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quarta-feira, 29 de maio de 2013

Clarice Gulyas dá dicas de como iniciar a carreira no Jornalismo


 
Clarice Gulyas, diretora da agência Gulyas Comunicação, acaba de conceder entrevista à turma dos cursos de Jornalismo e Publicidade da Univeridade Católica de Brasília. Após participar de talk show Comunicação Social e as Tendências Digitais, em março, na Católica, a jornalista, de 25 anos, foi convidada a dar um depoimento sobre como iniciar a carreira cedo no Jornalismo, além de dar dicas para quem ainda está na sala de aula. Blog: http://claricegulyas.blogspot.com.br/
 
Caros,
Foi um prazer imenso participar do trabalho de vocês e dar esse depoimento de como é a profissão de jornalista / assessor de imprensa. Acho que não cheguei a dizer na filmagem, mas a dica para quem começa a trabalhar nessa área é:
 
1- Ter atitude / proatividade / curiosidade sobre o que divulga e as coisas que essa divulgação envolverá
 
2- Ter segurança e se sentir capaz do que faz. Não ter "medo do medo" ou dos "grandões" que estão por ai. Há mercado para todos.
 
3- Ter humildade para admitir erros, aceitar dificuldades, deixar ser ensinado. Não ser arrogante, não se achar mais que os outros, pois sempre haverá melhores e piores.
 
4- Personaldade! Além da qualidade e profissionalismo, o cliente contrata seus serviços não só por precisar dele, mas por acreditar em você e se identificar com você. Tenha bom senso e seja você mesmo, participe junto do cliente.

Curriculo resumido:
 
Jornalista formada pelo Instituto de Ensino Superior de Brasília (IESB) e pós graduada em Gestão de Comunicação Organizacional pelo Centro Universitário de Brasília (Ceub). Trabalhou como estagiária na Assessoria de Comunicação Social da Administração Regional do Varjão e atuou como repórter da revista Plano Brasília. Recebeu o prêmio Ouro de melhor Plano de Comunicação do Projeto Integrador do IESB, em 2010, e foi responsável pelo atendimento de contas de uma agência de comunicação por dois anos. Recentemente trabalhou como produtora e repórter do programa Tendências e Negócios, da TV Brasília, além de fazer as reportagens de capa da revista Tendências e Negócios. Atualmente é assessora de imprensa da Confederação Nacional dos Trabalhadores nas Indústrias de Alimentação (CNTA Afins), além de outras quatro empresas privadas em Brasília. Também é editora chefe da revista G Size (voltada para o público GLS) e se dedica como voluntária realizando assessoria de imprensa gratuita para a ong Aconchego, que há mais de 15 anos desenvolve trabalhos de conscientização da adoção de crianças e adolescentes através de diversos projetos no DF e em todo o Brasil.
 
Contato: claricegulyas@gmail.com / (61) 8177 3832

Como evitar dores reumáticas e musculares no frio?

Como evitar dores reumáticas e musculares no frio?
 
Especialista explica por que as dores nas articulações são mais intensas durante o inverno
 

 
 
Durante o período de inverno, com duração de junho a setembro, é comum que as pessoas passem a se queixar com mais frequência de dores nas articulações e, assim, se autodiagnosticarem com “reumatismo”, termo usado para designar doenças que afetam as articulações e músculos, e que se caracteriza por dores e restrições dos movimentos. Mas seria o frio o causador de doenças autoimunes ou é apenas a percepção de dor que fica mais aguçada durante essa época do ano?
 
De acordo com a fisioterapeuta Angela Lepesqueur, representante da Associação Brasileira de Reabilitação da Coluna (ABRC) no Distrito Federal, o frio pode não ocasionar, mas pode agravar as dores de origem muscular ou reumáticas. “Durante períodos de baixa temperatura, existe um aumento das contraturas musculares, e isto faz com que as pessoas criem mais tensões e, consequentemente, sintam mais dores”, explica a especialista em coluna vertebral. Além disso, Angela destaca que, no inverno, as pessoas tendem a ficar menos ativas, o que também pode intensificar a sensação de dor. “A diminuição ou falta da prática de atividades físicas pode aumentar o enrijecimento articular e, assim, diminuir a produção de liquido sinovial, que tem a função de lubrificar as articulações”, ressalta.
 
Muitas vezes indicada para o tratamento de doenças reumáticas, a Fisioterapia ajuda a minimizar os sintomas de dor, mas, segundo Angela, é imprescindível buscar exercitar-se, fortalecer e alongar os músculos, especialmente durante o frio. “O segredo é manter o corpo saudável e bem aquecido”, finaliza a diretora do Instituto de Tratamento da Coluna Vertebral no Distrito Federal (ITC Brasília) e das clínicas Coluna Viva, localizadas no Lago Sul e Águas Claras, DF.

 
 
Serviço:
Clínica Coluna Viva

Telefone: (61) 3365-2555 / 3568-2533
Endereço: SHIS Qi 5, Chácara 8, Lago Sul (DF)
e Rua 13 Norte, lote 4, loja 2, Águas Claras (DF)
Horário de funcionamento: 7h às 21h
Site:
www.itcvertebral.com.br
www.herniadedisco.com.br
Contato: brasilia@itcvertebral.com.br

Assessoria de imprensa:
Gulyas Comunicação

(61) 8428 0719 / 8177 3832
gulyascomunicacao@gmail.com

Noivas: “bolo pelado” chega a Brasília!

Noivas: “bolo pelado” chega a Brasília!
 
Chef brasiliense aposta em novas tendências e atendimento personalizado na hora de criar bolos para casamento. Encomendas do novo “bolo pelado” estão em alta no DF
 
 
 
 Por Fernanda Fernandes / Gulyas Comunicação
 
O momento do casamento é um dos mais especiais na vida de um casal. Geralmente, os preparativos começam meses ou até anos antes da data da cerimônia para que tudo saia perfeito, nos mínimos detalhes. O vestido da noiva, as flores que enfeitarão a igreja, a música que será tocada no momento da marcha nupcial, o terno do noivo, as bebidas que serão servidas, tudo é pensado de acordo com o gosto e preferências dos noivos. Entretanto, na hora de escolher o bolo de casamento, a chef gourmet Cristina Barros explica que, muitos lugares oferecem poucas opções de escolha e, quase sempre, seguem o mesmo padrão: bolos super doces, com pasta americana e glacê. Padrão que a especialista em doces e chocolates tenta quebrar em sua pâtisserie, localizada no setor Sudoeste, em Brasília.
“Versões mais leves de bolos de casamento tem conquistado cada vez mais o gosto do público. Os recheios são mais generosos e variados e dão espaço a uma textura mais molhadinha, o que não era possível com a cobertura tradicional de açúcar. Nessa versão, o chocolate concentrado em cacau é super bem-vindo, e as versões menos doces, com base de mousse ou trufas, são as mais procuradas. Bolo de casamento pode e deve ser gostoso!”, afirma Cristina Barros, formada em Gastronomia pela Escuela Superior de Hostelaria de Sevilla, na Espanha.
 
Atendimento personalizado
 
Outra aposta da patissier está na liberdade que dá aos noivos na hora da escolha do bolo de casamento. “Ao invés de apresentar modelos prontos, prefiro conversar com o casal, saber um pouco sobre como se conheceram ou momentos marcantes que viveram, e a partir daí tento criar algo personalizado e exclusivo, baseado também no paladar dos noivos”, conta Cristina que, atualmente, tem uma linha de doces e tortas inspiradas em clássicos do cinema.
 
Além dos bolos personalizados, a pâtisserie Cristina Barros oferece também brigadeiros especiais recheados com doce de leite argentino, geleia de pimenta, amarena e muitas outras opções. O tradicional bem casado, com versões gourmets, brownies, e o pecadinho (bolinho com brigadeiro, coberto com chocolate) podem ser opções para presentear os convidados.

Serviço:
Cristina Barros Pâtisserie

Local: Cristina Barros Patisserie - SCLSW 103, Bloco A, loja 23 – Ed. Rhodes II - Galeria / Sudoeste, Brasília (DF).
Horário de funcionamento: Sexta à Sábado, das 11h às 18h.
Mais informações: (61) 3343-3209
Encomendas
: encomendas.cristinabarros@gmail.com
http://www.cristinabarrospatisserie.com.br
 
 
Assessoria de imprensa:
Gulyas Comunicação

(61) 8428 0719 / 8177 3832
gulyascomunicacao@gmail.com

terça-feira, 28 de maio de 2013

70 anos de CLT: reformar ou revogar?

70 anos de CLT: reformar ou revogar?

 

 

Por Sid H. Riedel de Figueiredo

Duas leis, a CLT e o Código do Consumidor, são típicas normas que as pessoas físicas e jurídicas, que não gostam de cumprir leis, querem sempre reformar. Ou mais precisamente: revogar.
 
A CLT, portanto, em seu septuagésimo aniversário, permanece objeto de críticas exasperadas, que dizem pretender flexibilizá-la, quando pretendem, em verdade, revogá-la.
Até porque, vale lembrar, uma lei revoga outra, não a flexibiliza. Flexibilizar lei é competência dos Tribunais, que assim formam a jurisprudência que é a leitura e aplicação dos textos, flexibilizados ou não, conforme a época e suas tendências. E nossas Cortes sabem muito bem fazer isso.
 
As reformas que se fizeram necessárias, foram e vêm sendo feitas, revogando-se velhas normas e criando novas. E certamente continuarão a ser, cabendo ao movimento social cuidar para que se realizem conforme o interesse de todos, não só dos de sempre.
 
Sid H. Riedel de Figueiredo
 
Formado em Ciências Jurídicas e Sociais pela Faculdade de Direito da Universidade Católica de Santos, iniciou suas atividades de Advogado no Estado de São Paulo, especializando-se em Direito do Trabalho. Paralelamente à advocacia, dedicou-se ao ensino superior, tendo obtido pós-graduação em Teoria Geral do Direito e Direito de Estado, pela Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo. Foi professor de Introdução à Ciência do Direito da Escola Superior de Administração de Negócios (ESAN), agregada à Pontifícia Universidade Católica de São Paulo. Permaneceu em São Paulo até 1972, transferindo-se, ao término do ano, para Brasília. Na capital federal continuou a lecionar, no Centro Universitário de Brasília (UniCEUB), na disciplina de Direito Processual do Trabalho. Foi assessor da Liderança do MDB (Movimento Democrático Brasileiro), na Câmara Federal (1978-1981). Membro da Comissão do Direito Social da OAB/DF (2005-2006). Participou, como conferencista, de diversos congressos e seminários, entre estes o Seminário sobre “Direito do Trabalho”, do Instituto dos Advogados de Minas Gerais (1979); e de “Reforma Trabalhista”, no IX Congresso Nacional do Partido Socialista Brasileiro (2003). Signatário da "Carta aos Brasileiros 1977". Advogado inscrito na OAB Seções de SP e DF. É comendador pelo Tribunal Superior do Trabalho (TST).

Assessoria de imprensa:
Gulyas Comunicação
(61) 8428 0719 / 8177 3832gulyascomunicacao@gmail.com

quinta-feira, 23 de maio de 2013

Adoção ilegal traz insegurança para pais e filhos


Adoção ilegal traz insegurança para pais e filhos

Para incentivar a prática legal, Aconchego realiza evento com roda de dança no Dia Nacional da Adoção (25/5), em Brasília (DF)


Em visibilidade ao Dia Nacional da Adoção, o Grupo de Apoio à Convivência Familiar e Comunitária - Aconchego, faz um alerta sobre os problemas gerados pela adoção ilegal. Na ocasião da data, comemorada neste sábado (25/5), o grupo irá promover uma apresentação de dança circular, com o grupo Om Tare, a partir das 17h, na Praça dos Três Poderes. O objetivo da entidade, que trabalha a conscientização no processo de adoção de crianças e adolescentes há mais de 15 anos, é incentivar e celebrar o número de adoções legais no País. Exposição na Câmara Legislativa, no período de 23 a 24 de maio, conta histórias comoventes de 37 famílias brasileiras que passaram pelo processo de adoção.

Não há dados sobre o número de casos no Brasil, mas o fato de a prática ser uma realidade no país levou à origem da expressão “adoção à brasileira”. O termo é usado quando o casal ou a pessoa registra em cartório a criança como se fosse sua filha.

De acordo com Fabiana Gadelha, advogada e vice-presidente do Aconchego, a pessoa que adota ilegalmente, além de responder criminalmente pela ação (sujeita a pena de 2 a 6 anos de reclusão), pode correr outros riscos, como o de perder a guarda da criança. “Normalmente as pessoas que cometem esse delito não são criminosas, só querem construir uma família, mas se dispõem a burlar o sistema pela ansiedade de resolver o problema da adoção”, afirma a advogada. 

Mesmo se o crime não for descoberto, Fabiana ressalta que a relação afetiva pode ser prejudicada quando os pais não contam a verdade ao filho. A psicóloga e presidente do Aconchego, Soraya Pereira, reforça o alerta. “Quando a criança não possui uma relação de confiança com os pais e não conhece sua verdadeira origem, pode apresentar uma insegurança na vida”, diz. 

Os passos para a adoção legal

Para adotar legalmente é preciso se inscrever no cadastro de adoção na Vara da Infância e Juventude da cidade com os documentos obrigatórios (box abaixo) e fazer um pedido, através de um defensor público ou advogado, informando o perfil da criança que se pretende adotar. Além disso, os interessados têm que fazer um curso de preparação e passar por avaliações e entrevistas que comprovem sua capacidade de ser pai ou mãe. Só depois que o pedido for autorizado pelo juiz é que o cadastro será aceito. A partir disso, a pessoa deve esperar na fila, que seguirá em ordem cronológica. 

A adoção legal, além de obedecer à lei e não expor a criança a riscos de traumas psicológicos garante à família um procedimento seguro, tranquilo e definitivo. De acordo com o Conselho Nacional de Justiça (CNJ), só em 2013, mais de 5 mil crianças e adolescentes estão no Cadastro Nacional de Adoção esperando um novo lar. Desde 2006, mais de 1.987 mil crianças cadastradas foram adotadas.

Dança circular

O objetivo da dança circular é proporcionar o sentimento de união de grupo, sem se importar com a técnica. Nela, a pessoa toma consciência do seu corpo físico, acalma seu emocional e trabalha sua concentração e memória. A atividade é indicada para todo tipo de pessoa. 

Exposição na Câmara


O Aconchego produziu a Exposição Famílias Aconchegantes que conta 37 histórias emocionantes de famílias de Brasília e outros Estados. O objetivo é sensibilizar a sociedade para a realidade da adoção legal, desmistificando a ideia de que só o vínculo biológico pode criar filhos genuínos e que o processo judicial não é tão longo e burocrático como se imagina. Atrás de cada foto, uma história emocionante de amor, carinho e superações de quem só precisava de uma chance para ser feliz.

A exposição faz parte das comemorações do Dia Nacional da Adoção de 2013 na Câmara Legislativa do DF, na Galeria do Espelho d´Agua, acesso ao plenário de 23 a 24 de maio, das 8 as 19 horas. Dia 24 acontecerá a primeira solenidade oficial, promovida pelo Deputado Robério Negreiros, no Plenário das 15 as 17 horas, com a presença de Fabiana Gadelha, vice-presidente do Aconchego e autoridades da VIJ-DF.




Documentos obrigatórios – Pedido de Adoção
Qualificação completa;
Dados familiares (pessoas que integram o núcleo familiar) e documentos pessoais;
Cópias autenticadas de certidão de nascimento ou casamento, ou declaração relativa ao período de união estável;
Cópias da identidade e do CPF;
Comprovante de renda e domicílio;
Atestados de sanidade física e mental;
Certidão negativa cível e criminal .

Serviço:
Dança Circular (Grupo Om tare)
Data: 25 de maio (Dia Nacional da Adoção)
Horário: 17 horas
Local: Praça dos Três Poderes
Realização: Aconchego – Grupo de Apoio a Convivência Familiar e grupo Om Tare – Danças circulares e sagradas

Mais informações:
Aconchego DF
CLN Quadra 106, bloco A, loja 38, CEP 70742-510 - Brasília - DF
(61) 3963 5049 / (61) 3964 5048
contatos@aconchegodf.org.br
http://www.aconchegodf.org.br/

Doações
Banco do Brasil
Ag: 3380-4 
C/C: 6423-8

Assessoria de imprensa:
Gulyas Comunicação (61) 8428 0719  Fernanda Fernandes
gulyascomunicacao@gmail.com

segunda-feira, 20 de maio de 2013

QUE VERGONHA DE ESTUDAR NO CEUB / UniCEUB


QUE VERGONHA DE ESTUDAR NO CEUB 

Tive aula com a professora Rose May no IESB, onde criei o gosto pela Fotografia. ESSE TIPO DE ATIDUDE É LAMENTÁVEL...A orientação sexual nada tem a ver com profissionalismo e competência. Também ouço relatos como esse dos alunos de Direito. 

GRAVEM E DENUNCIEM!


reitoria@uniceub.br

ouvidoria do CEUB

3966 1336 / http://www.uniceub.br/instituicao/ouvidoria/ins090_Ouvidoriafale.aspx
 



TRT10 – UniCeub é condenado a pagar indenização milionária a professora demitida por orientação sexual
 
A Primeira Turma do Tribunal Regional do Trabalho da 10ª Região (TRT10) condenou o UniCeub a pagar indenização no valor de duas remunerações mensais, desde a data de demissão até o trânsito em julgado da decisão, a uma professora demitida devido a sua orientação sexual e declarou a ilicitude da rescisão do contrato da empregada. O voto do relator, desembargador André R.P.V. Damasceno, foi aprovado  por maioria, e arbitrava provisoriamente a condenação em R$ 300.000,00 em voto elaborado no ano de 2011.
 
Segundo os autos, a reclamante foi contratada para ocupar inicialmente o cargo de professora, categoria especialista. Depois, foi promovida a professora assistente. No entanto, apenas algumas horas após sua promoção, foi-lhe comunicada a sua dispensa. De acordo com ela, a ordem da demissão decorrera da sua orientação sexual e fora determinada pelo secretário-geral do UniCeub em atendimento a pedido de outra professora.
 
Emerge no mínimo nebuloso que uma empregada recém-promovida – em face de quem a reclamada, preposto e testemunhas destacaram não existir nenhuma queixa quanto ao seu desempenho profissional, bem como a comportamento que desabonasse sua conduta, tanto que fora até promovida de função -, seja abruptamente comunicada de sua dispensa, e ainda, proveniente de quem normalmente não detém competência ordinária para tal, ou seja, do secretário-geral da instituição, pessoa abaixo apenas do vice-reitor e do próprio reitor. Causa espécie que uma mera divergência de carga horária com outra professora detenha a força de provocar a atuação de quem compõe o alto escalão na reclamada, apontou o desembargador André R.P.V. Damasceno no voto.
 
Para o magistrado, ficou claro não existir nada contra o desempenho profissional da empregada, segundo os depoimentos colhidos no processo, e que desponta plenamente comprovada a relação de causalidade entre a orientação sexual da autora e o ato demissional, revelador da motivação discriminatória, à luz da Lei 9.029/95.
 
Não se pode impedir o direito subjetivo do empregador de por fim à relação de emprego a qualquer momento, pagando ao empregado os direitos correspondentes. Todavia, o ordenamento jurídico veda e pune o exercício do poder potestativo para encobrir prática discriminatória. É certo que a homossexualidade de determinado empregado não o coloca acima do poder disciplinar do empregador, não lhe atribuindo a liberdade de manifestar comportamento sexual no ambiente de trabalho não franqueadas aos demais empregados heterossexuais. Da mesma forma, não se franqueia ao empregador exercer posturas vinculadas ao comportamento não profissional do trabalhador, quando sequer refletem na dinâmica do serviço, como soe ocorrer nos casos de discriminação, fundamentou o desembargador André R.P.V. Damasceno. O poder potestativo é aquele que não admite contestações.
 
De acordo com o magistrado, o Direito do Trabalho tem revelado um leque amplo de proteção ao trabalhador para além do já conhecido sistema de proteção às parcelas de cunho salarial. Nesse sentido, assim como as garantias salariais também são encontradas aquelas contra os abusos do empregador. No elenco das novíssimas garantias encontra-se o repúdio às discriminações no âmbito da relação de trabalho, apontou, referindo-se à Lei 9.029/95.
 
O desembargador André R.P.V. Damasceno citou a Convenção Internacional Sobre a Eliminação de Todas as Formas de Discriminação e a Convenção nº 111 da OIT, vetando toda discriminação de raça, cor, sexo, religião, opinião política, ascendência nacional ou origem social para ingresso e permanência no emprego, valendo-se dos valores dispostos na Declaração de Filadélfia.
 
O desembargador informou à reportagem que, independentemente de convicções pessoais e íntimas do magistrado, a Lei garante a vedação de discriminação por preferências sexuais. Assim como não se pode permitir a discriminação de uma pessoa por ela fazer voto de castidade, também não se pode discriminá-la por ter preferências diversas daquelas expressadas pela maioria, e desde que se concretizem a partir de um consentimento consciente do parceiro.
 
A decisão é passível de recurso.
 
Fonte: Tribunal Regional do Trabalho da 10ª Região

terça-feira, 14 de maio de 2013

Livro de bióloga brasiliense ganha maior prêmio de literatura infantil do Brasil


Livro de bióloga brasiliense ganha maior
prêmio 
de literatura infantil do Brasil

Obra Labirintos – Parques Nacionais, recentemente exposta na feira de Bolonha (Itália), foi vencedora da categoria Informativo do Prêmio FNLIJ 2013



Após ser exposto na Feira de Bolonha (Itália), um dos maiores eventos mundiais voltados à literatura infantil, o livro Labirintos - Parques Nacionais, de autoria da bióloga brasiliense Nurit Bensusan, recebeu, na manhã desta terça (14/5), o prêmio Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil (FNLIJ) - O Melhor para Criança, premiação máxima concedida, anualmente, desde 1975, aos melhores livros nacionais infantis e juvenis, e que hoje conta com diversas categorias como poesia, melhor Ilustração, literatura de língua portuguesa, entre outras. Vencedor da categoria Informativo, Labirintos é um livro ilustrativo que aborda em 56 páginas a história e as curiosidades em torno de doze parques brasileiros. Além atrair a garotada de maneira lúdica, a obra propõe ainda um alerta para a importância da preservação ambiental.  

Autora de mais de 12 obras técnicas que abordam o meio ambiente, Nurit Bensusan conta que a vontade de escrever para o público infantil surgiu há pouco tempo, em 2011, quando lançou seu primeiro título, o livro-jogo Biobrazuca. A partir daí, surgiram Quanto dura um rinoceronte? (2012), Rio + 20, 21, 22...(2012) e Labirintos – Parques Nacionais (2012).

“Escrever para crianças sobre temas biológicos e ambientais é um enorme prazer, e ter o meu trabalho reconhecido pela FNLIJ é muito gratificante”, comemora a escritora e pesquisadora ambiental, doutora em Educação e mestre em Ecologia.  Para ela, ganhar o prêmio irá abrir as portas, não só para a carreira como escritora, mas, especialmente, para o tema dos parques nacionais.

De acordo com Ana Paula Prates, ex-diretora de áreas protegidas do Ministério do Meio Ambiente, a carência de livros biológicos voltados para as crianças ainda é muito grande no Brasil. “O livro Labirintos traz essa inovação, traduzindo biologia para as crianças e alertando para a importância da valorização e preservação de nossas áreas protegidas”, comenta a doutora em Ecologia.

Altamente Recomendável

Além de Labirintos, outra obra de Nurit recebeu o selo de “Altamente Recomendável” e concorreu ao prêmio: Quanto dura um Rinoceronte?, que também esteve exposto, entre os dias 25 e 28 de março deste ano, na Feira de Bolonha, na Itália. “Fico gratificada pelo reconhecimento do meu trabalho”, afirma Nurit, que tem como maior expectativa ver seus livros traduzidos para outros idiomas. “Eu adoraria ver, por exemplo, o livro Quanto dura um rinoceronte? publicado em árabe, swahili ou mandarim”, revela a autora que lançou a empresa de criação de jogos e livros infantis, Biolúdica, em 2010. 

Mais informações: 
www.bioludica.com

Lista de vencedores do Prêmio FNLIJ 2013
http://www.fnlij.org.br/imagens/primeira%20pagina/premio%202013%20-%202012.pdf


Releases:
Livros de bióloga brasiliense estarão na Feira de Bolonha 
http://bioludica.wordpress.com/2013/03/13/livros-de-biologa-brasiliense-estarao-na-feira-de-bolonha/

Parques nacionais viram tema de livro infantil 
http://bioludica.wordpress.com/2012/09/19/parques-nacionais-viram-tema-de-livro-infantil/


Entrevista - VÍDEO:
Nurit Bensusan fala sobre o livro-jogo Labirintos - Parques Nacionais
http://www.youtube.com/watch?v=Wrqp4j4jAJU

Nurit Bensusan conta como se tornou escritora de obras infantis  
http://www.youtube.com/watch?v=tUXFLGCSpA8


FOTO:
Crédito: Tamara Barreto / Gulyas Comunicação
http://bioludica.wordpress.com/2013/05/14/livro-de-biologa-brasiliense-ganha-maior-premio-de-literatura-infantil-do-brasil/



Assessoria de Imprensa da Biolúdica:
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segunda-feira, 13 de maio de 2013

Dia do Chefe de Cozinha (13/5) - Desperte o chef que há em você com a reinvenção de receitas!

Desperte o chef que há em você com a reinvenção de receitas!
 Trocando um ingrediente aqui, outro ali, é possível dar cara nova e originalidade aos pratos tradicionais
 
 
 
Quem nunca passou pela situação de, na hora de cozinhar seguindo à risca uma receita, faltar aquele ingrediente especial? Nessa hora, só restam duas opções: sair para comprar o tal ingrediente ou desistir do prato, certo? Errado. No Dia do Chefe de Cozinha (13/5), a chef brasiliense Cristina Barros ensina que, na cozinha, não é preciso ter limites e nem seguir roteiros, e conta que, desde a adolescência, nunca conseguiu fazer uma receita exatamente igual à que estava no “script”.
 
"Sempre que faltava um ingrediente em casa eu substituía por outro. Ou seja, no começo eu incrementava por necessidade, mas, hoje em dia, gosto de brincar com as receitas, usando a criatividade e fazendo uma releitura dos pratos, principalmente com inspiração nos filmes que mais gosto”, comenta Cristina, enquanto antecipa uma das suas mais famosas “brincadeiras culinárias”, a Mousse no Palito.
 
Aos 39 anos, a pâtissier, hoje especializada em criar sobremesas, tortas e doces baseados em títulos de filmes, afirma que para se tornar um cozinheiro de mão cheia é importante não se tornar escravo das receitas e nem se achar incapaz de criar algo original. “Gosto de colocar sobre a mesa tudo que tenho na despensa e tentar usar de forma mais criativa possível”, conta.
 
Entretanto, para ter sucesso na hora de incrementar na cozinha, é preciso seguir uma lógica entre os ingredientes, alerta a chef gourmet. “É importante sempre respeitar as proporções e as texturas. Se você tem que usar um suco de laranja em um bolo, mas não tem as laranjas, por exemplo, você usa o maracujá, abacaxi ou outra fruta que tem em casa para fazer esse suco. Se a receita pede um biscoito de maisena, mas você não tem em casa ou quer usar outro biscoito, também pode. Você faz essa substituição com outro ingrediente semelhante. Não dá pra substituir, por exemplo, a farinha de trigo de uma receita, por água”, esclarece.
 
Outra vantagem de quem arrisca na cozinha é o reaproveitamento de receitas que não deram certo, economizando no bolso e propondo novos sabores, conforme explica Cristina: “Vamos supor que você fez um pudim que desandou e não ficou com a consistência desejada. Ao invés de jogar ele fora, você o usa como recheio em um bolo, em um pavê, e por aí vai”.

“É errando que se aprende”. Lição adquirida desde cedo por Cristina, especialista em doces e chocolates. Ela explica que o segredo para atingir a excelência na cozinha é a persistência. “O importante, quando uma ideia na cozinha dá errado, é não desistir de tentar. Já errei tanta comida, já fiz tanta coisa ruim, mas cozinha é assim mesmo. Tem que persistir. Exercício e repetição são os segredos para acertar. Nem todo mundo vai ser um chef profissional, mas é possível que a pessoa consiga atingir o melhor dentro dos seus próprios limites”, incentiva.
 
O ingrediente mais especial de todos: o amor
 
Dona de uma Patissêrie recém-inaugurada no setor Sudoeste, em Brasília, CristinaBarros confirma um dos conceitos mais antigos no universo gastronômico: o ingrediente mais especial de todos e que não pode faltar em uma receita é o amor. “Costumo de dizer que quando você coloca um ingrediente da sua escolha em uma receita, você está acrescentando amor àquele prato. É como se você estivesse personalizando aquela receita para oferecer para as outras pessoas algo único e especial”, afirma. O emocional também conta bastante. “Quando você tá bem, parece que você passa uma boa energia para a comida e tudo acaba saindo como o desejado”, ressalta Cristina.

Serviço
Cristina Barros Pâtisserie

(61) 3343-3209
encomendas.cristinabarros@gmail.com
SCLSW 103, bloco A, loja 23 – Ed. Rhodes II - galeria / Sudoeste, Brasília (DF) http://www.cristinabarrospatisserie.com.br/

Assessoria de imprensa
Gulyas Comunicação

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Fernanda Fernandes e Clarice Gulyas

quarta-feira, 8 de maio de 2013

Dia das Mães: inspirada pelo filho, bióloga brasilense cria jogos divertidos com temas biológicos


Dia das Mães: inspirada pelo filho, bióloga brasilense cria jogos divertidos com temas biológicos

Carência de jogos sobre meio ambiente para o público infantil levou a empresária Nurit Bensusan a criar um novo mercado no Brasil



Por Fernanda Fernandes (Gulyas Comunicação)

Fazer o filho Ariê interessar-se mais por ciência e por atividades lúdicas foi o objetivo primordial da bióloga brasiliense Nurit Bensusan ao criar jogos divertidos sobre a biodiversidade. No Dia das Mães, a engenheira florestal, doutora em educação e mestre em ecologia, possui, hoje, seis jogos destinados ao público infantil, lançados por sua empresa, a Biolúdica. No mercado há pouco mais de um ano, Nurit conta que a ideia surgiu ao procurar jogos interessantes e atraentes para o filho Ariê, então com 7 anos.

De acordo com Nurit, divertir as crianças e ensinar simultaneamente é um desafio. “Os jogos são uma maneira de as crianças aprenderem sem se darem conta”, explica ela. “Comecei a procurar jogos interessantes para ele, e notei que no Brasil, faltam jogos atraentes e que ao mesmo tempo promovam o conhecimento. Como eu já trabalhava com divulgação científica para adultos, pensei em desenvolver jogos instigantes e divertidos com temas biológicos”, conta Nurit, que sonha em estender a diversão às escolas públicas.

Ariê, hoje com 9 anos de idade, influencia diretamente a mãe em suas criações, seja nos desenhos das cartas do Tsunami (que explora as ameaças marinhas), como também no jogo Metamorfus, criado por Nurit à pedido do filho, que na época estudava o tema da metamorfosedos animais na escola. O jogo consiste na construção de diferentes sequências de vida dos animais sob o perigo de intervenções de cartas curingas que, além de divertir, trazem referências culturais, como os trunfos Ambulante (da música Metamorfose Ambulante, de Raul Seixas) e Mutante Samsa (personagem Gregor Samsa, da obra de Kafka).

“Essa ideia me pareceu super legal porque eu mesma tive experiência de estar com pessoas que não sabem que os bichos fazem metamorfose, ou simplesmente nunca se deram conta que aquela lagarta vira borboleta, ou que a formiga, a mosca e a abelha também fazem metamorfose, além da barata, por exemplo”, comenta a escritora que teve os livros Labirintos – Parque Nascionais e Quanto Dura Um Rinoceronte? recentemente expostos na Feira de Bolonha, uma das mais tradicionais feiras de livros infantis do mundo.


Serviço:
Biolúdica
Site: http://www.bioludica.com.br

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Pilates Terapêutico é promessa para tratamento de coluna vertebral em Brasília

 
Pilates Terapêutico é promessa para tratamento de coluna vertebral em Brasília
Método que pode livrar paciente da sala de cirurgia ganha mercado no DF. Pré-avaliações e aula experimental de pilates gratuitas farão parte das comemorações da inauguração de nova clínica especializada, em Águas Claras
 
 
Por Fernanda Fernandes (Gulyas Comunicação)
 
O pilates é um método popularmente conhecido no Brasil e no mundo por integrar a lista de modalidades das academias de ginástica e de clínicas especializadas. O que pouca gente sabe é que, aliado a máquinas e técnicas de fisioterapia e de estabilização da coluna vertebral, o Pilates Terapêutico pode ser uma peça chave no tratamento e prevenção de doenças da coluna, e essa é a aposta da nova clínica Coluna Viva, que será inaugurada no dia 18 de maio, em Águas Claras (DF). Aliado a programa de Reconstrução Músculo Articular, o método pode livrar pacientes da sala de cirurgia. Pré-avaliações e aula experimental de pilates terapêutico gratuitas farão parte das comemorações. As marcações podem ser feitas, a partir do dia 11 de maio, pelo e-mail brasilia@itcvertebral.com.br ou pelo telefone (61) 9117-3919.
 
De acordo com a empresária e fisioterapeuta, Angela Lepesqueur, especialista em Coluna Vertebral, o método é eficaz no tratamento de falhas do sistema motor de maneira segura e individualizada. “O uso de máquinas nos oferece amplas possibilidades de exercícios. As vantagens são, principalmente, relacionadas ao atendimento individualizado, pois, pessoas com o mesmo problema de coluna, podem apresentar falhas distintas no controle e nas compensações dos movimentos”, alerta.

Economia e saúde
 
Diretora das unidades brasilienses do Instituto de Tratamento da Coluna (ITC) e representante da Associação Brasileira de Reabilitação de Coluna (ABRC) no Distrito Federal, Angela Lepesquer explica que associado ao o método de Reconstrução Músculo Articular da Coluna Vertebral (RMA), trazido para o DF há 3 anos, o pilates terapêutico, recém inaugurado na Capital, ajuda no tratamento de doenças como hérnia de disco, artrose e outras lesões na coluna, evitando, na maioria das vezes, que o paciente passe pela sala de cirurgia.
 
"Conseguimos reverter 87% dos casos de pacientes que chegam com indicação cirúrgica", afirma Angela. Ainda de acordo com a fisioterapeuta, além da RMA e do Pilates Terapêutico, fazem parte do tratamento para a coluna técnicas de Fisioterapia Manual e de Estabilização Vertebral. “O principal diferencial desse programa está na junção de todas essas técnicas e no acompanhamento intensivo do paciente”, comenta.
 
Em Brasília, além da nova clínica em Águas Claras, que oferece a aula experimental de pilates terapêutico e avaliações do ITC e do Instituto New Pilates, gratuitamente, no primeiro mês de funcionamento, há também unidade da Coluna Viva no Lago Sul. Ambas oferecem serviços de Reeducação Postural Global (RPG).
 
Serviço:
Clínica Coluna Viva

Telefone: (61) 3365-2555 / 8625-5885 / 9117-3919
Endereço: SHIS Qi 5, Chácara 8, Lago Sul (DF)
e Rua 13 Norte, lote 4, loja 2, Águas Claras (DF)
Horário de funcionamento: 7h às 21h
Site:
www.itcvertebral.com.br
www.herniadedisco.com.br
Contato: brasilia@itcvertebral.com.br

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Dia das Mães: Instinto materno faz de fisioterapeuta empresária de sucesso em Brasília

Dia das Mães: Instinto materno faz de fisioterapeuta empresária de sucesso em Brasília

Proprietária de franquias e clínicas no DF encontrou no filho inspiração para se especializar em Coluna Vertebral
 

 
Por Fernanda Fernandes (Gulyas Comunicação)
 
Conciliar a vida empresarial com atividades domésticas e convívio familiar têm se tornado um desafio cada vez mais comum. No entanto, é preciso empreendedorismo e muita dedicação para alcançar o sucesso. No Dia das Mães, empresária de Brasília e fisioterapeuta com reconhecimento no Distrito Federal, conta como um problema de saúde do filho a influenciou na profissão.
 
Exemplo de superação e determinação, a fisioterapeuta Angela Lepesqueur, 43 anos, encontrou no filho, Arthur Lepesqueur, inspiração para se especializar e se tornar referência em Coluna Vertebral. “Sempre tive muito interesse em estudar as falhas do controle motor, e, após meu filho ser diagnosticado com duas hérnias lombares, resolvi investir na especialização em Coluna, período em que estudei nos Estados Unidos”, conta a diretora da unidade brasiliense da franquia Instituto de Tratamento da Coluna Vertebral (ITC Vertebral) que, até então, trabalhava com pilates na área fitness e estética.
 
Casada há 21 anos, mãe de três filhos e vovó de primeira viagem, a fisioterapeuta revela que sempre procurou organizar seus horários e se fazer presente na vida da família, entre estudos e atividades diárias. “Durante a infância dos meus filhos, eu sempre deixava um turno para acompanhar o desenvolvimento deles na escola e em atividades extras, como natação e balé. Para compensar, trabalhava cerca de 7 à 8 horas corridas, turno que voltei a adotar, agora, com o nascimento da minha neta, para auxiliar minha filha”, afirma.
 
Empresária de sucesso, Angela é atualmente proprietária da clínica Coluna Viva, localizada no Lago Sul, referência na orientação e tratamento de problemas relacionados a dores nas costas. Nova conquista da mineira, de Belo Horizonte, será inaugurada esse mês, em Águas Claras, com o lançamento da primeira filial da clínica no principal pólo de investimentos do DF.
 
Sobre o segredo para alcançar bons resultados e sucesso no trabalho, Angela Lepesquer conta que sempre teve espírito empreendedor e que a experiência como proprietária, durante dez anos, de três lojas no segmento de vestuário, fez toda a diferença. “Sempre busquei cursos na área administrativa, em vendas e em atendimento aos clientes”, afirma Lepesqueur. Segundo ela, a mudança de profissão e a montagem da clinica Coluna Viva foi um desafio. “Todo empreendimento possui riscos inerentes a qualquer negócio, que devem ser minimizados através de um bom planejamento. Os principais pilares para o sucesso são: profissionalismo, qualidade no atendimento e foco administrativo”, ensina a empresária. Entre as franquias que atuam na clínica Coluna Viva estão o ITC Vertebral e o New Pilates, que trabalha com pilates terapêutico.
 
Serviço:
Clínica Coluna Viva

Telefone: (61) 3365-2555 / 8625-5885 / 9117-3919
Endereço: SHIS QI 05, Chacara 08, Lago Sul, Distrito Federal, DF.
Horário de funcionamento: 7h às 21h
Site:
www.itcvertebral.com.br
www.herniadedisco.com.br
Mais informações: brasilia@itcvertebral.com.br

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