sua 6ª Colônia de Férias, na quadra 214 da Asa Norte. No período de 13 a 24 de julho, crianças de 3 a 11 anos de idade terão a diversão garantida com passeios, gincanas, atividades lúdicas e exercícios. Com o objetivo de despertar a conscientização ambiental e promover saúde e bem-estar aos pequenos, a programação inclui aulas de natação, capoeira, passeios ao Zoológico, plantio de mudas no parque Olhos D'Água, oficinas de origami, desenho, pintura, brinquedos reciclados,  biscuit, fantoches, artesanato e muito mais. Clientes da academia terão direito a descontos especiais. As inscrições podem ser feitas pelo telefone  61 3368 2001 ou pelo site http://www.fitparkacademia.com.br/6a-colonia-pre-inscricao/



Serviço:
6ª Colônia de Férias da Fit Park Academia
Duração: de 13 a 17 de julho; e de 20 a 24 de julho
Horário: das 14h às 18h
Local: Fit Park Academia (CLN 214, bloco D, área especial)
Classificação:  3 a 11 anos (separação por faixa-etária: Grupo 1: 03 a 04 anos; Grupo 2: 05 a 07 anos; e Grupo 3: 08 a 11 anos)
Investimento: R$ R$330,00 uma semana (com desconto para duas ou mais) ou R$ R$594,00 as duas semanas, com descontos para duas ou mais crianças.
*Inclui: lanche e kit contendo camiseta, squezze e saco mochila personalizados
Formas de pagamento: Parcelamentos em até 3x nos cartões VISA ou Mastercard, ou à vista em dinheiro ou cheque.
Inscrições:  (61) 3368-2001 ou http://www.fitparkacademia.com.br/6a-colonia-pre-inscricao/



Regulamento:
http://www.fitparkacademia.com.br/6a-colonia-regulamento/

Programação completa:
http://www.fitparkacademia.com.br/6a-colonia-programacao/

Cardápio:
http://www.fitparkacademia.com.br/6a-colonia-cardapio/

Pré inscrição: 
http://www.fitparkacademia.com.br/6a-colonia-pre-inscricao/

Fotos das edições anteriores:
5ª Colônia http://www.fitparkacademia.com.br/?gallery=5a-colonia-de-ferias
4ª Colônia http://www.fitparkacademia.com.br/?gallery=4a-colonia-de-ferias