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sexta-feira, 20 de junho de 2014

ONG trabalha nova cultura sobre adoção no DF


Minha reportagem sobre a ong Aconchego Brasília foi publicada pelo jornal DF Notícias! Confira: file:///G:/Aconchego%20imagens/DFN_901_pag%206.pdf Vamos apoiar esta causa! #voluntariado #adoção #cidadania

Cidadania
ONG trabalha nova cultura sobre adoção no DF

O Aconchego atua na construção do vínculo afetivo entre adotandos e adotantes no processo de adoção. Grupo brasiliense também possui programas que estimulam a interação de crianças e adolescentes acolhidos com a sociedade

Por Clarice Gulyas

Grupo de apoio à convivência familiar e comunitária voltado para crianças e adolescentes em acolhimento institucional, o Aconchego é uma ONG brasiliense que atua na conscientização e preparo psicossocial durante o processo de adoção no Distrito Federal (DF). Com uma equipe multidisciplinar composta por 30 profissionais voluntários nas áreas de psicologia, pedagogia, serviço social, sociologia, administração, direito, entre outros, a ONG oferece serviços diversos por meio de programas específicos, como o Adoção Tardia (apoio na adaptação e superação de dificuldades em casos de adoção de crianças maiores de três anos de idade), Apadrinhamento Afetivo (criação de vínculos afetivos de pessoas da comunidade com crianças acima dos 10 anos, com remotas possibilidades de adoção) e o Irmão Mais Velho (troca de experiências entre crianças e adolescentes institucionalizados com estudantes de escolas parceiras).

Criada em 1997, o Aconchego tem se destacado cada vez mais no cenário nacional como uma das ONGs mais atuantes sobre o tema. Entre os principais reconhecimentos diante dos dez programas elaborados pela ONG estão a realização do 17o Encontro Nacional de Associações e Grupos de Apoio à Adoção (Enapa), em 2012; e duas seleções pela Unesco (através do projeto Criança Esperança, em 2009 e 2013), para o desenvolvimento de projetos. O Brasil possui atualmente 5,4 mil crianças e adolescentes cadastrados para a adoção e 4 mil pretendentes a adotantes, segundo o Cadastro Nacional da Adoção, do Conselho Nacional da Justiça (CNJ).

De acordo com Fabiana Gadêlha, advogada e vice-presidente da ONG, o trabalho realizado é refletido na representação do direito constitucional à convivência familiar e comunitária. Segundo ela, o tema adoção é preocupante, já que o Poder Judiciário não tem conseguido atender a demanda da legalidade imposta pela Lei 12010/2009, tanto para as crianças e os
adolescentes acolhidos, como para os critérios dos adotantes.

“Essa demanda aumenta o tempo de permanências nas instituições e o tempo de espera pela chegada do sonhado filho ou filha, causando grande frustração na sociedade. Algumas famílias, temendo essa espera, acabam por adotar de forma ilegal, colocando em risco a segurança do instituto e a vida de meninos e meninas.”, comenta.

“A adoção é um ato legal que exige burocracia necessária para garantir segurança à nova família, mas o poder público precisa agilizar seu desempenho, estruturando melhor as comarcas de todo o país para definir a situação jurídica das crianças em acolhimento (atualmente com 45 mil). Complementarmente, a sociedade precisa reconhecer que criança não é bicho de estimação, que não virá na vontade de seu desejo. O nascimento de um filho exige preparo, tempo e responsabilidade e é preciso saber esperar e fazer a escolha pela legalidade, pois não basta amor”, defende.

De acordo com Fabiana, que também é mãe por adoção, o apoio da sociedade é fundamental para a mudança de cultura e funcionamento de ONGs voltadas para o tema. A arrecadação de recursos é apontada como a principal dificuldade enfrentada pelo Aconchego, que tem conquistado sua autonomia por meio de contribuições, trabalhos voluntários e promoção de bazares, jantares e campanhas que são realizadas durante todo o ano.

“Nossa grande dificuldade é arrecadar recursos porque a sociedade brasiliense não tem o hábito de investir na formação social, mas na filantropia e na caridade. O Aconchego não é uma entidade que acolhe crianças ou viabiliza adoções. Trabalhamos na formação para que toda atividade desenvolvida em benefício das crianças e adolescentes acolhidos possam transformar a vida deles, viabilizando o convívio familiar e social, principalmente após os 18 anos quando realmente precisam de apoio e suporte.”, diz Fabiana.

Para quem se interessar em apoiar o projeto, seja por meio de recursos materiais, financeiros ou humanos, basta entrar em contato a entidade pelo e-mail contatos@aconchegodf.org.br ou se cadastrar no site www.aconchegodf.org.br

Doações para:
Banco do Brasil
Ag: 3380-4 
C/C: 6423-8
CNPJ: 02.477.269/0001-99

Serviço:
ONG Aconchego
(61) 3963 5049
(61) 3964 5048
CLN Quadra 106, bloco A, loja 38
CEP 70742-510 - Brasília - DF

http://www.aconchegodf.org.br/

domingo, 15 de junho de 2014

Roteiro infantil: Colônia de Férias a Cavalo - Centro Hípico Lago Sul

Roteiro infantil: Colônia de Férias a Cavalo - Centro Hípico Lago Sul


Serviço:
De 24 a 27 de junho
De 30 de junho a 4 de julho
De 7 de julho a 11 de julho
Horário: 14h às 18h
Idade: 3 a 17 anos
Programação: aulas de equitação, gincanas, festival sorvete, futebol sabão, recreação em grupo, etc.
Investimento: R$ 350,00 por semana. Inclui lanche e camiseta. 
Endereço: Rodovia DF 001, Km 26. Fazenda Piquet - Lago Sul (Subida da Ponte JK, mesma entrada do Condomínio Solar de Brasília II e III)
Contato: (61) 3339 0852/ 3367 545 e 8159 1331

*As crianças serão separadas por faixa etária. Dos 3 aos 6 anos e dos 7 aos 14 anos.
*Serão disponibilizadas 80 vagas por semana

Outras informações:
http://www.hipicalagosul.com.br/


Assessoria de imprensa:
Clarice Gulyas
(61) 8177 3832 / (61) 9955 3832 
claricegulyas@gmail.com









terça-feira, 10 de junho de 2014

Evite o excesso de bagagem e curta a Copa sem dores nas costas

Evite o excesso de bagagem e curta a Copa sem dores nas costas

Fisioterapeuta alerta sobre os perigos do excesso de bagagem para a coluna e dá dicas para viagens sem dores nas costas



Em meio às viagens para curtir a Copa do Mundo e às vésperas das férias escolares, fisioterapeuta especialista em Coluna Vertebral dá dicas de como arrumar e transportar a bagagem de maneira segura e saudável para a coluna. 

“Dividir o peso em duas malas, de preferência com rodinhas, é uma opção para não sobrecarregar a coluna na hora de viajar”, afirma Angela Lepesqueur,  diretora do Instituto de Tratamento da Coluna Vertebral (ITC Vertebral) em Brasília e representante da Associação Brasileira de Reabilitação da Coluna (ABR Coluna) no Distrito Federal.

O tamanho da bagagem, segundo a especialista em Coluna Vertebral, também faz toda a diferença. “Dê preferência às malas com apoio de mão mais alto, mais ou menos na altura da bacia. Assim, não há necessidade de flexionar o tronco na hora de puxar a bagagem”, explica.

Quem gosta de carregar muita coisa na mala, também deve ficar atento. “É interessante procurar ser o mais razoável possível, tentando limitar ao máximo o peso da bagagem e levar só o necessário para a viagem. Na mochila e bolsa de mão, o ideal é dar preferência para artigos mais leves, que não exijam o uso de todo o tronco para manter a coluna estabilizada”, alerta Angela Lepesqueur.


Serviço:
ITC Vertebral
Lago Sul   (61) 3365-2555
Águas Claras   (61) 3568-2533
brasilia@itcvertebral.com.br
aguasclaras@itcvertebral.com.br
www.itcvertebral.com.br


>> Férias: você conhece seus direitos?
Advogada trabalhista explica por que descanso não pode ser vendido integralmente. Empregador que infringir a lei pode pagar dobrado 
http://www.claricegulyas.blogspot.com.br/2013/07/ferias-voce-conhece-seus-direitos.html


Assessoria de imprensa
Gulyas Comunicação
Camila Almeida: (21) 3579-9650 / 97950-5868 / 2483-8830
Clarice Gulyas (61) 8177 3832
camila.dreamscomunicacoes@gmail.com / claricegulyas@gmail.com

domingo, 8 de junho de 2014

Trabalho: fisioterapeuta alerta sobre adoecimento a longo prazo

Trabalho: fisioterapeuta alerta sobre adoecimento a longo prazo

Falta de prevenção de lesões pode ocasionar degenerações 
e até incapacitações, nos casos mais graves


Por Clarice Gulyas

As dorsalgias (doenças nas costas) e as Doenças Osteomusculares Relacionadas ao Trabalho (DORT) são as principais responsáveis por afastamentos do trabalho atualmente, sobretudo, na administração pública. Em 2012, o Brasil registrou 705 mil acidentes de trabalho, sendo 15 mil relacionados às doenças ocupacionais, segundo a Previdência Social. No mesmo período, foram emitidos 840 mil benefícios acidentários (aposentadoria por invalidez, pensão por morte, auxílio-doença e auxílio-acidente), que resultou em mais de 8 bilhões aos cofres públicos. Fisioterapeuta especialista em Coluna Vertebral defende mais conscientização e maior empenho dos poderes público e privado na prevenção de acidentes e doenças ocupacionais. 

Dentre os 50 códigos de CID com maior incidência nos acidentes de trabalho, segundo dados de 2012, a dorsalgia ocupa o terceiro lugar com 5,02% do total de acidentes, atrás do ferimento do punho e da mão (9,84%) e fratura ao nível do punho ou da mão (6,99%). Nas doenças ocupacionais, os CIDs mais incidentes são lesões no ombro (21,08%), sinovite (13,85%), tenossinovite (6,93%) e dorsalgia. As principais consequências dos acidentes de trabalho foram incapacidades temporárias com menos e mais de 15 dias, com participações que atingiram 43,5% e 39,1% do total, respectivamente. Só em 2013, as LER/DORT provocaram 2.191 afastamentos em decorrência de danos ao sistema osteomuscular e tecido conjuntivo.

A fisioterapeuta Angela Lepesqueur, diretora do Instituto da Coluna Vertebral (ITC Vertebral) de Brasília e representante da Associação Brasileira de Reabilitação da Coluna (ABR Coluna) no Distrito Federal, explica que os tipos mais comuns de doenças laborais são tendinites, sinovites e compressões de nervos periféricos. Ela alerta que sobrecargas das estruturas musculoesqueléticas causadas por posturas mantidas por longos períodos de tempo e/ou esforços excessivos das estruturas podem gerar incapacitações e degenerações nos casos mais graves.  

"Todas as vezes que mantemos posturas por mais de 50 minutos a 1 hora, devemos ficar atentos, pois pode ocorrer deformidades nas fibras musculares que geram processos compensatórios nas articulações e estes processos podem levar a degenerações. Outro ponto alarmante é a presença de dores relacionadas aos esforços ou as posturas prolongadas.", comenta.

Especialista em Coluna Vertebral, Angela recomenda a procura de profissionais da saúde desde os primeiros sintomas das doenças, como dores, inchaços, contraturas musculares e processos inflamatórios.

"Nosso organismo vai se defendendo da maneira como pode, gerando compensações, mecanismos de proteção, etc. até que um dia o corpo não consegue mais compensar e o problema fica mais grave. Neste ponto normalmente ocorre o aparecimento de dores mais contínuas e com maior intensidade, e ocorre a perda da função. Somente neste ponto é que a maioria das pessoas que procuram ajuda e, infelizmente, nem sempre a ajuda é eficaz."

2000 e 2011

Pesquisa recente da Previdência Social aponta que as dorsalgias foram as principais causadoras dos mais de 2,7 milhões de afastamentos acidentários entre 2000 e 20011. Motivadas por fatores de riscos ergonômicos (como má postura e esforços repetitivos) e sobrecarga mental, as dorsalgias e os distúrbios osteomusculares superaram os casos traumáticos em número de afastamentos. "Enquanto as primeiras, responsáveis pelos afastamentos por doenças do trabalho, alcançaram peso de 20,76% de todos os afastamentos, aquelas do grupo traumático, responsáveis pelos acidentes típicos, representaram 19,43% do total. Juntas elas respondem por 40,25% de todo o universo previdenciário.", afirma o estudo.

De acordo dados de 2013 da Organização Internacional do Trabalho (OIT), 2,02 milhões de pessoas morrem a cada ano devido a enfermidades relacionadas com o trabalho; 321 mil por consequência de acidentes no trabalho; 160 milhões sofrem de doenças não letais relacionadas com o trabalho. Também aponta que 317 milhões de acidentes laborais nãos mortais ocorrem a cada ano. A cada 15 segundos, um trabalhador morre de acidente ou doença relacionada ao trabalho; e a cada 15 segundos, 115 trabalhadores sofrem um acidente laboral. Segundo estes dados, o Brasil ocupa o quarto colocado no ranking mundial de acidentes fatais de trabalho.

Trabalho e saúde

Segundo Angela Lepesqueur, medidas simples como adoção de mobiliários ergonômicos, alternância de posturas e práticas de exercícios ocupacionais podem fazer grande diferença para trabalhadores, empresários, sociedade (contribuintes do INSS) e governo.

"A nossa sociedade infelizmente não possui a mentalidade preventiva, pois na maioria das vezes, não temos uma visão de longo prazo da longevidade dos nossos trabalhadores. O sistema econômico que vivemos não favorece um tempo de trabalho muito longo para os funcionários, com exceção dos cargos em que há maior estabilidade, como os empregos públicos. Temos que conscientizar tanto o governo quanto a iniciativa privada de que é muito mais barato prevenir lesões do que tratá-las, fora a questão moral que envolve o assunto.", opina.

Serviço:
ITC Vertebral
Lago Sul   (61) 3365-2555
Águas Claras   (61) 3568-2533
brasilia@itcvertebral.com.br
aguasclaras@itcvertebral.com.br
www.itcvertebral.com.br



Estudo da Previdência Social:
http://www.previdencia.gov.br/wp-content/uploads/2014/04/I-Boletim-Quadrimestral-de-Benef%C3%ADcios-por-Incapacidade1.pdf



Assessoria de imprensa
Gulyas Comunicação
Clarice Gulyas (61) 8177 3832
claricegulyas@gmail.com

segunda-feira, 2 de junho de 2014

Dia Mundial do Meio Ambiente: Projeto Rios Voadores percorre o País para inspirar crianças e adolescentes

Dia Mundial do Meio Ambiente: 
Projeto Rios Voadores percorre o País para inspirar crianças e adolescentes

Iniciativa pioneira comemora a capacitação de mais de mil professores da rede pública de ensino, com mais de 200 mil alunos alcançados diretamente desde 2011. Em Brasília, cerca de 200 professores participaram do evento




Por Clarice Gulyas

Pesquisa sobre o fenômeno metereológico “rios voadores” (formação de massas de ar que transportam água da Amazônia para outras regiões do Brasil e da América do Sul) é tema de campanha de educação ambiental que tem percorrido escolas públicas em todo o Brasil. Às vésperas do  Dia Mundial do Meio Ambiente (5/6), o projeto, patrocinado pelo Programa Petrobras Socioambiental, passou por Senador Canedo (GO), atendendo 70 professores ligados a 41 instituições de ensino. Novo modelo da campanha, que agora inclui material exclusivo para o ensino infantil, foi lançado em Brasília (DF), em março desse ano. Na ocasião, mais de 200 professores das disciplinas de ciências e geografia participaram do evento, sediado na Escola da Natureza.

A iniciativa, coordenada pelo piloto e ambientalista Gérard Moss, consiste em transformar conteúdo científico e ambiental (elaborado por cientistas parceiros do projeto entre 2007 e 2012) em material de fácil compreensão do público jovem e infantil, como o livro recém-lançado Rios que Voam, da jornalista Yana Marull. O objetivo é incentivar a preservação ambiental e despertar a conscientização sobre a importância do papel das florestas – e de cada árvore – na manutenção do regime de chuvas. Região predominante do bioma Cerrado, o Centro-Oeste é uma das principais rotas de destino da umidade amazônica, transportada pelos rios voadores.

Para Gérard Moss, que ficou conhecido internacionalmente por ter sido o primeiro piloto a dar a volta ao mundo em um motoplanador (em 2001), um dos diferenciais do projeto é poder compartilhar as experiências de expedições realizadas na Amazônia. Além disso, ao propor o entendimento da relação entre a preservação da floresta amazônica e o clima de determinada região com o clima da região, a campanha faz com que a preocupação com a conservação dos recursos naturais seja estimulada.

“É muito gratificante ver as pessoas gostarem e aprenderem com nosso material e vivência. Muitas vezes, os rios voadores ainda são desconhecidos e isso faz com que a capacitação seja mais interessante. Ao selecionar uma cidade para o projeto, levamos em consideração o equilíbrio entre - de um lado, as cidades que são beneficiadas pelo vapor de água que os rios voadores podem eventualmente trazer - e do outro, cidades localizadas em regiões onde a preservação das florestas é primordial para o mantimento desse fenômeno, como na Amazônia”, comenta.

Ele também explica que os rios voadores da Amazônia são conhecidos assim devido ao enorme volume de água que transportam na forma de vapor. A umidade provém  não só dos oceanos, mas também da evapotranspiração da floresta amazônica (com 5,5 milhões de km²), e tem forte impacto no clima do Brasil. De acordo com o cientista Antônio Nobre, uma árvore de grande porte, com copa de 20 m de diâmetro, da Floresta Amazônica é capaz de lançar para a atmosfera mais de mil litros de água por dia.

Teoria e prática

Professor de ciências na Escola Municipal Maria José Cândido de Oliveira, em Senador Canedo (com população de cerca de 100 mil habitantes), Thiago Henrique Silva Sampaio aprovou a capacitação realizada nos dias 26 e 27.  Segundo ele, a iniciativa irá permitir o planejamento de aulas criativas e com mais entretenimento.

“Para nós, que trabalhamos na rede pública de ensino, é muito importante uma iniciativa como esta. O evento foi muito bom e proveitoso porque trouxe algo diferente e com uma boa referência para que possamos trabalhar em sala de aula. O material é bastante completo, com vídeos, pôsteres explicativos, que também podem ser trabalhados em atividades em grupos, o que faz com que as aulas sejam mais proveitosas”, elogia Thiago, que dá aulas para cerca de 180 alunos do 6º e 7º anos do ensino fundamental.

Para Edvânia Braz Teixeira Rodrigues, secretária de Educação e Cultura de Senador Canedo, a iniciativa será refletida na qualidade de ensino do município, já que a boa elaboração do material, que tem a preocupação de contextualizar o tema, é compatível com a forma de trabalhar o conteúdo, que implica em uma interação lúdica para professores e alunos.

“É com grande satisfação que recebemos esse projeto na cidade. Aqui, temos uma política de preservação de água muito forte e esse projeto veio ao encontro dessa preocupação. Acredito que a grande contribuição desse evento é a busca de se garantir a excelência das aulas que serão ministradas nas escolas com consequente melhoria da qualidade da educação, já que o professor vai ter mais informação e conteúdos bem elaborados”, diz.

Próximos destinos


Até final de 2015, o projeto deve seguir para Rio Verde (GO), Uberaba (MG), Contagem (BH), Cruzeiro do Sul (AM), Manaus (AM), e Santarém (PA). Desde 2011, o Projeto Rios Voadores percorreu 17 cidades em diversos Estados do país. Só em 2014, a campanha percorreu Brasília (DF), Vilhena (RO), Alta Floresta (MT), Sinop (MT), Bonito (MS) e Senador Canedo (GO). Um total de 400 professores capacitados e mais de 120 mil alunos atingidos diretamente.

“Nossa experiência em Senador Canedo foi extremamente satisfatória. Ficamos contentes com o interesse dos professores e observamos que esta é uma cidade que realmente está interessada em receber este tipo de trabalho, já que o município possui projetos próprios com esta temática. A ideia é poder atingir cada vez mais crianças e adolescentes”, comenta Gérard, que também comemora o sucesso do material infantil do Projeto Rios Voadores diante da carência de materiais de educação ambiental exclusivos para as crianças.


Mais informações: 
http://riosvoadores.com.br/