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sexta-feira, 30 de agosto de 2013

Pâtisserie brasiliense comemora primeiro aniversário com festival de tortas finas

Pâtisserie brasiliense comemora primeiro aniversário com festival de tortas finas

Chef Cristina Barros se inspira em filmes durante suas criações gastronômicas


A pâtisserie Cristina Barros, localizada no setor Sudoeste, em Brasília, comemora, neste sábado (31/08), a partir das 17h, seu primeiro aniversário. Quem aprecia música ao vivo, poesia e chocolates não pode ficar de fora. De acordo com Cristina, quem adquirir o ingresso (R$30 individual ou R$50 casal) poderá saborear várias de suas tortas doces, além de se deliciar com um bom espumante. Água e refrigerantes também estão inclusos na consumação.

Conhecida por criar tortas com nomes inspirados em clássicos do Cinema, Cristina, que servirá algumas de suas obras cine-gastronômicas durante o festival, fala sobre sua fascinação por filmes e doces. “Tantos as horas que passo em uma sessão de cinema, como as que invisto na criação dos meus doces são relaxantes e terapêuticas”, conta a chocólatra-cinéfila.

De acordo com Cristina, não existe uma regra pré-definida na hora de nomear os doces. “A inspiração pode vir embalada por uma trilha sonora ou por lembranças de cenas de filmes que me fizeram vivenciar uma grande emoção como espectadora”, explica.

Entre as tortas que serão oferecidas na celebração deste sábado, está Sob o Sol da Toscana, uma das mais tradicionais e mais pedidas pelos clientes da pâtisserie, inspirada no filme do diretor inglês Audrey Wells. “É a combinação perfeita entre amêndoas, creme de limão e mousse de chocolate branco”, descreve a especialista em cozinha doce.

Romântica, Cristina conta que os ingredientes principais na hora de colocar a mão na massa são as emoções vivenciadas por ela naquele momento. “Experimento, na minha cozinha, uma aventura semelhante à de quando estou no cinema. Coloco toda minha energia e deixo outra Cristina aparecer, a inventiva, a que não tem medo de se mostrar, aquela que não parece temer o erro, a reprovação. Assumo, sim, uma personagem que tem em suas mãos a possibilidade de combinar insumos, mesclar fantasias, e criar algo que seja digno de ser deliciado e degustado por um comensal ávido por novos sabores”, afirma, garantindo aos participantes do festival “inesquecíveis experiências gastronômicas”.

Serviço:
Festival de tortas finas - Cristina Barros Pâtisserie
SCLSW 103, Bloco A, loja 23 – Ed. Rhodes II - Galeria / Sudoeste, Brasília (DF). 
Horário: 17h às 21h
Mais informações: (61) 3343-3209
encomendas.cristinabarros@gmail.com
http://www.cristinabarrospatisserie.com.br



Assessoria de Imprensa:
Gulyas Comunicação
(61) 8428 0719 / 8177 3832
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gulyascomunicacao@gmail.com

quinta-feira, 29 de agosto de 2013

Bióloga brasiliense é exemplo no Dia do Biólogo

Bióloga brasiliense é exemplo no Dia do Biólogo
 
 

No próximo dia 3 de setembro, o Brasil comemora o Dia do Biólogo. A data foi implementada em 1979, através da Lei 6.684. Em Brasília, a bióloga Nurit Bensusan aposta no público infantil para despertar o interesse pela ciência, por meio da criação de jogos e livros infantis. A aposta tem dado tão certo que ela foi premiada nacionalmente com seu último livro, Labirintos – Parques Nacionais. Atualmente, segundo o Conselho Federal de Biologia –CFBio, existem no Brasil cerca de 80 mil profissionais cadastrados.


A bióloga e também engenheira florestal acredita que aprender sobre ciência e meio ambiente é mais produtivo quando isso é feito com diversão e interação. Nurit, que é autora de livros técnicos sobre biologia e livros de popularização da ciência para adultos, revela que o trabalho com crianças é especialmente gratificante. “O público infantil é diferente do adulto, não só por terem outra forma de se interessar pelas coisas, sem a relação utilitarista que ‘gente grande’ costuma ter, mas também por terem uma empatia muito forte pelos assuntos ambientais. Conservar essa empatia pode fazer muita diferença para o futuro”, completa a bióloga, doutora em Educação e mestre em Ecologia.

Reconhecimento nacional

Mas os jogos não são as únicas formas de estimular o interesse da garotada, a empresa lançada por Nurit, em 2010, a Biolúdica, também conta com livros interativos para as crianças. Um exemplo é a obra Labirintos – Parques Nacionais, publicada em parceria com a Editora Peirópolis, premiada com o selo “O Melhor para a Criança”, na categoria informativo, pela Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil (FNLIJ) esse ano. O livro faz uma viagem por doze parques nacionais brasileiros por meio de ilustração diferenciada e curiosidades divertidas.

Outros destaques são o livro Rio + 20, 21, 22… (lançado na abertura da Rio + 20, no ano passado) e o título Quanto Dura Um Rinoceronte?, publicado pela editora Peirópolis, que ganhou o selo de Altamente Recomendável pela FNLIJ, também esse ano. A Biolúdica também conta hoje com cinco jogos de cartas desenvolvidos por Nurit Bensusan, sendo dois deles lançados no final do ano passado, junto com o livro Labirintos – Parques Nacionais. Além da venda online pela página oficial da loja, os jogos e livros da Biolúdica podem ser encontrados em livrarias diversas e cafés de Brasília.

Para Nurit Bensusan, ajudar a popularizar a ciência entre as crianças é um dos trabalhos mais importantes e gratificantes de sua carreira, pois, no Brasil, ainda faltam obras de qualidade sobre ciência e meio ambiente para o público infantil. “A maioria dos livros de divulgação cientifica, especialmente quando voltados às crianças, tendem a simplificar ao máximo o tema, tornando-se superficiais e pobres de informações. Acredito que a melhor maneira não é simplificar, mas manter a complexidade e profundidade do tema, não subestimando o leitor, nem adultos, nem crianças.”, ressalta.

Sobre Nurit Bensusan
Bióloga e engenheira florestal, pós-graduada em História e Filosofia da Ciência pela Universidade Hebraica de Jerusalém, mestre em Ecologia e doutora em Educação pela Universidade de Brasília (UnB). É autora do blog Nosso Planeta, do jornal O Globo (
http://oglobo.globo.com/blogs/nossoplaneta), uma de suas plataformas de popularização da ciência, e criadora da Biolúdica (http://www.bioludica.com.br), oficina de jogos com temas biológicos voltada para crianças e adolescentes. Participa também do coletivo de ideias Biotrix ( http://www.biotrix.com.br). Com mais de 12 livros publicados, entre eles Biodiversidade: é para comer, vestir ou passar no cabelo (Editora Peirópolis); Conservação de Biodiversidade em Áreas Protegidas (Editora Fundação Getúlio Vargas), Meio Ambiente: e eu com isso? (Editora Peirópolis); Quanto dura um rinoceronte? (Editora Peirópolis); Rio + 20, +21, +22, +23 (da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência), e Seria melhor mandar ladrilhar? (Editora Universidade de Brasília e Peirópolis). Foi responsável pela área de biodiversidade e coordenadora de políticas públicas do WWF Brasil, coordenadora de biodiversidade no Instituto Socioambiental e coordenadora do núcleo de gestão do conhecimento do Instituto Internacional de Educação do Brasil.
 
Entrevista em vídeo:
Nurit Bensusan conta como se tornou escritora –Biolúdica
http://www.youtube.com/watch?v=tUXFLGCSpA8

Nurit Bensusan fala sobre o livro-jogo Labirintos - Parques Nacionaishttp://www.youtube.com/watch?v=Wrqp4j4jAJU
 
Mais informações:http://www.bioludica.com
 
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quarta-feira, 28 de agosto de 2013

Dia do Profissional de Educação Física destaca importância de acompanhamento durante prática de exercícios

Dia do Profissional de Educação Física destaca importância de acompanhamento durante prática de exercícios
 
Responsáveis por avaliar e orientar atletas e praticantes de exercícios físicos, os profissionais de educação física são personagens importantes na busca do equilíbrio físico e emocional. Em visibilidade ao Dia do Profissional de Educação Física, comemorado no dia 1º de setembro, a Fit Park homenageia sua equipe e destaca que o atendimento personalizado da academia faz o diferencial no mercado fitness. De acordo com dados da Associação Brasileira de Academias (ACAD), de 2006 a 2012 o número de academias passou de sete para 22 mil unidades no Brasil. No Distrito Federal, até 2011, eram mais de 700 estabelecimentos de esportes e malhação.

Para garantir saúde e segurança durante a prática das atividades físicas, os professores dosam intensidade e modalidade de acordo com o perfil de cada um. A presença desse profissional é importante para evitar lesões, má postura e acompanhar os batimentos cardíacos e a respiração durante a realização dos exercícios.
Segundo a gerente da Fit Park, Angela Andrade, os cerca de 30 educadores físicos da academia são profissionais responsáveis por proporcionar melhor qualidade de vida às pessoas, principalmente, através da prevenção.

"A atividade física regular, além de proporcionar benefícios como um melhor condicionamento físico, também fortalece a musculatura e ajuda na prevenção de doenças cardio-respiratórias, gerando mais disposição e maior independência ao adentrar na melhor idade. Porém, apesar de todos os beneficios, requer acompanhamento e orientação profissional a fim de não trazer efeito reverso, no caso da realização de exercicios de maneira incorreta. Para tanto, a presença do profissional deve ser indispensável sempre.", comenta Angela, que afirma ser criteriosa na escolha de seus profissionais, sempre credenciados pelo Conselho Regional de Educação Física.
 
Segundo a Organização Mundial da Saúde, cerca de 20% da população brasileira é considerada ativa de acordo com as recomendações internacionais, o dobro com relação a 2008. Mesmo assim, esse índice ainda preocupa especialistas. A OMS recomenda, hoje, um mínimo de 60 minutos diários de atividade física, de intensidade moderada, para crianças e jovens, e um mínimo de 30 minutos diários para adultos, incluindo idosos.
 
Serviço:
Fit Park Academia

(61) 3368 2001
www.fitparkacademia.com.br
 
Assessoria de imprensa:
Gulyas Comunicação

(61) 8428 0719 Fernanda Fernandes
(61) 8177 3832 Clarice Gulyas
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segunda-feira, 19 de agosto de 2013

Lady Gaga segue "sambando" com Applause

Lady Gaga segue "sambando" com Applause

Fãs de Madonna ainda levantam supostas "imitações" como único argumento para não aceitar sucesso estrondoso da nova rainha do pop


Por Clarice Gulyas

No último mês, as polêmicas envolvendo Lady Gaga se tornaram ainda mais recorrentes. É que a Mother Monster lançou recentemente o áudio Applause, carro chefe de Artpop. Também homenageou o público LGBT com um vídeo especial de drags famosas em uma espécie de concurso de beleza para lá de babadeiro. Sem ainda ter divulgado o vídeo oficial de Applause (em primeiro lugar em mais de 53 países nas primeiras horas de venda pelo itunes), os fãs de Madonna se desesperaram e arregaçaram as mangas para levantar comparações e críticas de supostas imitações de Lady Gaga, único argumento do grupo usado enquanto Madonna declina mundialmente.

Acontece que ambas as divas não devem ser comparadas. São gerações e talentos diferentes. Madonna com seus 30 anos de carreira se consagrou até então rainha do pop, enquanto Lady Gaga precisou de apenas de 5 para isso. Mad também foi vanguardista em assuntos de atitude e ousadia feminina, mas vamos reconhecer: Madonna é POSER e não tem voz! Eis a principal diferença entre ela e Gaga, que chegou a receber ótimas críticas ao gravar músicas de jazz com Tony Bennet e que emociona constantemente o público com shows ao vivo. 

Lady Gaga também não só inova no modo de se vestir, cantar e se comportar, como se compromete com ações sociais de relevância, opina em temas políticos, ajuda na conscientização dos direitos das minorias e OUVE os pedidos de seu público, ao invés de reclamar dos presentes que recebe ou atrasar quase 4h em shows, como fez Madonna no Brasil. Símbolo do combate ao bullying e da luta pelos direitos homoafetivos, a dona do vestido de carne se mostra atualizada, sendo a artista que seus fãs desejam, com uma referência mais pessoal, o que gerou o termo Art Pop.

A verdade é que quando a Madonna "deixou de ser puta", o reinado caiu e Gaga, sim, com marketing e todas as estratégias mais de Comunicação que todo e qualquer artista depende para se lançar, aproveitou a deixa, unindo estilo, atitude e talento de voz, coisa que Madonna não tem. Alguém já viu a Vovó do Pop cantando ao vivo? 

As gays mais velha,s que são relutantes em aceitar Gaga, por temer quebrar uma tradição comum no mundo do arco-íris, poderiam, ao menos, pesquisar quem é Stefani Joanne Angelina Germanotta antes de levantar bandeiras que incitam a violência, onde até os meios de comunicação tomam seus partidos. Mas nós, #littlemonsters, conhecidos mundialmente pela união e lealdade à nossa diva, não deixaremos quieto. E continuaremos, sim, SAMBANDO na cara da Madonna e de seus fãs ultrapassados!

Veja o porquê de tanto pavor

Homenagem aos fãs LGBTS








DEIXEM A RAINHA LADY GAGA EM PAZ!



Haters pregam preconceito aos baianos após vídeo pró Lady Gaga ser postado

sexta-feira, 16 de agosto de 2013

Rodas da Paz promove passeio com homenagem ao Dia do Ciclista

Neste domingo 18/08 a Rodas da Paz organiza uma edição especial do Rodas no Eixo. Venha lembrar com a gente: dia 19/08 é o Dia do Ciclista. A data é uma homenagem ao Pedro Davison, biólogo que pedalava no Eixão, vítima da violência no trânsito em 2006.
SAÍDA – EIXÃO NORTE: 9 horas, 112/212 Norte
CHEGADA – EIXÃO SUL: 113/213 Sul

https://www.facebook.com/events/1388840694675626/

Vamos juntos pedalar pelo Eixão do Lazer até a bicicleta branca, que lembra o Pedro e tantos outros ciclistas. Traga flores para colocar na bicicleta durante a homenagem.

Será um momento especial, para que a gente firme o nosso compromisso, de continuar pedalando por um DF com Paz no Trânsito.

O DER (Departamento de Estradas de Rodagens) e a GEDANT (Gerência de Doenças e Agravos não Transmissíveis) estarão presentes apoiando o encontro. No percurso, distribuição de adesivos, cartilhas educativas e outros materiais informativos.
Fonte: https://mail.google.com/mail/u/1/images/cleardot.gifRodas da Paz

Apoio: Gulyas Comunicação

“Criança não é comércio”, defende presidente de grupo brasiliense de adoção

“Criança não é comércio”, defende presidente de grupo brasiliense de adoção
Após onda de doações e até vendas de crianças pela internet, grupos se mobilizam e alertam para os perigos da adoção ilegal

Registros ilegais e vendas de crianças não existem apenas na telinha da TV. Na vida real, muitas pessoas procuram caminhos alternativos para realizar o sonho de serem mães e pais, ignorando os perigos dessa escolha. Após a polêmica que teve repercussão nacional nas últimas semanas envolvendo uma estudante do Estado de Pernambuco que tentou vender a filha recém-nascida através do Facebook, grupos de apoio a adoção ganharam ainda mais voz e denunciam: existem várias outras páginas na internet com o objetivo de facilitar doações ilegais e comercialização de crianças.

De acordo com Soraya Pereira, psicóloga e presidente do Grupo de Apoio à Convivência Familiar e Comunitária (Aconchego), de Brasília, desde fevereiro deste ano, após descobrirem a existência de páginas no Facebook destinadas à entrega direta de crianças, ou seja, que não acontece por meio da justiça, e comercialização de bebês, os grupos de apoio à adoção, através da Associação Nacional dos Grupos de Apoio à Adoção (ANGAAD) vêm mobilizando a policia federal e a mídia. Eles também fazem um alerta sobre os perigos para quem opta por esse “atalho”.

“Quando o processo de adoção é feito de maneira legal, os pretendentes a pais adotivos passam por uma análise minuciosa, conversas e debates, e podem, assim, se certificar de que é isso mesmo que querem. Dessa forma, não existe o perigo de a criança estar sendo entregue a alguém com intenções desconhecidas”, afirma Soraya, destacando a existência de quadrilhas de compra e vendas de órgãos humanos. Para quem adota, o processo legal também é muito mais seguro. “Adotando através da Justiça, você não corre o risco de fazer parte de uma máfia ou se colocar nas mãos de bandidos, que podem te chantagear futuramente”, alerta a psicóloga.

Já quanto à venda de bebês e crianças, Soraya é enfática: “Criança não é comércio! Se isso fosse permitido, de repente teríamos uma fábrica de mulheres que engravidariam para vender bebês”, declara. A advogada e vice-presidente do Aconchego, Fabiana Gadêlha, alerta que a comercialização de crianças é caracterizada como tráfico de pessoas pelo Código Penal Brasileiro, com penas que variam entre 3 e 12 anos de reclusão. Já quem registra o filho de outra pessoa como seu, pode ser enquadrado no artigo nº 242, podendo cumprir de 2 a 6 anos de reclusão, além de perder a convivência com a criança.

De acordo com Fabiana, até 2009 (antes da nova Lei da Adoção) era comum que a mãe biológica escolhesse para quem entregaria o filho à adoção, agora, a lei é outra. “A entrega de uma criança à adoção deve ser feita através da Justiça, na Vara da Infância e da Juventude, respeitando a ordem cronológica do Cadastro Nacional de Adoção (CNA) e, nesse caso, tanto a mãe quanto a criança recebem todo o apoio psicossocial”,explica Gadêlha. Ainda segundo a advogada, com a mudança na lei, os únicos casos em que a criança pode ser entregue a adoção para pessoas escolhidas pelos pais biológicos são quando o pretendente tem grau de parentesco com o menor ou a guarda judicial da criança há mais de três anos. “O atual companheiro(a) do pai ou da mãe biológica da criança também pode adotar, desde que haja concordância de todas as partes”, ressalta. Todavia, Fabiana explica que mesmo com essa brecha legal, o pai ou mãe adotiva, companheiro do genitor, muitas vezes registra a criança como filho biológico, burlando a lei e o cadastro de adoção. “É um ato criminoso e inseguro que pode prejudicar toda a família, principalmente, a construção dos laços entre pais e filhos, pois querendo ser pai e mãe a qualquer custo, ambos sofrem por toda a vida e com medo de serem presos”, enfatiza a advogada.

Para Soraya Pereira, o principal motivo de homens e mulheres procurarem meios ilegais e diretos de adoção é a pressa e a preferência por bebês. “Se for menina, então, o processo pode levar cerca de cinco anos”, afirma ela que também é mãe por adoção, baseando-se no tempo de espera para adoção no Distrito Federal. “Já quem está aberto a adotar crianças mais velhas, não espera tanto”, dá a dica.

Atualmente, existem 5.426 crianças e adolescentes esperando por adoção no Brasil, a maioria nas regiões Sudeste e Sul do país. Desses, cerca de 88% têm idades entre 7 e 17 anos. O perfil bebê (de 0 a 3 anos de idade), de cor branca e sem irmãos ainda é a preferência de aproximadamente 70% dos pretendentes a pais por adoção. O Aconchego, assim como os outros 122 grupos de apoio espalhados pelo Brasil, luta para mudar essa realidade, através de projetos e programas especiais. Mais informações:
www.aconchegodf.org.br.
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